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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Como Treinar Seu Dragão 2

By Rg.
Como Treinar Seu Dragão 2 chega aos cinemas, 4 anos depois de seu primeiro (e excelente) filme. O longa foi um principais trunfos da Dream Works contra rival Disney/Pixar, a animação protagonizada pelo dragão Banguela e Soluço, vai na contra mão de tudo que o Studio tinha feito até o momento (DreamWorks Animation é conhecida pelo tom mais adulto e humor mais áspero), e Como Treinar Seu Dragão é uma aventura que chegou até a lembrar os filmes do rival, devido ao seu grande sucesso, não demoraria para que uma sequência fosse anunciada. Eis que em 2014; Como Treinar o Seu Dragão 2 estreia, mantendo e respeitando as origens do original, ao contar o que aconteceu com o vilarejo de Berk, após os Vikings locais conseguirem conviver pacificamente com os dragões, e a paz estava definitivamente instaurada, mas nem tudo e só flores, logo surge uma nova ameaça, e ação toma conta filme, que é uma aventura live action (beirando um realismo impressionante), se tem algo que evoluiu desde seu filme anterior é seu visual. O humor ainda esta lá, mas se já era mais sutil do que em outros filmes do estúdio, nesta sequência é muito mais discreto, é praticamente uma animação de ação, com um pitadas de humor. se não fosse seu visual (hora bem coloridos), nos sentiríamos em um filme de aventura.  As sequências de ação e batalhas são grandiosas e muito bem filmadas, exemplo; um plano sequência aéreo, no meio de uma batalha, que é impressionante, o filme se torna praticamente um épico em seu ultimo ato, se passando em um enorme campo de batalha, numa sequência de ação muito bem filmada (um pouco longa), e seu clímax, quase beira o cansativo.
Nesta continuação a trama é a seguinte Soluço é designado por seu pai, para ser  o novo líder Berk, mas o adolescente não se identifica com a ideia, e não se sente pronto para o cargo, e a responsabilidade, e quer continuar com sua vida exatamente como tudo como esta, vivendo suas aventuras com Banguela, a procura de terras inexploradas, até que em uma destas aventuras eles encontram um lugar repleto de dragões, liderados por um misterioso guerreiro mascarado, que também os controla e os protege, contra um exercito Viking liderados pelo temido Drago, que tenta capturar todas as criaturas aladas. Soluço não sabia da existência de ambos nem do guerreiro alado e seus dragões, como a de um povo liderado por Drago, que caça e prende Dragões, Soluço acha que se achar este líder pessoalmente ira ter uma solução pacifica, e evitaria uma guerra, que parece ser iminente, contra a grande frota marítima fortemente armada de Drago.
Como já citei acima sobre o clímax e as batalhas do filme, já podemos pressupor que o seu plano do nosso protagonista não deu certo. Além do inimigo uma nova descoberta envolvendo sua família e seu passado vem à tona, fechando a trama da aventura, que não prenderia espectador nenhum se não fosse pela protagonista (Banguela), que tamanho é seu carisma que veríamos qualquer trama em que seu personagem estivesse protagonizando, o dragão com aparência dócil e trejeitos felinos é o ponto alto do filme, que é inferior ao seu antecessor, exceto por Banguela, que em cada aparição nos cativa ainda mais, e de forma acertada, sua presença não foi exagerada e sem necessidade, ou usada como válvula de escape, quando o ritmo de filme cai, como ocorreu me outra sequência recente, Meu Malvado Favorito 2.
Como Treinar o Seu Dragão 2 é inferior ao original, mas esta longe de ser ruim, ou até desnecessário, apenas não conseguiu nos surpreender novamente, e mesmo sendo uma aventura frenética seu exagero passa longe de ser comparado a Kung Fu Panda 2, que se tornou uma sequência cheia de ação e cansativa. 
Dirigido novamente por Dean DeBlois acerta por ter Banguela na medida certa, e isso é suficiente para garantir meu ingresso.
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Público:8
Critica:7
Filmes Inc.:7

quarta-feira, 11 de junho de 2014

FilmesIncastV #13 No Limite do Amanhã, Viagens no Tempo, Looping e etc.

FilmesIncastV #13 Neste 13 programa, falei sobre filmes que envolvem viagem no tempo, looping temporal e outras curiosidades do gênero, retratados em No Limite do Amanha, estrelado por Tom Cruise. Assinem nosso canal e deixem seu like no vídeo.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

A Culpa é das Estrelas


by Rg.
A Culpa é das Estrelas é o filme candidato hit este ano (principalmente entre as garotas), baseado no livro sucesso de vendas de John Green, o longa chega aos cinemas com um imenso lobby, primeiramente por ser o livro de cabeceira de muitas adolescentes e mulheres, ele sucede outros filmes do gênero, que se tornaram fenômenos, mas somente depois de um sucesso regular nos cinemas, gerado um forte boca a boca em em home vídeo, maior exemplo é o até hoje cultuado; Um Amor Para Recordar que alavancou a carreira do escritor Nicholas Sparks  (também o colocou no radar de Hollywood), A Culpa e das Estrelas bebe da mesma fonte, mas tem fator fundamental a seu favor, que outros do gênero não tiverem, a internet, antes mesmo do filme estrear, mesmo com o sucesso dos livro as fãs já estavam ansiosas, e cada trailer ou nova imagem, era um alvoroço em qualquer rede social, a comoção era tanta, que confesso que como bom editor de site, recebi descobri sobre este filme através de suas leitoras, e não dos sites especializados, elas (fãs) estavam sempre um passo a frente de todos

"Os números do fenômeno lançado em janeiro de 2012, o livro de John Green é um fenômeno certificado por números: traduzido para 46 idiomas; 10,7 milhões de cópias vendidas. É a publicação campeã de vendas do Brasil, com 17.944 exemplares. Valores positivos acompanhados desde o início pela adaptação ao cinema. O primeiro trailer do filme teve 20 milhões de views no YouTube e foi "curtido" 307.537 vezes, a maior marca de um trailer no You Tube".
A Culpa é das Estrelas tem todos os ingredientes de sucesso do gênero, um tema triste envolvendo câncer, um elenco teen e carismático, e uma vantagem,já tem um marketing construído afinal seu livro é um sucesso absoluto, e recente. 
Seu elenco é carismático e liderado pela jovem em ascensão, Shailene Woodley que já esta a frente da franquia; Divergente (outro sucesso baseado em um livro teen), sua ascensão é tamanha que ela se deu o luxo, de praticamente abrir mão de ser a nova Mary Jane em O Espetacular Homem-Aranha 2 (mesmo tendo rodado varias cenas), ela preferiu se dedicar à Divergente onde ela é protagonista, ao seu lado o carismático Ansel Elgort que  também faz parte do elenco de Divergente, vivendo seu irmão (incesto?).
O longa nos conta a história de Hazel Grace (Sheilne Woodley), que tem câncer desde seus 13 anos e começa a demonstrar, conforme a doença avança, sinais de depressão, depois de muita insistência e a pedido de sua mãe, ela resolve frequentar um grupo de auto-ajuda, para conhecer novas pessoas, neste grupo ele encontra o jovem Gus (Ansel Elgort), que já flerta com ela desde o primeiro minuto em que a vê, despojado e extrovertido, ele parece não se importar com a doença dele, e todos ao seu redor, logo em seu primeiro dialogo, em seu flerte com Hazel ele já nos passa um certo carisma, sua investidas dão um resultado a longo prazo, eles se tornam amigos, que e passam a fazer diversas atividades juntos, mesmo ele demonstrando, que seu interesse é amoroso. Como todos que leram o livro já sabem (e os que não sabem imaginam), eles se tornam um casal, e o ritmo do filme continua a ser divertido, como em seu começo, galanteador Gus faz de cada dia com ele uma aventura, inclusive o sonho dela de conhecer o autor de seu livro favorito. 
Mas como todos já imaginamos, um filme sobre este tema não pode ser só rosas, a doença de Hazel progride e tudo se complica, ela se afasta de Gus e ele ira fazer o possível e impossível para reconquistá-la, essa é somente a sinopse inicial vista até em seu trailer, outros acontecimentos também ocorrem, muitos já sabem, mas não vamos comentar com os poucos que não conhecem a obra..
Em seu desfecho no último ato, o filme segue todas as fórmulas do gênero, transformando sua platéia, que no início era somente suspiros e risos, em lagrimas e soluços, algo que poderíamos esperar do longa, é uma pena pois é justamente neste ato, que o diretor (Josh Boone) peca, ao estender muito o sofrimento e dor, de seus protagonistas, deixando o filme para alguns (como eu) cansativo e previsível em seu final, e até para algumas fãs, um sofrimento exaustivo, quase que eterno, são mais de trinta minutos de soluços e lagrimas (algo que confesso que nunca vi igual, em anos de cinema e pré-estreias).
O longa tem um começo tão divertido e regular, que não é tão prejudicado com seu exaustivo desfecho, mas como não sou seu público alvo, ele funciona de forma perfeita, pois ao fim da sessão, não ouvi nenhuma reclamação, apenas uns comentários, de uma ou outra coisa que há no livro e não tem no filme (algo normal em adaptações literárias), mas todas estavam de olhos inchados e felizes, com a historia de amor que acabaram de ver, e elas sim, são o público alvo de filme, então ele acertou em cheio. E se para mim não foi nada demais é por que A  Culpa é das Estrelas.
@RG_FilmesInc                          @FilmesInc                           facebook                       canal 

Avaliação:
Filmes Inc.:7,5
Critica:8 
Público:10

quinta-feira, 5 de junho de 2014

No Limite Do Amanha

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By Rg.

Viagem no tempo sempre nos causou um certo fascínio e admiração, não é toa que é um gênero muito explorado nos cinemas, e já nos rendou ótimos filmes (e alguns vergonhosos), é muito difícil obedecer às regras sobre o assunto, em alguns casos você não pode alterar nada, para evitar consequências catastróficas no futuro, em outros você volta (ou vai adiante), para justamente alterar o curso da historia (De Volta Para o Futuro), em outros casos, por mais que você que tente, não consegue alterar o rumo da historia, o tempo sempre encontra um jeito de seguir seu rumo (A Maquina do Tempo). E temos um dos exemplos mais divertidos que é o retratado neste filme, quando o protagonista se encontra preso em um looping temporal, onde ele volta ao mesmo dia, todo dia, quando morre ou quando adormece (O Feitiço do Tempo, 12:01 e Conta o Tempo). A premissa de No Limite do Amanha é esta, a Terra esta sendo invadida e dizimada por seres alienígenas, e os humanos desenvolvem uma arma que pode reverter o jogo, tal arma é um exoesqueleto com armamento de ultima geração, que esta ajudando os soldados e combater tal ameaça, e o principal representante desta revolução tecnológica é Major Cage vivido por Tom Cruise (Oblivion e Jack Reacher), um lobista do exercito, que após desobedecer a ordens superiores é mandado direto para a batalha, uma invasão surpresa direto ao front inimigo, que lembra muito o Dia D que ocorreu na Normandia, durante a segunda guerra, quando os aliados a desembarcaram na praia da França (retratado em O Resgate do Soldado Ryan), logo em seus primeiros minutos na praia Cage é morto por um alienígena, e por ter tido contato com o sangue extraterrestre, acabou ficando preso em uma espécie de lopping temporal.
Esta trama somada a um futuro semi pós-apocalítico, faz do filme uma ficção científica com ingredientes divertidíssimos, qualquer um que já jogou vídeo game sabe o que estou falando, é como se você voltasse sempre na mesma fase em que morreu, até conseguir passar.
Tom Cruise se sai muito bem como protagonista, acostumado a fazer papeis carismáticos, aqui ele começa o filme como um sargento/lobista das indústrias armas, o Major Cage é prepotente e arrogante, após se negar ir a campo garantir que suas armas funcionam, é rebaixado a cabo, e obrigado a ir a campo em pleno dia do desembarque, que seria derradeiro na batalha entre os humanos (que estavam sendo devastados), e após uma vitória em campo (graças aos exoesqueletos robóticos), ganharam uma esperança, esqueletos estes promovidos pelo próprio Cage que os vende e os promove na mídia e nunca usou tal arma, e nem ao menos esteve em campo, e como jogar um nerd ou desenvolvedor de sistemas de segurança numa guerra, ele conhece muito dela em teoria, mas na pratica nunca esteve em uma.
Para Cage é um pesadelo, e o pior que se repete diariamente, fator que deixa o filme mais interessante, se algo do gênero acontecesse com um grande soldado, não seria tão divertido. Os primeiros minutos do filme (além da fantástica sequência da invasão da praia) são eletrizantes, assim que o protagonista é jogado em campo em meio ao caos, ele já ganha nosso carisma, após alguns contratempos, (como sua morte, seguida vezes), ele conhece a Rita (Emily Blunt) que é a melhor maior esperança militar, após se destacar na vitória no ultimo embate, praticamente uma perita em combate, e parece ser única a entender seu problema.
A partir dai a trama cresce e suas habilidades também, ele vai ser treinado e ganha experiência cada dia que vive novamente (não são poucos), e acompanhado em campo pela melhor guerreira.
No Limite do Amanha tem todos os atrativos que um fã de ficção gosta viagem no tempo, invasão alienígena e acima de tudo é o melhor retrato de um vídeo game real no cinema, com tiros invasões e armas tecnológicas, some tudo isso e uma ótima direção de Doug Liman (Identidade Bourne e Sr. e Sra Smith), e a co-protagonista; a bela Emily Blunt, e também um dos maiores astros do cinema, Tom Cruise, muitos podem questiona-lo como ator sério, mas ele e unânime em entretenimento, e por fazer valer, o investimento do estúdio nele (um maiores salários de Hollywood, cerca de até $50 milhões por filme), mas astro sempre da retorno, ele um dos recordistas de bilheterias de todos só tempos, e se fizer mais filmes como este vai se manter no topo. No Limite do Amanha e um ótimo filme, e merece ser visto em looping varias vezes. @RG_FilmesInc                          @FilmesInc                                 facebook
Avaliação:
Filmes Inc.:9,5
Critica:8,5
 Público:8

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Malevola

Malevola-05mai2014-01By Rg.
Malévola é mais uma nova tentativa da Disney em repetir o sucesso, de seu próprio sucesso, para você entender melhor, este novo longa do estúdio camundongo, pretende atingir o mesmo publico, e repetir o êxito recente, conseguido com Alice no Pais das Maravilhas e Oz Magico e Poderoso (ambos da Disney), inclusive o primeiro citado também é baseado em um conto já adaptado pela Disney em animação em 1951. A versão live-action (filme) de Alice dirigida por Tim Burton, bateu a casa do 1 bilhão dólares em todo o mundo, e não demorou para que os executivos procurassem qualquer outro conto e o transpusessem para o live-action.  Malévola bebe da mesma fonte de sucesso do filme de Tim Burton (a quem foi também oferecido à direção), tem um visual muito semelhante, alternando entre cores e tons góticos (quando necessário), porem é um filme muito mais honesto, mesmo sendo baseado na história da A Bela Adormecida (adaptada em animação em 1959, do conto dos irmãos Grim), ele nos mostra um outro ponto de vista do famoso conto, e toma algumas liberdades, com relação à Alice ele é bem mais honesto com o público, a jugar pelo fato de ter Angelina Jolie (Malévola) como protagonista, o longa já leva seu nome, ao contrario de Alice que manteve seu nome original e teve Johnny Depp como "protagonista", que viveu o Chapeleiro Louco e estampou todos os postes.
A direção ficou a cargo de Robert Strmberg, que era design de produção em; Avatar, Alice no Pais das Maravilhas e Oz Magico e Poderoso, que aqui faz usa estreia na direção.
Malévola nos apresenta a mais conhecida, e temida, vilã do universo Disney, mostrando suas origens e sua historia de um novo ponto de vista, uma nova visão de um velho conto, Angelina Jolie esta muito bem como protagonista, que tem toda elegância e imponência da personagem, sua origem é mostrada, desde de sua infância, nos contando que anteriormente ela era uma fada, e a sua maldade surgiu somente após ela ser traída pelo "amigo", que se tornou rei, e que viria a ser o pai da princesa Aurora, vivida por Elle Fanning (Bela Adormecida), toda a trama é bem preenchida, com boas sequências de ação, e com ótimos efeitos visuais, que funcionaram muito bem, o filme não tem cara de vídeo clipe (como alguns do gênero). 
O grande problema é que a sustentação do filme, Angelina Jolie, como "vilã" não sustenta o filme sozinha, somente quando esta em cena, mas ela não pode estar em cena sempre e nem atuar pelos outros, até o bom Sharito Copley (Elysium), aqui esta muito aquém de seu potencial e Elle Fannning (Super 8) também não empolga como co-protagonista, nem a trama se sustenta, após o segundo ato, pelo fato de levar consigo o nome, e ser voltado a Malévola, o filme se torna meio Boring (desinteressante e chato), quando não há Jolie, e ai que vamos que o roteiro não é tão bem estruturado, e somente os efeitos e uma atriz de primeira não é suficiente, mas o filme passa longe de ser ruim e é até eficaz, mas se você não é o publico alvo, vai se esquecer dele no final da sessão ao chegar no elevador, ao menos não vai ficar uma recordação negativa, apenas vai ser um filme que não vai marcar. 
Malévola também marca o retorno de Angelina Jolie as telas como protagonista após um hiato de anos desde; 2010 (Salt e o Turista) ela não estampava um poster com seus belos lábios (para se dedicar a família), uma pena, pois este até era o papel ideal para sua volta, pana que uma andorinha (vilão) só não faz verão. 
@RG_FilmesInc                                            @FilmesInc                                       facebook
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Critica:6,5
Filmes Inc.:6,5
Público:8