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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

O Homem das Trevas

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By Rg. 
O Homem das Trevas resume bem alguns velhos ditados; Quando a esmola é muita, o santo desconfia (quando a recompensa é alta, desconfie tem algo errado), ou o famoso; Tirar doce de criança (uma situação muito fácil, sem dificuldades e consequências), às vezes tudo isso é o inverso, este filme é o exemplo claro disso. Para aqueles que já viram o trailer sabem bem do que estou falando.
Três jovens vivem da prática de pequenos delitos em seu bairro (e sempre se safam devido há uma artimanha que um deles tem), alguns deles querem mais. E um dia decidem fazer a boa (aquele famoso golpe, que vai ser o último e não precise mais cometer delito algum e se aposentar), neste caso, além de ser o que envolve os maiores valores, também é aparentemente o mais fácil, uma casa num bairro abandonado em Detroit, onde quem habita nela é um veterano cego. Sem vizinhos ao redor e pelo fato dele ser cego é o famoso Mamão com açúcar (ou não)? Assim que adentram no local tudo caminha bem, mas bastam alguns minutos lá dentro, para tudo dar mudar e o jogo virar. O filme é um verdadeiro jogo de gato e rato, assim que a "vítima" se da conta dos invasores, a velha casa se transforma em um cativeiro, totalmente fechado e o "deficiente visual" que mora lá conhece todos seus cantos, possui habilidades militares e na escuridão ele tem total vantagem contra os invasores, pelo fato de ter seus outros sentidos aguçados. Resumindo, eles entraram em um covil e se tornaram a caça de um verdadeiro predador.
O filme é pura tensão, talvez uma das maiores e contínuas dos últimos anos. Ele mantém o ritmo tenso o filme inteiro, de forma intensa e quando você para, respira e pensa que acabou, vem mais um tensão e alguns plot twist (reviravolta na trama), e sustos. Os jump scares (cenas de susto), são vários e todos (todos mesmo) funcionam, lhe fazendo saltar da poltrona diversas vezes ao longo do filme.
Mérito de todo este pavor,  é do ótimo diretor, o Uruguaio; Fede Alvarez, que depois de estrear no cinema com o excelente remake de; A Morte do Demônio, nos surpreende novamente, mudando do horror para o suspense (saindo da sua zona de conforto), mas de forma sublime, ele realmente entendeu o que é criar um ambiente de tensão, o filme tem um ritmo e clima de sonhos (ou pesadelos), aqueles onde você é perseguido e nunca escapa daquela situação sem fim, e a cada passo em falso pode ser seu fim, eles transpôs exatamente isso para as telas.
Sua forma de dirigir é outro acerto, o tour que ele faz quando entramos com os protagonistas na casa, acompanhando cada um deles com a câmera em seus ombros indo de um comodo para ao outro pela perspectiva dos invasores é ótima, sentimos a sensação de estar ali, como se fosse uma atração de parque temático, outros momentos somos colocados no de vista do cego é como se fosse um vídeo game em primeira pessoa, somos os olhos, que ele não têm.
O elenco também está muito bem, o filme nos dá os personagens certos para cada situação, Money (Daniel Zovatto) o cara prepotente insuportável, que você quer seja o primeiro a morrer, o garoto "bonzinho" ; Alex (Dylan Minnette) que pratica os delitos para ajudar e se aproximar da garota, Rocky (Jane Levy) que vem de família pobre e sofre maus tratos pela mãe e está nesta vida para tirar sua filha daquele ambiente conturbado para se criar uma criança. Algum tipo de sentimento você sentir por algum daqueles personagem, seja simpatia, empatia ou medo quando se trata do homem cego, num atuação excelente de Sthephen Lang,
Os três atos do filme são do mesmo nível, algo raro em filme só gênero, difícil escolher o melhor (todos são do mesmo nível ou até vão num crescente impressionante).
O Homem das Trevas não é perfeito, tem dois ou três pequeno defeitos em seu roteiro, mas como se trata de um suspense e quando ele começa e torna tão eficaz, que você releva estes pequenos e quase imperceptíveis erros (que não chegam a prejudicar). O suspense e a tensão compensam qualquer equivoco, e vale muito a pena ser visto é uma pena que o título nacional, somado ao pôster mundial do filme, passe a impressão de ser um filme de terror, pois ele é um suspense real (que chega a ser perturbador por isso) e seu título original é; Não Respire, e ao assisti-lo fica realmente difícil respirar de tamanha tensão.
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Avaliação:
Critica:8
Filmes Inc.:9,5
 Público:9

Groselha #8 Lendas Urbanas, Mitos, e Simpatias, da Loira ao Saci, quem nunca ouviu!!!

Neste Groselha destrinchamos o mundo das Lendas Urbanas, nacionais e importadas (rs), Mitos que acreditávamos (ou acreditamos) , simpatias e etc. Desde Saci, Curupira, Loiras do banheiro ou mitos como manga com leite. Confiram, assinem o canal , deixe seu like (joia) e comentem. Obrigado

Star Trek : Sem Fronteiras

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By Rg.
Star Trek chega aos cinemas com várias marcas estabelecidas primeira por ser uma franquia que existe desde os anos 60 e ainda estar ativa até hoje, teve um hiato nos anos 2000 (sete anos de 2002 ha 2009), e voltou revitalizada, por um dos maiores nomes do cinemas dos da última década; J.J. Abrams que além de revitalizar uma série que tinha um nicho específico, ele conseguiu um êxito tão grande trazendo os fãs de volta (conhecidos como Trekkers) e ainda agregou novos fãs, que nunca se interessavam por Star Trek (como eu). Resumindo ele fez uma ficção científica eletrizante para gregos e troianos (Trekkers e não Trekkers). Depois de dois filmes elogiados é bem sucedidos (2009 e 2013) o diretor J.J. Abrams foi brincar em outro território nerd onde ele era fã assumido Star Wars. Agora além de manter o nível dos filmes anteriores de Star Trek: Beyond (no Brasil Sem Fronteiras) carrega o fardo de ser o filme que marca os 50 anos desde universo que começou com a série de Tv nos 60 e ganhou as telonas nos anos 80 e vai ate hoje. Não é momento nem hora de errar e fazer feio tem que no mínimo se equiparar aos anteriores ou supera-los. Está enorme responsabilidade ficou a cargo do diretor de filmes ação: Justin Lin responsável pela revitalização da franquia; Velozes e Furiosos, inclusive dos últimos filmes (3 4. 5 e 6).

Star Trek: Sem Fronteiras é tudo que vimos nos dois filmes anteriores, mas com o clima da série clássica, após eles reestabilizarem a franquia o diretor e o roteirista; Simon Pegg ousaram e se sentiram confortáveis de inserir mais coisas que os Trekkers tanto queriam nessa reinvenção da saga, sem perder os novos adeptos eles angariaram neste reboot (e deu certo), os elementos são colocados num contexto ótimo e sem soar galhofa (como o seriado era). Justin Lin apaixonado por Star Trek entendeu sua essência e ainda sabe fazer ação como ninguém. Se em Velozes e Furiosos ele foi responsável pelos exageros e cenas de ação de proporções épicas que saga tomou (de uma forma divertida) aqui ele abusa disso e funciona até melhor do nos filme de Torreto e Cia, pois aqui é uma ficção científica e quase tudo é aceitável (as sequencias de ação são impecáveis e frenéticas).
Agora a tripulação da Enterprise está numa missão de cinco anos de pacificação da galáxia, realizando acordos de paz por diversos planetas entre povos e espécies em nome da federação. E seu líder Kirk já não tem mais a mesma vontade de ser capitão e pretende entregar o posto após termino desta missão. Ao atender um pedido de socorro a Enterprise parte para a missão de resgate e são atacados bruscamente pelo exército de Krall (Idris Alba) que destrói a Enterprise e os tripulantes acabam lançados em um planeta desconhecido. Além de uma sequência de ação fantástica do ataque, a ideia de o restante da ação ser em terra, é excelente, é ótima também interação do elenco, é formidável vê-los praticamente divididos em duplas, precisando agir em equipe para reencontrar os outros e ainda enfrentar os inimigos, rende ótimas cenas de ação e piadas, principalmente entre MacCoy (Bones) e Spock, que não tem se entendem e brigam o tempo todo, principalmente pelo fato de serem totalmente opostos em tudo.
Kirk vivido por Chris Pine, está novamente muito bem no papel, Uhura (Zoe Saldna) ganha mais destaque (e não faz feio), Scotty (Simon Peggy que também é o roteirista) ganhou mais importância, Sulu e Chekov cumprem bem seus papéis. Os efeitos também são espetaculares. Mas os maiores méritos são para; Simon Pegg, que entregou um roteiro impalpável e Justin Lin, que fez um ótimo filme de ação, ficção e aventura, tão bom, que nunca iriarmos imaginar um filme da saga sem a Enterprise, ele o fez e não nos deixou sentido falta da protagonista, pois a aventura em solo e ótima eficaz. Vale ressaltar a ótima trilha sonora; clássica e que não soa de forma gratuita e se encaixa perfeitamente no filme e nas suas sequencias de ação.
Star Trek Beyond faz jus a toda à mitologia que saga tem e agrada os novos fãs desta franquia tão especial que já perdura faz 50 anos e se continuar nesta qualidade que venham mais 50 anos. @RG_Filmesinc                  @FilmesInc               #Facebook            insta/rg_filmesinc
Avaliação:
Critica:8,5
Filmes Inc.:8,5
Público:9

Groselha #7 Nome Estranho de Gente Esquisita.

Nesta sétima edição: Discutimos sobre os nomes mais estranhos (legais ou bizarros), que já ouvimos. E pra você quais são os nomes mais exóticos ou excêntricos que já ouviu, ou conheceu? Confiram, compartilhem, deixe seu like e assinem o canal obrigado.  

Groselha #6 Vergonha Alheia , Eu Confesso (é ruim , mas eu gosto).

No nosso momento Vergonha Alheia, confessamos nossos pecados. Quem nunca gostou de algo e descobriu que era ruim, ou sabia que era ruim mas mesmo assim continuou, assistindo ou ouvindo aquilo e nunca admitiu, este é o momento de tirar os esqueletos do armário. Assista, concorde, discorde, comente e assine e deixe seu like

Nerve

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By Rg. 
Nerve um jogo sem regras é um filme que conversa diretamente com a atual geração, uma geração antenada nas Redes Sociais. Não digo só dos jovens, digo de todos que são usuários dos aplicativos e não vivem sem eles, ou melhor, principalmente daqueles que precisam de aceitação e de se provar em cada post, que querem atenção e sua vida é mediada por like e views.
Nerve é um jogo que você joga ou absorva e cada jogador recebe tarefas para fazer em um tempo determinado e quando as executa de forma bem sucedida, fatura uma quantia em dinheiro que cresce conforme a dificuldade dos desafios. O jogo é uma febre nos colégios e faculdades, mesmo sendo um jogo privado e ilegal, quem o joga assume um termo de compromisso que não vai denunciar o jogo as autoridades, sendo assim só você é seus amigos sabem do jogo e do que se trata (Nerve é criado e organizado por hackers).
Nossa protagonista Vee (Emma Roberts) é reclusa e após a perda do irmão vive somente com a mãe e praticamente está prestes a abrir mão de seu futuro para não deixa-la só, ela esta prestes a recusar o convite de uma ótima universidade, para ficar perto da mãe que ainda não superou a perda do seu irmão.
Mesmo tímida Vee ela tem como amiga uma das garotas mais populares do colégio; Sidney e uma paixão platônica pelo astro do time. Seu grupo de amigos são até descolados, com exceção dela e de seu melhor amigo Tommy, que nitidamente sente algo por ela. Sidney é totalmente o oposto de Vee e se tornou uma viciada no Nerve, topando todos os desafios impostos pelo jogo, em troca de popularidade. Tudo muda quando Vee é desafiada por seus amigos, que a acusam de não se arriscar, daí decide entrar no jogo, mas pela primeira vez como jogadora e não apenas uma observadora, na esperança de provar algo para seus amigos. O jogo lhe pergunta assim que você se cadastra, se você é um jogador ou observador. A partir de sua resposta sua vida muda e ela passa gostar dessa mudança, sua confiança e autoestima aumentam, e ela vai realizando desafios, que vão se intensificando (e os prêmios também se tornam mais atrativos), fazendo que o jogador nunca pare e nunca tenha um limite. Em seu caminho, em um dos desafios ela encontra Ian (Dave Fraco), um jogador experiente que a pedido do público executa desafios em conjunto com nossa protagonista.
Cada jogador além de querer faturar mais, se torna escravo do jogo, pois se parar ou desistir de um desafio, ele perde tudo que já ganhou. O atrativo jogo de prendas, se torna uma mega competição, pois os mais populares, quem tem mais fãs (ou mais views), vão passando de fase, rumo a uma final milionária, este afunilamento no jogo, faz todos jogarem contra todos e a competição se torna perigosa, com desafios que envolvem perigo de vida.
Tudo que era uma simples tiração de sarro, se torna um jogo mortal e sem limites. Veee e Ian se tornaram o casal sensação do Nerve, estão presos e correndo perigo, seus adversários que pretendem elimina-los a todo custo para ganhar.
Após um primeiro ato divertido e leve, um segundo ato ágil (e até romântico), o terceiro ato surpreendentemente, se torna um filme ação e suspense (uma grata surpresa), ele muda de ritmo (e gênero) de forma eficiente, méritos da dupla de diretores; Henry Joost e Ariel Schulman (pasmem, dirigiram Atividade Paranormal 3 e 4), que adaptaram o livo homônimo, de uma forma eficiente e dinâmica, fazendo o filme valer muito a pena de ser visto. Um dos pontos fortes do filme é o elenco os dois protagonistas tanto Emma Roberts como Dave Franco tem carisma suficiente para segurar o filme.
Nerve é uma crítica ao mundo atual e sua geração, onde todos tem redes sociais, mas não apenas para diversão e compartilhar momentos, mas sim para se auto-afirmar, todos estão ali buscando popularidade, fãs, likes, compartilhamentos, views e etc, todos querem ser aceitos e às vezes até passar a impressão de uma vida que não tem, somente para ter um status (nem que seja de mentira). Nerve nos mostra tudo isso numa forma avançada e não muito distante, e faz uma crítica eficiente, vale muito a pena ser conferido, tanto pela qualidade do filme e seu contexto, elenco, roteiro e boa direção.
Avaliação:
Critica:8
Filmes Inc.:8,5
Público:8

Groselha #5 Jogos Olímpicos, Olimpíadas ou OlimPiadas. Da Grécia ao Rio, quem viu mentiu!

Neste programa destrinchamos (ou não), os Jogos Olímpicos e suas curiosidades, sera que vai dar certo? sera que Síria vem? descubra deixe seu like, comentem e assinem nosso canal. Obrigado

Quando as Luzes se Apagam

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Quando as Luzes se Apagam é mais um longa de terror e para variar é mais um que não é uma história original. Num gênero que falta tanta originalidade este filme bebe quase que de uma fonte "original" ou podemos dizer "dele mesmo", assim como outro sucesso recente do gênero; Mama que assim como este é baseado em um curta metragem homônimo (vídeo do curta no final desta postagem), devido ao seu sucesso o estúdio aprovou o longa metragem e como no citado o mesmo diretor foi convocado, David F. Sambberg famoso por curtas metragens. Quando as Luzes se Apagam nos conta as história de uma família que após alguns acontecimentos, esta totalmente desestruturada, entre tais acontecimentos o desaparecimento do pai da família ha alguns anos atrás, sua esposa Sophie (Maria Bello) se tornou depressiva e dependente de medicamentos, como consequência disso sua filha Rebecca (Teresa Palmer) a deixou e após alguns anos quando tudo parecia se normalizar, seu padrasto ( pai do seu irmão fruto de um novo casamento de sua mãe) é encontrado morto sem explicação e Sophie se tornou depressiva novamente e seu meio irmão Martin começou a sofrer de insônia. Para piorar uma entidade que age na escuridão começa assombrar os seus filhos. O filme tem uma boa trama, que inclui ótimas cenas de suspense, onde a criatura se movimenta pela escuridão, vale ressaltar as cenas de terror onde a entidade vem com o piscar das luzes são ótimas (como a inicial ou a do néon no apartamento de Rebecca), os jumpscares (sustos) funcionam nos minutos iniciais, de formas bem coerentes. 
Mas nem tudo são flores o grande problema do filme é que mesmo sendo curto (01h20min), seu ritmo é lendo e cansativo, deixando o filme exaustivo, algo se deve pelo fato de ser baseado num curta de 2 minutos e meio e transportá-lo para 1 hora e 20, ele não teve um roteiro coeso que segure o ritmo de longa metragem chegando a parecer que o curta foi esticado para os cinemas e seu roteiro não acompanhou a adição de tempo. Mais decepcionante ainda para aqueles que viram o curta que o originou e são fãs do gênero, que invadem nossas telas anualmente, mas que poucos se aproveitam, este até vai divertir, se você não for tão exigente e desligar o bom senso, ele até melhor que boa parte da media e também leva a assinatura de James Wan (A Invocação do Mal e Sobrenatural) grande nome do terror nos últimos anos, mas ou ele não acompanhou a produção (ou apenas assinou a produção). Quando as Luzes se Apagam não é ruim, mas tinha uma premissa para ser melhor e a julgar pelo curta que nos agrada e assusta em menos de 3 minutos, o filme não consegue fazer isso com mais tempo e orçamento. Segue abaixo o curta original.
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Avaliação:
Critica:7
Filmes Inc.:6,5
Público:8
 

Um Espião e Meio

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By Rg. 
Um Espião e Meio comédia poderia ser apenas mais uma comedia daquelas que chegam aos cinemas todo mês, mas alguns fatores a tornam especial, primeiro por ser estrelada pelo astro mais carismático da atualidade em Hollywood; The Rock (ou Dwayne Johnson), que mesmo vivendo seu melhor momento nos últimos três anos, continua a fazer muitos filmes anualmente, engrenando um projeto após o outro. Sempre encarando novos desafios, agora ele volta a fazer uma comédia (algo que já fez quando ainda precisava de reconhecimento do público (Treinando com o Papai). Ao seu lado temos outro ator que vive uma ascensão meteórica nos últimos três anos; Kevin Hart, que desde que Policiais em Apuros foi um sucesso de bilheteria nos EUA, ele vem emplacando suas comédias todas no topo das bilheterias yankes se tornando o novo nome do humor por . Unir estes dois astros numa comédia de ação seria praticamente garantia de sucesso, precisaria de muita destreza de estúdio ou diretor, estragar está química e junção de fatores positivos (será?). Central de Inteligência (titulo original) ou Um Espião e Meio traz a velha fórmula de filmes de ação e humor com duplas que não tem nada em comum e tem que trabalhar juntos, como em Máquina Mortífera, Dose Dupla, A Hora do Rush entre tantos, gênero também conhecidos como Buddy-Cops. Uma ideia acertada e utilizar o brucutu The Rock de uma forma diferente, geralmente os astros de ação em filme de humor fazem papéis sérios em situações cômicas, sempre mantendo a postura séria e desconforto com a situação, aqui não, ele é também um dos alívios cômicos do filme. Ele vive o ex-aluno do colégio central, Bob Stone que era gordo e sofria bullying, e agora anos depois na reunião da turma formandos surge totalmente diferente e procura o amigo Calvin (Hart), que o protegeu no colégio e era o aluno mais popular. Hoje a vida de ambos estão praticamente opostas, Calvin que hoje é um mero contador e Stone é um agente da CIA (e uma montanha de músculos), seu personagem é hilario, na mesma proporção de Hart (ou mais) sua falta senso do perigo e sua ingenuidade são ótimas, sua vestimenta é um capitulo a parte, com direito a bermudas e pochetes. Bob reencontrar Calvin não e mera coincidência ele esta envolvido em uma conspiração onde não pode confiar nem na própria CIA, que o esta caçando e em meio ao caos Calvin esta envolvido e tem que fugir para provar sua Inocência também. A química entre os dois e ótima, o personagem de Hart (Calvin) é puro medo e está apavorado com toda situação já Dwayne é puro carisma e parece uma criança com treinamento militar. O longa funciona como uma otina comédia do gênero seu primeiro ato é o melhor, a diminuição de seu ritmo não o prejudica (algo normal me comédias, não manter o ritmo das piadas durante uma hora e meia), ainda amais quando precisa de espaço para um pequeno arco dramático, sobre o personagem de Calvin mostrando seu descontentamento com sua vida, que foi de aluno popular, esportista e rei do baile a contador de cresce média, nada que tire o brilho do filme que funciona também como aventura, as sequências de ação são ótimas e hilárias, uma ótima junção. O diretor é Rawson Marshal Thurber (Família do Bagulho) perito em comedias, acerta também no quesito ação. Resumindo Um Espião e Meio e uma fórmula batida, mas se você junta mesmo assim está receita, com dois ótimos atores e principalmente, muito carismáticos, não tem como errar, vale a pena ser conferido tem uma boa trilha e participações divertidas, e caras como The Rock e Hart são puro carisma nas redes sociais e estão praticamente interpretando a si próprios em alguma cenas.
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Avaliação:
Filmes Inc :8,5 
Critica:7,5
Publico:9

domingo, 18 de setembro de 2016

Groselha #4 Pagode anos 90, musicas, grupos, nomes, roupas e etc.

Do nosso quadro; Pagodeando analisamos este gloriosa época que marcou os anos 90, o pagode e todo seu romantismo, que tomou conta das rádios e da TV brasileira. Assinem nosso canal, deixe seu like e comentários obrigado.