Filmes Inc.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

O Homem das Trevas

O-HOMEM-NAS-TREVAS
By Rg. 
O Homem das Trevas resume bem alguns velhos ditados; Quando a esmola é muita, o santo desconfia (quando a recompensa é alta, desconfie tem algo errado), ou o famoso; Tirar doce de criança (uma situação muito fácil, sem dificuldades e consequências), às vezes tudo isso é o inverso, este filme é o exemplo claro disso. Para aqueles que já viram o trailer sabem bem do que estou falando.
Três jovens vivem da prática de pequenos delitos em seu bairro (e sempre se safam devido há uma artimanha que um deles tem), alguns deles querem mais. E um dia decidem fazer a boa (aquele famoso golpe, que vai ser o último e não precise mais cometer delito algum e se aposentar), neste caso, além de ser o que envolve os maiores valores, também é aparentemente o mais fácil, uma casa num bairro abandonado em Detroit, onde quem habita nela é um veterano cego. Sem vizinhos ao redor e pelo fato dele ser cego é o famoso Mamão com açúcar (ou não)? Assim que adentram no local tudo caminha bem, mas bastam alguns minutos lá dentro, para tudo dar mudar e o jogo virar. O filme é um verdadeiro jogo de gato e rato, assim que a "vítima" se da conta dos invasores, a velha casa se transforma em um cativeiro, totalmente fechado e o "deficiente visual" que mora lá conhece todos seus cantos, possui habilidades militares e na escuridão ele tem total vantagem contra os invasores, pelo fato de ter seus outros sentidos aguçados. Resumindo, eles entraram em um covil e se tornaram a caça de um verdadeiro predador.
O filme é pura tensão, talvez uma das maiores e contínuas dos últimos anos. Ele mantém o ritmo tenso o filme inteiro, de forma intensa e quando você para, respira e pensa que acabou, vem mais um tensão e alguns plot twist (reviravolta na trama), e sustos. Os jump scares (cenas de susto), são vários e todos (todos mesmo) funcionam, lhe fazendo saltar da poltrona diversas vezes ao longo do filme.
Mérito de todo este pavor,  é do ótimo diretor, o Uruguaio; Fede Alvarez, que depois de estrear no cinema com o excelente remake de; A Morte do Demônio, nos surpreende novamente, mudando do horror para o suspense (saindo da sua zona de conforto), mas de forma sublime, ele realmente entendeu o que é criar um ambiente de tensão, o filme tem um ritmo e clima de sonhos (ou pesadelos), aqueles onde você é perseguido e nunca escapa daquela situação sem fim, e a cada passo em falso pode ser seu fim, eles transpôs exatamente isso para as telas.
Sua forma de dirigir é outro acerto, o tour que ele faz quando entramos com os protagonistas na casa, acompanhando cada um deles com a câmera em seus ombros indo de um comodo para ao outro pela perspectiva dos invasores é ótima, sentimos a sensação de estar ali, como se fosse uma atração de parque temático, outros momentos somos colocados no de vista do cego é como se fosse um vídeo game em primeira pessoa, somos os olhos, que ele não têm.
O elenco também está muito bem, o filme nos dá os personagens certos para cada situação, Money (Daniel Zovatto) o cara prepotente insuportável, que você quer seja o primeiro a morrer, o garoto "bonzinho" ; Alex (Dylan Minnette) que pratica os delitos para ajudar e se aproximar da garota, Rocky (Jane Levy) que vem de família pobre e sofre maus tratos pela mãe e está nesta vida para tirar sua filha daquele ambiente conturbado para se criar uma criança. Algum tipo de sentimento você sentir por algum daqueles personagem, seja simpatia, empatia ou medo quando se trata do homem cego, num atuação excelente de Sthephen Lang,
Os três atos do filme são do mesmo nível, algo raro em filme só gênero, difícil escolher o melhor (todos são do mesmo nível ou até vão num crescente impressionante).
O Homem das Trevas não é perfeito, tem dois ou três pequeno defeitos em seu roteiro, mas como se trata de um suspense e quando ele começa e torna tão eficaz, que você releva estes pequenos e quase imperceptíveis erros (que não chegam a prejudicar). O suspense e a tensão compensam qualquer equivoco, e vale muito a pena ser visto é uma pena que o título nacional, somado ao pôster mundial do filme, passe a impressão de ser um filme de terror, pois ele é um suspense real (que chega a ser perturbador por isso) e seu título original é; Não Respire, e ao assisti-lo fica realmente difícil respirar de tamanha tensão.
 @RG_FilmesInc             @FilmesInc               #Facebook            insta/rg_filmesinc        
Avaliação:
Critica:8
Filmes Inc.:9,5
 Público:9

Groselha #8 Lendas Urbanas, Mitos, e Simpatias, da Loira ao Saci, quem nunca ouviu!!!

Neste Groselha destrinchamos o mundo das Lendas Urbanas, nacionais e importadas (rs), Mitos que acreditávamos (ou acreditamos) , simpatias e etc. Desde Saci, Curupira, Loiras do banheiro ou mitos como manga com leite. Confiram, assinem o canal , deixe seu like (joia) e comentem. Obrigado

Star Trek : Sem Fronteiras

158503_poster_2
By Rg.
Star Trek chega aos cinemas com várias marcas estabelecidas primeira por ser uma franquia que existe desde os anos 60 e ainda estar ativa até hoje, teve um hiato nos anos 2000 (sete anos de 2002 ha 2009), e voltou revitalizada, por um dos maiores nomes do cinemas dos da última década; J.J. Abrams que além de revitalizar uma série que tinha um nicho específico, ele conseguiu um êxito tão grande trazendo os fãs de volta (conhecidos como Trekkers) e ainda agregou novos fãs, que nunca se interessavam por Star Trek (como eu). Resumindo ele fez uma ficção científica eletrizante para gregos e troianos (Trekkers e não Trekkers). Depois de dois filmes elogiados é bem sucedidos (2009 e 2013) o diretor J.J. Abrams foi brincar em outro território nerd onde ele era fã assumido Star Wars. Agora além de manter o nível dos filmes anteriores de Star Trek: Beyond (no Brasil Sem Fronteiras) carrega o fardo de ser o filme que marca os 50 anos desde universo que começou com a série de Tv nos 60 e ganhou as telonas nos anos 80 e vai ate hoje. Não é momento nem hora de errar e fazer feio tem que no mínimo se equiparar aos anteriores ou supera-los. Está enorme responsabilidade ficou a cargo do diretor de filmes ação: Justin Lin responsável pela revitalização da franquia; Velozes e Furiosos, inclusive dos últimos filmes (3 4. 5 e 6).

Star Trek: Sem Fronteiras é tudo que vimos nos dois filmes anteriores, mas com o clima da série clássica, após eles reestabilizarem a franquia o diretor e o roteirista; Simon Pegg ousaram e se sentiram confortáveis de inserir mais coisas que os Trekkers tanto queriam nessa reinvenção da saga, sem perder os novos adeptos eles angariaram neste reboot (e deu certo), os elementos são colocados num contexto ótimo e sem soar galhofa (como o seriado era). Justin Lin apaixonado por Star Trek entendeu sua essência e ainda sabe fazer ação como ninguém. Se em Velozes e Furiosos ele foi responsável pelos exageros e cenas de ação de proporções épicas que saga tomou (de uma forma divertida) aqui ele abusa disso e funciona até melhor do nos filme de Torreto e Cia, pois aqui é uma ficção científica e quase tudo é aceitável (as sequencias de ação são impecáveis e frenéticas).
Agora a tripulação da Enterprise está numa missão de cinco anos de pacificação da galáxia, realizando acordos de paz por diversos planetas entre povos e espécies em nome da federação. E seu líder Kirk já não tem mais a mesma vontade de ser capitão e pretende entregar o posto após termino desta missão. Ao atender um pedido de socorro a Enterprise parte para a missão de resgate e são atacados bruscamente pelo exército de Krall (Idris Alba) que destrói a Enterprise e os tripulantes acabam lançados em um planeta desconhecido. Além de uma sequência de ação fantástica do ataque, a ideia de o restante da ação ser em terra, é excelente, é ótima também interação do elenco, é formidável vê-los praticamente divididos em duplas, precisando agir em equipe para reencontrar os outros e ainda enfrentar os inimigos, rende ótimas cenas de ação e piadas, principalmente entre MacCoy (Bones) e Spock, que não tem se entendem e brigam o tempo todo, principalmente pelo fato de serem totalmente opostos em tudo.
Kirk vivido por Chris Pine, está novamente muito bem no papel, Uhura (Zoe Saldna) ganha mais destaque (e não faz feio), Scotty (Simon Peggy que também é o roteirista) ganhou mais importância, Sulu e Chekov cumprem bem seus papéis. Os efeitos também são espetaculares. Mas os maiores méritos são para; Simon Pegg, que entregou um roteiro impalpável e Justin Lin, que fez um ótimo filme de ação, ficção e aventura, tão bom, que nunca iriarmos imaginar um filme da saga sem a Enterprise, ele o fez e não nos deixou sentido falta da protagonista, pois a aventura em solo e ótima eficaz. Vale ressaltar a ótima trilha sonora; clássica e que não soa de forma gratuita e se encaixa perfeitamente no filme e nas suas sequencias de ação.
Star Trek Beyond faz jus a toda à mitologia que saga tem e agrada os novos fãs desta franquia tão especial que já perdura faz 50 anos e se continuar nesta qualidade que venham mais 50 anos. @RG_Filmesinc                  @FilmesInc               #Facebook            insta/rg_filmesinc
Avaliação:
Critica:8,5
Filmes Inc.:8,5
Público:9

Groselha #7 Nome Estranho de Gente Esquisita.

Nesta sétima edição: Discutimos sobre os nomes mais estranhos (legais ou bizarros), que já ouvimos. E pra você quais são os nomes mais exóticos ou excêntricos que já ouviu, ou conheceu? Confiram, compartilhem, deixe seu like e assinem o canal obrigado.  

Groselha #6 Vergonha Alheia , Eu Confesso (é ruim , mas eu gosto).

No nosso momento Vergonha Alheia, confessamos nossos pecados. Quem nunca gostou de algo e descobriu que era ruim, ou sabia que era ruim mas mesmo assim continuou, assistindo ou ouvindo aquilo e nunca admitiu, este é o momento de tirar os esqueletos do armário. Assista, concorde, discorde, comente e assine e deixe seu like

Nerve

348daa74b2
By Rg. 
Nerve um jogo sem regras é um filme que conversa diretamente com a atual geração, uma geração antenada nas Redes Sociais. Não digo só dos jovens, digo de todos que são usuários dos aplicativos e não vivem sem eles, ou melhor, principalmente daqueles que precisam de aceitação e de se provar em cada post, que querem atenção e sua vida é mediada por like e views.
Nerve é um jogo que você joga ou absorva e cada jogador recebe tarefas para fazer em um tempo determinado e quando as executa de forma bem sucedida, fatura uma quantia em dinheiro que cresce conforme a dificuldade dos desafios. O jogo é uma febre nos colégios e faculdades, mesmo sendo um jogo privado e ilegal, quem o joga assume um termo de compromisso que não vai denunciar o jogo as autoridades, sendo assim só você é seus amigos sabem do jogo e do que se trata (Nerve é criado e organizado por hackers).
Nossa protagonista Vee (Emma Roberts) é reclusa e após a perda do irmão vive somente com a mãe e praticamente está prestes a abrir mão de seu futuro para não deixa-la só, ela esta prestes a recusar o convite de uma ótima universidade, para ficar perto da mãe que ainda não superou a perda do seu irmão.
Mesmo tímida Vee ela tem como amiga uma das garotas mais populares do colégio; Sidney e uma paixão platônica pelo astro do time. Seu grupo de amigos são até descolados, com exceção dela e de seu melhor amigo Tommy, que nitidamente sente algo por ela. Sidney é totalmente o oposto de Vee e se tornou uma viciada no Nerve, topando todos os desafios impostos pelo jogo, em troca de popularidade. Tudo muda quando Vee é desafiada por seus amigos, que a acusam de não se arriscar, daí decide entrar no jogo, mas pela primeira vez como jogadora e não apenas uma observadora, na esperança de provar algo para seus amigos. O jogo lhe pergunta assim que você se cadastra, se você é um jogador ou observador. A partir de sua resposta sua vida muda e ela passa gostar dessa mudança, sua confiança e autoestima aumentam, e ela vai realizando desafios, que vão se intensificando (e os prêmios também se tornam mais atrativos), fazendo que o jogador nunca pare e nunca tenha um limite. Em seu caminho, em um dos desafios ela encontra Ian (Dave Fraco), um jogador experiente que a pedido do público executa desafios em conjunto com nossa protagonista.
Cada jogador além de querer faturar mais, se torna escravo do jogo, pois se parar ou desistir de um desafio, ele perde tudo que já ganhou. O atrativo jogo de prendas, se torna uma mega competição, pois os mais populares, quem tem mais fãs (ou mais views), vão passando de fase, rumo a uma final milionária, este afunilamento no jogo, faz todos jogarem contra todos e a competição se torna perigosa, com desafios que envolvem perigo de vida.
Tudo que era uma simples tiração de sarro, se torna um jogo mortal e sem limites. Veee e Ian se tornaram o casal sensação do Nerve, estão presos e correndo perigo, seus adversários que pretendem elimina-los a todo custo para ganhar.
Após um primeiro ato divertido e leve, um segundo ato ágil (e até romântico), o terceiro ato surpreendentemente, se torna um filme ação e suspense (uma grata surpresa), ele muda de ritmo (e gênero) de forma eficiente, méritos da dupla de diretores; Henry Joost e Ariel Schulman (pasmem, dirigiram Atividade Paranormal 3 e 4), que adaptaram o livo homônimo, de uma forma eficiente e dinâmica, fazendo o filme valer muito a pena de ser visto. Um dos pontos fortes do filme é o elenco os dois protagonistas tanto Emma Roberts como Dave Franco tem carisma suficiente para segurar o filme.
Nerve é uma crítica ao mundo atual e sua geração, onde todos tem redes sociais, mas não apenas para diversão e compartilhar momentos, mas sim para se auto-afirmar, todos estão ali buscando popularidade, fãs, likes, compartilhamentos, views e etc, todos querem ser aceitos e às vezes até passar a impressão de uma vida que não tem, somente para ter um status (nem que seja de mentira). Nerve nos mostra tudo isso numa forma avançada e não muito distante, e faz uma crítica eficiente, vale muito a pena ser conferido, tanto pela qualidade do filme e seu contexto, elenco, roteiro e boa direção.
Avaliação:
Critica:8
Filmes Inc.:8,5
Público:8

Groselha #5 Jogos Olímpicos, Olimpíadas ou OlimPiadas. Da Grécia ao Rio, quem viu mentiu!

Neste programa destrinchamos (ou não), os Jogos Olímpicos e suas curiosidades, sera que vai dar certo? sera que Síria vem? descubra deixe seu like, comentem e assinem nosso canal. Obrigado

Quando as Luzes se Apagam

MV5BMTg1OTkxaNDgyMV5BMl5BanBnXkFtZTgwMjEzNTc0ODE@._V1_SY1000_CR0,0,674,1000_AL_By Rg.
Quando as Luzes se Apagam é mais um longa de terror e para variar é mais um que não é uma história original. Num gênero que falta tanta originalidade este filme bebe quase que de uma fonte "original" ou podemos dizer "dele mesmo", assim como outro sucesso recente do gênero; Mama que assim como este é baseado em um curta metragem homônimo (vídeo do curta no final desta postagem), devido ao seu sucesso o estúdio aprovou o longa metragem e como no citado o mesmo diretor foi convocado, David F. Sambberg famoso por curtas metragens. Quando as Luzes se Apagam nos conta as história de uma família que após alguns acontecimentos, esta totalmente desestruturada, entre tais acontecimentos o desaparecimento do pai da família ha alguns anos atrás, sua esposa Sophie (Maria Bello) se tornou depressiva e dependente de medicamentos, como consequência disso sua filha Rebecca (Teresa Palmer) a deixou e após alguns anos quando tudo parecia se normalizar, seu padrasto ( pai do seu irmão fruto de um novo casamento de sua mãe) é encontrado morto sem explicação e Sophie se tornou depressiva novamente e seu meio irmão Martin começou a sofrer de insônia. Para piorar uma entidade que age na escuridão começa assombrar os seus filhos. O filme tem uma boa trama, que inclui ótimas cenas de suspense, onde a criatura se movimenta pela escuridão, vale ressaltar as cenas de terror onde a entidade vem com o piscar das luzes são ótimas (como a inicial ou a do néon no apartamento de Rebecca), os jumpscares (sustos) funcionam nos minutos iniciais, de formas bem coerentes. 
Mas nem tudo são flores o grande problema do filme é que mesmo sendo curto (01h20min), seu ritmo é lendo e cansativo, deixando o filme exaustivo, algo se deve pelo fato de ser baseado num curta de 2 minutos e meio e transportá-lo para 1 hora e 20, ele não teve um roteiro coeso que segure o ritmo de longa metragem chegando a parecer que o curta foi esticado para os cinemas e seu roteiro não acompanhou a adição de tempo. Mais decepcionante ainda para aqueles que viram o curta que o originou e são fãs do gênero, que invadem nossas telas anualmente, mas que poucos se aproveitam, este até vai divertir, se você não for tão exigente e desligar o bom senso, ele até melhor que boa parte da media e também leva a assinatura de James Wan (A Invocação do Mal e Sobrenatural) grande nome do terror nos últimos anos, mas ou ele não acompanhou a produção (ou apenas assinou a produção). Quando as Luzes se Apagam não é ruim, mas tinha uma premissa para ser melhor e a julgar pelo curta que nos agrada e assusta em menos de 3 minutos, o filme não consegue fazer isso com mais tempo e orçamento. Segue abaixo o curta original.
@RG_FilmesInc               @FilmesInc                    #Facebook               Insta/rg_filmesinc
Avaliação:
Critica:7
Filmes Inc.:6,5
Público:8
 

Um Espião e Meio

Um-Espião-e-Meio-poster
By Rg. 
Um Espião e Meio comédia poderia ser apenas mais uma comedia daquelas que chegam aos cinemas todo mês, mas alguns fatores a tornam especial, primeiro por ser estrelada pelo astro mais carismático da atualidade em Hollywood; The Rock (ou Dwayne Johnson), que mesmo vivendo seu melhor momento nos últimos três anos, continua a fazer muitos filmes anualmente, engrenando um projeto após o outro. Sempre encarando novos desafios, agora ele volta a fazer uma comédia (algo que já fez quando ainda precisava de reconhecimento do público (Treinando com o Papai). Ao seu lado temos outro ator que vive uma ascensão meteórica nos últimos três anos; Kevin Hart, que desde que Policiais em Apuros foi um sucesso de bilheteria nos EUA, ele vem emplacando suas comédias todas no topo das bilheterias yankes se tornando o novo nome do humor por . Unir estes dois astros numa comédia de ação seria praticamente garantia de sucesso, precisaria de muita destreza de estúdio ou diretor, estragar está química e junção de fatores positivos (será?). Central de Inteligência (titulo original) ou Um Espião e Meio traz a velha fórmula de filmes de ação e humor com duplas que não tem nada em comum e tem que trabalhar juntos, como em Máquina Mortífera, Dose Dupla, A Hora do Rush entre tantos, gênero também conhecidos como Buddy-Cops. Uma ideia acertada e utilizar o brucutu The Rock de uma forma diferente, geralmente os astros de ação em filme de humor fazem papéis sérios em situações cômicas, sempre mantendo a postura séria e desconforto com a situação, aqui não, ele é também um dos alívios cômicos do filme. Ele vive o ex-aluno do colégio central, Bob Stone que era gordo e sofria bullying, e agora anos depois na reunião da turma formandos surge totalmente diferente e procura o amigo Calvin (Hart), que o protegeu no colégio e era o aluno mais popular. Hoje a vida de ambos estão praticamente opostas, Calvin que hoje é um mero contador e Stone é um agente da CIA (e uma montanha de músculos), seu personagem é hilario, na mesma proporção de Hart (ou mais) sua falta senso do perigo e sua ingenuidade são ótimas, sua vestimenta é um capitulo a parte, com direito a bermudas e pochetes. Bob reencontrar Calvin não e mera coincidência ele esta envolvido em uma conspiração onde não pode confiar nem na própria CIA, que o esta caçando e em meio ao caos Calvin esta envolvido e tem que fugir para provar sua Inocência também. A química entre os dois e ótima, o personagem de Hart (Calvin) é puro medo e está apavorado com toda situação já Dwayne é puro carisma e parece uma criança com treinamento militar. O longa funciona como uma otina comédia do gênero seu primeiro ato é o melhor, a diminuição de seu ritmo não o prejudica (algo normal me comédias, não manter o ritmo das piadas durante uma hora e meia), ainda amais quando precisa de espaço para um pequeno arco dramático, sobre o personagem de Calvin mostrando seu descontentamento com sua vida, que foi de aluno popular, esportista e rei do baile a contador de cresce média, nada que tire o brilho do filme que funciona também como aventura, as sequências de ação são ótimas e hilárias, uma ótima junção. O diretor é Rawson Marshal Thurber (Família do Bagulho) perito em comedias, acerta também no quesito ação. Resumindo Um Espião e Meio e uma fórmula batida, mas se você junta mesmo assim está receita, com dois ótimos atores e principalmente, muito carismáticos, não tem como errar, vale a pena ser conferido tem uma boa trilha e participações divertidas, e caras como The Rock e Hart são puro carisma nas redes sociais e estão praticamente interpretando a si próprios em alguma cenas.
 @RG_FilmesInc               @FilmesInc                      Facebook               Insta/rg_filmesinc
Avaliação:
Filmes Inc :8,5 
Critica:7,5
Publico:9

domingo, 18 de setembro de 2016

Groselha #4 Pagode anos 90, musicas, grupos, nomes, roupas e etc.

Do nosso quadro; Pagodeando analisamos este gloriosa época que marcou os anos 90, o pagode e todo seu romantismo, que tomou conta das rádios e da TV brasileira. Assinem nosso canal, deixe seu like e comentários obrigado.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Groselha 3: Futebol, Futebol e Futebol, Eurocopa ou Copa America? CR7 ou Messi?

Neste programa, falamos da paixão nacional, futebol, mais precisamente a Eurocopa e Copa America e eterna rivalidade entre Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Confiram e descubra nosso veredito sobre ambos os assuntos, assine o canal de like e compartilhe obrigado.

Groselha #2: A Missão; Coisas que nos Incomodam, Sera que ele é? E Pokemon go.

by RG.
 Neste programa conversamos futilidades, coisas que nos incomodam, selfies, será que ele é? pirâmides "marketing "multi-nível" e a febre do momento Pokemon Go. e ainda mais Groselha, deixe seus comentários, sobre o que também lhe incomoda, assinem nosso canal, deixe seu like e obrigado.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Esquadrão Suicida

524164By Rg.                                                                       Sabe quando você tem aquele ótima ideia na teoria, mas na prática ela da errado, tudo bem que às vezes ela pode não ser tão boa assim, ou ela apenas foi mal executada, Esquadrão Suicida é uma excelente ideia, agora resta saber de ela foi bem executada. Antes de mais nada, vamos voltar um pouco no tempo e descobrir como este filme saiu do papel.
A Warner/Dc já tinha um cronograma para seu universo, que passou por mudanças devido o insucesso de Lanterna Verde  em 2011 (que tinha até uma cena pós-créditos insinuando uma sequência), somente após sucesso de O Homem de Aço dois anos depois se tornou o pontapé inicial do universo compartilhado do estúdio, enquanto na concorrência (Marvel) tudo ia bem e lá surgia um inesperado sucesso, sobre um grupo de anti-heróis (ou vilões) que tinham uma chance de salvar o mundo é ter redenção, este grupo era Os Guardiões da Galáxia, personagens praticamente desconhecidos da maior parte do público que se tornou sucesso estrondoso, o filme tinha uma trilha sonora repleta das músicas clássicas que se tornaram hit, e ainda integravam o universo compartilhado da Marvel. Poucos meses após o sucesso deste filme a Warner oficializou a produção de Esquadrão Suicida que era um grupo formado pelos vilões que teriam chance de salvar o mundo e também de redenção, recheado de humor e uma trilha repleta de clássicos, qualquer semelhança e mera coincidência.
Voltando a execução desta ideia mesmo que o longa venha na rasteira do filme da Marvel, ninguém estava se importando com isso, todos compraram a ideia do grupo de vilões do Batman formarem um esquadrão, para salvar a cidade de uma nova ameaça já que Superman se foi e o Batman está desaparecido após os eventos de Batman V Superman. Quando os heróis não estão disponíveis e você tem trancafiados, pessoas ou criaturas tão poderosas quantos eles e tem uma ameaça maior, a quem você recorre? E neste momento que vilões viram mocinhos. A ideia do esquadrão é de Amanda Waller , que oferece acordos a cada um deles para que lhe ajudem, a trama é essa e todos nós já sabemos. E como forma de contenção para que ninguém saia do protocolo, todos tem implantados dispositivos que os mata em caso de fuga.
Se Esquadrão Suicida tinha algo pra dar errado, não era em sua plot (trama) inicial (pois ela funciona por si só), e se seguirmos o raciocínio recente do filme da concorrência não tem como errar, pois no quesito popularidade este filme já sai ganhando, tanto em personagens e nomes em seu elenco. Tanto que seu primeiro ato é o ponto alto do filme, a introdução dos personagens e suas apresentações iniciais são ótimas, apenas o uso de músicas como se fosse uma playlist é um pouco exagerado e soa forçado, algo que em outros filmes eram espontâneos, como em Deadpool e Guardiões da Galáxia, e nestes citados eram músicas, que não eram pop e destoavam do tom do filme (e da geração que o assiste) e este foi um dos acertos, eram músicas que podemos dizem, bregas e atingas em filmes atuais, aqui eles são todas hits famosos de bandas consagradas, que todas as gerações conhecem, e todas são jogadas uma após a outra, parecendo um grande vídeo clip, ou trailer, daqueles que são cheios de musicas sobre as cenas de ação do filme.
Outro acerto é seu elenco, sua caracterização está ótima e por mais que nem todos tenham mesmo tempo de tela, os que mais têm fazem jus ao seu destaque, entre eles, Viola Davis faz uma Amanda Waller imponente que consegue fazer qualquer um teme-la, Joel Kinnamam faz Rick Flagg militar linha dura que não se intimida por estar do lado dos piores vilões e ainda os comanda como se eles não tivessem o grau de periculosidade que eles tem, Deadshot (O Pistoleiro) vivido por Will Smith que está muito a vontade no papel, e o melhor não quer ser o centro das atenções, pois todos sabemos que Will é uma estrela difícil de trabalhar (segundo a imprensa), e num filme de grupo sem com vários protagonistas ficaria difícil ter alguém com este gênio (mas após alguns fiascos, seu lado humilde e carreira clamaram pela humildade), já Margot Robbie parece que nasceu para ser a Arlequina, ela é ao mesmo tempo, sensual e perigosa, louca e ingênua, assassina e indefesa, tudo isso numa montanha russa pelo filme, sua falta de lucidez e sarcasmo, somada a uma ingenuidade é perfeita e nos entrega uma das personagens mais carismáticas do gênero. O restante do grupo alguns deixam a desejar como Magia e Capitão Bumerangue, outros como Katana, Killer Croc (Crocodilo), Diablo sofreram com pouco tempo em cena, ou a edição do filme, que cortou muita coisa após o suposto fracasso de Batman V Superman.
Para finalizar o elenco, o nome mais aguardado de todos, o Coringa que sofre duplamente, primeiro por suceder o maior vilão de história do cinema (em sua versão feita por Heath Ledger  em 2008), segundo por ser colocado no filme (e na trama) de forma avulsa, e vendido como protagonista, em todos os trailers ele sempre teve destaque e todos nós sabíamos que se ele não ao faz parte do esquadrão e que não seria a ameaça do filme, por que ele mereceu tanto destaque na divulgação? Parece que a Warner temendo o fracasso do filme usou sua carta na manga, pois o coringa é o único vilão que tem um apelo tão igual ao de um herói, e num filme sem heróis ele ser jogado em meio à trama seria ótima ideia. Agora sobre sua caracterização é injusto compara-lo ao anterior, aqui ele tem outro perfil, um perfil mafioso meio gangster (ou Gangsta) insano, mas não à ponto de queimar dinheiro e querer o caos, seu palhaço é uma mistura de Tony Montana (Scarface) com trajetos de Willy Wonka de Johnny Deep,  Jered Leto faz um bom vilão, sinistro e louco, pena que está muito aquém de Ledger, mas se esquecermos ele é o vermos como outro vilão, ou entendermos que é uma nova roupagem, mesmo exagerado ele funciona.
Mesmo sendo mal vendido, Esquadrão Suicida é um bom filme, alguns defeitos, mas os contorna bem, seu maior tropeço é seu ato final, muito Caças Fantasmas e outros filmes de ficção, que tem feixes de luz sugando tudo ao seu redor (isso foi muito over). Outro ponto fraco é seu vilão, que tem um plano de fazer um maquina, que ninguém sabe o que é.
Algumas perguntas também ficam no ar, por mais que você não queira ser tão crítico, por que diabos alguém soltaria a Arlequina? Ela não possui poderes e é apenas uma pessoa insana, a única explicação seria se o Coringa fosse o algoz do filme, e ela fosse usada para atraí-lo, ou se tivessem um plano para captura-lo e ela fosse à isca. Não ha lógica em liberta-la, na verdade ela até atrapalha a missão, pois o Coringa surge para resgata-la em meio ao caos. Outro incomodo é que é preciso logica no cinema por mais que é seja um filme de herói, precisamos de no minimo coerência, se nas animações ela surgiu como vilã e braço direito do Coringa e interesse amoroso, chegando a arquitetar planos mirabolantes, aqui para uma ex-doutora (psiquiatra), ela tem habilidades de luta e reflexos do nível de quem tem treinamento especial, se ela tivesse em seu passado recebido algum tipo de treinamento, pelo menos justificaria sua soltura, mas uma medica após ser torturada e sequestrada, já se tornar uma máquina de matar a ponto de ser solta como esperança da humanidade? Fica meio ilógico, pois todos os outros fazem jus ao seu status, sua sorte é que sua beleza e carisma nos fazem ignorar isso durante todos os seus minutos em cena.
Enfim Esquadrão Suicida tem uma ótima intenção, mas é uma pena ser mau executado, em sua boa parte, tem ótimos momentos e sofreu por mudanças, isso nitidamente deixou o filme confuso, é uma pena, pois mesmo com estes defeitos, ele consegue ser um bom filme, mas tinha potencial para muito mais e mesmo vindo na rasteira de Guardiões da Galáxia poderia ser um sucesso, mas não precisava usar a mesma musica né (Norman Greenbaum - Spirit In The Sky).
@RG_FilmesInc                   @Filmesinc            #Facebook           insta/@rg_filmesinc
Avaliação:]
Filmes Inc.:7,5
Critica:6,5
Público:8,5
 .

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Bourne

jason-bourne-posterBy Rg.
Jason Bourne pode ser considerado  um dos principais personagens do cinema, mesmo sendo novo já é um ícone e já figura entre os grandes. Muito disso se deve a qualidade da sua trilogia por ela reinventar um gênero e praticamente mudar a cara de todos os filmes de espionagem e ação que o sucederam. Não é toda franquia que consegue inovar tanto um gênero que até o maior espião de todos os tempos se reinventou depois de seus filmes até James Bond mudou e bebeu de sua fonte em seu recomeço a partir de Cassino Royle. Já em Busca Implacável, Liam Neeson fez sua versão aposentada, sem contar os inúmeros a filmes que não repetiram seu sucesso e até nos filmes de heróis seu estilo chegou, Capitão América 2 tem muita influência dele lá. Muito disso se deve ao diretor Paul Greengrass que dirigiu dois filmes da saga, sua câmera e ágil e suas lutas são coreografadas com intensidade e peso, que impressionam a cada golpe (já escrevi uma especial sobre a saga aqui confiram). Neste novo filme Jason Bourne e procurado por Nick Parsons (Júlia Stiles) una ex-integrante da Cia, que descobre novas peças de seu passado, Bourne ele se encontra recluso achando que já tinha encontrado todas as peças do quebra cabeça que é seu passado, novo fatos sobre sua entrada no programa o fazem procurar mais sobre a verdade. Ao ser acionado, a Cia que não quer que a verdade venha o sobre o projeto venha à tona, aciona todos os agentes para elimina ló.

O filme remete ao mesmo clima que marcou e consagrou à saga, a mudança de década e a tecnologia também é mostrada, aqui todas as perseguições são mostradas online para os lideres da Cia, agora os tempos são outros onde tudo é todos estão expostos, ainda mais pós Edward Snowdem, nem a Cia está segura. Mas vamos ao que interessa Matt Damon e seu Jason Bourne estão muito bem parece que ambos precisavam um do outro, a saga necessitava de seu astro, e ele do personagem, Bourne agora está mais sereno e ainda mais letal. As sequências de ação são fantásticas são quatro ou cinco apenas pelo o filme, mas todas em seu tempo certo, alternando entre a trama e a conspiração, todas muito bem filmadas e coreografadas, as duas perseguições automobilísticas são de se segurar na poltrona (praticamente uma marca da franquia, que já teve duas ótimas no primeiro e segundo filme) aqui eles quase que reprisam uma delas a bordo de uma moto e inovam com uma pelas ruas de Vegas entre um veiculo esportivo e um blindado militar que valem o ingresso. Seu elenco de apoio como sempre está muito bem, Tommy Lee Jones faz o chefe da Cia da vez, que pretende apagar Bourne do mapa e Alexia Vikander manda muito bem (e justifica sua ascensão meteórica em Hollywood) e Vicent Cassel faz o vilão de campo sua eficiência e frieza, são o ponto alto do filme.
Jason Bourne pode para alguns ser inferior a sua trilogia, mas está quase no mesmo nível, apenas lhe falta um pouco mais de qualidade em seu enredo (as tramas anteriores eram mais coesas), mas nada que o prejudique a ponto de ser ruim (longe disto) e uma coisa é fato, ele ignora totalmente seu spin-off de 2012; O Ultimato Bourne e isso já o faz ganhar pontos.
@RG_FilmesInc                          @FilmesInc                  #facebook            insta/@rg_filmesinc
Avaliação:
Filmes Inc.:8,5
Critica:8
Público:9
Avaliação:

#Groselha #1 Sonhos, Dormir e outras esquisitices bizarras.

O primeiro programa do Groselha, foi com tema surpresa mas nada que nos impediu de soltar muita Groselha e muita futilidade e conteúdo inútil, num  papo de boteco, sobre, sonhos, dormir e outras esquisitices bizarras. Confiram, assinem o canal e deixem seu like e comentário, obrigado.

A Lenda de Tarzan

tarzanposter21marBy Rg. 
O mundo do cinema, mais especificamente Hollywood, sofre de síndrome do looping infinito, algumas histórias são contadas diversas vezes ao longo dos anos, apenas mudando locais e detalhes, mas todas bebem da mesma fonte e outras são realmente contadas várias vezes apenas mudando os atores. O conto de Tarzan O Rei das Selvas desde 1918 entre TV e cinema já teve mais de 20 interpretes, mas com grande destreza os roteiristas sempre tem algumas cartas na manga, e saídas pelas tangentes, e decidem usar o mesmo personagem e mostrar outro ponto de vista, ou fazer um prelúdio para não soar repetitivo (mais), algo recente aconteceu com Peter Pan e não colou (o público não quis ir ver mais uma aventura na terra do nunca, mesmo se passando anos antes da historia que já conhecíamos). A Lenda de Tarzan tenta repetir o feito, só que aqui a história se passa depois, agora John Clayton já está vivendo na civilização, e Tarzan se tornou uma lenda que todos conhecem, os anos se passaram e ele é Jane vivem na Inglaterra como aristocratas.   

Seu passado o assombra novamente quando um convite do Rei Belga (que praticamente administra o Congo), para que ele o represente numa viagem ao congo e possa ajudar a Inglaterra financeiramente, ele reluta e primeiramente não aceita voltar, quando um ex-soldado George Washington Williams (Samuel L.Jackson), representante americano da expedição que o convence dizendo que precisa que John aceite o convite, para ajuda-lo a investigar como eles extraem tanta riqueza de um lugar pobre, ele levanta a hipótese de escravidão, tráfico de pedras raras e marfim, John decide ir para ver se o que aconteceu com sua antiga casa.
Como todos já sabemos aventura tem início assim que John, Jane e George desembarcam na África, e o suposto convite era uma emboscada, armada por Leon Ron (Chrsthopher Watts) para capturar John, e entregá-lo para o líder de uma tribo que pretende matar Tarzan por algo feito no passado, em troca de rubis preciosos, além desta trama também conhecemos sua origem (novamente), agora por flashbacks, que reconta tudo novamente, só que de forma aleatória durante o filme (é não em seu início como nos outros), podemos dizer que está tudo ali, apenas adicionaram seu retorno (fomos enganados). A direção é de David Yates até cumpre bem seu papel e faz uma que aventura convence, com um bom ritmo, principalmente para aqueles que não ligam de ver novamente uma mesma história (como eu), basta ela ser bem contada. O filme funciona, ele só peca onde ele não deveria pecar, em seus efeitos digitais, ainda mais que Yates fez os quatro últimos filme da franquia Harry Potter, se tem algo que ele entende é (ou deveria) e de efeitos especiais, e aqui principalmente nas sequências de ação, onde têm diversas coisas acontecendo ele deixa desejar, as criaturas digitais, principalmente os gorilas quando estão se locomovendo com Tarzan pelos cipós, tanto eles quanto Tarzan soam irreais (nada grotesco, mas após vermos Mogli este ano e O Regresso fica difícil baixar o padrão de perfeição). Com exceção de alguns deslizes, de resto o filme cumpre bem seu papel e uma tem uma bela fotografia e um ótimo elenco, que faz valer a pena ser visto, começando pelo protagonista que é o nome mais desconhecido (no cinema, na TV ele fez a série True Blood), e Alexander Skarsgard que por muito pouco não foi o Thor nos cinemas perdeu o papel na reta final, aqui consegue finalmente ser um loiro de barriga tanquinho cabeludo, faz um bom Tarzan, que mescla entre fera e civilizado, já Margot Robbie (Jane) poderia nem ter falas que já valeria a pena, mas a Arlequina de Esquadrão Suicida já se provou uma ótima atriz em O Lobo de Wall Street e aqui faz muito mais em que uma donzela indefesa, os coadjuvantes Samuel L.Jackson esta muito bem e confesso que já estava com saudades de vê-lo ser mocinho (fora dos Vingadores), seu personagem é puro carisma e responsável pelo alívio cômico do filme, e o vilão do filme Christoph Waltz faz o que faz melhor em sua carreira, violões (com exceção de Django onde era mocinho) e mais uma vez convence, e agora com um novo sotaque, apenas Djimon Hounsou que pouco aparece e é mal aproveitado. Resumindo recontar a história de Tarzan mais uma vez era necessário? O próprio Mogli praticamente já fez isso este ano de outra forma, mas como já disse se for bem contada vale a pena ser conferida, ainda mais por sua bela fotografia e cenários ela tem mais acertos que erros, então, por que não.
 @RG_FilmesInc         @FilmesInc             #facebook       insta/rg_filmesinc
Avaliação:
Critica:7,5
Filmes Inc.:7,5
Publico:7,5
 

Caça Fantasmas

cacafantasmas30junhoBy Rg.    
Caça Fantasmas seria apenas a nova comédia do diretor Paul Feige, sobre um grupo de mulheres cientistas que caçam fantasmas em Nova York, com um elenco de primeira protagonizado pelas comediantes femininas do momento; Melissa McCarthy, Kristen Wigg, Kate McKinnon e Leslie Jones. Com esta plot já ele já seria um filme a ser visto, mas esta produção já surgiu cercada de polêmicas (e não foram poucas). A primeira delas é pelo longa ser um remake do clássico dos anos 80; Os Caça Fantasmas, todo remake ou reboot já sofre um certo preconceito precoce antes mesmo de sua estreia.  Caça Fantasmas passou por isso de forma extrema, e com um fardo ainda maior, principalmente pelo fato de trocar seus protagonistas homens por mulheres, foi o suficiente para parte da imprensa e os heiters de plantão criticar e crucificaram tudo sobre o filme, antes mesmo da estreia. Especulado durante anos em Hollywood primeiramente como uma sequencia dos originais sempre teve empecilhos, hora era Bill Murray que relutava em voltar ao papel (chegando a ser especulado até como fantasma), hora era o diretor Ivan Reitman dizer que não tinha o interesse de dirigir, Harold Ramis (ator e roteirista), também não tinha planos de escrever um novo filme, deixando o projeto no limbo durante décadas. Este novo projeto só viu a luz do dia devido morte de Ramis, que fez com a hipótese de uma continuação fosse para o limbo e para a nova geração conhecer Os Caça Fantasmas séria somente através de um remake, uma nova roupagem. Devido a todo este percalço o fardo sobre este filme era imenso para a polêmica ao seu redor piorar, seu primeiro trailer, foi somente o trailer de filme com mais deslikes (não gostei)  do YouTube (em 24 horas), algo nunca visto antes, parecia que a moda era criticar o novo Caça Fantasmas, por mais que a primeira prévia não era das melhores, era inexplicável o que estava acontecendo, que recebia desde críticas em comparação aos antigos, há preconceitos machistas contra as novas protagonistas e etc. Agora se tudo isso foi merecido acompanhe a crítica abaixo.

Caças Fantasmas segue a fórmula inicial do filme original, fantasmas começam a assombrar Nova York e cabe trio de cientistas se juntarem e caça-los, o timing de comédia entre elas funciona muito bem e a química também, ainda mais com a inclusão de Leslie Jones que é a única que não é cientista do grupo, mas é conhecedora das ruas da cidade (por trabalhar no metro durante anos), e podemos dizer que sua força fez bem ao time. Inicialmente elas são vistas como motivo de chacota, e são desacreditas, inclusive perdendo seus empregos anteriores devido a afirmarem que acreditam em fantasmas.
O filme tem um ótimo ritmo, desde a primeira à aparição do primeiro espectro, a formação da equipe, e sua primeira missão, tudo num timing prefeito, o elenco é um dos mais equilibrados dos últimos anos, as quatro protagonistas tem o mesmo tempo de cena e importância, inicialmente parecia que Melissa McCarthy teria mais destaque ao lado de Kristen Wigg, devido a já estarem consolidadas e por já terem trabalhado com o diretor (Missão Madrinha de Casamento), mas todas se destacam por igual, e as duas novatas tem o mesmo destaque, e suas performances são hilárias, até o coadjuvante do filme Chris Hemsworth tem seu espaço e parece ter se achado na comédia (assim como em Férias Frustradas), ele rouba a cena como o ajudante burro das Caça Fantasmas (quando ele aposentar o martelo de Thor tem vocação para ao humor).
O filme é bem coeso e tudo funciona, os efeitos são ótimos e as homenagens ao longa de 1984 são incríveis, inclusive com participação de todos os protagonistas do filme original (em pontas hilárias).
Enfim Caças Fantasmas reinventa um clássico e não faz feio, e o diretor Paul Feige merece os méritos e ousadia de além de recriar um clássico, escalar um elenco de mulheres. Ele faz aqui (ao lado de A Espiã que Sabia de Menos), seu melhor trabalho. O filme pode até ter seus defeitos (e se tem são poucos), e me desculpe que não reparei, por que estava me divertindo.
@RG_FilmesInc         @FilmesInc              insta/rg_filmesinc      #facebook
Avaliação:
Critica:7,5
Público:7,5
Filmes Inc.:8,5

Procurando Dory

fdory_payoff_brazilby Rg.       
Procurando Dory entra para o seleto grupo de sequências da Pixar, dos seus mais de 16 filmes apenas cinco ganharam sequência, todos foram ao longo de anos mostrando que o estável estúdio nunca visou produzir caça níqueis (sequencias ou filmes ruins visando só o lucro), além de ter a política de só fazer um filme por ano, fica difícil encaixar uma sequência nos planos deste conceituado estúdio que revolucionou a animação a pouco mais de 20 anos. Procurando Dory é a sequência de um de seus maiores sucessos; Procurando Nemo, que foi a maior bilheteria do estúdio até 2010, quando Toy Story 3 o destronou, alguns iriam achar que é uma sequência tardia, por se tratar de 13 anos após o original, mas assim como o citado Toy Story, no universo das animações isso da certo, pois as crianças que viram o original no cinema, hoje cresceram e são adultos, que vão ver esta continuação nos cinemas e muitos deles já são pais e irão levar seus filhos para conferir está nova aventura, toda criança já conhece ou ouviu falar em Nemo, seja em DVD, TV ou por indicação dos pais (que escolhem para eles o que ver), e mesmo se não for sua escolha, eles acabam se apaixonando pelo seu belo visual e pela linda (emocionante) história do peixe palhaço, que se perde e seu pai parte em seu resgate, com a ajuda da excêntrica Dory.

Procurando Dory apresenta a mesma fórmula do seu antecessor, ele se passa um ano após o resgate de Nemo, e a agora protagonista Dory, se pergunta de onde veio e um flashback sobre seus pais, à faz querer procurá-los. Alias este flashback é tocante, de fazer os olhos de muito marmanjo lacrimejar já nos seus minutos iniciais, quando a pequena Dory se perde de seus pais, e tenta explicar sua perca de memória rápida para outros peixes. A antiga coadjuvante, e alívio cômico, aqui se torna protagonista, e se analisarmos friamente Procurando Dory é um filme sobre superação, não só na sua busca para encontrar seu ente querido (como o primeiro), e sim sobre um deficiente enfrentando todas as dificuldades, além sua deficiência, numa jornada pelo oceano, numa jornada para descobrir saber sobre si e seus pais, esta história por si só já emociona.
Esta plote inicial já funciona, pena que não se sustenta sozinha, pelo simples fato de o longa optar por uma escolha mais segura e não inovar, assim que nossa protagonista decide partir nesta jornada o filme repete tudo que Procurando Nemo fez, apenas mudando alguns cenários, de resto esta tudo ali; os desencontros, personagens (alguns retornam e outros são similares). Mesmo tendo um ótimo clima de aventura (novamente dirigido pelo ótimo Andrew Stanton de John Carter e Nemo), o déjà vu pode incomodar os mais críticos, ou ainda, o seu exagero (algo típico de sequências, que eu citei diversas vezes) repetir o que deu certo no anterior em grande escala, se anteriormente à maior aventura fora do mar era, fugir de um aquário num consultório e rolar pela rua até o mar em frente, aqui eles pulam do oceano para um grande instituto (e vice e versa) em meio a pessoas e etc, temos uma grande perseguição com direito a animais e peixes num rodovia, e até caminhões sendo perseguidos, algo que tira um pouco do encanto do filme, que por mais que se tratava de um animação e fantasia, sempre teve aquele Q de plausível com seus devidos exageros, mas todos que podíamos relevar.
Enfim Procurando Dory é acima da média, principalmente por seu começo é por ter uma protagonista carismática, que além de engraçada agora nos faz se emocionar, os retornos de Nemo e Martin (agora coadjuvantes) também funcionam, e sua animação é de cair o queixo, se o oceano em Nemo era visualmente é perfeito, aqui é perfeito ao quadrado, seu único erro é seguir a mesma cartilha narrativa do anterior, depois de seu ótimo início (bem original e emocionante). É uma pena, pois como em time que está ganhando não se mexe, desta vez a Pixar, apostou na lógica, e perdeu uma ótima oportunidade, invés de entregar uma aventura competente, uma sequência como Toy Story 3 (que além de superar seus anteriores, não seguiu a fórmula de se repetir), que nos fez chorar como crianças e Dory apenas quase repetiu o feito, pena que só nas lágrimas, mesmo que brevemente. @RG_FilmesInc              @FilmesInc          #Facebook       insta/rg_filmesinc
 Avaliação:
Critica:7,5
Publico:8,5
Filmes Inc.:7,5

Idependence day: ressurge

Independence-Day-Resurgence-New-York-posterBy Rg.
Idependence Day Ressurge chega aos cinemas exatamente 20 anos depois do primeiro filme, que foi um sucesso absoluto de bilheteria em 1996, na linha temporal do filme também se passaram duas décadas. Agora a terra está em paz, e muito desta sensação de paz é devido à agora estarmos "preparados” para um novo ataque eminente, devido à avançada tecnologia deixada para trás nos destroços de suas naves alienígenas e suas armas, aprimoramos nossas linhas de defesa e construímos armas com sua tecnologia inovadora, ficamos prontos para uma na pior das hipóteses os enfrenta-los de igual para igual. Se para a raça humana passaram-se 20 anos, para nosso invasores foram pouco tempo, o pedido de socorro foi recebido agora e para eles é um contra ataque imediato, só que desta vez eles vem em maior escala, é como se eles tivessem subestimados os humanos e agora decidiram vir com o time titular.

Como em qualquer sequência tudo é em escala maior, e em Idependence Day: Ressurge não é diferente, se as naves no primeiro filme eram do tamanho de quarteirões ou cidades, agora a nave que chega é quase que equivalente há um hemisfério (inclusive tem sua gravidade própria), esta síndrome de grandiosidade é um dos primeiros fatores que prejudicam este sequência, a chegada desta grande nave mãe, até faz jus a toda megalomania, só que se o primeiro filme não era primor em matéria de enredo (algo que já é praxe em filmes deste gênero), ele inovou na catástrofe e deixou todos de queixo caído com suas ótimas cenas de destruição, quem não lembra da avalanche de fogo vindo pelas ruas de Nova York, arremessando carros e destruído prédios, ou a clássica destruição da Casa Branca. Devido a estes fatores este filme não consegue superar a inovação dos efeitos especiais revolucionários para época  (os anos 90 e 2000 foram o auge dos filmes catástrofes, muito se deve ao primeiro filme e seu sucesso). O diretor o alemão Roland Emmerechi, depois se tornou PhD no assunto, dirigiu O Dia Depois de Amanhã e 2012, todos com bons efeitos, mas nunca com o impacto inovador de 1996, inclusive destruindo monumentos históricos (até o nosso Cristo redentor entrou na brincadeira em 2012), agora ele vem com  uma catástrofe em escala mundial simultânea, onde ele praticamente dobra cidades ao meio, sugando prédios e depois os jogando contra os que restou delas, a sequencia em que ele arremessa o Burj  Khalifa (maior edifico do mundo em Dubai) sobre Londres é muito boa, mas nada que nos faca encher os olhos e lembrar durante anos, como os do primeiro filme, ou de alguns outros clássicos filmes de catástrofes.
Idependence Day: Ressurge até é o filme certo, a sequencia certa, mas na hora errada, por alguns fatores, primeiro; tardou para ser feito (muitos nem sequer ouviram falar do filme de 1996), e também por não nos impressionar, e não ser nada revolucionário para os dias de hoje, novamente vou frisar, seus efeitos são muito bons, mas com a demanda do gênero hoje em dia, nada que nos impressione ou nos salte os olhos, e que vai perpetuar por alguns anos.
Outro equivoco do longa é ser brega como seu antecessor, se um dos charmes do primeiro e da época era ser brega (anos 90), agora por mais que seja uma sequencia, ou até uma homenagem, não funciona para o cinema atual, suas piadas e alivio cômico são mal empregados e prejudicam muito seu ritmo, exemplo, quando algum dos protagonista perde um ente querido, em meio toda aquela catástrofe, como em qualquer filme você tem que engolir o choro e continuar salvando o mundo, até ai ok, mas alguns minutos o personagem já esta fazendo uma piada em meio aquele caos. Mesmo repleto de piadas em seu antecessor, nenhum protagonista fazia piadas após perder algum que ama (ou achar que perdeu), mesmo com o mundo acabando, ainda somos humanos.
Enfim Independence Day: Ressurge tem alguns acertos, como a sequencia da invasão e destruição inicial (porem é curta, após a expectativa criada). Seu elenco também merece ser destacado, tanto para o bem quanto para o mal, os velhos rostos todos que retornam, estão muito bem, Jeff Goldblin, Bill Pulman, todos estão confortáveis e carismáticos, já todos os novos rostos ninguém se salva, todos não tem carisma algum, principalmente Liam Hemsworth e Jesse T. Usher (filho de Will Smith) , e alguns ainda são péssimo atores, fica criar empatia por alguém deste jeito e torcer para ele.
Idependence Day: Ressurge vale por revisitar um filme que marcou uma época e ver bons efeitos especiais, num climão de filmes b trash, sobre invasões alienígenas, pena que na hora errada. @RG_FilmesInc               @FilmesInc                         Facebook              insta/rg_filmesinc         Avaliaçao:
Filmes Inc:7
Público:7,5
Critica:7,5

Tartarugas Ninjas: Fora das Sombras

tartarugasninjaBy Rg.
As Tartarugas Ninjas fazem parte do universo da cultura pop, atravessando gerações, habitando por quase todas as mídias que todo nerd, geek e adolescentes consumiram nas últimas décadas, são jogos, HQs, filmes e séries, só para você ter uma ideia da popularidade destes Quelônios Ninjas (já destrinchei a sua origem aqui, nesta (ótima), crítica do primeiro filme, caso não tenha lido confiram , vou adentrar apenas neste novo longa). Agora nesta sequencia, assim como os personagens o filme também é "relaxado" podemos dizer, sem introduções, dramas e dilemas, como; quem eu sou, ou o que sou, o único "drama" que temos é o dilema delas sobre não poderem levar os créditos por seus atos heroicos e ter que viverem nas sombras. Mesmo após salvarem a cidade, eles não tiveram a chance de ser reconhecidos por isso, nem receber os créditos. Nossos amigos Quelônios Ninjas, ainda se combatem o crime quando a noite cai, e ainda encontram tempo para se divertirem, e vão a jogo de basquete e comem pizzas, mas tudo nas sombras, algo que começa a incomodar alguns deles.  
As Tartarugas Ninjas: Fora das Sombras evolui muito com relação ao seu primeiro (bom e divertido) filme, agora sem arestas, mais leve e confiante, o filme encontrou seu verdadeiro tom, se entregando ao humor e diversão, abrindo mão da carga séria e dramática, que prejudicou boa parte do filme anterior, Fora das Sombras se apegou ao que deu certo, o humor, o visual e as boas sequências de ação, quem não se impressionou com a sequência do desfiladeiro do filme anterior? Aqui eles entregam uma no Brasil, que não deixa nada a desejar aquela cena. Outro fator que faz bem ao filme e tentar se aproximar do desenho dos anos 90, que praticamente foi à primeira imagem que todos tiverem das tartarugas, e até aproveitaram algumas coisas dos filmes da trilogia dos anos 90 (inclusive a musica do Vanilla Ice), vários fãs services estão lá, o principal deles e os inimigos clássicos Bebop e Rockstedy os capangas do Destruidor um grande javali e rinoceronte (extremamente burros) mutantes, muito bem caracterizados.
Entre os acertos o principal foi dar mais espaço há quem merece (a César o que é de César), as próprias Tartarugas (Michelangelo,Donatello, Rafael e Leonardo), se no primeiro filme April tem um espaço grande (e desnecessário), principalmente no inicio, onde ela praticamente protagoniza o filme durante quase 30 minutos, aqui desde o começo eles estão ali cena.
A trama se passa pouco tempo depois dos eventos anteriores e a cidade vive uma certa "paz", depois da prisão do Destruidor, o clã do pé tem agido pouco, esta tranquilidade esta prestes a acabar, com transferência de seu líder para outra cidade, mas um plano de resgate pode mudar tudo, e com a ajuda do cientista Baxter Stockman além de sua fuga, Destruidor pretende abrir um portal que vai trazer o alienígena Kraig e sua arma mortal de destruição para terra, além de usar sua tecnologia para abrir o portal o cientista ajuda a criar os dois capangas Bebop e Rocksteady.
Como nem tudo são flores e acertos, o longa derrapa justamente em seu roteiro (não em sua plot que é bem simples e funciona), mas sim em alguns diálogos constrangedores, principalmente em seu inicio (que só não o prejudicam tanto devidos as ótimas sequências de ação), as piores falas vem principalmente do novo personagem; Casey Jones, vivido por Stephen Amell (sem carisma algum, como em sua série, Arrow), ele dispara frases como meu sonho é ser detetive em Nova York, isso na hora que está sendo questionado por uma superior, ou ler um arquivo em voz alta narrando para o telespectador o que vai fazer (totalmente desnecessário), também nos perguntamos, por que, só o seu depoimento importa depois da operação de resgate do Destruidor que culminou numa perseguição entre ele (guiando o veiculo de escolta), o Clã do Pé e as Tartarugas pelas ruas da cidade. Por que seu depoimento era vital ao caso, sendo que em pleno 2016, todo lugar no mundo tem câmeras de segurança ou de trânsito? Tirando estes problemas iniciais o filme funciona, e de uma maneira bem descontraída e divertida, sem todo aquele peso "dramático", do primeiro longa e muito mais parecido com o desenho animado, e o melhor focados nas Tartarugas (os verdadeiros protagonistas), todos os erros que prejudicaram o primeiro foram consertados, inclusive o Destruidor Transformer da sequência final.
A captura de movimento novamente nos impressiona, e as sequências de ação são muito bem coreografadas, há aquele que vão criticar e dizer que lembram Michel Bay (produtor do filme), e realmente tem muito dele sim, toda sua estrutura está presente, mas não de forma ruim, já falei e repito aqui Michael Bay e um ótimo diretor de ação (13 Horas, Sem dor, Sem Ganho, Bad Boys e Transformers falam por si só), e com exceção de Transformers 2, ele sempre entregou bons filmes do gênero, ele pode pecar em seu filmes por excesso de patriotismo, planos contra o sol e a longa duração (Pearl Harbor, que o diga), mas ação ele sabe fazer, e seu pupilo, o novato em Longas metragens; Dave Green mandou muito bem, todas as cenas de lutas e perseguições, são bem dirigidas mesmo com muita gente em cena, nada fica confuso.
O filme tem alguns defeitos, mas são fáceis de ser digeridos e finalmente e encontrou seu tom que é mais leve livre e solto, e isso significa diversão, e quem vai ver um filme e chamado Tartarugas Ninjas espera isso.
Avaliação:
 Filmes Inc.:7,5
Publico:8,5
 Critica:7,5

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Invocação do mal 2

the-conjuring-2-posterBy Rg.
A continuação de A Invocação do Mal tem a enorme responsabilidade de manter o excelente nível do filme anterior, e também quebrar uma sina, que é muito raro neste gênero (terror), uma sequencia superar, ou manter pelo menos o nível de seu antecessor, agora será ele conseguiu fazer isso? O longa se passa nos 70 (mais precisamente em 1976), alguns anos depois dos acontecimentos com a família Peron os Warren continuam sua vida de palestras e investigações, sobre o sobrenatural, inclusive o início do filme é sobre um de seus casos mais famosos, o caso de Amitiville (que rendeu um livro e uma franquia de filmes). Durante uma sessão na casa dos crime Lorraine tem uma visão e revive os acontecimentos culminaram na morte da família, que vivia naquela assustadora casa. Logo em seguida somos apresentados à família Hodgson que vive no subúrbio da Inglaterra, onde estranhos fenômenos começam a acontecer em sua residência. O caso Hodgson repercute na mídia que faz do local um verdadeiro circo, com toda a repercussão a igreja pretende intervir, mas antes pede para que o casal Warren investigue primeiro, se realmente é um caso envolvendo o sobrenatural. Lorraine reluta e diz para o marido não aceitar, devido algumas visões recentes que ela (não eram nada boas), mas Ed acha que a pobre família precisa de ajuda e eles são os únicos que pode ajudá-los.
Nesta pequena introdução o filme já nos mostra ao que veio, tanto na sequência dos Warren, como da família Hodgson, temos duas sequências muito bem dirigidas e assustadoras, mérito do ótimo diretor; James Wan, que retorna ao gênero que o consagrou com; Jogos Mortais, Gritos Mortais, Sobrenatural (1 e 2), A Invocação do Mal, depois de sair da sua zona de conforto e mostrar competência no cinemão de ação com Velozes e Furiosos 7, ele retorna na continuação de seu filme da maior sucesso, e mostra que além de tudo que já sobre no gênero, aprendeu novos truques com cinema blockbuster, sua câmera ágil e eficaz, sempre sobre os ombros dos protagonistas e até em plenos sequências, onde ele muda de personagem de forma dinâmica sempre que ele adentra em algum cômodo, faz com que o telespectador faça um tour pela casa como se fosse um morador, nas sequências de terror e suspense, ele novamente nos intimida com o que não está lá, nos fazendo crer que tem algo ali (por mais que não estamos vendo), assim como ele fez no primeiro filme, com cena em que a garotinha olha para trás da porta estática, dizendo que tem algo (ou alguém) ali, e todos nós acreditamos realmente nisso, agora ele faz algo similar, quando a jovem Janet, olha para uma total escuridão (um breu total) , dizendo que esta vendo algo, e novamente ficamos olhando estáticos e acreditando (e se assustando). São inúmeras cenas que o diretor usa do famoso artifício tão batido no cinema; o jumpscare, mas com uma maestria, trazendo o susto, mas nunca de onde você espera, ele ti distrai para um lado, e lhe assusta do outro, lhe fazendo saltar da poltrona.
A ambientação também causa arrepios por si só, a casa velha tem móveis que assustam por si só, como a famosa poltrona, que fica no canto da sala (inclusive um porão fora da casa sinistro), todas as aparições do filme são assustadoras, como a freira mostrada no trailer. Se tem algo que funciona em todos do diretor, é exatamente isso, seus "monstros "não nos decepcionam ao serem mostrados, desde o ótimo Sobrenatural, ele faz isso como ninguém (quem não se lembra da velha ou da criatura vermelha, que aparece atrás do protagonista), diversos filmes peçam exatamente nisso, Mama, por exemplo, faz um suspense até competente, que vai por água abaixo quando seu diretor mostra sua criatura.
Outro acerto deste filme é o elenco os protagonistas (Patrick Wilson e Vera Farmiga) estão novamente muito bem, e até mais confortáveis, e do lado da família Hodgson a jovem Janet vivida por Madson Wolfe (que é o principal alvo das entidades) tem uma performance digna de Oscar, a jovem muda de expressão como ninguém, sua feição vai mudando no decorrer do longa, chega a ser nítida sua fraqueza, a sequência em que ela conta para Lorraine que está cansada, e que só quer dormir e já não consegue mais, é impressionante sua atuação.
A trilha sonora novamente e ótima, com barulhos que nos fazem estar dentro do ambiente é uma mistura de gritos e sons distorcidos que impressionam, e a trilha musical também esta ótima, nos ajudando a saber bem em que época filme se passa, logo em sua abertura, The Clash mostra bem que estamos em pleno regime Margaret Tatcher e depois ainda temos espaço para Elvis para americanizar o filme.
O filme beira a perfeição (mas não é impecável), se compararmos ao primeiro, ele tem um ritmo um pouco mais lento e poderia ser mais enxuto, se cortassem alguns minutos (uns 15), não teríamos uma pequena barriga em seu segundo alto, mas nada que prejudique o longa, pois ele só perde alguns pontos se compararmos ao excelente primeiro filme, agora se compararmos aos longas do gênero que tem por aí, ele está acima de quase todos, e já situa entre os melhores dos últimos anos. Que venha mais um A Invocação do Mal, mas que seja dirigido pelo responsável pelos melhores filmes do gênero dos últimos anos James Wan.
@RG_FilmesInc                  
@FilmesInc                   #facebook           Insta/@rg_filmesinc Avaliação:
Filmes Inc.:9
Critica:9
Publico:10