Filmes Inc.

sábado, 28 de maio de 2011

Se Beber, Não Case ! 2 (The Hangouver 2)

Rg.
A comedia sensação de 2009, e dos últimos anos Se Beber, Não Case! que custou apenas U$35 milhões e fez U$453,3 no mundo se tornou sensação lançou para o estrelado seu elenco e fez do diretor Todd Phillips já conceituado no mundo das comedias (Stark & Hutch, Dias Incríveis) se tornar um Midas do gênero.
A comedia agradou a critica e o público nos mostrando que uma comedia feita para homens pode agradar as mulheres também como já disse em sua critica, pois afinal nós homens sendo nós mesmos já somos engraçados, a fórmula deu certo e uma comedia politicamente incorreta, nenhum momento tem senso faz piadas sobre mulheres, bebês, holocausto e etc.
E logo uma seqüência já foi encomendada a Warner não ia deixar escapar a possibilidade de ter um lucro tão bom ou ainda maior com o modesto filme, neste meio tempo Bradley Copper (Phil) fez Esquadrão Classe A e Sem Limites, Zack Galifianiks (Alan) despontou no muito bom, Um Parto de Viagem mais uma vez ao lado do diretor Todd Philips e Ed Helms (Stu) continuou despontando na serie The Office.
Todos agora já conhecidos voltam para a seqüência com seu devido aumento de cachê de 5 mil pelo primeiro filme agora ambos receberam 5 milhões.
Enfim 2 anos se passaram e chegamos a Se Beber, Não Case! 2, e uma das regras para uma continuação dar certo em Hollywood, é tudo que deu certo no primeiro filme tem que voltar, e no primeiro tudo deu certo, era só repetir a formula? Ou inovar e trazer mais novidades para o público ter o impacto que teve em seu primeiro filme? Ou trazer o mesmo com algumas novidades ainda mais insanas? Qual destas fórmulas eles iriam usar? Leia e descubra.
Logo no início do filme o Dentista (ou medico como ele gosta de ser chamado) esta prestes a se casar (agora oficial não em Vegas) com uma bela Tailandesa (não uma garota de programa) e convida seus amigos até o país exótico para seu matrimonio.
Os primeiros minutos do filme são muito bons diálogos fantásticos sobre a noite
 em Las Vegas, o medo de Stu, que não quer uma despedia de solteiro para que feito não se repita (sua síndrome e tanta que cobre os copos com guardanapos para que ninguém o dope) relutante em convidar Alan cede ao pedido dos amigos e decide convidar o ‘amigo’ que até hoje fala da melhor noite de sua vida, destaque para a cena que o trio vai ate o quarto de Alan convidá-lo, todas as fotos do fim do primeiro longa estão na parede como pôsteres.
Antes de embarcar o grupo e apresentado a Teddy cunhado de Stu que vai no mesmo vôo com eles, chegando ao a Tailândia somos apresentado à futura esposa e seu sogro que não gosta nada de Stu, a cena do discurso é fantástica em que o sogro se refere à Stu como Chok (água de arroz) e seguido pelo discurso de Alan (que consegue constranger a todos) vale a pena.
Para encerrar a noite e se prepararem para o casamento no dia seguinte os amigos decidem tomar um ultimo drink na praia acompanhados de Teddy.
A partir daí você já imagina o que aconteceu este e o problema de Se Beber, Não Case! 2 quando no começo fiz as perguntas sobre que linha o filme ia seguir ele seguiu justamente a do obvio, pegaram a primeira opção tudo que deu certo no primeiro filme e apenas repetiu algumas piadas funcionam novamente, mas muito poucas ficamos sempre com aquela sensação de Déjàvu (que já viu aquilo) que sabemos o que vai acontecer na cena seguinte e isto ocorre no filme todo, apenas mudou o país e os costumes.
Para quem já viu o filme vou postar no fim da critica como comentário um comparativo de todas as cenas que tem exatamente iguais nos 2 filmes, mas volto a dizer só leia se você já viu o filme.
Até o personagem de Alan que roubou a cena no primeiro filme aqui esta perdido da metade para frente, todo o peso das situações cômicas ficam a cargo de Ed Helmes (Stu) que com seus chiliques às vezes consegue segurar a cena Bradley Cooper (Phil) continua apenas sendo o lado coerente do bando e vale destacar Mr.Chow que aparece para roubar a cena, mas não ajuda muito.
O publico pode rir sim, mas não vai rir de algo novo vai estar rindo de algo que esta familiarizado, vai estar fazendo comparações algumas vão funcionar outras não como já disse o sogro de Stu quando se referiu a ele como Chok (água de arroz) que mesmo sendo sem gosto é necessária, e a seqüência de Se Beber Não Case e como Chok sem inovar, mas necessária afinal todos nos ansiávamos por sua seqüência agora não podemos reclamar, mas que ficou a sensação de Déjàvu ficou.
Obs.se você já viu o filme leia o comentário que postei abaixo e compare.
Avaliação:
Filmes Inc.:6,5
Critica: 6
Público: 8

sábado, 21 de maio de 2011

Piratas do Caribe 4 (Pirates of Caribean 4)

Piratas do Caribe Navegando em Águas Misteriosas
Rg.
A franquia milionária Piratas do Caribe chega a seu quarto ato, se é assim que podemos chamar, pois a meu ver cada filme da série são como atos (parte de peças teatrais que corresponde a ciclos e separa-se dos demais por intervalos) orquestrados com muita ação e aventura.
Piratas do Caribe A Maldição do Perola Negra (2003) baseado num brinquedo do parque temático de Walt Disney World o filme surgiu, trazendo Johnny Depp como um dos protagonistas e faturou alto nas bilheterias algo até então inédito na carreira do astro conhecido por bons filmes e atuações, mas um fracasso de renda, esta situação mudou após este filme além nos trazer um dos maiores personagens e excêntricos personagens do cinema de todos os tempos Jack Sparrow, tentando recuperar seu antigo navio (Pérola Negra) e enfrentando uma tripulação de amaldiçoados que se transformavam em caveiras sob o luar.
E Jack Sparrow surgiu da mente de Johnny (O Turista), seu jeito peculiar não estava no roteiro até que Johnny surgiu no set com os trejeitos baseados em Keith Richards (Guitarrista dos Rolling Stones que viria a interpretar o pai do pirata) e deu certo muito certo.
Como já esperávamos ansiosamente então eis que temos o ato 2.
Piratas do Caribe o Baú da Morte seu segundo ato não fez feio após as cenas de ação fantásticas do filme anterior O Baú da Morte (2006) supera seu antecessor em clímax são um atrás do outro e desta vez Jack enfrenta Davi Jones e a tripulação do Holandês Voador, todos com fisionomia de moluscos excelentes efeitos.
Destaque para a ousadia da Disney que repetindo a formula usada em Matrix (2 e 3) e na Trilogia O Senhor dos Anéis ambos filmadas simultaneamente estratégia de manter o elenco sem problemas de renovação de contrato e diminuir os altos custos de produções assim partimos para o terceiro ato.
Piratas do Caribe no Fim do Mundo (2006) mantém o ritmo acelerado da segunda parte, mas por ser o desfecho da saga se perde um pouco em suas tramas e subtramas, Jack jogando de ambos os lados por seu interesse acaba hora meio perdido entre os lados e o expectador também, mas no quesito ação o filme não faz feio a seqüência final no redemoinho e antológica o confronto do perola negra contra o Holandês Voador mesmo sendo longa, mas não cansativa faz valer o ingresso.
Os anos se passaram e como toda peça de teatro, chegamos a 2011 e seu quarto ato.
Piratas do Caribe Navegando em Águas Misteriosas chega para reinventar a serie duramente criticada (injusto a meu ver) em sua terceira parte, e logo de cara já vem à maior mudança de seu diretor, Gore Verbinsk (O Chamado) que dirigiu a trilogia foi fazer a animação Rango (Ótimo) também com Depp e largou o leme do barco nas Mãos de Rob Marshall (Chicago e Memórias de uma Gueixa) e uma mudança eficaz muito e aguardada o casal, Orlando Bloom (sem carisma algum) e Keira Knightley (bela, mas perdida na série) já não fazem mais parte do elenco ou se preferir tripulação.
Mas para alegria dos Fãs o principal atrativo da série esta de volta com todas as atenções e holofotes apontados para ele Sparrow.
Neste novo longa Jack procura a fonte da juventude (mostrada no final do terceiro filme) e se vê as voltas com um impostor que esta recrutando marujos para uma expedição em Londres uma antiga paixão Angélica (Penélope Cruz) também tem planos para a fonte e pai da garota também o temido Barba Negra (Ian MacShane) capitão do Queen Anne´s Revenge, o governo britânico também envia uma frota para encontrar a fonte liderada pelo Capitão ex-pirata agora Corsário, Barbossa que busca vingança contra Barba Negra some tudo mais uma frota espanhola que tem o mesmo objetivo (parece confuso muita gente desnecessário, mas é isso mesmo) resumindo todas querem achar a fonte.
Mas não e apenas encontrar a fonte alguns itens são necessários para adquirir a vida eterna e complica a missão de ambas as partes dentre, elas é a lagrima de uma sereia que gera e melhor seqüência do filme onde as sereias são atraídas até a praia pelos piratas e acabam se confrontando numa batalha excelente.
Piratas 4 têm o foco apenas em Sparrow agora como seu maior triunfo, pois é nítido que o corte no orçamento antes mesmo do filme ser rodado a Disney já havia falado que o orçamento dos filmes anteriores que chegaram a quase 300 milhões não seria o mesmo, e isso prejudicou, muito o filme, em minha opinião.
Existem cenas de ação, mas todas em terra e a marca registrada da franquia foram sempre suas batalhas homéricas marítimas (e caras) cachões sendo disparados em alto mar e horas alternavam por terra, mas com lutas também grandiosas.
Barba Negra da medo sim, mas nada comparado ao velho Barbossa e seu exército de esqueletos do primeiro filme e Davi Jones com seus tentáculos no lugar de sua barba com seus escravos do Holandês Voador e até seu monstro o temido Kraken das partes 2 e 3.
O diretor Rob Marshall perito em dramas ate conduz bem as cenas de ação, mas acabou caprichando mais na fotografia (excelente) e menos nas coreografias das fugas mirabolantes de Jack outro erro do filme são as muitas tomadas á noite algo raro nos filmes anteriores e quando aconteciam eram muito bem iluminadas não tão escuras como neste, mas mesmo atingindo sua maturidade em seu quarto ato seu maior e talvez único acerto é mesmo Johnny Depp que prova que seu personagem e ele atuando seguram o filme sozinho e pouca gente vai reparar nestes erros e esta franquia, que já fez quase 3 bilhões de bilheteria vai navegar segura nos cinemas por muito tempo e ainda por no mínimo mais 2 filmes, pois este e apenas o começo de uma nova trilogia, vale lembrar a trilha sonora de Hans Zimmer ainda esta excelente.
Detalhe o 3D não acrescenta nada ao filme e pode ser conferido em 2D.
Observação fique até os créditos finais a uma cena bônus.
Avaliação:                                         Parte 1:9/ Parte 2:8 /Parte 3:7, 5
Critica: 6,5
Publico: 8
FilmesInc.:7

sábado, 14 de maio de 2011

O Turista (The Tourist)

O thrilher de ‘’espionagem’’estrelado por Angelina Jolie e Johnny Depp, O Turista já vende só pelo pôster como aconteceu com Sr & Sra. Smith em 2006, junte dois símbolos sexuais do momento num pôster e o público vai ver. Neste caso
aqui, em matéria de Bilheterias Johnny Depp é muito mais poderoso que o esposo (Brad Pitt) de, Jolie que vem do estrondoso (inexplicável) sucesso de Salt.     Como seu título já diz o turista em questão é Frank (Johnny Depp, Piratas do Caribe) um simpático professor de matemática americano, que se torna alvo da Scotland Yard (Serviço Secreto Britânico) após ser procurado por uma bela mulher Elise (Jolie) por ter características (altura, idade entre outros) semelhantes ao de seu amante, um estelionatário que fraudou milhões da Máfia e além de ser procurado pela própria máfia a Interpol também o procura.
Ambos acreditam que Frank é o procurado Alexander Pierce (devido à proximidade com a moça) que fugiu e trocou de rosto por meio de cirurgias plásticas, para não ser reconhecido. Em meio a isso tudo Elise (Angelina) que colocou o rapaz em confusão a pedidos do seu amado para enganar e despistar sobre seu real paradeiro decide ajudar o rapaz jogado em meio ao caos.
Paul Bettany interpreta o agente da Scotland Yard obcecado em pegar Alexander há algum tempo, com esta trama ‘’envolvente’’ elenco afiado belo cenário (a linda Veneza) nada poderia dar errado, mas deu.
O tom cômico do filme desagrada muito, o longa tem um clima serio com situações que chegam a ser embaraçosas, imagine você um longa, com todo aspecto sério ter diversas situações cômicas desnecessárias, e surpresas, pois ninguém foi ver o filme esperando isso em nenhum momento, o filme foi vendido assim, sempre o tom sério prevaleceu nas campanha de marketing (trailers, postes e comerciais), não estou dizendo que o filme e uma comédia, mas se torna uma aventura light, com padrões quase Disney de aventura.
Se o filme fosse o que prometeu seria muito mais envolvente, uma típica trama de espionagem européia com dois sex simbols campeões de bilheteria era só manter, até o enredo que não chega a ser ruim, só manter o tom do filme, nada mais.
Depp que já esteve muito melhor em outros personagens caricatos e perdidos como em Piratas do Caribe aqui não convence como professor perdido em meio a tiros e perseguições deve ter sido devido à versatilidade do ator que reinventou o modo de atuar, com seu Jack Sparrow, que o diretor optou pelo tom cômico e leve do filme ao invés de sério, que Depp também se sai bem como em Inimigos Públicos (Ótimo) que daria muito mais certo, Jolie como Elise Ward alterna entre Femme Fatalle e Salt de salto, vestido e elegância Européia, e também mulher abandonada, sem saber se o que esta fazendo vai ser em vão, outra hora sua personagem não sabe se o que esta fazendo com o pobre professor vale a pena ou não por quê?(pan pan pan) ai que entra o clichê que faltava.
Com um desfecho meio Scooby-Doo o filme convence se assistido sem compromisso nenhum, a lá sessão da tarde e só, sem grandes expectativas nem bela beleza dos protagonistas, pois tanto Depp como Jolie também já estivem melhores como sex simbols em outros longas.
Há se pensam que já entreguei toda a trama do filme isto tudo é mostrado apenas no trailer e no início do filme tudo já vem a tona a algumas ‘’surpresas’’ até o fim do longa confira.
Avaliação:
Filmes Inc. 6,5
Critica: 6
Publico: 7,5

sábado, 7 de maio de 2011

Velozes e Furiosos 5 (Fast Five)

Rg.
Em 2001 um filme de ação sem grandes protagonistas se tornou febre no mundo todo junto com outra febre em ascensão na época o Tuning, eis que surgia e franquia Velozes e Furiosos, (espécie de Caçadores de Emoções sem pranchas, mas com carros), lançando ao estrelato Vin Diesel (Dominic Toretto) que era para ser o coadjuvante, mas a platéia se identificou mais com o anti-herói do que com o ‘’protagonista’’Brian (Paul Walker sempre com sua poker face) o filme se tomou sensação tudo lançado nele foi sucesso, desde os carros, peças e etc.
Milhões de derivados surgiram, nenhum emplacou como a saga de Toretto e Brian, pouco não demorou em 2003 veio sua seqüência Vin Diesel já estrela em Hollywood não retorna para o papel e 2 Fast 2 Furious não atingi os números tão bons nem a ‘’qualidade’’do primeiro filme, a franquia se desgastou, e perdeu seu carisma Toretto (Vin Diesel). em 2006 chega ao cinema Velozes e Furiosos 3 (Tókyo Drift ) nem Brian voltou para a trama que retrata o mundo do tuning & rachas e agora Drift técnica de deslizar o carro em curvas muito praticada no Japão .
Com franquia já respirando por aparelhos uma cena no final do filme acende uma luz no fim do túnel Toretto aparece em Tóquio com seu V8.
Mas como em Hollywood nunca nem sempre é nunca em 2009, Vin Diesel (já sem o status de estrela com filmes sem grandes bilheterias e qualidade) volta ao personagem que lhe consagrou e seu amigo Paul Walker (Brian) também e de quebra todo o elenco original.
Deu certo a franquia, para de respirar pelos aparelhos e ganha vida novamente, remanescente do filme anterior só o diretor Justin Lin, que não era primeira o opção de Vin (Diesel) produtor do filme também que convidou Rob Cohen diretor do Primeiro para voltar, mas estava brincando de dirigir A Múmia e Tumba do Imperador Dragão, não pode voltar, Lin não fez feio e colocou a franquia nos eixos, e trouxa mais ação e menos pega (rachas) o filme se tornou um filme de ação e roubo com fugas de carro e alguma menções sobre isso e só.
Para este ultimo filme não bastava só trazer o elenco remanescente de volta, mas tinha que injetar algo desta vez o filme praticamente se desligou da imagem de filme sobre rachas e cada vez mais se tornando um filme sobre roubos (uma tentativa de virar 11 Homens e um segredo com rodas), não faz feio, mas para alegria dos brasileiros fãs da à série, ela desembarcou no Brasil (ou Brazil se preferir) em 2010, de quebra trouxe mais um integrante de peso para a série The Rock (Dwayne Johnson de O Escorpião Rei) outro brutamonte que já esteve em ascenção em Hollywood, resumindo um precisava do outro e como Stallone fez no muito bom Os Mercenários ano passado juntou todos os amigos e brucutus da década de 80 e veio explodir tudo aqui Vin Diesel fez exatamente a mesma coisa, quem não imaginou os dois apontados como sucessores de Stallone e Swarzenergger se encarando, só não fizeram exatamente igual por que o Rio de Janeiro não é o Rio!Como assim? Devido aos custos dos impostos altíssimos afugentarem a produção eles decidiram gravar na Costa Rica e simular o Brasil, como em Bem Vindo a Selva o Havaí sumulou a Amazônia entre outros filmes.
Mas depois de filmar o grosso na Costa Rica os astros desembarcam aqui de verdade agora apara concluir e filmagens uns 5% ao menos e por isso que temos a falhas relacionadas à cidade maravilhosa, se a produção tivesse ficado aqui mais de tempo de fato não faria um trem bala cortando um deserto como se fosse o rio, o dinheiro de traficante não seria dólar, os carros nos morros não seriam carros Costa Riqueinhos entre outros erros, mas nada que prejudique o longa.
O filme pura adrenalina tem no mínimo seis clímax (seqüências de ação desenfreadas) dentre sua 2 horas (uma cena de ação a cada 20 minutos) de projeção, perseguições e explosões se alternam entre os planos de Dom (Diesel) para dar o ultimo golpe.
A trama depois de resgatarem Dom (preso no fim do 4ºfilme) se refugia no Brasil após um trabalho mal executado passam a ser perseguido por Reis (Joaquim de Almeida que é ‘’português ‘’ e interpreta o magnata (Carioca) que comanda o trafico no Rio, ao invés de fugirem decidem dar o troco no chefão o roubando todo sua grana, e o agente do FBI (The Rock monstruoso) desembarca para pegar os procurados Dom, Brian e Cia.
A seqüência em que são perseguidos numa favela lembra muito O Incrível Hulk e hora até Tropa de Elite é muito boa.
O filme é redondinho no seu contexto cumpre o prometeu interligou todos os filmes e até personagens coadjuvantes dos filmes anteriores dão as caras e destaque para a cena pós-créditos que é muito boa e deixa os fãs da serie ansiosos para daqui 2 anos Fast 6.
Velozes e Furiosos 5 Operação Rio têm seus defeitos (afinal quem financia Dom que acabou de sair da prisão e gasta muita grana para bancar seus planos), mesmo assim cumpre sua missão que é apenas uma, testosterona e pipoca, pois se tivesse boas atuações e conteúdo não seria um filme de ação sim um policial cabeça. E definitivamente cabeça o filme não é mesmo, mas diverte.
Velozes 5 é para 2011 o que Os Mercenários foi para 2010. Resta saber quem vai em 2012 vir aqui explodir tudo, por que como Toretto fala numa cena do filme em que armas são sacadas por todos os lados, ‘’this is Braziu’’ isso é Brasil.
Avaliação:
Filmes Inc. 7,5
Critica: 6,5
Publico: 9

terça-feira, 3 de maio de 2011

Thor

Rg.
O poderoso Thor (assim ele é conhecido nos quadrinhos) chega aos cinemas em seu primeiro filme, mas na verdade é o quarto filme, pois se trata de quase um desfecho que vai ter fim (e início) em 4 de maio de 2012 com o filme dos Vingadores (equipe de heróis formada por Hulk, Thor, Homem de Ferro e Capitão América) depois de cada herói ter seu filme solo ano que vem o filme chega aos cinemas para encerrar a saga Marvel nos Cinemas (e dar um reinício, pois depois de cada herói vai ter as seqüências de seus filmes solos) que começou a cerca de 3 anos com o primeiro filme da Marvel Estúdios Homem de Ferro, que em seu desfecho final pós créditos cita Os Vingadores e alguns meses depois em O Incrível Hulk, o próprio Tony Stark aparece conversando com o general Ross sobre a iniciativa, e ano passado em Homem de Ferro 2 o famoso martelo de Thor, Mjolnir aparece no novo México cravado no solo, Thor chega para quase fechar o ciclo da Marvel Studios, pois ainda temos o ultimo capitulo com The First Avenger Capitain América em junho daí será só aguardar 2012 o filme da equipe.
Mas Thor carrega o fardo ser o filme mais complexo da Marvel, pois até o momento o universo pavimentado com Homem de Ferro e Hulk (e futuramente com Capitão America) é ‘’pé no chão’’nada de outras dimensões mundos e mitologias e Thor é tudo isso, como ligar o mundo do Deus do Trovão ao do cientista, playboy Tony Stark ou Bruce Banner?  O que fazer com Thor, fazer um filme que se passe só em Asgard (reino de Odin) e como interligar com os outros heróis? Ou fazer um filme nos nosso mundo como dos outros heróis? E como explicar sua origem? Vários problemas poderiam desmoronar o baralho de cartas da Marvel, que já parecia consolidado, mas qualquer tropeço em dos filmes solos, poderiam arruinar o até então nem pronto Os Vingadores.
O filme poderia ser prejudicado, e de Blockbuster cheio de expectativas, (o elenco original que interpreta os heróis nos filmes solos serão os mesmo protagonistas do filme da super equipe) a fiasco antes de sua estréia era preciso muita calma, e nisso a decisão foi acertada.
O Filme se passa entre Asgard e a terra, conta a historia de Thor filho de Odin (Rei) e descente do trono, um jovem excepcional guerreiro, que anseia por guerras ao contrario do seu pai que prefere as tréguas e paz entre os reinos, no dia em que iria assumir o trono, Asgard é invadida pelos seus mais antigos inimigos os Jotuns (Gigantes de Gelo), mesmo derrotados antes de conseguir recuperar seu cubo em posse de Odin desde o fim da guerra, Thor ao contrario do Pai quer uma retaliação, vingança.
Após questionar as ordens do pai e influenciado pelo irmão Loki (deus da trapaça e magia) vai a Jotunheim (reino dos Jutons e, diga-se de passagem, melhor seqüência de ação do filme simplesmente fantástica) e inicia uma nova guerra.
Odin decide banir o filho que desobedeceu a uma ordem direta do rei e o manda para a terra sem poderes, apenas com seu martelo (fonte de sua energia), mas Thor só poderá movê-lo e ter seu poder no momento que deixar de ser arrogante (apesar de ótimo guerreio) e pensar nas vidas ao seu redor não somente em vingança.
Na terra Thor e encontrado pela cientista Jane (Natalie Portman, linda) que o encontra no deserto no exato momento que fazia sua pesquisa sobre fendas e dimensões paralelas.
Loki (excelente) se aproveita exílio do irmão e da ausência de Odin (que caiu em sono profundo) para fazer às vezes de rei e dar um fim no herdeiro legitimo de uma vez por todas, mandando todas as ameaças possíveis como o Destruidor para matar seu irmão.
O filme saiu na medida certa, alterna entra cenas na terra e em Asgard (fantástica visual de encher os olhos como Jotunheim também, mas sombria), com certa maestria, volto a falar fazer um filme que alterna em 2 mundos e ainda tem que se encaixar num universo de outros heróis já consolidados era quase impossível.
Uma coisa e fato o longa se sai melhor em Asgard em minha opinião como um ótimo épico visual, figurinos e batalhas são fantásticas, mas na terra manda bem, peca um pouco pelo alivio cômico certa hora, exagerado que chega a ser forcado (em 5 minutos são 3 piadas seguidas e Thor vai ao chão 3 vezes) fora o atropelamento inicial, mas a cena da loja de animais e única que vale a pena é hilária.
A escolha do diretor, era questionada Kenneth Branagh (Muito Barulho por Nada e Hamlet) que dirigiu praticamente só dramas e romances quase todos em sua maioria sobre obras de Shakespeare, foi escolhido, pois o Deus do Trovão se expressa de forma meio Shakesperiana,
mas Kennedy mandou bem na ação e elenco também foi acertado Natalie (Jane) esta como sempre linda a talentosa e Tom Hiddleston (Loki) esta impressionante ,como o traiçoeiro irmão ele hora alterna entre a fala mansa e calma hora quando se revela ele não fala, pragueja rapidamente impressionante e Chris Hemsworth (Thor) cumpre bem seu dever sexy appeal (para ter apelo feminino nos cinemas) e brutamontes com barba por fazer, com trejeitos de cavalheiro de conto de fadas, Antony Hopkins de Odin não precisa de comentário sempre acima da media.
Como já disse Thor chega como numero 1 com cara de parte 4 e veio para não comprometer, só fazer o básico não prejudicar o que esta por vir em 2012, pois dificilmente o filme do príncipe Asgardiano superaria os 2 ótimos Homem de Ferro e o muito bom O Incrível Hulk, não menosprezando, mas eles tiveram a vida mais fácil um universo só para mostrar.
Thor é o Deus do trovão sim, pode não ter tido um filme digno do seu nome, mas ta muito longe de ser um simples relâmpago quem sabe em seu segundo filme solo previsto para 2014 ele se solte mais e seja este Deus.
Obs. fique ate o fim dos créditos como de costume há uma cena pós creditos.
E opte pela versão 2D (avaliamos o filme nas 2 vesões legendadas), pois a versão 3D não emprega e nem acrescenta nada ao longa.
@RG_FilmesInc  @FilmesInc
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Avaliação:
FilmesInc.: 7,5
Publico: 8
Critica: 6,5