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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A Entrevista

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by Rg,
Surtado, divertido, ousado ou de mau gosto, dentre tantos adjetivos cabe a você julgar onde A Entrevista, a nova comédia da dupla James Franco e Seth Rogen (co-diretor) se enquadra, uma coisa é certa, o fato dele ser o filme mais polêmico de 2014/15 apontou todos os holofotes para esta polemica comédia, que poderia ficar restrita apenas ao seu público cativo, que vê todos os filmes protagonizados por eles e produzidos por Evan Goldberg (Superbad, É O Fim e Segurando as Pontas), que também dirige este. Seus filmes sempre visam o mesmo nicho, mas após a repercussão o grande público se entusiasmou com a comedia. Para aqueles que não sabem a entrevista é o filme que fez a Coreia do Norte fazer ameaças aos Estados Unidos, mais especificamente a Sony Pictures (produtora do longa e de todos citados acima), caso o filme fosse lançado no último natal. Alguns dias antes de sua estreia os emails da Sony foram invadidos, e informações sigilosas sobre atores e produções do estúdio vieram à tona, situação que deixaram o estúdio em maus lençóis, gerando uma crise sem tamanho em Hollywood, após muita polemica, intervenção do FBI e também do presidente Obama, o filme chegou a estrear, e em fim podemos conferir o porquê o ditador norte-coreano não queria que o mundo visse o polemico longa. Afinal o filme é realmente uma critica ao seu regime comunista? Ou sua reação foi apenas exagerada?

A Entrevista faz jus a toda à fama e repercussão que o envolveu, o filme é dono de um humor áspero e ousado, ao abordar um assunto recente, a crise envolvendo a Coreia do Norte.
Na trama James Franco vive Dave Skylark um apresentador de TV sensacionalista (no melhor estilo João Kleber), onde ele entrevista ex-celebridades, subcelebridades, entre outros, que o procuram para assumirem hábitos estranhos, e coisas absurdas.  O intuito do programa é apenas um; audiência, seu produtor Aaron (Seth Rogen), o ajudou a subir o ibope e se tornou seu amigo pessoal, mas após uma conversa com um ex-colega de faculdade, que faz outra linha de programa jornalístico, ele percebe que falar de futilidades gera audiência, mas não tem conteúdo algum, ele então demonstra sua vontade de mudar a Dave, e o amigo visando uma fama ainda maior, abraça o sonho do amigo, agora por onde eles começariam a entrevistar e fazer matérias sérias? Pessoas com assuntos realmente relevantes? Por que não pela temida Coreia do Norte. Após lerem uma nota onde o ditador  Kim Jong-un, cita que consome entretenimento americano, e entre eles é fã, e telespectador ativo de Dave Skylark. A Dupla usa alguns contatos, e conseguem contato com a acessória do líder comunista e agendam à tão sonhada entrevista, no pais mais fechado do mundo, a repercussão foi tamanha que a CIA viu ali uma oportunidade de tirar o ditador do poder, e para isso Dave e Aaron trabalhariam como espiões americanos com a missão de libertar os coreanos do comunismo.
A Entrevista além de não se levar a sério tem muitos méritos, primeiramente é a melhor atuação de James Franco desde 127 Horas, seu Dave é afetado (quase gay), hétero, canastrão, egocêntrico e burro (tudo ao mesmo tempo), rendendo situações hilárias e comentários fantásticos, Seth Rogen esta bem melhor do que quando protagoniza, aqui a inversão papeis, onde Franco é o foco e ele coadjuvante fez bem, a química entre eles é ótima.
Sobre a polemica, sim nada justifica as ameaças e represálias ao filme, mas o seu tom é áspero e polemico, ele critica o regime norte coreano, e seu líder de todas as formas, o retrata como um líder afetado, mimado que tem problemas pessoais, que ouve e chora ao som de Katy Perry. Isso é apenas um dos atrativos que faz o filme ser uma das melhores comédias dos últimos anos. Vivemos num mundo tão chato, que se não tivermos a liberdade de expressão, seja no humor, que mesmo escachando faça uma critica, que o mundo inteiro queria fazer ao pais asiático, sem este humor viveríamos num mundo sem graça, e preto e branco, imagina se Seth MacFarlane de Family Guy fosse censurado, ou Matt Groening que já faz isso há 25 anos com  Os Simpsons. E se você e daqueles que riu com este filme, mas se ofendeu com os episódios de Os Simpsons que satirizam nossa cultura, você também tem um Q do ditador Coreano.
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Critica:7,5
Filmes Inc.:9,5
Público:8,5

Homem-Aranha na Marvel

by Rg.  (fonte Marvel.com e com o acordo Pantera Negra, Capitã Marvel, Thor 3 e Inumanos ganham novas datas, leia mais abaixo) No meio madrugada, Marvel anuncia o tão aguardado (e comentado) acordo com a Sony Pictures! 54d93e7042a10

Sony Pictures vai continuar financiando, distribuindo e possuindo os direitos e terá controle criativo, no fim das contas, sobre tudo o que disser respeito aos filmes do Homem-Aranha. Mas é oficial: o Cabeça-de-Teia agora faz parte do Universo Marvel nos Cinemas. :D
O acordo, que vem sido discutido há um BOM TEMPO e, depois de Homem-Aranha 3 e da falha em rebootar a franquia com O Espetacular Homem-Aranha, ficou cada vez mais forte e NECESSÁRIO. E vai funcionar assim: primeiro, o Teioso vai aparecer em algum filme do Universo Marvel; depois, em 28 de Julho de 2017, ele ganha um novo filme, que será produzido por Kevin Feige e Amy Pascal — que recentemente abandonou o posto de chefona da Sony pra assumir “outro cargo” lá dentro (Já sabemos qual é). “O Homem-Aranha tem mais de 50 anos de história no mundo Marvel, e com esse acordo, os fãs terão a experiência de ver o Homem-Aranha assumir seu lugar de direito dentro do Universo Marvel dos cinemas”, diz o comunicado publicado no site oficial da Marvel. E como se isso não fosse suficiente, o acordo ainda prevê a possibilidade de personagens do Universo Marvel dar o ar de suas graças nos filmes do Homem-Aranha que forem produzidos. Inclusive nesse, que estreia em 2017. “Nós sempre quisemos trabalhar com os melhores e mais bem-sucedidos pra fazer nossas franquias crescerem e nossos personagens se desenvolverem. Marvel, Kevin Feige e Amy, que ajudou a orquestrar o acordo, são a equipe perfeita pra ajudar a produzir o novo capítulo do Homem-Aranha”, disse Michael Lynton, CEO da Sony Pictures Entertainment. “É a decisão correta pra franquia, pros negócios, pra Marvel e pros fãs”. Lynton só deixou de dizer que, talvez, essa seja a decisão mais acertada para a própria Sony, que não sabia mais o que fazer com o Teioso e, principalmente, não tinha opção. Não foram revelados valores ou quaisquer outros detalhes do acordo, mas podemos ter algumas certezas baseados no que sabemos e o que temos por aí. Primeiro, e talvez mais importante: Avi Arad está fora dessa brincadeira. Sabe-se lá como é que fizeram, mas conseguiram desgrudar o cara do personagem — e isso é realmente mais fácil do que fazer com que Kevin Feige trabalhe com ele. Segundo: Andrew Garfield está fora. Ele não faz parte do acordo e, sim, teremos um novo Homem-Aranha. E ele deverá ser escalado em breve, já que, se vai aparecer em um filme da Marvel ANTES do seu próprio, isso significa — provavelmente — Capitão América: Guerra Civil, em Maio de 2016. Aliás, essa coisa de datas fez um pequeno carnaval no calendário de estreias da Casa das Ideias. Com a estreia do novo filme do Aranha em Julho de 2017, Thor: Ragnarok passa pra 03 de Novembro do mesmo ano; Pantera Negra vai pra 2018, estreando em 06 de Julho (ou, se preferir, o fim de semana do feriado de Independência dos EUA); o filme da Capitã Marvel sai em Novembro de 2018 e, enfim, Inumanos estreia em 12 de Julho de 2019. Vingadores: Guerra Infinita, partes 1 e 2, continuam com suas datas mantidas e isso nos leva a alguns questionamentos sobre as histórias da Fase 3. Capitã Marvel e Inumanos estreariam entre eles, agora entrou o Pantera e saíram os Inumanos. Será que tá tudo nos planos desde o início? Ou é realmente uma surpresa e roteiros precisarão ser reescritos?  

A Mulher de Preto 2

A_Mulher_de_Preto_2_O_Anjo_da_Morteby Rg.
A Mulher de Preto foi um filme modesto que só chamou a atenção por ser um filme protagonizado pelo eterno Harry Potter, Daniel Radcliffe (buscando ser levado a sério e se consolidar como ator "sério" após a franquia do jovem bruxo), mas acima de tudo o filme tinha seus valores, com uma ambientação mórbida e assustadora, ele funciona até que bem (e não fez feio), abusando do artifício muito usado hoje em dia; Jumpscare (pular de susto), técnica que se bem aplicada, rende bons sustos (neste caso funciona 75%), somados a um bom enredo, o longa não fez feio, ainda mais num mercado tão escasso, ele esta longe de ser ruim (vale pena ser visto), portanto não demoraria para o estúdio fazer uma sequência, sobre a lenda da Mulher de Preto (que sempre que é avistada por algum adulto, crianças começam a morrer, cometendo suicídio).
Agora dois anos depois sua continuação chega aos cinemas, desta vez sem um rosto conhecido estampando o pôster, mas com um fator positivo, de ter um bom primeiro filme como referencia, A Mulher de Preto 2 não é uma continuação exata do filme de 2012, é uma daquelas sequências que aproveita alguns argumentos da história se passando anos depois, ambientado durante a segunda guerra em Londres, durante os bombardeios alemães sobre a Inglaterra, duas professoras tem a difícil incumbência de levar seus alunos (que se tornaram órfãos), em pleno conflito, para um local seguro, tal local é mesma mansão do longa anterior (onde a mulher de Preto era vista com frequência).
Tudo que funcionou no primeiro longa esta la, principalmente a ambientação, com sua película queimada, muita nevoa pairando sobre Londres e principalmente sob o pântano que circula a mansão, deixando seu acesso quase que impossível, devido à maré que sobe diversas vezes ao dia, deixando o local praticamente isolado do mundo, por isso as crianças são levadas para lá, para que os alemães não as encontrem (mal sabem eles que estão levando as crianças para um inimigo muito pior).
O diretor Tom Harper que tem um extenso currículo com filmes e séries de TV,  manda bem no quesito sustos (Jumpscare), ele soube aplicar ele de forma espontânea no seu inicio e quando ela se tornaria previsível no seu decorrer ele optou por nos distrair, nos fazendo esperar o susto vindo de uma forma convencional, exemplo; de um espelho ou pelas costas e vir de outro lugar ou de ambos, a julgar pela reação do público que estava presente, o filme conseguiu muito êxito neste critério. Mas assim como aconteceu em outro filme do gênero recente Annabelle, um longa não vive só de sustos é necessário um bom enredo e nisso o filme deixa um pouco a desejar, principalmente em relação ao ritmo, em seu segundo ato ele fica muito morno, e depende muito dos sustos para manter a tensão, algo que no anterior teve mais exito, seu roteiro era mais interessante e mais coeso, mas nada que deixe o filme ruim.
É bom ver boas surpresas como a Mulher de Preto 1 e 2, pois o gênero que na atualidade conta com franquias sofríveis como; Atividade Paranormal e outros filmes de handy cam, que já saturaram, é bom ver um longa com uma boa fotografia e ambientação, que nos remete aos clássicos do gênero. @RG_FilmesInc                         @FilmesInc                Facebook 
Avaliação:
A  Mulher de Preto 1: 7,5 A Mulher de Preto 2: Critica:6,5Público:8 Filmes Inc.:7
 

Velozes e Furiosos 7

by Rg.
O sétimo longa da franquia ganhou um novo e eletrizante trailer confiram, sua estreia é para 2 de abril no Brasil.  

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FilmesIncastV #19 Atores Fodões

by Rg.
Neste programa citei alguns atores que interpretaram mais um grande personagem do universo cinematográfico, não aqueles papeis premiados, mas sim papeis que mesmo não sendo digno de grandes performances, vão prevalecer ao longo dos tempos na historia do cinema, alguns ótimos atores não entraram na lista e outros bem questionáveis entraram, confiram e deixem sua opinião. Assinem nosso canal, deixe seu like.

Quarteto Fantastico

fox_qttf4_poster_64x94.jpg__932x545_q85_subsampling-2by Rg
Saiu a primeira imagem e o primeiro trailer do filme:  

Anúncio oficial deve sair em breve

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Miles Teller (Sr. Fantástico), Kate Mara (MulherInvisível), Jamie Bell (Coisa) e Michael B. Jordan(Tocha Humana) formam o novo Quarteto Fantástico  docinema, de acordo com a Variety. De acordo com o site, Mara e Jordan já fecharam acordo com o estúdio, enquanto Teller e Bell devem assinar seus contratos em breve. A Fox deve iniciar agora os testes para escolher o vilão do filme. A demora na definição do elenco foi causada pela insatisfação do diretor Josh Trank(Poder Sem Limites) e do estúdio com o roteiro - Jeremy Slater escreveu a versão original, que foi revisada porSeth Grahame-Smith (Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros), T.S. Nowlin (Maze Runner) e Simon Kinberg(X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido).   fantastic-four
Nos longas anteriores do Quarteto Fantástico, os personagens foram vividos por Ioan Gruffudd (Reed Richards/Sr. Fantástico), Jessica Alba (Sue Storm/Mulher Invisível), Michael Chiklis (Ben Grimm/Coisa) e Chris Evans (Johnny Storm/Tocha Human). O reboot começa a ser rodado em 31 de março no Estado da Louisiana, nos EUA. O filme estreia em 19 de junho de 2015.

Oscar 2015

oscars-2013-promo-posterby Rg.
Academia de Artes e Ciências Cinematográficasdivulgou nesta quinta-feira seus indicados para a cerimônia do Oscar 2015Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) O Grande Hotel Budapeste somaram nove indicações cada e saem na frente na mais famosa premiação cinematográfica. Logo atrás estão O Jogo da Imitação, com oito indicações, Boyhood - Da Infância à Juventude e Sniper Americano, com seis chances cada, e empatados em cinco categorias A Teoria de TudoFoxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo Whiplash: Em Busca da Perfeição. Uma aparente supresa e Sniper Americano que não repercutiu muito no Globo de Ouro e aqui lidera entre os indicados. Outros destaques são as duas indicações de Alexandre Desplat na categoria de melhor trilha sonora (O Grande Hotel Budapeste e O Jogo da Imitação) e a 19ª indicação de Meryl Streep, desta vez como atriz coadjuvante do longa Caminhos da Floresta. Para os nerds de plantão, é interessante notar que o Dr. Estranho, o Rocket Racoon e o Batman estão concorrendo na lista de melhor ator, e os dois últimos Hulks, além do J. J. Jameson, dividem as indicações entre os atores coadjuvantes. Veja abaixo a lista completa dos indicados: Melhor filme
  • Sniper Americano
  • Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
  • Boyhood - Da Infância à Juventude
  • O Grande Hotel Budapeste
  • O Jogo da Imitação
  • Selma
  • A Teoria de Tudo
  • Whiplash: Em Busca da Perfeição
Melhor diretor
  • Alejandro González Inárritu - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
  • Richard Linklater - Boyhood - Da Infância à Juventude
  • Bennett Miller - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
  • Wes Anderson - O Grande Hotel Budapeste
  • Morten Tyldum - O Jogo da Imitação
Melhor atriz
  • Marion Cotillard - Dois Dias, Uma Noite
  • Felicity Jones - A Teoria de Tudo
  • Julianne Moore - Para Sempre Alice
  • Rosamund Pike - Garota Exemplar
  • Reese Witherspoon - Livre
Melhor ator
  • Steve Carell - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
  • Benedict Cumberbatch - O Jogo da Imitação
  • Michael Keaton - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
  • Eddie Redmayne - A Teoria de Tudo
  • Bradley Cooper - Sniper Americano
Melhor ator coadjuvante
  • Robert Duvall - O Juiz
  • Ethan Hawke - Boyhood - Da Infância à Juventude
  • Edward Norton - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
  • Mark Ruffalo - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
  • J.K. Simmons - Whiplash: Em Busca da Perfeição
Melhor atriz coadjuvante
  • Patricia Arquette - Boyhood - Da Infância à Juventude
  • Laura Dern - Livre
  • Keira Knightley - O Jogo da Imitação
  • Meryl Streep - Caminhos da Floresta
  • Emma Stone - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Melhor canção original
  • "Everything is Awesome", por Shawn Patterson, Joshua Bartholomew, Lisa Harriton, The Lonely Island - Uma Aventura LEGO
  • "Glory", por John Legend, Common - Selma
  • "Grateful", por Diane Warren - Beyond the Lights
  • "I'm Not Going to Miss You", por Glen Campbell - Glen Campbell: I'll Be Me
  • "Lost Stars", por Gregg Alexander, Danielle Brisebois, Nick Lashley, Nick Southwood - Mesmo Se Nada Der Certo
Melhor roteiro adaptado
  • Jason Hall - Sniper Americano
  • Graham Moore - O Jogo da Imitação
  • Paul Thomas Anderson - Vício Inerente
  • Anthony McCarten - A Teoria de Tudo
  • Damien Chazelle - Whiplash: Em Busca da Perfeição
Melhor roteiro original
  • Alejandro González Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris, Armando Bo - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
  • Richard Linklater - Boyhood - Da Infância à Juventude
  • Dan Futterman, E. Max Frye - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
  • Wes Anderson, Hugo Guinness - O Grande Hotel Budapeste
  • Dan Gilroy - O Abutre
Melhor longa de animação
  • Operação Big Hero
  • Os Boxtrolls
  • Como Treinar o Seu Dragão 2
  • Song of the Sea
  • O Conto da Princesa Kaguya
Melhor documentário em longa-metragem
  • Citizenfour
  • Vietnã: Batendo em Retirada
  • Virunga
  • A Fotografia Oculta de Vivian Maier
  • O Sal da Terra
Melhor longa estrangeiro
  • Ida (Polônia)
  • Leviatã (Rússia)
  • Tangerines (Estônia)
  • Timbuktu (Mauritânia)
  • Relatos Selvagens (Argentina)
Melhor fotografia
  • Emmanuel Lubezki - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
  • Robert D. Yeoman - O Grande Hotel Budapeste
  • Ryszard Lenczewski, Łukasz Żal - Ida
  • Dick Pope - Mr. Turner
  • Roger Deakins - Invencível
Melhor figurino
  • Milena Canonero - O Grande Hotel Budapeste
  • Mark Bridges - Vício Inerente
  • Colleen Atwood - Caminhos da Floresta
  • Anna B. Sheppard, Jane Clive - Malévola
  • Jacqueline Durran - Mr. Turner
Melhor documentário em curta-metragem
  • Crisis Hotline: Veterans Press 1
  • Joanna
  • Our Curse
  • The Reaper (La Parka)
  • White Earth
Melhor montagem
  • Sniper Americano
  • Boyhood - Da Infância à Juventude
  • O Grande Hotel Budapeste
  • O Jogo da Imitação
  • Whiplash: Em Busca da Perfeição
Melhor maquiagem e cabelo
  • Bill Corso, Dennis Liddiard - Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
  • Frances Hannon, Mark Coulier - O Grande Hotel Budapeste
  • Elizabeth Yianni-Georgiou, David White - Guardiões da Galáxia
Melhor trilha sonora
  • Alexandre Desplat - O Grande Hotel Budapeste
  • Alexandre Desplat - O Jogo da Imitação
  • Hans Zimmer - Interestelar
  • Gary Yershon - Mr. Turner
  • Johann Johannsson - A Teoria de Tudo
Melhor design de produção
  • Adam Stockhausen, Anna Pinnock - O Grande Hotel Budapeste
  • Maria Djurkovic, Tatiana Macdonald - O Jogo da Imitação
  • Nathan Crowley, Gary Fettis, Paul Healy - Interestelar
  • Dennis Gassner, Anna Pinnock - Caminhos da Floresta
  • Suzie Davies, Charlotte Watts - Mr. Turner
Melhor animação em curta-metragem
  • The Bigger Picture
  • The Dam Keeper
  • O Banquete
  • Me and My Moulton
  • A Single Life
Melhor curta-metragem
  • Aya
  • Boogaloo and Graham
  • Butter Lamp
  • Parvaneh
  • The Phone Call
Melhor edição de som
  • Alan Robert Murray, Bub Asman - Sniper Americano
  • Martín Hernández, Aaron Glascock - Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
  • Brent Burge, Jason Canovas - O Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos
  • Richard King - Interestelar
  • Becky Sullivan, Andrew DeCristofaro - Invencível
Melhor mixagem de som
  • Sniper Americano
  • Interestelar
  • Invencível
  • O Hobbit - A Batalha dos Cinco Exércitos
  • Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
Melhores efeitos visuais
  • Capitão América 2 - O Soldado Invernal
  • Guardiões da Galáxia
  • Planeta dos Macacos 2 - O Confronto
  • Interestelar
  • X-Men - Dias de Um Futuro Esquecido
   

Êxodo: Deuses e Reis

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by Rg.
Primeiramente antes de mais nada, vou deixar uma coisa bem clara sobre Êxodos, independente de sua crença e religião é um filme que merece ser visto por inúmeros motivos, e não ser julgado pelo gênero antes de assisti-lo. Mesmo se tratando de um história bíblica relatando o famoso, Êxodo liderado por Moisés do povo Hebreu do Egito. Tal passagem bíblica (Êxodos) é uma das mais interessantes e cheia de aventura, mesmo já tendo sido retratada no cinema diversas vezes, esta é uma das poucas em que ele aprece novamente como superprodução, da ultima vez ela foi retratada no épico; Os Dez mandamentos (1956), depois apenas em filme menores, destinado ao público cristão. A superprodução conta com mais um fator que pesa a seu favor, é dirigida por ninguém menos que; Ridley Scott, perito em épicos de diversos gêneros como; Gladiador, 1492: A Conquista do Paraliso, e até quando erra, ele consegue nos entregar filmes regulares como: A Cruzada e Robin Hood, que podem não ser um primor de roteiro, mas tem ótimas sequências de batalhas, muito bem dirigidas. Além dos filmes citados o diretor também nos presenteou com os excelentes: Falcão Negro em Perigo, Alien O 8º Passageiro e Blade Runner. Some tudo isso ao elenco liderado por Christian Bale, Ben Kingsley, John Torturro, Joel Edgerton e Sigourney Weavver, Êxodos é ou não um filme que precisa ser visto?

O longa nos mostra a trajetória de Moisés filho adotivo de Seti (faraó do Egito) e seu laço de amizade com seu irmão Ramesés (herdeiro legitimo do trono). Moisés é um exímio guerreiro sempre protegendo seu irmão nas batalhas, tudo corre bem até que em uma viagem representando o faraó, ele vê de perto, que não existe um reino sem escravidão, e torturas, para toda aquela ostentação dos egípcios, o povo Hebreu era escravizado, para servir e construir suas pirâmides, monumentos e templos, além disso ele descobre suas origens, de onde ele realmente veio. Com alguns detalhes com relação a outros filmes e a bíblia a trama não muda, Moisés é exilado e descobre sua fé, voltando anos depois para libertar seu povo a mando de Deus, tudo esta la, as pragas, o Êxodo e o mar, a superprodução enriquece o conto, dando requintes de épico, tão bem feito que nos esquecemos que estamos vendo algo religioso, se você for daqueles que se incomoda, assista como filme sobre mitologia, mas confira, antes de julgá-lo.
Êxodos tem todos estes pontos a seu favor, mas não é perfeito, tem seus defeitos, como seu ritmo que cai drasticamente em seu meio, ou para os mais perfeccionistas que vão criticar o elenco hollywoodiano interpretando Egípcios e Hebreus, são liberdades que cinema toma, afinal todos os filmes religiosos que Jesus foi retratado, sua pele e seus olhos são claros e seus cabelos lisos (algo impossível devido ao clima local). Por mais incrível que pareça os maiores críticos do filme, são os religiosos (novamente, vide Noé), eles reclamam de uma "infidelidade" com relação ao conto original, mas quando se trata de cinema e de uma adaptação literária de algo escrito há mais de 2000 anos, alguns detalhes podem e devem ser alterados, Ridley Scott há meu ver, ajudou aqueles que são religiosos, mas questionam se tudo que ocorreu na bíblia era possível, aqui ele tenta deixar numa forma mais plausível (algo muito valido), quando se trata de religião, que mesmo sendo universal já perdeu uma certa popularidade, então não custa dar algumas explicações mais plausíveis, e toda obra adaptada, sempre tem seus fãs mais xiitas (que reclamam mesmos as obras são impecáveis como; O Senhor dos Anéis e Harry Potter), que criticam a os filmes, podem ser comparados aos fãs que nunca ficam satisfeitos com algumas mudanças.
Êxodos é um bom filme, não esta entre os melhores do ótimo diretor, mas tem (e deve) de ser visto, e quando se fala de cinema e religião, se formos filtrar e só ver aquilo que é da nossa crença, ou se não tiver alguma você vai deixar de ver muita coisa boa e de qualidade, pode parecer que não, mas diversos filmes sobre varias religiões são sucesso e você nem percebeu (ou não se ofendeu pela qualidade), filmes como; Ghost, por trás de toda aquele romance é um longa com temática espírita, o suspense; O Sexto Sentido também segue a linha do espiritismo ou Kardecismo, Amor Além da vida retrata céu e purgatório, fazendo parte do mesmo gênero, mesmo com um romance de fundo, até os filmes de terror e possessões como o clássico; O Exorcista, onde retratada a igreja católica como entidade maior e única adequada a enfrentar o demônio, se filtrarmos e evitarmos filmes que tratem religiões diferentes ou que tenham qualquer uma delas (caso seja ateu), você vai deixar de ver muitos filmes e de se divertir, independente de religião, cinema é diversão, e você pode aprender muito sobre a cultura e religião alheia pelos filmes.
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Avaliação:
Critica: 7
Filmes Inc.:7,5
Público:7,5