Filmes Inc.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O Último Exorcismo (The Last Exorcism)

Rg.
Depois que assisti Atividade Paranormal, fiquei meio preocupado com esta onda de filmes super independentes, estes filmes tem custos baixíssimos, com uma linha semi documental é como se o telespectador fizesse parte do filme.
Outros tantos filmes já nos colocaram dentro de situações horripilantes ou claustrofóbicas, exemplos como, Rec: colocou-nos dentro de um prédio infestado por uma espécie de Zumbis, A Bruxa de Blair pioneiro no gênero nos fez acreditar que se era feito numa Handycam (câmera de mão) era real, e as florestas nunca mais foram às mesmas, Cloverfield O Monstro nos fez acreditar quem nem sempre ver a criatura e ruim, não ve-la é muito pior, Distrito 9 mostrou que uma historia diferente com uma jogada de marketing pode fazer um filme destes até concorrer ao Oscar, o mais bem sucedido deles, Atividade Paranormal com meros 15 mil fez 200 milhões só nos USA ,mostrando que um dos segredos de a Bruxa de Blair ainda funcionava você faz o filme não diz que ele é real só faz parecer às pessoas falam e você não nega, o boca a boca e melhor arma.
Pois destes filmes pequenas minas de ouro já tínhamos visto de tudo os assuntos estavam escassos, para mais algum deles repercutir no boca a boca (para você ter idéia de tão escasso que o gênero ficou três dos filmes citados já tiveram seqüências) e o terror sempre foi o melhor gênero de impressionar ou ludibriar o publico, um dos melhores temas do Terror ainda não havia sido mostrado por este ponto de vista o de uma Handycam (Câmera de mão) os exorcismos gênero que arrepia o cabelo de muita gente só de ouvir.
Mas desde que o Exorcista (para muito o melhor filme de terror de todos os tempos) criou praticamente um gênero poucos com este tema vingaram, exemplos são raros como O Exorcismo de Emily Rose, até as próprias seqüências do clássico (O Exorcista) não deram certo.
Mas a idéia de pegar o tema do um dos mais assustadores filmes do cinema e trazer os telespectadores de câmera e cuia para dentro do filme era excelente, ou ao menos tinha tudo para dar certo.
A premissa de o filme e muito boa ao começar pelo cartaz do filme que se não e o melhor e um dos melhores do ano (a imagem da garota retorcida na capa é fantástica) já nos deixa com vontade de ver o filme.
O reverendo charlatão Cotton Marcus pretende filmar seu primeiro Exorcismo, e o usar como marketing para conseguir mais fieis, e também mais contratos se assim que podemos chamar seu trabalho.
Mas ao chegar numa pequena cidade no interior dos Estados Unidos, ele realiza seu exorcismo (ou show) numa jovem garota e após pegar seu pagamento e partir para um hotel local algumas horas depois a própria garota, o encontra com sua equipe com a mesma entidade que ele alegou ter extraído do corpo dela. Ai que esta o grande problema de Cotton, pois ele nunca lidou como sobrenatural de verdade, ele e uma espécie de impostor ele usa efeitos especiais que o próprio coloca nos lugares que as sessões serão executadas para parecer que ali esta mesmo um ser demoníaco coisas como ruídos, fumaças e outros efeitos.
Ao voltarem para a fazenda Cotton se sente pressionado a terminar o serviço de verdade sem saber da real, o pai da garota ainda acredita na competência do falso Pastor, as coisas se complicam mais no decorrer da noite quando o demônio em questão toma a menina de vez.
O grande problema do filme também e este, você fica o tempo todos esperando o clímax à hora da verdadeira possessão quando ela acontece você vê muito pouco uma boa idéia ate devido pelo orçamento baixo do filme, seria impossível fazer a garota flutuar e outras coisas do gênero, mas a simplicidade é tanta que incomoda nem ao menos uma maquiagem sombria algo possível para os custos do filme, a todo momento você só vê o cabelo da garota cobrindo seu rosto branco.
E o tão esperado embate final entre o charlatão e a entidade (a cena do celeiro mostrada no trailer) é quase tão rápida quanto no trailer do filme e não cumpre o que esperávamos.
E o longa ainda conta com algumas cenas vergonhosas para o gênero como o próprio demônio ou garota se vocês preferirem no meio da noite sair registrando seus passos com a câmera e muito mal por sinal e de deixar qualquer Pazuzu (Demônio de o Exorcista) revoltado e envergonhado.
O Ultimo Exorcismo tropeça no mais óbvio em tentar fazer o simples complicado com pouco dinheiro, por que o que todos nos sabemos nestes filmes você tem que fazer o simples ser elaborado com eficiência e competência e este longa não conseguiu nada disso. Nem o nome de Eli Roth (diretor O Albergue) como produtor no cartaz como produtor vai salvar esta garota ou este filme, que também deve estar possuído por alguma entidade muito ruim, mas esta chamada ganância e incompetência, não tem como exorcizar.
Avalição:
Filmes Inc. 5,5
Critica: 6 
Publico:6,5

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Resident Evil 4: Recomeço (Afterlife)

.Rg.
Resident Evil 4: O Recomeco chega chega para colocar a franquia nos eixos (se é que já houve algum), após suas seqüências desastrosas. Isso era algo a ser feito com urgência, pois Resident Evil, não representa só uma franquia de filmes no cinema, representa uma das sagas de jogos de vídeos games mais conhecidos no mundo e é o pioneiro entre os jogos na linha Horror Survival, que se tornou febre na década 2000 com Silent Hill, Alone In The Dark e House Of Dead.
A febre era tanta que destes jogos citados todos foram adaptados para o cinema, mas poucos tiveram sucesso o próprio Resident Evil 1: O Hospede maldito mesmo não sendo fiel (só para você ter uma idéia da falta de fidelidade do jogo, Alice protagonista dos 4 filmes, não existem nos jogos) ao jogo rendeu um bom filme, e o muito bom Horror em Silent Hill (2006) que em minha opinião, é a melhor adaptação de um game para as telonas.
Mas a transposição de Resident Evil dos consoles (Games) para as telas, só deu “certo” graças um fator que se chama Paul Thomas Anderson, perito em filmes de ficção (é dele o ótimo Enigma do Horizonte um Cult da Ficção cientifica da década de 90) e também responsável pela ate então melhor adaptação de game para o cinema, o divertido e fiel Mortal Kombat (1995).
Mesmo sendo visto como um diretor comum em Hollywood.Paul entendida da transposição de Games para as telas pois somente três títulos que eu já citei, se deram bem no cinema e nenhum a outro obteve algum sucesso e dois destes são dirigidos por ele.
Após o sucesso de primeiro filme, mais do publico do que de seus fãs, que reclamavam de sua originalidade com o game, veio a sua continuação Resident Evil 2: Apocalipse que apesar de fazer boas cifras nas bilheterias caiu muito em qualidade comparando ao seu antecessor, um dos principais fatores foi à ausência de Paul (diretor) que apenas produziu o longo e foi fazer Aliens VS Predador (este já citado em minha cítrica do filme Predadores), mas como qualidade em Hollywood só é discutida após seus números de bilheterias.
E isso não aconteceu com o segundo filme, mas com o lançamento do terceiro longa mais uma vez sob o comando de outro diretor, Resident Evil 3: A Extinção, fracassou nas bilheterias e foi execrado pela critica e Fãs para variar (eles nunca estão contentes) o filme não tem fidelidade nenhuma com nenhum dos jogos, se tornou uma espécie de Mad Max Zumbi em plena Vegas não deu certo algo precisava ser feito urgente.
E a escolha mais obvia para colocar a franquia nos eixos era a mais obvia trazer seu diretor e especialista em filmes do gênero novamente.
Paul voltou e noticias eram promissoras Milla Jovovich (Alice Protagonista) topou voltar (mesmo após o terceiro filme disse que não voltaria mais a interpretar a personagem) uma coisa era certa piorar não ia o diretor prometia pela primeira vez fidelidade ao Game, personagens do jogo foram incluídos na trama, Milla a todo o momento demonstrava empolgação nas filmagens, postando fotos da produção em Twitter diariamente e nos publico e Fãs esperavam ansiosamente.
Mas o balde de água fria veio com sua estréia à única coisa que foi diferencial no longa, foi seu 3D que foi às mesmas câmeras usadas em Avatar.
Para quem viu o filme em 3D ele ganha uns pontos, pois o espetáculo 3D e um vislumbre só têm profundidade às cenas, as seqüências de ação são perfeitas, as explosões, chuva, fumaça são de cair o queixo verdade seja dita, ate uma seqüência que na época de Avatar não era possível temos aqui, uma tomada toda em baixo da água em 3D, realmente você se sente dentro do filme e só. Ha outra seqüência que merece destaque é a  que o Carrasco de quase três metros de altura e seu machado confronta Alice no banheiro.
Pois a novidade e qualidade do filme para por ai parece que Anderson se especializou em aprender a técnicas 3D ao visitar o set de Avatar, com James Cameron e se esqueceu da historia e tudo que ele prometeu em Resident 4.
A trama mostra Alice (Milla Jovovich) e seus clones em busca de respostas e vingança contra a Umbrella Corporation pelo que foi feito com ela, além de sua busca por sobreviventes ao holocausto zumbi e Cleire (Ali Larter) esta ao seu lado novamente e Chris Redfeild (Wentworth Miller de Prision Break) personagem importantíssimo no jogo, e no filme não mostrou por que veio.
Outro aspecto que o filme me incomoda que mesmo sem fidelidade ao jogo Resident Evil, para fãs de filme de Zumbi, como eu enganava um pouco muito pouco, mas agora nem isso, os Zumbis estão hiper potentes, sofrendo metamorfoses sem sentido e explicação, sãs bocas abrem na vertical do nada parecendo algum tipo de Alien, e não um morto vivo ou uma pessoa infectada.
Resumindo Resident Evil 4 é divertido sim, se for apreciado em 3D e só se não. Apenas  assista, pois se você já acompanhou a saga até aqui pior não fica, mas não foi desta vez que a franquia voltou para os eixos se é que ela já esteve nele.
Há já estava me esquecendo sobre os outros jogos que citei de Horror Survival, Alone inThe Dark e House of Dead são sofríveis corra delas se não os viu, como se estivesse correndo de Zumbis, se você já viu alguns destes filmes, meus sentimentos.
Avaliação:
Filmes Inc.(3D): 7
Filmes Inc.(2D): 6
Critica: 5,5
Publico: 7,5
Fãs do Jogo:5,5