Filmes Inc.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O Chamado 3

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By Rg.
O Chamado 3 ou como iria ser chamado até pouco tempo; Chamados, que mesmo sem o numeral no titulo todos nós já sabíamos que o longa era uma sequencia dos filmes que se foram sucesso e pioneiros num gênero que tomou conta do cinema nos anos 2000. Se hoje a cada dez filmes de terror, sete são found footage (vídeos perdidos, filmados em câmera de mão), há 15 anos atrás após O Chamado adaptar os terrores japoneses foi moda e O Chamado foi o primeiro e devido ao seu sucesso vieram, O Grito, Chave Mestra, Água Negra e Espíritos e outras produções menores.
Os anos se passaram o subgênero meio que caiu no esquecimento, mesmo assim o estúdio donos da franquia decidiu trazer Samara de volta e apresenta-la para uma nova geração. No começo não sabíamos se seria um remake ou sequencia, já que se passara mais de 12 anos desde o fraco segundo filme.
O Chamado 3 só prova que se em seu auge, após um primeiro filme muito bom, dirigido por; Gore Verbinsk e com Naomi Watts, sua sequencia foi um equivoco alguns anos depois anos, depois sem um bom diretor e sem uma protagonista carismática (F.Javier Gutierrez e a inexpressiva Mathilda Anna Ingrid Lutz) probabilidade de erro era grande.
O Chamado 3 tem um ritmo lento e cansativo e não trás nenhuma inovação no gênero, tem cara daquelas sequencias de filmes de sucesso que vão direto para o home vídeo, sua uma hora e trinta minutos parecem três horas. O longa não tem um acerto sequer, os sustos (ou as tentativas) são previsíveis e gratuitas, seu enredo numa tentativa de atualizar e trama (que já conhecemos) chega a ser hilária. Se antes quem via a fita VHS recebia uma ligação avisando que tinha sete dias e após isso a assustadora Samara vem lhe buscar. Aqui um professor universitário compra um vídeo cassete numa venda de garagem e assiste ao vídeo que estava lá e descobre sozinho que se faz uma copia se livra da maldição, ele cria um grupo uma espécie de pirâmide que todos entram ciente e assistem e tem que passar para alguém, sim pasmem O Chamado virou uma Pirâmide, e em no meio disso uma jovem vê que no vídeo tem algo mais, e sai numa missão para achar o corpo de Samara, pois ela acha que ela só quer ser encontrada e descansar em paz. Enfim Chamado 3 é um remake/sequencia desnecessário e deveria ter parado no primeiro nem ter um chego ao segundo muito menos um terceiro, anos depois. Até os produtores sabiam no que tinha se metido, pois além de mudar de nome já próximo ao lançamento vem sendo adiado desde o ano passado. Caso você ainda queira ver um filme do gênero, atual e sobre uma maldição que passa adiante, veja o ótimo Corrente do Mal e mesmo se a Samara ti ligar, mandar msg e etc, não aceite o seu Chamado para ver este filme. @RG_FilmesInc              @FilmesInc                #Facebook           insta/@rg_filmesinc Avaliação: Critica :4,5
Filmes Inc.:3,5
 Publico:7,5

Cinquenta Tons Mais Escuros

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By Rg. 
Como já falei na critica do primeiro filme (aqui) as semelhanças desta obra com Crepúsculo são inúmeras e a própria autora; E. L. James admitiu ser fã e ter se inspirado na saga vampiresca. E se até em Crepúsculo temos um salto de evolução entre o primeiro e segundo filme, digo em direção e orçamento e alguns detalhes, em qualidade nada mudou (era difícil salvar a saga).Em Cinquenta Tons Mais Escuros  ocorre o mesmo fenômeno temos uma evolução drástica em direção, e até em atuação, o casal de protagonistas estão muito mais carismáticos, parece que pararam de se levar a sério e entenderam que estavam em uma obra que era um mais soft-porn com orçamento gigantesco e desistiram de tentar atuar como se estivessem em uma obra Shakespeariana que só piorava a suas canastrices. Tanto Jamie Dornian  (Christian Grey) como Dakota Johnson (Anastasia Steele) estão mais confortáveis com seus personagens. E mudança da direção com a entrada de James Foley também evoluiu, o fato de ser o segundo filme de um segundo livro é muito mais solto e aqui não temos a toda "tensão" criada em cima de Anastasia descobrir sobre os segredos nada ortodoxos de seu namorado. Agora ela já o conhece bem e ainda quer saber mais sobre seus hábitos (wtf), mas sem regas. Grey esta cada vez mais apaixonado e sentindo sua falta após seu termino, aceita abrir mão de seus estranhos hábitos para ter Anastasia em seus bracos novamente. A trama continua rasa, só que mais solta, além do arco dos dois protagonistas se readaptando, temos a introdução da mulher que introduziu Christian nesse mundo e um suposto "rival" o novo patrão de Ana que começa a se insinuar para a jovem, ambos são apresentados mas perdem a importância rapidamente e não acrescentam muito a trama que gira mais em torno do casal novamente. Até alivio ganhou mais espaço e se encaixa melhor no longa, agora mais leve. Algo que não mudou é sua galhofa e algumas coisas continuam, como sequencias de sexo cafona, caminhadas na chuva ao som de alguma musica pop. Cinquenta Tons Mais Escuro mostra que em boas mãos é possível melhorar o imelhorável, mas não se faz milagres, e não foi desta vez que transformaram uma franquia ruim em uma obra de arte. Mas bem que tentaram e isso já é um começo.
@RG_FilmesInc        @FilmesInc            #Facebook           #insta/@rg-filmesinc
A
valiação:
Filmes Inc.:6,5
Critica:6
Público:7,5   

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A ultima ressca do ano

by RG.
ressaca
 
A Ultima Ressaca do Ano pode não ser e melhor comedia do ano (2016), mas é a mais politicamente incoarreta.

Para deixar vocês mais familiarizados o longa e uma mistura da serie The Office, Se Beber Não Case e muito mesmo de Quero Matar o Meu Chefe e principalmente por ter parte do seu elenco (e também um chefe chato). O filme nos mostra o cotidiano de um escritório perto do natal em que eles não estão indo bem em suas metas, mas seu chefe só quer saber de seu time no cartola e da famosa confraternização, tudo ia bem ate que sua irmã e sócia chega de surpresa para uma reunião com péssimas noticias que se eles não baterem a meta ate o fim do ano se não a filial vai ser fechada e todos perderam seu emprego e além de não ter clima para a festa ela frisa que não haverá festa em hipótese alguma, pelos minutos iniciais nos já conhecemos o chefe e um protagonistas e sabemos que mesmo assim ele vai fazer a festa,  seu braço direito vivido por; Jason Baterman que faz o mesmo, mas o mesmo personagem em todos os filmes em que atua, tenta lhe orientar, mas eles tem a esperança de salvar a empresa se fechar um mega contrato para salvar seu escritório se o CEO desta empresa for até sua festa e ver que eles tem algo de diferente. O resto você já imagina ou já viu o trailer e a julgar pelo titulo que e festa foge do controle e tem proporções épicas no melhor estilo; Superbad e Projeto X. Os diretores Josh Gordon e Will Speck  de Escorregando Para a Gloria fizeram um bom trabalho e A Ultima Ressaca do Ano é uma boa comedia com piadas bem ásperas e politicamente incorretas , que funcionam em boa parte pena quem em seu ato final ele opte pelo final convencional de comedias com lições de moral e etc, mas nada que tire seu brilho ele nos diverte com um humor bem adulto. Outro diferencial e o elenco reachado de bons nomes Jeniffer Aniston e Jason Baterman estão se repetindo, mas não de forma ruim chega a ser cômico vê lós fazer os mesmos personagens com nomes diferentes, já o TJ Miller (Deadpool) que já foi muitas vezes coadjuvante, aqui ganha destaque e manda bem sua falta de senso e concorrência chega a lembrar Zach Galiafianicks em Se Beber Não Case, outros coadjuvantes também merecem destaque como Karan Sani o indiano que contrata uma prostituta para ser sua namorada para ir a festa. A Ultima Ressaca do Ano chega aos cinemas na hora certa e nos ritmos das festas ele faz jus às festas mais surtadas de Hollywood e merece ser visto. 
@RG_FilmesInc             @FilmesInc                            insta/@rg_filmesinc                    #Facebook Critica:7
Público:8,5 
Filmes Inc.:8

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

La La Land

lala landBy Rg.
La La Land já chegou com a pompa de o filme de Oscar o musical de Damien Chazelle despontou como favorito na corrida deste ano e muitos já o vêm com certo preconceito pelo fato dele ser um musical, e toda vez que temos um filme deste gênero ele já entra como favorito (isso já praxe). Só que La La Land não esta com todo este lobby apenas por ser um musical, ele e muito mais que isso. Ele esta mais para um poema para Hollywood, em forma de musical, é uma homenagem ao cinema e todos os musicais que fizeram historia, de forma singela e sutil, ele tem o melhor cenário de todos para contar esta historia; Hollywood tem canções cativantes, daquelas que fazem você mexer os pés durante vários momentos, tem sapateado que nos remetem aos anos 60. As referencias são inúmeras e sempre estão presentes, como quando Sebastian dança segurando um poste, é uma nítida referencia a Cantando na Chuva. O longa se diferencia dos demais do gênero e ganha mais pontos sobre eles por seu enredo ser leve e suave assim podemos dizer o romance entre os dois protagonistas e improvável e rende ótimas risadas, resultando numa comedia romântica de primeira, daquelas que faz você torcer e se emocionar por seus protagonistas e suas jornadas. A historia da jovem barista aspirante à atriz em Hollywood Mia (Emma Stone) e o pianista fã de jazz Sebastian (Ryan Goslyng) que fracassou até agora em todos seus empregos, por não querer somente tocar os Jingles, inclusive a sequencia em que o longa nos apresenta seu personagem e conhecemos um pouco sobre ele e sua cara de insatisfação ao tocar canções natalinas já diz tudo sobre ele, e também seu jeito de não admitir ser subordinado em vários momentos e ótimo e impossível não ter carisma por ele logo em seus momentos iniciais. Assim como seu par Emma Stone que vale destacar aqui que atingiu uma maturidade muito rápida no cinema, e foi de par romântico de Peter Parker (O Espetacular Homem-Aranha) e Superbad, à indicada a prêmios e aqui ela faz jus às indicações, canta, atua e dança de forma espontânea. Outro mérito do filme e brincar com a ambientação ele tem cara e jeito de um filme dos anos 90, e em certo momento podemos jurar isso, pelas roupas, bandas e canções só quando em raros momentos temos alguma tecnologia inserida de forma sutil sabemos que estamos nos dias atuais, são raros os momentos que aprecem algum celular ou notebooks e até um carro mais novo. La La Land é impecável até seu terceiro ato, quando ele assume uma identidade própria e para de ser uma homenagem ao cinema, e ai ele fica lento, arrastado e serio de mais, ele passa de comedia romântica a um drama intenso, não se torna ruim, mas destoa muito da historia que estava sendo contada, nada que prejudique o belo filme. O diretor Damien Chazelle encontrou seu gênero depois do ótimo Wiplash ele parece que nasceu para os musicais, logo no primeiro momento musical, o apartamento de Emma é como se fosse um tablado de teatro e cada cômodo que ela entra a câmera já esta lá, sem a quarta parede como um teatro, outro ponto que mostra maestria na direção e quando ele numa apresentação mostra Sebastian tocando algo a contra gosto (pop), se rendendo ao comercial para ter uma estabilidade financeira e Emma esta próxima a ele na plateia e conforme ele tem a aceitação do público e aceita se sentindo confortável, ela vai sendo levada para longe pelo público e se afastando dele, mostrando que ao largar seus ideais, ele também iriar perder algo mais. Em fim La La Land não é perfeito, mas é muito bom merece todo o glamour em seu redor, e até agora quase um mês já de 2017, foi o primeiro filme que me fez sair do cinema feliz e o não já no elevador. E se todo musical fosse mais La La Land e menos Os Miseráveis que venha mais musicais.
  @RG_FilmesInc                          @FilmesInc             #Facebook                insta/@rg_filmesinc Avaliação:
Critica:9,5 
Filmes Inc.:9
 Público:8

Assassin's Creed

creedBy Rg.
O tão questionado mundo de adaptação de games para o cinema ganha mais um capitulo. O ano de 2016 parecia ser o divisor de águas do gênero Warcraft chegou com orçamento milionário produzido pela própria produtora do jogo; a Blizard, e com um ótimo diretor, nerd de carteirinha e fã do jogo no comando; Duncan Jones, não teria como errar (a essa altura você já sabe se errou ou não)? E no final do ano (2016) teríamos a adaptação de um dos jogos mais aclamados e populares da atualidade. Com uma galeria extensa e média de um jogo por ano para diversas plataformas, até quem não é perito em vídeo games conhece, ou já ouviu falar de Assassin's Creed e como os jogos tem um ótimo enredo, se passando por acontecimentos históricos muitos diziam que seu roteiro já estava pronto e bastava transportar para as telonas. E para evitar os erros das adaptações anteriores à própria Ubsoft estava à frente do projeto e trouxe um ator conceituado vivendo seu auge; Michael Fassbender para interpretar o protagonista Cal Lynch/Aguilar e um diretor competente experiente em épicos; Justin Kurzel (Macbeth), só para termos uma noção da importância que Fassbender deu ao projeto ele também produziu o filme, agora se mesmo com estes detalhes esta adaptação deu certo? A balança de filmes de Games é tão desleal, que de um lado (positivo) temos; Silent Hill, Doom (este entendeu o conceito do jogo quase sem roteiro e cheio de ação e frenético, assim como o jogo) e fechando a "grande" lista , temos; Mortal Kombat o filme de 1995 (eu gosto de Príncipe da Pérsia) do outro lado (negativo) temos; Hitman (2 vezes), Max Payne, Super Mario Bros, a saga Resident Evil, Tomb Rider, Need For Speed, a sequencias de Mortal Kombat e Silent Hill, fora outras adaptações que de tão pífias forram direto para o home vídeo. E temos por vir Uncharted e The Last Of Us.
Este mercado bilionário esta na hora (passou) de despertar, o universo das adaptações de HQ demoraram para se encontrar, mas hoje estão consolidados. O longa nos conta historia do jovem Cal Lynch jovem problemático que se tornou órfão após ver seu pai matar sua mãe, os anos seguintes ele teve uma adolescência perturbada repleta de pequenos delitos e alguns crimes menores, até que ele comete um homicídio em defesa de uma jovem. E quando retornamos aos dias atuais, ele esta no corredor da morte e tem sua morte forjada pela empresa Abstergo que o desperta com a proposta de lhe dar um novo proposito, após salva-lo, eles lhe contam que ele é ultimo descendente de Aguilar, um assassino de um clã, que agia na inquisição espanhola. A Abstergo possui uma moderna tecnologia que é uma espécie de simulador que volta no tempo, e pode reviver situações históricas, desde que seja da mesma linhagem (com mesmo sangue) de alguém que vivenciou aquilo. Lynch reluta, mas em troca da proposta de uma nova vida, ele decide ajuda-los numa busca para encontrar um artefato perdido durante a Inquisição Espanhola conhecido como A Maça que pode trazer a paz mundial. Lynch precisa se adaptar ao Animus (nome dado a maquina) e descobrir onde o artefato se encontra e entregar sua localização para Abstergo que é formada por descendentes de templários. A trama é essa (e que até convence), acho que os problemas do filme são outros, poucos por sinal como algo que me causou um certo incomodo, os cortes de cena quando ele esta em outro século, que ficam mostrando o personagem repetindo os movimentos de luta etc no laboratório, uma vez tudo bem, mas diversas vezes acabou ficando desnecessário e repetitivo. Sorte que o filme tem mais acertos do que erros e por se tratar de um filme de game, conseguiu acertar onde muitos erraram e tem uma identidade própria, com boas atuações e uma direção coesa e uma vitória para ser muito comemorada. Agora se o público vai comprar a ideia, não sabemos, pois é difícil saber sem muitos parâmetros, até agora não tivemos um sucesso absoluto desde gênero para ser copiado, quem sabe logo mais este universo tenha seu Homem de Ferro (filmes responsável pelo pontapé uncial do universo Marvel nas telas que hoje e referencia no gênero de Heróis) e quem sabe expendi este universo milionário, já passou da hora. @RG_FilmesInc                      @FIlmesInc                         #Facebook                insta/@rg_filmesinc                Avaliação: Critica:7,5 Filmes Inc.:7,5 Publico:8