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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Alvo Duplo (Bullet to the Head)

By Rg.
"Eu acredito em dinossauros", não só pelo fato da ciência já ter provado a existência deles, estou me referendo a outro tipo de dinossauros que já andaram por Hollywood, os brucutus (atores veteranos do cinema de ação dos anos 80/90), eu acredito neles pelo fato de ter testemunhado sua existência (seu auge), e extinção, mas ao contrário dos que habitavam a nosso mundo, algumas espécies voltaram a andar pela terra, como; Bruce Willis, Arnold Schwarzenegger e Stallone, dentre eles o mais bem sucedido é Stalone que ressurgiu em 2006, com Rocky Balboa e Rambo e depois trouxe de volta das cinzas seus amigos, para se divertir e nos divertir também em OsMercenários, mas aqui em Alvo Duplo ele atinge sua maturidade, se nos filmes citados Stallone (no auge de seus 70 anos) dirige, roteiriza e atua (de quebra não usa dubles), não é que não tenha dado certo até agora, e nós gostamos disso, pois fisicamente ele esta em forma, é que aqui ele esta maduro interpretando um personagem mais velho (experiente), mas longe de ser setentão, e isso lhe fez bem, ele esta no melhor estilo coroa durão, meio Dirty Harry com inclusive às vezes chega á lembrar os trejeitos do Midas; Clint Eastwood, sarcástico, turrão, mal humorado, disparando frases hilárias, sem esboçar um sorriso. 
Neste filme Stallone é Jimmy Bobo , um matador de aluguel, que já teve diversas passagens pela polícia, hoje mais experiente e vacinado, age de forma profissional, sempre com seu parceiro (chegando a lembrar Pulp Fiction, tanto nas vestimentas, como na tranquilidade ao chegar no local), tranquilos, partem em mais um serviço, as coisas acabam não saindo como eles aguardavam, para complicar ainda mais eles acabam sendo  são traídos pelos seus contratantes, que fazem parte de um alto escalão, envolvendo políticos e outros magnatas. Traição esta que resulta na morte de seu parceiro, fato que faz com que Jimmy vai atrás de vingança, em seu caminho esta o detetive Taylor Kwon , que chega a cidade para investigar o suposto homicídio, em que Jimmy esta envolvido, Taylor e o único à ligar os pontos e ver que todos os corpos que chegaram ao necrotério naquela noite tem uma ligação, mas o que ele não sabia que todo o departamento de policia local é corrupto, e sua investigação pode atrapalhar os negócios da máfia local, e se torna um alvo também.
Taylor e Jimmy mesmo estando em lados opostos da lei, precisam agir em conjunto para ter seus objetivos realizados. A partir dai que o filme deixa um pouco de lado o tom sério para ser divertido também, a química entre os dois não é perfeita, mas por isso que se torna divertida, Stallone dispara as melhores frases do filme.
No quesito ação o filme também não deixa a desejar, dirigido pelo veterano Walter Hill de 48 Horas e Inferno Vermelho(clássicos dos anos 80), o longa tem muita violência, com cenas de lutas fantásticas, como a briga no banheiro, já esta entre melhores do cinema atual (vale destacar a do interrogatório), as perseguições e tiroteios são muito verossímeis, com vilões canastrões (Chrstian Slater e Mr.Ecko), e um brutamonte de capanga, daqueles de dar medo só de olhar, vivido pelo monossilábico Jason Momoa (o novo Conan ou Khal Drogo de Game of Trones, muito bom neste papel), mas como já disse; o filme é sim de Sylvester Stallone, que parece que com toda sua experiência, além de nos divertir, volta ao gênero policial de forma excepcional, muitos vão criticar, mas o filme é muito acima da média, e se me fez acreditar em dinossauros, é por que eles realmente existem.
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Avaliação:
Critica:7,5
Público:8,5
FilmesInc.:8,5

terça-feira, 23 de abril de 2013

Oblivion


By Rg.
Oblivion nova ficção cientifica estrelada por Tom Cruise (Jack Reacher e Missão Impossivel), tem todos os ingredientes que uma ficção cientifica precisa para dar certo e no minimo regular, tem um diretor experiente no assunto, Joseph Kosinski, que dirigiu recentemente Tron: O Legado, perito no gênero e em efeitos especiais e visuais, tem o maior astro da atualidade Tom Cruise (seus cachês chegam à 75 milhões, mas geralmente o retorno é garantido nas bilheterias, Cruise é o ator com maiores números de Bilheterias da história), além de garantia de público, todas as vezes que o astro se aventurou no gênero tivemos bons exemplares como; o ótimo Minority Report e o bom, Guerra dos Mundos, outro fator que contribui para aguçar nossa curiosidade para ver o filme é o tema, futuro pós-apocalíptico nunca esteve tão em alta; O Livro de Eli, A Estrada, entre outros, some isso a ficção temos uma fórmula certeira, o clima de Mad Max com a tecnologia do futuro, com todos estes aspectos é difícil não dar certo, agora vai do diretor e o roteiro, desenvolver a história, neste cenário intrigante.
O longa se passa 60 anos à frente do nosso tempo, num futuro com a terra totalmente devastada, após a lua ser destruída, logo em seguida tivemos uma guerra nuclear, devido a uma invasão alienígena, conhecidos como saqueadores ou Scavs, que após destruírem diversos planetas (e a lua), chegam a terra para extrair nossas riquezas, como a água e minerais, e partem deixando um rastro destruição e extinção para traz. Tom Cruise vive Jack (again) uma espécie de vigia que cuida de algumas estações de extração, para ser enviados para uma das estrelas de saturno, onde os poucos humanos restantes agora habitam, largando nosso mundo deteriorado para trás, devido a grande radiação pós-guerra em diversos lugares (para derrotar nossos inimigos usamos ogivas nucleares ganhando a guerra, mas sacrificando nosso planeta), Jack é o responsável, pela manutenção destas torres e dos drones (espécie de maquinas de combate, que eliminam os saqueadores que ainda estão escondidos por aqui, tentando impedir que enviamos água e outros recursos fundamentais para nossa sobrevivência em outro mundo), seu dia a dia é sempre a mesma rotina ao lado de sua companheira Vitoria (Andrea Riseborough), eles são os únicos humanos aqui até o termino de sua missão, ela coordena suas operações, e ele é o agente de campo, sempre armado e atento evitando os saqueadores. O visual do filme é fantástico, Cruise segura o filme em sua maior parte sozinho, em seu segundo ato quando a verdadeira trama vem à tona, onde um triangulo amoroso é formado com a chegada de Julia (Olga Kurylenko), o filme se torna mais interessante, nos deixando com mais curiosidade sobre o que esta acontecendo "ou acontecido", outros novos personagens entram em cena, e a ação também toma conta do filme, conforme sabemos mais sobre os novos personagens.
Oblivion funciona muito bem, mas não é perfeito, em seu terceiro ato chega á ser um pouco monótono, quando Jack fica em dúvida sobre o porquê de sua missão, mas nada que 10 minutos à menos não resolveriam, pode ser falta de experiência do diretor, que esta apenas em seu segundo filme, mandou bem na direção de arte e efeitos e deixou um pouco á desejar no dinamismo do filme, também não é nada que tire o brilho do filme, que numa época de tanta escassez de boas ficções se saiu muito bem, mas pena que poderia se sair melhor, pois há muito potencial e como já citei o filme tinha todos os ingredientes para dar certo, apenas errou na dosagem de algum.
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Avaliação:

Critica:7,5
Público:8
FilmesInc.:8



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Mama


By Rg. 
"Era uma vez," frase que abre o filme Mama, vai na linha oposta do gênero que é o filme, tudo bem que temos alguns elementos de contos de fada, uma cabana na floresta, crianças perdidas, uma lenda, mas o filme é longe de ser um conto infantil, produzido por Guilhermo Del Toro (perito no gênero suspense/terror), muito ocupado com seus projetos, produz sempre que pode algo que lhe interessa do gênero, principalmente se tem algum diretor latino emergente nele, como ele já fez com o bom O Orfanato
Mama é baseado num curta metragem de 2008 (segue anexo no fim do post), dirigido pelo argentino Andrés Muschietti seu o curta repercutiu e Del Toro o convidou para contar mais sobre a história das duas irmãs num longa metragem, uma ideia ousada, pois um curta de menos de 10 minutos virar um filme, pode se tornar um algo vago, com muito enchimento de linguiça, afinal aquele história não foi pensada para as telonas. O filme já abre num tom sinistro com um pai desesperado correndo com as filhas para longe de tudo, acabando numa cabana, onde num ato desesperado de tirar sua vida e de suas duas filhas algo acontece e o impede, e as duas crianças ficam sozinhas (ou não) na floresta, os anos se passam e nada das garotas serem encontradas, até que cinco anos depois o tio delas que financiava expedições diárias de busca, tem resultado, e elas são finalmente encontradas, mas a partir dai outros problemas vem a tona, elas praticamente se tornaram primitivas, regrediram na evolução, vão ter que se readaptar ao nosso mundo e principalmente deixar Mama para traz. 
A Mama do título é alguém que cuidou delas neste tempo, se não elas não sobreviveriam, mas será que Mama vai deixá-las em paz, sob a guarda de outros, seu tio Lucas consegue sua tutela e se muda junto com sua namorada Annabel (Jessica Chastein) e as meninas para uma casa sub supervisão do estado, Victoria a mais velha tem uma readaptação mais rápida, pelo fato de quando desapareceu já falava e sabia ler, já Lilly não, pois não era instruída educacionalmente, e ficou este tempo todo sem dialeto, se comunicando por gestos de forma primitiva, Annabel também esta passando por dificuldades, pois de uma hora para outra sua vida deu uma guinada, onde ela teve de escolher entra sua vida na cidade, com sua banda de rock, ou continuar com seu namorado (agora morando junto) e se tornando praticamente mãe de duas garotas, muito do mérito do filme se deve a atuação de Jessica Chastein, sua versatilidade é algo que não víamos no cinema (numa atuação feminina) em anos, ela foi de dona de casa em The Help, a mulher frágil em Os Infladores, agente da CIA em A Hora Mais Escura, e recentemente uma dona de casa (conservadora e submissa) em O Abrigo, com cara e trejeitos de senhora do interior, aqui ela não se transforma apenas atuando, seu estilo e jeito de mulher também; com um ar mais jovem,  moderna, vocalista de banda, com tatuagens, cabelo curto, e quase impossível se a pessoa não for aficionada por cinema, ou não ler seu nome no poster reconhecê-la, não estou falando apenas de maquiagem, e sim uma mudança de personalidade e estilo para poucas, sua Annabel e a espinha dorsal do filme.
Após muitas sessões os médicos acham que não à nada de erado com as garotas, mas após as observarem eles acham que elas criaram uma espécie de alter ego, chamado Mama, que elas alegam ter cuidado delas, mas que deve ser algo passageiro, agora na cidade será coisa do passado. Os dias se passam e fatos estranhos ocorrem na casa, cada vez com mais frequência, o diretor mantém o segredo, nos mostrando apenas um pouco a cada cena, sempre deixando a gente mais curioso e aflito, com cada vulto ou aparição repentina de Mama um pouco mais de seu visual aterrorizante era revelado, o filme funciona muito bem neste aspecto, é pura tensão e a cada aparição sua á plateia gritava surpresa. Pena que faltou experiência para que ele segurasse os telespectadores (mais críticos) até o fim, não sabemos se é falta de experiência ou como já disse também a falta de um roteiro coeso, que não era para um longa e foi estendido (uma hora a corda rompe), o filme tem seu ponto fraco no seu final, que soa meio arrastado, quando por necessidade mercadológica, tudo tem ser minimamente explicado em Hollywood, ao tentaram dar um origem à Mama, o filme se perde o foco, e também por em seu desfecho final, as aparições em close da criatura, que antes era assuntadoras já não assuntam mais, nem tem mais impacto, mesmo assim o filme esta muito acima da média de outros exemplares ruins do gênero, e vale ser conferido, ainda mais se você não for tão critico e detalhista, ira se divertir (ou assustar) ainda mais.
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Avaliação:

Critica:7,5
Público:8,5
FilmesInc.:

terça-feira, 16 de abril de 2013

Jack O Caçador de Gigantes

By Rg. 
Fee, fi, fo, fum !!! "sinto cheiro de sangue", para aqueles que são de uma geração anterior e cresceram ouvindo histórias ou assistindo elas na TV (como série em contos de fadas na TV cultura), sabemos muito bem a importância nostálgica que estes contos tem para nossa geração, contos como; João e Maria, A Bela e a Fera, Chapeuzinho Vermelho e Branca de Neve. Mas infelizmente às vezes é bom ficar apenas na lembrança, todos os contos estão sendo revisitados, alguns de forma tão vergonhosa que fariam os Irmãos Grimm (escritores responsáveis pela maioria destes contos citados), devem estar de bruços no túmulo. A nova geração esta conhecendo os mitos de forma errada "e o pior estão gostando".
Todos estes exemplares acima já ganharam uma nova versão, e pior alguns foram alterados para versões contemporâneas, isso somente nos dois últimos anos, abrindo a leva destes filmes tivemos o sofrível; A Garota da capa Vermelha, que é baseado no conto dos irmãos Grim, mais conhecido como Chapeuzinho Vermelho, mas além de estragarem tudo que havia de bom no clássico, o filme é uma fusão de Crepúsculo com o conto, nos brindando com um triangulo amoroso desnecessário, em um romance insosso, logo depois outro derivado de Crepúsculo, e dos clássicos literários veio nos assombrar, A Fera, versão pop do clássico que conhecemos como A Bela e a Fera, resumindo o filme é um equivoco só. Ano passado foi à vez de Branca de Neve chegar aos cinemas, com Branca de Neve e o Caçador; este com menos romance e com mais cara de épico, mas também desnecessário e equivocado, uma protagonista sem carisma em um conto de Branca de Neve onde a Bruxa é mais bela que a princesa, somando tudo isso nem a boa fotografia e a grandiosidade da produção salvam o longa, em seguida quase paralelamente tivemos o horroroso Espelho, Espelho Meu, com uma cara mais Disney, numa tentativa de apenas transpor o clássico dos Grimm, mais conhecido pela animação da Disney de 1937 para o live action, resultado assombroso, e o ultimo mais recente é João e Maria; Caçadores de Bruxas, desta vez a ideia era nos mostrar o conto do casal de irmãos que se perdem na floresta, e vão para numa casa de doces da bruxa, anos mais tarde agora caçando monstros, o filme ficou com um jeito à la Van Helsing resultado, parecer com o fiasco Van Helsing não é bom.
Por que os estúdios ainda persistem em estragar a nossa infância ou traumatizar os próximos.
Quando; Jack O Matador de Gigantes, foi anunciado, todos ficamos com os pés e corpo atrás com a produção, até que os ânimos foram acalmados quando Bryan Singer foi anunciado como diretor, devido ao currículo do competente diretor, o filme conta a famosa história de João e o Pé de Feijão, aqui no Brasil (lá sempre foi Jack), na trama as semelhanças com o conto original são muitas, com algumas adições, mas comparando aos outros contos citados, Jack tem mais respeito pela obra original, todos os elementos estão lá, o clima de aventura e a mitologia, desta vez os gigantes fazem parte do folclore do Reino de Gatúa, onde os gigantes tentaram tomar o reino, mas o rei conseguiu controlá-los e mandá-los de volta para seu reino nas alturas, e derrubou seu único acesso a terra, derrubando o pé de feijão, e guardando consigo seus últimos grãos de feijão, os anos se passaram e a história se tornou um conto para crianças, devido a todos nunca terem visto um gigante, mas este fato esta para mudar devido ao pretendente da filha do rei (Ian McShane), o ministro/tesoureiro/chefe da guarda; Roderick (vivido por Stanely Tucci), descobrir que não é apenas um mito e desenterrar os restos mortais do rei junto com seus feijões, mágicos, mas o clero formado por monges, que agem como guardiões da lenda, descobrem e roubam dele antes que ele arquitete seu plano, no meio deste caos esta Jack, um pobre camponês que esta no reino tentando vender seu cavalo, e acaba o cedendo para a fuga do monge em troca dos feijões, frustrado se sentindo enganado Jack, volta para sua pobre casa, onde por acaso numa noite chuvosa recebe a visita da princesa do reino, perdida e procurando abrigo, com a chuva um dos feijões tem acesso à água e brota um enorme pé de feijão, levando sua cabana e a princesa para além das nuvens, o rei ao saber do fato envia uma equipe de resgate e Jack se prontifica a ajudar, a partir dai a aventura começa, por que do mesmo jeito que os humanos podem subir os gigantes podem descer, ao chegarem ao topo eles não sabiam o que lhes aguardavam, até que encontram os primeiros gigantes, vale citar, que todos tem fisionomia própria, mas mesmo assim caricatos.
O problema do filme ao contrário dos citados não é o conto original, ele muda algumas coisas, mas relevantes, como Jack ter um cavalo para trocar, não uma vaca, a quantidade de gigantes, mas respeitou a obra original em sua maioria, o fato que prejudica o filme é a verossimilidade, em nenhum momento o filme convence, não que os efeitos sejam ruins, mas não temos nada surpreendente, pela tecnologia que o cinema possui hoje em dia, algo já citado em Oz, é muito CGI e pouca maquiagem e traquinagem como no cinema mainstream, pode dizer que é impossível fazer isso hoje em dia, não é pois, Peter Jackson nos provou na trilogia Senhor dos Anéis, e recentemente em Hobbit que é possível, com truques de câmera, maquete, miniaturas, tudo isso faz o filme ser mais real, as criaturas terem peso e expressões, algo que sentimos muita falta em Jack o Caçador de Gigantes, que primeiramente era Jack o Matador de Gigantes dai o estúdio mudou repentinamente. 
O elenco também deixa muito a desejar, não pelo elenco de apoio Stanley Tucci esta acima da média e o rei também, mas casal de protagonistas (Nicholas Holt e Eleonor Tomlinson) é meio insosso e sem carisma, portanto quando Hollywood não peca ao desfigurar os contos de fadas ela peca de outra forma, elenco,  roteiro e efeitos. Jack caçador de gigantes pode muito bem ser conferido sem compromisso em sua casa.
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Critica:6
Público:7,5
FilmesInc.:6,5

domingo, 14 de abril de 2013

G.I.Joe:Retaliação



By Rg.
G.I.Joe: Retaliação (ou 2), é a sequência de; G.I.Joe: A Origem Cobra (2010), mas é 

uma sequência dois em um, uma sequência Reboot, para os mais desinformados Reboot é um recomeço, quando você pega uma franquia e reinicia, põe ela nos trilhos, exemplos recentes são, O Espetacular Homem Aranha, mas aqui em G.I.Joe, eles usaram a fórmula acertada de fazer este procedimento, sem ignorar totalmente o filme anterior, que não chega a ser todo ruim para ser descartado. Outras franquias também fizeram isso recentemente, O Motoqueiro Fantasma 2; que ignora o primeiro filme, mas usou o mesmo ator e a introdução do personagem já apresentada no primeiro, para não ter que recontar a história de 2008, também ocorreu isto com O Incrível Hulk, mesmo sendo um filme totalmente distinto de Hulk (2003), ele não nos conta novamente a história do gigante esmeralda, aproveitando que todos já a conhecem e para os que não conhecem, ele faz um breve flashback nos créditos iniciais.
Em G.I.Joe: Retaliação isso não é necessário, ele também resume o primeiro filme nos créditos iniciais sem descartá-lo e reaproveita apenas os personagens mais interessantes, outro aspecto que nesta sequência nos remete a um certo tom de reboot, é o fato do longa mudar muito o rumo do filme, comparando ao anterior, enquanto o primeiro era praticamente um desenho animado transportado para as telonas, com muita fantasia (com direito a trajes especiais e colantes), armas lasers, esconderijos submarinos e etc, neste os Joes são exímios militares, comandos, com armas de fogo e trajes de guerra, uma elite especial, mas plausível do que foram retratados no primeiro filme. Fórmula acertada, já deixa o filme com outro tom, logo em seu inicio a inclusão de novos personagens como, Flint, Lady Jaye e Roadblocke , também fazem bem a trama, outros não retornaram (nem são mencionados neste novo longa), entre todos os novos Roadblock, é o que mais se destaca, carismático e sua química com Duke é divertidíssima. 
A trama continua após os eventos do filme anterior, agora que os Cobras estão na casa branca, eles precisam tomar posse definitiva, e para isso eles precisam de duas coisas, eliminar os Joes e resgatar Cobra e Destro, que estão numa prisão de segurança máxima, e eliminar os G.I.Joes é por incrível que pareça a tarefa mais fácil, pois o governo os ataca de surpresa, e divulgam para a imprensa que os Joes eram traidores, que se rebelaram contra sua pátria, o ataque é tão derradeiro que não deu nem chance de defesa para os Joes, restando apenas um pequeno grupo, que vão atrás de retaliação na surdina, pois todos são inimigos, inclusive o presidente, eles não podem confiar em ninguém, a não ser  no General Joe Colton, o Joe de todos os Joes, o homem que eles levam seu nome vivido por Bruce Willis no melhor estilo Red ,aposentado e perigoso, enquanto isso os cobras começam a tentar buscar seu líder, com a ajuda de Storn Shadow (O Ninja Branco). O filme tem dois arcos distintos que vão se cruzando, mais as sequências no Himalaia, que valem qualquer ingresso, com um dos melhores 3D da atualidade, (pasmem foi convertido), a batalha entre os ninjas contra Snake Eyes é perfeita, nem parece dirigida por Jon M.Chu, diretor que fez Se Ela Dança eu Danço 2 e 3 e Never Say Never documentário sobre Justin Bieber. 
O filme funciona muito bem sim, como filme de ação, todas as sequências de ação são bem feitas e convincentes, tem bons clímax, isso faz dele um bom filme de ação mesmo sendo subestimado, mas ele cumpre muito bem o que ele oferece e isso basta, agora se você quer conteúdo, entrou na sala errada, aqui o intuído era divertir sem compromisso.
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Critica:7
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Os Crods (The Croods)


By Rg.

"O novo é ruim, ter medo é bom..."; são algumas das frases disparadas por Grug; patriarca da família Croods nesta nova e divertida animação da Dream Works, Os Croods nos conta a história da família pré-histórica, que são os prováveis últimos remanescestes da raça humana na terra. Grug é aquele tipico pai super-protetor que faz tudo friamente calculado para manter sua família salva diariamente, até o por do sol, depois disso eles sempre se escondem em uma caverna com medo da escuridão, pois para eles, a escuridão é sinônimo de perigo, e como há anos ele vem tomando esta iniciativa, se mantendo vivo junto com sua família,  usando inclusive as frases que abre este post como lema.
A família Crood é formada por Grug (dublado por Nicolas Cage), sua esposa Ugga (Catherine Keener), o filho Thunk (Clark Duke), a sogra Gran (Cloris Leachman), a caçula Sandy (Randy Thom) e a filha mais velha, típica adolescente problemática Eep (Emma Stone), que não entende o estilo de vida Crood de viver (ou sobreviver), se escondendo a cada por do sol, e se sitiar em uma caverna ao invés de desbravar continente por ai a fora.
Mas Eep é diferente tem o espirito de aventura de desbravar, não apenas sobreviver, ela quer viver, e isso se torna possível em uma de suas escapadas noturnas, em que ela encontra Guy (Ryan Reynolds de Lanterna Verde) um jovem aventureiro (ou uma espécie de nômade), que não tem medo de desbravar por ai, ele é totalmente o oposto de seu pai, mas o que mais encantou Eep foi que Guy sabe fazer fogo, ela se encanta com a tocha que o rapaz porta consigo, que para ela é o sol aprisionado, e não uma tocha, junto com ele tem seu amigo, braço direito e cinto, seu Pet (animal de estimação, chamado; Belt, uma preguiça), vale citar que Guy tenta explicar que tem um animal de estimação, que ele não o come é hilário, Belt que é um dos personagens mais engraçados do filme, com vinhetas e invenções. Após perderam sua ultima caverna, Os Croods, vão precisar de Guy ,para encontrar outro abrigo, a partir dai que o filme se torna mais engraçado, Grug não confia no rapaz (na verdade ele não confia em ninguém), tem medo de tudo, e todas as novidades que ele traz consigo, fora o ciúmes do rapaz, que se tornou o centro das atenções de toda sua família, principalmente Eep, seu pai faz de tudo para mante-lá afastada dele, seu ciúmes rende as cenas mais hilárias, onde Grug tenta também inventar coisas, e ter a atenção de sua família de volta. 
Os Croods é diversão de primeira, no melhor estilo Dream Works (estudio rival da Disney/Pixar que investe nas animações mais voltadas par ao humor como; Shrek, Madagascar e O Gato de Botas), o longa têm sequências de ação fantásticas, como a da abertura do filme, onde eles vão caçar seu café da manhã, entre outras, o um visual é excelente, tem um bom 3D (pena que prejudicou um pouco o visual do filme em alguns momentos, o deixando um pouco escuro), vale muito a pena ser conferido, sem falar nos os outros integrantes da família que merecem destaque, como o filho lesado, a sogra que nunca morre, e a caçula não domesticada, que roubam a cena cada vez que aparecem e trazem o ótimo alivio cômico á esta aventura, junto com Belt, que merece um curta-metragem só dele.
Por tanto se tiver a fim de uma boa aventura pré-histórica, já que a franquia Era doGelo vem  se repetindo e deixa a desejar, confiram esta.

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Um Personagem: Varios Atores?

 By Rg.
Assim como no esporte, todo ídolo deveria ser imortalizado (sua camisa é aposentada nenhum outro atleta vai poder ultiliza-la), no cinema também temos atores que imortalizaram papéis, se destacaram que fica difícil imaginar outro interpretando, o mesmo personagem de forma tao sublime, o medo de outro ator estragar a boa imagem que temos do personagem é tanto que às vezes ficamos indignados quando anunciam outro filme de uma saga, em que o ator não voltará.
Às vezes isso ocorre devido ao fato mais comum e logico, ser uma refilmagem de um clássico, mas também ocorre por outros motivos; como astros com egos inflamados, que se recusam a voltar para a sequência ou pedem horrores de  salario para o estúdio, e às vezes se torna inviável, a melhor opção é trocar o ator, ou às vezes o ator é desligado de uma franquia, pois sua atuação foi ruim, ou por opção do estúdio, ou simplesmente é trocado, pois o personagem prevalece acima de tudo?
Fica a dúvida? Personagens sobressaem ao ator ou vice-versa, o ator faz o personagem ou ele existe independente de quem o interprete (desde que seja bem)?
O maior exemplo de personagem que ultrapassam gerações, é o maior espião do mundo; Bond, James Bond, que já foi interpretado por diversos atores e sobreviveu, prevaleceu e atravessou gerações, mas teve quase tudo que citei no incio deste texto, alguns o substituíram no caso, Sean Connery que após interpretar o agente por quatro filmes, e dar um estilo ao espião não quis voltar, outros pela idade já avançada e exaustão (Roger Moore; seis filmes), alguns por que não agradaram o estúdio e público (George Lazemby, um filme), Timoty Dalton (falta de carisma dois filmes), queda nas bilheterias e qualidade nos filmes, Pierce Brosan (quatro filmes), que largou pelo cache altíssimo que pediu e Daniel Craig (Atual); que entrou na saga por ter menor idade entre atores que viveram Bond, e se enquadrar no novo perfil da franquia, mais jovem, atlético e mais real.
A agente Clarice Starling era Judie Foster, que não quis voltar para a sequência de O Silêncio dos Inocentes (que se chamou Hannibal), Juliane Moore a interpretou, ela deixou realmente a desejar, ou o filme que é inferior ao seu antecessor, o que não contribuiu com sua atuação?
Um dos personagens que mais passou de mão em mão, é John Connor em Terminator interpretado por Edward Furlong, Nick Stahl (substituiu Furlong por problemas com drogas) e Christian Bale (substituiu, Stahl por incompetência e idade, o seu John era mais velho e líder ao contrario de Stahl, que tinha cara de medroso) entre altos e baixos o personagem sobreviveu a ao longo do tempo.
No mundo dos quadrinhos no cinema não é menos turbulento.
Super-Homem, tivemos três Christopher Reeve, Brandon Routh e Henry Cavill.
Batman, foi de Adam West, Michael Keaton (ruim), Val Kilmer (péssimo), George Clooney (regular) ou Christian Bale (ótimo). O gigante esmeralda também ja foi vivido por tres atores em menos de 10 anos, Erica Bana (2003), Edward Norton (2008) e Mark Ruffalo (2012).
Homem Aranha, foi interpretado por Tobey Maguire, que largou o quarto filme junto com o diretor Sam Raimi, que brigou com o estúdio por que o vilão que ele queria o estúdio era contra, agora logo mais veremos Andrew Garfield de colante nos cinemas, reiniciando a origem do aracnídeo.
Mulher Gato, até agora, tivemos três, Michelle Pfeiffer, Halle Berry e Anne Hathaway.
Ainda nos Super Heróis, em Batman Begins, o personagem de Rachel Dawes era interpretada por Katie Holmes, mas devido às duras criticas sofridas ela não foi convidada para reprisar o papel, em "O Cavaleiro das Trevas" foi substituída por Maggie Gyllenhaal, Holmes mais feia e mais talentosa.
Já em o Homem de Ferro, Terrence Howard foi substituído, por Don Cheadle, devido ao ego, boatos diziam que o ator ganhava mais que Robert Downey, e na sequência foi oferecido um reajuste, ele não aceitou tocaram o filme sem ele que só ficou sabendo que foi sacado quando anunciaram seu substituto.
E maior saga do cinema (depois de James Bond) Harry Potter, não escapou também, mas por um motivo justo a morte, dai é inevitável, Richard Harris morreu depois de filmar Harry Potter e a Camera Secreta e seu papel foi para Michael Gambon, que interpretou até o sétimo filme como o diretor Alvo Dumbledore.
Parece enredo de filme de espionagem, mas o gênero é o que mais troca de ator como quem troca de roupa em Hollywood, o famoso Jack Ryan criado por Tom Clancy, já foi interpretado por; Alec Baldwin (Caçada ao Outubro Vermelho), Harrison Ford (Perigo Real e Imediato e Jogos Patrióticos) e Ben Affleck (A Soma de Todos Os Medos), em breve Chris Pine, vai atender por Jack Ryan nas telas.
E o mais novo de todos espiões (e mais bem sucedido) Jason Bourne interpretado, em três filmes por Matt Damon, que largou o quarto filme junto com o diretor em 2010, agora o agente sem memoria vai ser interpretado por Jeremy Reyner (ou não se sabe ao certo seu personagem) num quarto filme, este
chamado O Legado Bourne.
Alguns personagens são bem representados em suas novas versões, que ganham até o aval de seu antecessor, como em Star Trek que em 2009, teve seu Reboot na franquia e seu Spock clássico Leonard Nimoy, reprisou o papel em uma participação especial e passou o bastão para o competente Zachary Quinto.
Quando o sucessor imortaliza o personagem, algo que geralmente é o inverso, o maior exemplo disso é o Coringa de Heath Ledger, que superou o até então, insuperável Coringa de Jack Nicholson.
E o guerreiro Cimério, Conan que foi imortalizado pelo brucutu Schwarzenegguer,  recentemente foi visto nos cinemas por Jason Momoa, que só nos fez ter saudades do monossilábico Austríaco.
Nem o psicopata Normam Bates, que foi imortalizado por Antony Perkins, foi deixado em paz o hoje comediante Vince Vaugh (Penetras Bons de Bico), o interpretou na refilmagem de Piscicose em 1998, este não reprisou o papel pelo fato de ser um remake (refilmagem) e de já estar morto há seis anos.
E às vezes os suplentes (Substitutos), assumem e fazem bonito ou até melhor, mas em muitos casos gostaríamos de guardar, a imagem que tínhamos dos personagens com seus atores de origem.
Mas algum dia todos serão substituídos é bom à gente já se acostumar, pois  parece impossível, mas daqui alguns anos poderemos ter um, Jack Sparrow novo, outro Coringa, Neo, Indiana Jones, Dom Corleone, Ethan Hunt, Rocky Balboa, Rambo e Exterminador, por ai vai resta saber se vamos ainda adimira-los ou não, ai vai do carisma do ator (atriz) e da qualidade do filme.
E assim como no esporte que algumas camisas são imortalizadas, no cinema alguns personagens também deveriam ser e ninguém mais poder usa-los(interpreta-los).

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Fuga (Deadfall)


By Rg. 

Títulos de filmes em português sempre causam discussões no caso de Deadfall (Queda Livre), aqui no brasil foi batizado como; A Fuga que por incrível que pareça tem até um nome mais propicio que o original, mas poderia muito bem se chamar; Conflitos ou outro nome do tipo, pois quem julga pelo pôster entende que Eric Bana e Olivia Wilde, com armas em punho estão em uma fuga alucinante pelos Estados Unidos, mandando bala em todos que lhes perseguem, mas o filme não é bem isso sim se trata de uma fuga, mas pelos minutos iniciais já percebemos que é um filme com algo há mais, um certo conteúdo e uma boa direção, com um elenco afiadíssimo, coadjuvante escolhido à dedo, com direito até o mesmo tempo de cena do casal que estampa o cartaz (há o suposto casal são irmãos), que logo na sequência inicial estão numa estrada conferindo os dividendos de um assalto bem sucedido, até que um acidente muda toda a sorte dos assaltantes, após sobreviverem ao choque eles tem que encarar uma grande uma floresta praticamente congelada, Addison (Eric Bana) tem a ideia de se separar de sua irmã (Liza não esta sendo procurada devido a policia local não saber de sua participação no roubo), e se reencontrarem na fronteira do Canadá, ao se separarem Addison deixa uma trilha de sangue por onde passa, enquanto Liza (Wilde) pega carona com Jay um ex-promessa do boxe local, recém-saído da cadeia, e se torna alvo da sedução da garota para chegar na fronteira, eis que temos á boa adição deste personagem à trama, Jay (Charlie Hunnam) além de estar na condicional, esta a caminho de casa (próximo da fronteira) e precisa se reconciliar com seu pai, seu conflito familiar também é retratado, além do vinculo abalado com seu pai (ex-xerife local vivido pelo ótimo Kris Kristofferson), sua mãe (Sissy Spacek) esta no meio deste arco tentando reestruturar a família, á chegada de Addison a pacata cidade deixa toda a guarda de prontidão e no seu encalço, liderados pelo atual xerife que é pai da policial local; Becker (Kate Mara), que nos foi apresentada no início do filme ao visitar a casa dos pais de Jay, sendo amiga de infância do boxeador e de sua família, todos tem seu elo interligados de alguma forma, principalmente pelos foragidos.
Jay se deixou envolver com Liza e esta a caminho com ela, que pretende passar as coordenadas de seu paradeiro para seu irmão assim que possível e com quem esta, Backer é posta de lado pelo pai nas investigações e pede ajuda ao pai de Jay, que tem muita experiência. Tudo vai se encaixando e todos tem sua importância, como já disse se julgar pelo pôster somos levados a pensar que é um filme de ação, com apenas dois protagonistas e com um elenco de apoio simples, pelo contrário, o elenco coadjuvante é o ponto alto do filme muito bem dirigidos pelo diretor Zach Dean, em seu primeiro trabalho depois de despontar na Europa.
Voltando aos protagonistas, Eric Bana consegue sua melhor atuação na carreira (ao lado de Nero em Star Trek), indo de vilão inescrupuloso daqueles matam qualquer um em seu caminho, civil ou policial, à anti-herói, ao ajudar uma família ao confrontando o pai bêbado, e ainda deixar uma ajuda financeira, Olivia Wilde (Liza) faz jus a sua beleza no papel de hora sexy apeal, hora garota perdida, clamando por ajuda, estes ingredientes fazem de A Fuga, um filme surpreendente em dois critérios, a quem julga pela embalagem e para aqueles como eu que subestimaram o filme, que é uma grata surpresa, é como se fosse um filme de outro gênero que estivesse sendo rodado e acidentalmente dois personagens surgissem modificando todo o cotidiano de um vilarejo, onde as pessoas estão vivendo suas vidas e agindo normalmente (ao contrario do que é retratado de forma rotineira nos filmes, sempre as famílias ou pessoas que se envolvem na trama são famílias perfeitas em plena harmonia), tanto que há vários conflitos familiares ocorrendo em meio a este caos mas com um título propicio, menos enganoso.
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Avaliação:

Critica:7
Filmes Inc.:7,5

Público:8