127 Horas tinha tudo, mas tudo mesmo mesmo, para ser um filme, chato, cansativo e parado, afinal ele tem todos os ingredientes para isso, ao nos contar a historia de Aron Ralston (James Franco indicado ao Oscar, ótimo) um aventureiro de fim de semana que ao fazer uma trilha de rotina no Cânion (Bluejohn em Utha) região onde conhece muito bem e por deslize acaba sofrendo um acidente e ficando com seu braço preso entre as rochas num lugar totalmente isolado no deserto.
Como o título do filme já diz você já deve imaginar e foi mostrado também no trailer não é segredo por quanto tempo o rapaz fica exposto, sozinho no deserto.
Por que tinha tudo para dar errado e ser um filme chato? ele conta uma historia que desde o inicio você sabe o ‘’desfecho’’.É um filme com apenas um personagem e até o tempo que dura seu sofrimento você já sabe, baseado em uma historia real, toda adaptação de um livro sobre algum acontecimento do gênero sempre há comparações sobre as obras no decorrer das filmagens resumindo até o desfecho, a maioria das pessoas já sabem nada que seja ruim, mas não é nenhum atrativo para atrair o público.

Por que tinha tudo para dar errado e ser um filme chato? ele conta uma historia que desde o inicio você sabe o ‘’desfecho’’.É um filme com apenas um personagem e até o tempo que dura seu sofrimento você já sabe, baseado em uma historia real, toda adaptação de um livro sobre algum acontecimento do gênero sempre há comparações sobre as obras no decorrer das filmagens resumindo até o desfecho, a maioria das pessoas já sabem nada que seja ruim, mas não é nenhum atrativo para atrair o público.
Mas já vou adiantar por que não deu errado motivo um: o diretor Danny Boyle diretor de grandes filmes como Trasnpotting, Cova Rasa e Quem Quer Ser Um Milionário este seu ultimo ganhou o Oscar de melhor filme em 2008 vive sua melhor fase e James Franco, o ator esta ascensão nos últimos anos consegue sozinho no melhor estilo Tom Hanks em Naufrago (ótimo) segurar o filme sozinho. A competência do diretor nos levar a fazer parte do cenário junto com o personagem, logo nos créditos iniciais e mostrado apenas lugares com multidões, aglomerados de pessoas como estádios e etc.
Para você entender melhor apenas quando você se vê sozinho num a situação ruim sente falta de tudo que você repudia como Aron que gosta da aventura sozinhos lugares inabitáveis ao se ver numa situação adversa implora por alguém uma misera alma, o inicio do filme nos mostra que são pequenos detalhes que podem dificultar num momento de perigo Aron esta saindo de casa enchendo seu Squeeze com água e
Para você entender melhor apenas quando você se vê sozinho num a situação ruim sente falta de tudo que você repudia como Aron que gosta da aventura sozinhos lugares inabitáveis ao se ver numa situação adversa implora por alguém uma misera alma, o inicio do filme nos mostra que são pequenos detalhes que podem dificultar num momento de perigo Aron esta saindo de casa enchendo seu Squeeze com água e
pegando mantimentos para o fim semana no Cânion ao abrir o armário sem olhar pega algumas coisas e deixa seu canivete suíço para trás era óbvio que no decorrer do filme ele seria peça fundamental para ele.
Após algumas horas com seu braço direito esmagado por uma rocha, apenas nesta cena com quase 20 minutos de filme aparece o título do longa, genial, pois a partir daí, às 127 Horas contarão o início era apenas uma introdução, Aron tenta tudo para se ver livre nas primeiras horas, tudo em vão, ele raspa a rocha, a força também e nada funciona, mas sua astuta experiência em cordas, rapel, trilhas e acampar o fazem não perder a cabeça, ele improvisa bem corda para poder dormir e também uma barraca sobre a sua cabeça para se proteger, mas à medida que sua água vai acabando Aron para não perder o juízo começa a gravar a conversar com sua câmera (como Tom Hanks fez com a bola Wilson em Naufrago) para não enlouquecer, seus diálogos são fantásticos quem falou que monólogos não podem ser até engraçados, à hora em que ele imita um Talk Show e simplesmente fantástico, mas após tantas horas confinado se assim que podemos chamar Aron reflete sobre todas as pequenas coisas que seriam fundamentais para lhe ajudar como a garrafa de Gatorade que ele esquece no carro (excelente cena em que ele imagina atravessando o deserto chegando até ela e sua boca esta seca de vontade) e também como ao não atender sua mãe enquanto faz sua mala para sua aventura, fica aquela sensação que se algo lhe acontecer perdeu a oportunidade de ter falado com ela pela ultima vez, ou quando foi copiar os mapas e seu amigo perguntou para onde iria ele não disse só disse que estava em duvida entra vários lugares, resumindo sozinho sem ninguém saber onde você esta e com a consciência pesada de ter ignorado sua mãe se tivesse ao menos atendido o telefone ela saberia onde encontrá-lo.
Com passar das horas Aron começa alucinar e ver seus entes queridos, se imaginar fora dali e também decorar tudo, como que horas, por exemplo, o sol bate nas rochas para que ele usufrua dele por 15 minutos diários, o local Cânion Bluejohn é fantástico e a fotografia do filme também é impecável. Impressionante um filme com apenas estes detalhes deu certo sim, por que às vezes um ótimo diretor e também um bom ator já bastam para fazer uma historia que tinha tudo para fracassar dar certo, mesmo que você já saiba o ‘’desfecho ou acha que sabe ‘’tenso, James Franco pode não ser Tom Hanks que segurou um filme sozinho por 3 horas, mas não faz feio e segura um ótimo filme por uma hora e meia com louvor.
127 Horas pode durar apena 93 minutos, mas se durasse as mesmas 127 Horas de verdade neste ritmo do filme eu assistiria até o fim com certeza, ao lado de Incontrolável (também baseado numa historia real) é o filme verídico do ano mais tenso até o momento.
Obs. o acontecimento citado ocorreu dia 26/04/2003.
Avaliação:Filmes Inc.:8
Critica: 7,5
Público: 8

Nenhum comentário:
Postar um comentário