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terça-feira, 29 de março de 2016

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

13-hoursBy Rg.                      
Filmes militares baseados em histórias reais se tornaram sinônimo de sucesso, tivemos recentemente os bem sucedidos; A Hora Mais Escura, O Grande Herói e Sniper Americano, alguns indicados a prêmios e todos levaram um bom público aos cinemas. Chegou à vez de um perito em técnicas militares levar seu filme do gênero, aos cinemas, também baseado em uma história verídica, de um incidente recente, 13 Horsa: Os Soldados Secretos de Benghazi é dirigido por Michael Bay um conhecedor e perito do gênero. O diretor especialista em cinemão de ação, sempre usa e abusa de planos contra a luz, bandeiras americanas tremulando é muito questionado pela crítica, mas até para aqueles que pegam em seu pé, tem quedar o braço a torcer que ele é um entusiasta, quando se trata de ação e principalmente de quando se trata de guerra, estratégias militares, operações especiais e etc, em muitos de seus filmes ele retrata os Mariners, Navy Seals e outros grupos táticos (Rangers e Deltas), de forma patriótica e os enaltece, não, que não sejam merecedores, mas pelo que conheço que vi em filmes (inclusive nos citados), eles realmente merecem todo mérito dado a eles, pois as operações citadas não são divulgadas e seus arquivos são liberados somente alguns anos após os ocorridos, ou suas histórias são baseadas em livros também escritos após algum hiato. Aqui o tema em questão é um conflito na Síria em 2012 após a queda do ditador Muammar Gaddafi, onde o país ficou dividido entre rebeldes fortemente armados, que querem o poder, e a o atual governo apoiado pelos norte americanos, que pretendem reestruturar o país (diga-se de passagem, este conflito é pouco antes do surgimento do Estado Islâmico, que hoje toma conta de quase todo o país, que já vai para seu quinto ano de guerra civil).

O longa mostra um grupo de elite de soldados americanos, formado por ex mariners e seals, que estão no pais com a missão de proteger um grupo de agentes da Cia que estão em uma base secreta, obtendo informações sobre os rebeldes. A situação se complica quando a embaixada americana que fica a poucos quilômetros de de sua base, esta sendo atacada no aniversario de onze anos do 11/09 esta sendo atacada pelos rebeldes, e mesmo não sendo sua missão, eles decidem ir até lá ajudar o embaixador americano, sobrepondo que se a embaixada ruir, o quartel da da cia no será o próximo alvo.
O filme retrata as 13 Horas que este conflito durou, e estes bravos soldados aguentaram o cerco de rebeldes, enquanto o governo não podia fazer nada, pois a missão deles não era oficial.
Os soldados são interpretados por atores desconhecido dos do grande público, em sua maioria de seriados, entre os protagonistas o principal deles é Jack da Silva (John Krasinski; o Jim da serie The Office (que parece ter tomado o soro do super soldado), que depois de quase ser o Capitão América, e viver um militar em Sob o Mesmo Céu, consegue convencer como soldado), e Tyrone (James Badge Dale), que junto com mais quatro bravos soldados, aguentaram o cerco imposto contra eles, no melhor estilo Álamo (que para que não sabe, foi a famosa batalha derradeira entre os USA e México pelo Texas, onde bravos cowboys americanos, aguentaram um grande cerco mexicano).
As sequências de ação de 13 Horas são ótimas e muito reais, desde os tiros a explosões (inclusive ele usa um recurso que ele usou em 2001 com Pearl Harbor onde ele coloca novamente a câmera numa bomba). O clima de guerra urbana também é muito bom, e faz bem ao filme, chegando a ser peculiar ver pontos sendo atacados e a população inerte a tudo aquilo, como se fizesse parte de seu dia a dia, o drama familiar também funciona, mostrando como ficam as famílias destes bravos guerreiros, que voltam constantemente para países em guerra, em missões quase que suicidas, devido a dificuldades financeiras e falta de reconhecimento do seu governo (e que em muitas vezes, em sua grande maioria não os reconhece devido às suas missões serem todas clandestinas), e que a próxima pode sempre ser a última.
Michael Bay só derrapa novamente em algo que já é padrão em sua carreira, a duração do filme, que não chega a ser cansativo, mas poderia ser 20 minutos mais curto e daria um ritmo mais dinâmico ao longa, sem ter uma certa barriga em seu meio. Mas o filme tem mais acertos que erros, e está entres os melhores do gênero do cinema recente. Portando esqueça seu preconceito com m Bay e vá conferir este filme o de ação que expõe o começo de um conflito atual.
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Avaliação:
Critica:7,5
Publico:8,5
sFilmes Inc.:8,5

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