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quinta-feira, 30 de março de 2017

Até o Ultimo Homem

ate o ultimo
by Rg. 
Quando tratamos de Segunda Guerra Mundial, como fã do gênero achei que já tinha visto tudo sobre o conflito e seus bastidores, entre vários filmes e series como O Resgate do Soldado Ryan, Circulo de Fogo, A Conquista da Honra, Cartas de Iwo Jima, Caçadores de Obras Primas, Bastardos Inglórios, Corações de Ferro e as series Band of Brothers e The Pacific (isso somente nos últimos 20 anos), após ver estes filmes e diversos documentários sobre o tema achei que tinha meu mestrado sobre o conflito. Errado, neste novo filme o diretor Mel Gibson retrata a batalha no Japão em Okinawa mais precisamente na praia de Hacksaw Ridge onde um imenso desfiladeiro que era porta de entrada para as tropas americanas no Japão. Essa grande muralha praticamente impenetrável foi palco de uma das mais sangrentas batalhas da Segunda Guerra.

Até O Ultimo Homem não se atém somente a batalha travada entre Americanos e Japoneses neste desfiladeiro, e foca também no soldado Desmond um jovem Cristão que se prontificou a lutar apenas para ajudar as pessoas, mas se recusava a pegar em armas, alistando-se apenas como medico, e que mesmo assim tem que passar pelo treinamento bélico como todos os outros, se recusando até a simplesmente portar um rifle na preparação. Estes dois arcos transformam Até o Ultimo Homem em praticamente dois filmes, em seu primeiro ato ele mostra a trajetória do jovem (Desmond) desde sua infância com seu irmão e sua criação cristã até o início de sua vida adulta, onde se apaixona e decide lutar pelo Pais. Quando pensamos que o combate teria inicio, acompanhamos o seu treinamento de campo e o primeiro impasse envolvendo Desmond e seus superiores o jovem se saiu muito bem em todos os testes físicos, mas no final do treinamento ele se recusa treinar com armas, alegando ser adventista e ser contra tirar uma vida em hipótese alguma, nada nem ninguém o faz mudar de ideia, até quando ele é aconselhado a só treinar com o rifle para ser aprovado para o combate. A ideologia do jovem é firme, e ele se recusa a acatar as ordens e acaba sofrendo represálias dos amigos e superiores, para que ele desista.
Mel Gibson dirigi com competência e mesmo pagando o ingresso para ver um filme de guerra, que até seus 50 minutos não temos um tiro disparado, mesmo assim o filme nos cativa e emociona e quando em sua segunda metade somos apresentados ao desfiladeiro (onde ocorreu mais de  80.000 mortes). É ai que a maestria do ator e diretor ganhador do Oscar por Coração Valente nos mostra toda sua competência e prova que mesmo não dirigindo nada há mais de 10 anos, ele não perdeu a mão, as sequencias de combate são as mais impressionantes desde O Resgate do Soldado Ryan, com sua sequencia inicial na Normandia, não víamos algo tão real, visceral e impressionante. Assim que chegam ao Pacifico logo de cara o pelotão se depara com caminhões passando por eles com pilhas de corpos de soldados, e os que retornam com vida logo avisam que já subiram o desfiladeiro e foram expulsos, batendo em retirada seis vezes.
Além de ótimas sequencias de ações muito bem coreografadas você fica apreensivo torcendo pelo nosso protagonista, que esta numa das batalhas mais sangrentas da guerra sem portar uma arma, e que em momento algum se acovardou. Seu heroísmo é impressionante, e mesmo quando todos querem recuar, ele ainda quer buscar feridos e sobreviventes. O filmes merece todos os elogios e prêmios que esta concorrendo, méritos do ótimo diretor e do ator Andrew Garfield, que mostra que não é sua culpa a franquia Homem- Aranha com ele ter sido cancelada, aqui ele atua muito bem, tanto quando é apenas um jovem caipira apaixonado, ou quando tem que cuidar de todos durante a guerra, sua simplicidade e até ingenuidade e demonstrada em expressões reais.
Este filme é uma daquelas historias que só acreditamos que é verídica, devido a inúmeros relatos de testemunhas, senão seria difícil acreditar em algo tão impressionante e emocionante, ter realmente ocorrido. Mérito para Mel Gibson que soube conta-la de forma excelente.
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Avaliação:
Critica:8,5
Filmes Inc.:9,5
Público:9

quarta-feira, 29 de março de 2017

Estrelas Alem do Tempo

estrelas1by Rg.
Alguns temas, por mais que já foram muito explorados, ainda possuem lados inéditos nunca retratados nos cinemas e conseguem nos surpreender, a ponto de você pensar por que esta historia ainda não foi contada, e às vezes por que ainda não ouvi falar sobre isso. Estrelas Além do Tempo além de ser mais um filme sobre segregação racial nos EUA, durante os anos 60, ele também nos mostra os bastidores de outra historia envolvente, que mudou a historia da humanidade, a corrida espacial entre os americanos e soviéticos no auge da guerra fria.
Muitos desconhecem os bastidores da corrida espacial e o longa mostra a versão da historia que durante muito tempo não foi contada, que três mulheres suburbanas negras (Katherine, Dorothy e Mary Jackson), no auge do preconceito foram fundamentais para ajudar os EUA colocar seu primeiro astronauta em orbita com segurança, a vitória destas mulheres é tão grande, pois só pelo fato de ser mulher nos anos 60, já era difícil ter direito de igualdade e ainda ter um cargo de respeito na NASA já era uma vitória significativa e ainda pelo simples fato de serem negras enfrentavam inúmeras dificuldades. Contratadas para ensinar cálculos para negras num campus compartilhado com a NASA, algumas que se destacam são encaminhadas para algum serviço provisório na NASA, uma delas é designada para trabalhar como computador (assim que eram chamadas as pessoas peritas em números matemáticos) que são fundamentais para as missões espaciais para a equipe de cálculos da NASA. Mesmo sendo fundamental e tendo um cargo de exime-a importância, ela não é reconhecida como tal e sofre preconceito racial, não podendo nem usar a mesma jarra de café a ainda ter que atravessar o campus inteiro (mais de 800 metros), para ir ao banheiro designado as negras.
Elas enfrentaram tudo e todos, superando as adversidades e não se deixaram abater. O longa além do racismo foca na famosa corrida espacial, no auge da guerra fria, mostrando o desespero americano para não perder a disputa com os inimigos (soviéticos) achando que eles não querem só chegar ao espaço mais precisamente a lua, para o governo americano eles pretendem sim espioná-los e até atacá-los. A pressão sobre todos envolvidos no projeto é imensa, cada noticia que os soviéticos avançaram, eles tem que trabalham em dobro.
O elenco é um os diferenciais a começar pelo trio principal vivido pelas competentes Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe, todas tem seu tempo de tela e se destacam. Os coadjuvantes também merecem destaque principalmente Kevin Costner e Jim Parsons (que aqui praticamente reprisa seu personagem da serie que o consagrou com o mesmo mau humor e sarcasmo). O diretor Theodore Melf manda bem na direção e por mais que o filme seja longo (02h07min), ele mantem um bom ritmo, apesar de ter uma pequena barriga entre seu segundo e terceiro ato (uns 15 minutos há menos, não fariam mal), mas nada que tira o brilho do filme, que merece muito ser visto, e nos da uma perspectiva de até aonde chegava o preconceito e neste caso elas sofreram em dobro por ser mulher e negra.
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 Avaliação:
Critica:8
Publico:9
Filmes Inc.:8,5

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

O Chamado 3

chamadosfilme-novoposter03
By Rg.
O Chamado 3 ou como iria ser chamado até pouco tempo; Chamados, que mesmo sem o numeral no titulo todos nós já sabíamos que o longa era uma sequencia dos filmes que se foram sucesso e pioneiros num gênero que tomou conta do cinema nos anos 2000. Se hoje a cada dez filmes de terror, sete são found footage (vídeos perdidos, filmados em câmera de mão), há 15 anos atrás após O Chamado adaptar os terrores japoneses foi moda e O Chamado foi o primeiro e devido ao seu sucesso vieram, O Grito, Chave Mestra, Água Negra e Espíritos e outras produções menores.
Os anos se passaram o subgênero meio que caiu no esquecimento, mesmo assim o estúdio donos da franquia decidiu trazer Samara de volta e apresenta-la para uma nova geração. No começo não sabíamos se seria um remake ou sequencia, já que se passara mais de 12 anos desde o fraco segundo filme.
O Chamado 3 só prova que se em seu auge, após um primeiro filme muito bom, dirigido por; Gore Verbinsk e com Naomi Watts, sua sequencia foi um equivoco alguns anos depois anos, depois sem um bom diretor e sem uma protagonista carismática (F.Javier Gutierrez e a inexpressiva Mathilda Anna Ingrid Lutz) probabilidade de erro era grande.
O Chamado 3 tem um ritmo lento e cansativo e não trás nenhuma inovação no gênero, tem cara daquelas sequencias de filmes de sucesso que vão direto para o home vídeo, sua uma hora e trinta minutos parecem três horas. O longa não tem um acerto sequer, os sustos (ou as tentativas) são previsíveis e gratuitas, seu enredo numa tentativa de atualizar e trama (que já conhecemos) chega a ser hilária. Se antes quem via a fita VHS recebia uma ligação avisando que tinha sete dias e após isso a assustadora Samara vem lhe buscar. Aqui um professor universitário compra um vídeo cassete numa venda de garagem e assiste ao vídeo que estava lá e descobre sozinho que se faz uma copia se livra da maldição, ele cria um grupo uma espécie de pirâmide que todos entram ciente e assistem e tem que passar para alguém, sim pasmem O Chamado virou uma Pirâmide, e em no meio disso uma jovem vê que no vídeo tem algo mais, e sai numa missão para achar o corpo de Samara, pois ela acha que ela só quer ser encontrada e descansar em paz. Enfim Chamado 3 é um remake/sequencia desnecessário e deveria ter parado no primeiro nem ter um chego ao segundo muito menos um terceiro, anos depois. Até os produtores sabiam no que tinha se metido, pois além de mudar de nome já próximo ao lançamento vem sendo adiado desde o ano passado. Caso você ainda queira ver um filme do gênero, atual e sobre uma maldição que passa adiante, veja o ótimo Corrente do Mal e mesmo se a Samara ti ligar, mandar msg e etc, não aceite o seu Chamado para ver este filme. @RG_FilmesInc              @FilmesInc                #Facebook           insta/@rg_filmesinc Avaliação: Critica :4,5
Filmes Inc.:3,5
 Publico:7,5

Cinquenta Tons Mais Escuros

50-Tons
By Rg. 
Como já falei na critica do primeiro filme (aqui) as semelhanças desta obra com Crepúsculo são inúmeras e a própria autora; E. L. James admitiu ser fã e ter se inspirado na saga vampiresca. E se até em Crepúsculo temos um salto de evolução entre o primeiro e segundo filme, digo em direção e orçamento e alguns detalhes, em qualidade nada mudou (era difícil salvar a saga).Em Cinquenta Tons Mais Escuros  ocorre o mesmo fenômeno temos uma evolução drástica em direção, e até em atuação, o casal de protagonistas estão muito mais carismáticos, parece que pararam de se levar a sério e entenderam que estavam em uma obra que era um mais soft-porn com orçamento gigantesco e desistiram de tentar atuar como se estivessem em uma obra Shakespeariana que só piorava a suas canastrices. Tanto Jamie Dornian  (Christian Grey) como Dakota Johnson (Anastasia Steele) estão mais confortáveis com seus personagens. E mudança da direção com a entrada de James Foley também evoluiu, o fato de ser o segundo filme de um segundo livro é muito mais solto e aqui não temos a toda "tensão" criada em cima de Anastasia descobrir sobre os segredos nada ortodoxos de seu namorado. Agora ela já o conhece bem e ainda quer saber mais sobre seus hábitos (wtf), mas sem regas. Grey esta cada vez mais apaixonado e sentindo sua falta após seu termino, aceita abrir mão de seus estranhos hábitos para ter Anastasia em seus bracos novamente. A trama continua rasa, só que mais solta, além do arco dos dois protagonistas se readaptando, temos a introdução da mulher que introduziu Christian nesse mundo e um suposto "rival" o novo patrão de Ana que começa a se insinuar para a jovem, ambos são apresentados mas perdem a importância rapidamente e não acrescentam muito a trama que gira mais em torno do casal novamente. Até alivio ganhou mais espaço e se encaixa melhor no longa, agora mais leve. Algo que não mudou é sua galhofa e algumas coisas continuam, como sequencias de sexo cafona, caminhadas na chuva ao som de alguma musica pop. Cinquenta Tons Mais Escuro mostra que em boas mãos é possível melhorar o imelhorável, mas não se faz milagres, e não foi desta vez que transformaram uma franquia ruim em uma obra de arte. Mas bem que tentaram e isso já é um começo.
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A
valiação:
Filmes Inc.:6,5
Critica:6
Público:7,5   

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A ultima ressca do ano

by RG.
ressaca
 
A Ultima Ressaca do Ano pode não ser e melhor comedia do ano (2016), mas é a mais politicamente incoarreta.

Para deixar vocês mais familiarizados o longa e uma mistura da serie The Office, Se Beber Não Case e muito mesmo de Quero Matar o Meu Chefe e principalmente por ter parte do seu elenco (e também um chefe chato). O filme nos mostra o cotidiano de um escritório perto do natal em que eles não estão indo bem em suas metas, mas seu chefe só quer saber de seu time no cartola e da famosa confraternização, tudo ia bem ate que sua irmã e sócia chega de surpresa para uma reunião com péssimas noticias que se eles não baterem a meta ate o fim do ano se não a filial vai ser fechada e todos perderam seu emprego e além de não ter clima para a festa ela frisa que não haverá festa em hipótese alguma, pelos minutos iniciais nos já conhecemos o chefe e um protagonistas e sabemos que mesmo assim ele vai fazer a festa,  seu braço direito vivido por; Jason Baterman que faz o mesmo, mas o mesmo personagem em todos os filmes em que atua, tenta lhe orientar, mas eles tem a esperança de salvar a empresa se fechar um mega contrato para salvar seu escritório se o CEO desta empresa for até sua festa e ver que eles tem algo de diferente. O resto você já imagina ou já viu o trailer e a julgar pelo titulo que e festa foge do controle e tem proporções épicas no melhor estilo; Superbad e Projeto X. Os diretores Josh Gordon e Will Speck  de Escorregando Para a Gloria fizeram um bom trabalho e A Ultima Ressaca do Ano é uma boa comedia com piadas bem ásperas e politicamente incorretas , que funcionam em boa parte pena quem em seu ato final ele opte pelo final convencional de comedias com lições de moral e etc, mas nada que tire seu brilho ele nos diverte com um humor bem adulto. Outro diferencial e o elenco reachado de bons nomes Jeniffer Aniston e Jason Baterman estão se repetindo, mas não de forma ruim chega a ser cômico vê lós fazer os mesmos personagens com nomes diferentes, já o TJ Miller (Deadpool) que já foi muitas vezes coadjuvante, aqui ganha destaque e manda bem sua falta de senso e concorrência chega a lembrar Zach Galiafianicks em Se Beber Não Case, outros coadjuvantes também merecem destaque como Karan Sani o indiano que contrata uma prostituta para ser sua namorada para ir a festa. A Ultima Ressaca do Ano chega aos cinemas na hora certa e nos ritmos das festas ele faz jus às festas mais surtadas de Hollywood e merece ser visto. 
@RG_FilmesInc             @FilmesInc                            insta/@rg_filmesinc                    #Facebook Critica:7
Público:8,5 
Filmes Inc.:8

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

La La Land

lala landBy Rg.
La La Land já chegou com a pompa de o filme de Oscar o musical de Damien Chazelle despontou como favorito na corrida deste ano e muitos já o vêm com certo preconceito pelo fato dele ser um musical, e toda vez que temos um filme deste gênero ele já entra como favorito (isso já praxe). Só que La La Land não esta com todo este lobby apenas por ser um musical, ele e muito mais que isso. Ele esta mais para um poema para Hollywood, em forma de musical, é uma homenagem ao cinema e todos os musicais que fizeram historia, de forma singela e sutil, ele tem o melhor cenário de todos para contar esta historia; Hollywood tem canções cativantes, daquelas que fazem você mexer os pés durante vários momentos, tem sapateado que nos remetem aos anos 60. As referencias são inúmeras e sempre estão presentes, como quando Sebastian dança segurando um poste, é uma nítida referencia a Cantando na Chuva. O longa se diferencia dos demais do gênero e ganha mais pontos sobre eles por seu enredo ser leve e suave assim podemos dizer o romance entre os dois protagonistas e improvável e rende ótimas risadas, resultando numa comedia romântica de primeira, daquelas que faz você torcer e se emocionar por seus protagonistas e suas jornadas. A historia da jovem barista aspirante à atriz em Hollywood Mia (Emma Stone) e o pianista fã de jazz Sebastian (Ryan Goslyng) que fracassou até agora em todos seus empregos, por não querer somente tocar os Jingles, inclusive a sequencia em que o longa nos apresenta seu personagem e conhecemos um pouco sobre ele e sua cara de insatisfação ao tocar canções natalinas já diz tudo sobre ele, e também seu jeito de não admitir ser subordinado em vários momentos e ótimo e impossível não ter carisma por ele logo em seus momentos iniciais. Assim como seu par Emma Stone que vale destacar aqui que atingiu uma maturidade muito rápida no cinema, e foi de par romântico de Peter Parker (O Espetacular Homem-Aranha) e Superbad, à indicada a prêmios e aqui ela faz jus às indicações, canta, atua e dança de forma espontânea. Outro mérito do filme e brincar com a ambientação ele tem cara e jeito de um filme dos anos 90, e em certo momento podemos jurar isso, pelas roupas, bandas e canções só quando em raros momentos temos alguma tecnologia inserida de forma sutil sabemos que estamos nos dias atuais, são raros os momentos que aprecem algum celular ou notebooks e até um carro mais novo. La La Land é impecável até seu terceiro ato, quando ele assume uma identidade própria e para de ser uma homenagem ao cinema, e ai ele fica lento, arrastado e serio de mais, ele passa de comedia romântica a um drama intenso, não se torna ruim, mas destoa muito da historia que estava sendo contada, nada que prejudique o belo filme. O diretor Damien Chazelle encontrou seu gênero depois do ótimo Wiplash ele parece que nasceu para os musicais, logo no primeiro momento musical, o apartamento de Emma é como se fosse um tablado de teatro e cada cômodo que ela entra a câmera já esta lá, sem a quarta parede como um teatro, outro ponto que mostra maestria na direção e quando ele numa apresentação mostra Sebastian tocando algo a contra gosto (pop), se rendendo ao comercial para ter uma estabilidade financeira e Emma esta próxima a ele na plateia e conforme ele tem a aceitação do público e aceita se sentindo confortável, ela vai sendo levada para longe pelo público e se afastando dele, mostrando que ao largar seus ideais, ele também iriar perder algo mais. Em fim La La Land não é perfeito, mas é muito bom merece todo o glamour em seu redor, e até agora quase um mês já de 2017, foi o primeiro filme que me fez sair do cinema feliz e o não já no elevador. E se todo musical fosse mais La La Land e menos Os Miseráveis que venha mais musicais.
  @RG_FilmesInc                          @FilmesInc             #Facebook                insta/@rg_filmesinc Avaliação:
Critica:9,5 
Filmes Inc.:9
 Público:8

Assassin's Creed

creedBy Rg.
O tão questionado mundo de adaptação de games para o cinema ganha mais um capitulo. O ano de 2016 parecia ser o divisor de águas do gênero Warcraft chegou com orçamento milionário produzido pela própria produtora do jogo; a Blizard, e com um ótimo diretor, nerd de carteirinha e fã do jogo no comando; Duncan Jones, não teria como errar (a essa altura você já sabe se errou ou não)? E no final do ano (2016) teríamos a adaptação de um dos jogos mais aclamados e populares da atualidade. Com uma galeria extensa e média de um jogo por ano para diversas plataformas, até quem não é perito em vídeo games conhece, ou já ouviu falar de Assassin's Creed e como os jogos tem um ótimo enredo, se passando por acontecimentos históricos muitos diziam que seu roteiro já estava pronto e bastava transportar para as telonas. E para evitar os erros das adaptações anteriores à própria Ubsoft estava à frente do projeto e trouxe um ator conceituado vivendo seu auge; Michael Fassbender para interpretar o protagonista Cal Lynch/Aguilar e um diretor competente experiente em épicos; Justin Kurzel (Macbeth), só para termos uma noção da importância que Fassbender deu ao projeto ele também produziu o filme, agora se mesmo com estes detalhes esta adaptação deu certo? A balança de filmes de Games é tão desleal, que de um lado (positivo) temos; Silent Hill, Doom (este entendeu o conceito do jogo quase sem roteiro e cheio de ação e frenético, assim como o jogo) e fechando a "grande" lista , temos; Mortal Kombat o filme de 1995 (eu gosto de Príncipe da Pérsia) do outro lado (negativo) temos; Hitman (2 vezes), Max Payne, Super Mario Bros, a saga Resident Evil, Tomb Rider, Need For Speed, a sequencias de Mortal Kombat e Silent Hill, fora outras adaptações que de tão pífias forram direto para o home vídeo. E temos por vir Uncharted e The Last Of Us.
Este mercado bilionário esta na hora (passou) de despertar, o universo das adaptações de HQ demoraram para se encontrar, mas hoje estão consolidados. O longa nos conta historia do jovem Cal Lynch jovem problemático que se tornou órfão após ver seu pai matar sua mãe, os anos seguintes ele teve uma adolescência perturbada repleta de pequenos delitos e alguns crimes menores, até que ele comete um homicídio em defesa de uma jovem. E quando retornamos aos dias atuais, ele esta no corredor da morte e tem sua morte forjada pela empresa Abstergo que o desperta com a proposta de lhe dar um novo proposito, após salva-lo, eles lhe contam que ele é ultimo descendente de Aguilar, um assassino de um clã, que agia na inquisição espanhola. A Abstergo possui uma moderna tecnologia que é uma espécie de simulador que volta no tempo, e pode reviver situações históricas, desde que seja da mesma linhagem (com mesmo sangue) de alguém que vivenciou aquilo. Lynch reluta, mas em troca da proposta de uma nova vida, ele decide ajuda-los numa busca para encontrar um artefato perdido durante a Inquisição Espanhola conhecido como A Maça que pode trazer a paz mundial. Lynch precisa se adaptar ao Animus (nome dado a maquina) e descobrir onde o artefato se encontra e entregar sua localização para Abstergo que é formada por descendentes de templários. A trama é essa (e que até convence), acho que os problemas do filme são outros, poucos por sinal como algo que me causou um certo incomodo, os cortes de cena quando ele esta em outro século, que ficam mostrando o personagem repetindo os movimentos de luta etc no laboratório, uma vez tudo bem, mas diversas vezes acabou ficando desnecessário e repetitivo. Sorte que o filme tem mais acertos do que erros e por se tratar de um filme de game, conseguiu acertar onde muitos erraram e tem uma identidade própria, com boas atuações e uma direção coesa e uma vitória para ser muito comemorada. Agora se o público vai comprar a ideia, não sabemos, pois é difícil saber sem muitos parâmetros, até agora não tivemos um sucesso absoluto desde gênero para ser copiado, quem sabe logo mais este universo tenha seu Homem de Ferro (filmes responsável pelo pontapé uncial do universo Marvel nas telas que hoje e referencia no gênero de Heróis) e quem sabe expendi este universo milionário, já passou da hora. @RG_FilmesInc                      @FIlmesInc                         #Facebook                insta/@rg_filmesinc                Avaliação: Critica:7,5 Filmes Inc.:7,5 Publico:8

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Passageiros

passageirosBy Rg. Passageiros é um filme peculiar por mais que não pareça, ele contem todos os ingredientes de uma ficção espacial como as mais recentes Gravidade, Perdido em Marte e Interestellar, todos foram sucessos de publico e critica, ele tem uma grande produção, protagonistas em alta e um trailer repleto de tensão. Só com isso já era um filme a ser esperado. Teve uma certa polemica durante antes mesmo da sua produção se iniciar pelo fato do estúdio pagar o cache de Jennifer Lawrence (o maior cache feminino de Hollywood) antes mesmo do filme ter um roteiro acabado (algo muito arriscado). Agora a seu favor tem os elementos citados e um casal carismático em seu pôster, já é um filme a ser visto. Passageiros tinha tudo para dar muito certo (ou errado este gênero vive na berlinda) e ele conseguiu ficar no meio termo. O longa tem pompa e rotulo de suspense espacial, como vimos nas previas, mas é um filme de gênero totalmente inesperado num ambiente inesperado, já tivemos desde ação a terror espaciais em naves (e até comedias), mas até onde me lembre, nunca vi um romance espacial ainda mais com este orçamento milionário, algo muito raro para um filme do gênero, pois quando você tem um orçamento de mais de 100 milhões de dólares e filmes de romance mesmo sendo sucesso poucos atingem esta marca, e vender um filme deste gênero e convencer o grande publico ir vê-lo e ter êxito financeiro é uma árdua tarefa. O longa nos conta a historia dos tripulantes da nave Avalon que esta levando 5 mil passageiros até um novo planeta (Homested Colony) numa viagem de 120 anos algo da errado quando um dos passageiros desperta de sua hibernação antes, quando ainda faltam 90 anos pela frente e ele percebe vai passar o resto de sua vida sozinho e vai morrer antes de chegar ao seu destino, após quase um ano sozinho outra passageira também desperta e depois do choque inicial, ele tenta conforta-la e esta é a prote do filme, um romance que é até forçado, por surgir entre duas pessoas opostas, num ambiente inusitado, que tem que aprender a conviver juntas e superar a eminente noticia que vão passar a vida abandonados numa nave. É um filme de naufrágio com romance uma espécie de Lagoa Azul especial, sim o filme tem também uma subtrama (muito rasa).
No meu entender nada disso prejudica o filme, que como fã de cinema, vejo qualquer gênero, mas justifica algumas criticas que ele recebeu, por ter sido vendido como outro gênero e pelo dilema que envolve seus protagonistas, o filme funciona bem como romance, tem um bom ritmo em seu primeiro ato e o personagem de Chris Pratt (Jim Preston) segura bem os primeiros 30 minutos sozinho, e sua química com Jennifer Lawrence (Aurora Dun) é boa e segura o filme. O segundo ato onde o romance toma conta também tem um bom ritmo e diverte. Já seu terceiro ato tem seu problemas (mas não chega a prejudicar o filme) ele tem uma reviravolta até interessante, mas peca ao tentar justificar uma atitude com algo futuro, não era necessário, você querer validar um ato errado com um heroico no fim. A direção ficou a cargo do competente John Spaihts de O jogo da Imitação
Agora os que esperavam um filme cientifico, entendo sua decepção, mas mesmo sendo um gênero totalmente diferente não é ruim apenas foi vendido errado e isso é um erro (vender gato por lebre) ainda mais no cinema, onde o publico não perdoa ainda mais com o alto custo dos ingressos. Portanto fica a dica quando for ousar e fazer algum filme diferente seja honesto.
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Avaliação:
Critica:7
Público:7,5
Filmes Inc.:7,5

Globo de Ouro 2017

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A cerimônia de entrega, que será apresentada por Jimmy Fallon, será realizada em 8 de janeiro. Confira abaixo a lista completa de indicados e os Vencedores em Vermelho. CINEMA Melhor Filme de Drama 
  • Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)
  • A Qualquer Custo (Hell or High Water)
  • Lion
  • Manchester à Beira-Mar
  • Moonlight
Melhor Diretor 
  • Damiel Chazelle - La La Land: Cantando Estações
  • Tom Ford - Animais Noturnos
  • Mel Gibson - Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)
  • Barry Jenkins - Moonlight
  • Kenneth Lonergan - Manchester à Beira-Mar
Melhor Atriz Coadjuvante 
  • Viola Davis - Fences
  • Naomie Harris - Moonlight
  • Nicole Kidman - Lion
  • Octavia Spencer - Estrelas Além do Tempo
  • Michelle Williams - Manchester à Beira-Mar
Melhor Ator Coadjuvante
  • Mahershala Ali - Moonlight
  • Dev Patel - Lion
  • Jeff Bridges - A Qualquer Custo (Hell or High Water)
  • Simon Helberg - Florence, Quem é Essa Mulher?
  • Aaron Taylor-Johnson - Animais Noturnos
Melhor Atriz em Filme Dramático
  • Amy Adams - A Chegada
  • Jessica Chastain - Miss Sloane
  • Isabelle Huppert - Elle
  • Ruth Negga - Loving
  • Natalie Portman - Jackie
Melhor Ator em Filme Dramático
  • Casey Affleck - Manchester à Beira-Mar
  • Joel Edgerton - Loving
  • Andrew Garfield - Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)
  • Viggo Mortensen - Capitão Fantástico
  • Denzel Washington - Fences
Melhor Filme de Comédia ou Musical
  • 20th Century Women
  • Deadpool
  • Florence, Quem é Essa Mulher?
  • La La Land: Cantando Estações
  • Sing Street
Melhor Atriz em Comédia ou Musical
  • Annette Bening - 20th Century Women
  • Lily Collins - Rules Don’t Apply
  • Hailee Steinfeld - The Edge of Seventeen
  • Emma Stone - La La Land: Cantando Estações
  • Meryl Streep - Florence, Quem é Essa Mulher?
Melhor Ator em Comédia ou Musical
  • Colin Farrell - The Lobster
  • Ryan Gosling - La La Land: Cantando Estações
  • Hugh Grant - Florence, Quem é Essa Mulher?
  • Jonah Hill - Cães de Guerra
  • Ryan Reynolds - Deadpool
Melhor Trilha Sonora Original
  • A Chegada
  • Lion
  • La La Land: Cantando Estações
  • Moonlight
  • Estrelas Além do Tempo
Melhor Canção Original
  • Can’t Stop the Feeling - Trolls
  • City of Stars - La La Land: Cantando Estações
  • Faith - Sing: Quem Canta Seus Males Espanta
  • Gold - Ouro e Cobiça
  • How Far I’ll Go - Moana: Um Mar de Aventuras
Melhor Filme em Língua Estrangeira
  • Divines (França)
  • Elle (França)
  • Neruda (Chile)
  • The Salesman (Irã, França)
  • Tony Erdmann (Alemanha)
Melhor Longa Animado 
  • Kubo e as Cordas Mágicas
  • Moana: Um Mar de Aventuras
  • My Life as a Zucchini
  • Sing: Quem Canta Seus Males Espanta
  • Zootopia - Essa Cidade é o Bicho
Melhor Roteiro
  • La La Land: Cantando Estações - Damien Chazelle
  • Animais Noturnos - Tom Ford
  • Moonlight - Barry Jenkins
  • Manchester à Beira-Mar - Kenneth Lonergan
  • A Qualquer Custo (Hell or High Water) - Taylor Sheridan
TV Melhor Série Dramática
  • The Crown
  • Game of Thrones
  • Stranger Things
  • This Is Us
  • Westworld
Melhor Ator em Série Dramática
  • Rami Malek - Mr. Robot
  • Bob Odenkirk - Better Call Saul
  • Matthew Rhys - The Americans
  • Liev Schreiber - Ray Donovan
  • Billy Bob Thornton - Goliath
Melhor Atriz em Série Dramática
  • Catriona Balfe - Outlander
  • Claire Foy - The Crown
  • Keri Russell - The Americans
  • Winona Rider - Stranger Things
  • Evan Rachel Wood - Westworld
Melhor Minissérie ou Filme para TV
  • American Crime
  • The Dresser
  • The Night Manager
  • The Night Of
  • The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV
  • Felicity Huffman - American Crime
  • Riley Keough - The Girlfriend Experience
  • Sarah Paulson - The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
  • Charlotte Rampling - London Spy
  • Kerry Washington - Confirmation
Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV
  • Courtney B. Vance - The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
  • Riz Ahmed - The Night Of
  • Tom Hiddleston - The Night Manager
  • Bryan Cranston - All The Way
  • John Turturro - The Night Of
Melhor Série de Comédia ou Musical 
  • Atlanta
  • Black-ish
  • Mozart in the Jungle
  • Transparent
  • Veep
Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical
  • Anthony Anderson - Black-ish
  • Gael Garcia Bernal - Mozart in the Jungle
  • Donald Glover - Atlanta
  • Nick Nolte - Graves
  • Jeffrey Tambor - Transparent
Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical 
  • Rachel Bloom - Crazy Ex-Girlfriend
  • Julia Louis Dreyfuss - Veep
  • Sarah Jessica Parker - Divorce
  • Issa Era - Insecure
  • Gina Rodriguez - Jane The Virgin
  • Tracee Ellis Ross - Black-ish
Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV
  • Olivia Colman - Broadchurch
  • Lena Headey - Game of Thrones
  • Chrissy Metz - This Is Us
  • Mandy Moore - This Is Us
  • Thandie Newton - Westworld
Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV
  • Sterling K. Brown - The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
  • Hugh Laurie - The Night Manager
  • John Lithgow - The Crown
  • Christian Slater - Mr. Robot
  • John Travolta - The People vs O.J. Simpson: American Crime Story

Rogue One :Uma Historia Star Wars

poltrona-rogue-one-poster-07nov16-3By Rg.
Rogue One é o primeiro de vários Spin Off´s (derivados que se passam no mesmo ambiente ou com alguns personagens do universo) da franquia Star Wars, que após ser comprada pela Disney, terá um filme do universo por ano, um da saga clássica (Ep. 1 ao 7 até o momento) e um do universo expandido. Rogue One carrega um fardo enorme por ser o primeiro a abrir para os cinemas este vasto universo expandido de Star Wars, a pressão ainda é maior por vir após o Episodio VII: O Despertar da Foça que após anos de expectativa fez mais de 2 bilhões de dólares e quase metade disso somente em solo Yanke (Americano). Isso é algo que pode prejudicar muito o filme, independente de sua qualidade, pois mesmo se fosse o Episodio 8, seria difícil obter o mesmo êxito do Episodio 7, por diversos fatores, o principal deles é o filme vir depois de um grande hiato sem um  filme da serie Star Wars nos cinemas  (desde 2005 ) após a decepção com a trilogia feita por George Lucas nos anos 2000 (Episodio 1,2 e 3).  Agora a historia andou adiante, como uma sequencia (não prelúdios como os anteriores), fator de apelo fundamental, já que mesmo após 30 anos o elenco principal estava vivo e aceitaram retornar (Luke, Leia e Han Solo), principalmente a confirmação Harrison Ford no elenco, pois de todo os protagonistas ele foi o único que teve uma carreira e e ascendeu e se tornou um dos maiores astros de Hollywood nas próximas décadas  (80 e 90), emplacando outra franquia que marcou uma geração Indiana Jones, já Carie Fisher e Mark Hammil (Léia e Luke) sumiram dos holofotes. Vai ser difícil qualquer filme da saga independente de sua qualidade superar este Hype, e ainda mais se tratado de Spin Off que para o publico mais leigo, que vai ficar se perguntando onde esta Luke, Han, Léia e até Fin ou Ray (Ep 7). Ficando mais difícil trazer os que não são fãs para os cinemas. É bem provável que o filme vá bem financeiramente, mas será muito difícil chegar perto do retorno financeiro do filme anterior (que os executivos da Disney tenham ciência). Se este derivado vai fazer grana não sei (mas que ele é muito bom é). Rogue One tem uma historia bem contada, com uma trama bem encaixada, com um visual muito bom, cenas de ação bem orquestradas Ao mesmo tempo em que ele tem uma cara de um filme de Star Wars, ele não tem cara de Star Wars, ele é uma verdadeira Guerra Civil, aqui nós vemos o que os rebeldes sofriam por um pouco de esperança, não temos a convencional jornada do herói, que temos na saga toda (ou até em outra saga do universo nerd; O Senhor dos Anéis na trilogia de Tolkien acompanhamos a jornada do herói (Frodo), enquanto o mundo vive outras batalhas também mostrada na trilogia). Em Star Wars isso só era mostrada nos desenhos (Rebels e Clone Wars) e também HQ´s aqui temos isso pela primeira vez no cinema, com novos rostos, numa missão que foi peça chave para o inicio do primeiro filme da saga Star Wars Uma Nova Esperança Episodio 4. O longa foca na personagem Jyn Erso (Felicity Jones) filha de Galen Erson (Mads Mikkelsen) responsável pelo projeto da Estrela da Morte. Galen ao perceber que seria responsável por uma arma de destruição em massa foge, mas acaba encontrado pelo império e forçado terminar seu projeto, sua filha é obrigada e viver no exílio, e acaba sendo recrutada por um dos lideres da resistência Saw Gerrera (Forrest Whitaker). E como todos nos já sabemos nos créditos iniciais de Uma Nova Esperança um grupo rebelde rouba os planos da Estrela da Morte, e este filme vai contar detalhadamente como isso ocorreu, pela sua sinopse ou trailer, apenas sabemos que os tais rebeldes formam o esquadrão Rogue One, formado por Cassian (Diego Luna), Donnie Yen (Chirrut Imwe, ótimo) Wen Jing (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bodhi Rook) e Dróide (k-250 uma mistura de Sheldon com o Robô do Guia do Mochileiro das Galxias). Outro diferencial do filme é seu clima e o universo de Star Wars. Só que aqui outros tipos de personagens são mostrados os acabem formando o esquadrão Rogue One, uma Espécie de Mercenários, que toparam fazer o que nenhum rebelde se habilitou, trazendo ingredientes ótimos para o filme, suas tomadas de ação são ótimas. Rogue One é uma ótima pedida e após o Animais Fantásticos e Onde Habitam também fazer algo semelhante com muita competência, esperamos que isso vire praxe, mas com qualidade, como estes dois exemplos, pois às vezes invés de exploras historia que não tem mais para onde ir (não que seja o caso de Star Wars), a solução é expandir o universo, ainda mais se ele for magico e divertido. Há antes que esqueça a participação do Darth Vader é puro fã service, um fã service do caraeloooo.
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Avaliação:
Critica:8,5
Público:8 Fã:9,5
Filmes Inc.:9

Jack Reacher Sem Retorno

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by Rg.
Jack Reacher: Sem Retorno, além de sequencia do muito bom filme de 2013, ele é mais um filme que vem para firmar este subgênero que tomou conta de Hollywood nos últimos anos, mais precisamente desde 2002 quando A Identidade Bourne, estreou e mudou o cinema, este estilo de filme de ex-agente ou ex-soldado que enfrenta todos sozinho com técnicas de lutas apuradas, perito em fugas e etc. Só para você ter ideia alguns exemplos de franquias e alguns outros que já tem sequencias engatilhadas do gênero, Busca Implacável (já deu), De Volta ao Jogo (ótimo), O Protetor (razoável), e até mesmo a reinvenção de James Bond com Daniel Craig bebeu muito desta fonte. Não que o gênero já não existia (mas sem muito sucesso), e como Hollywood vive de ciclos, já passamos por algo similar nos anos 80 e 90, com o famoso estilo ex-militar que enfrenta um exercito sozinho, que se tornou coqueluche após o sucesso de Rambo dai vieram, seus derivados que nos divergiram na sessão da tarde como; Comando Para Matar, Comando Delta e Bradock.

Curiosidades à parte Jack Reacher Sem Retorno da sequencia ao longa anterior é novamente baseado no livro de Lee Child. Reacher ainda vive como nômade e da algumas dicas de infratores para o governo americano, e quando volta para Washington ele descobre que seu contato no governo, a Major Turner foi recentemente presa, acusada de crime militar, ele logo desconfia por conhecer sua integridade que ela foi vitima de uma conspiração militar, para encobrir algo muito maior, Turner foi feita de bode expiatório.
Jack Reacher volta a ativa para ajudar a major, o flime tem um ótimo inicio, no mesmo ritmo do primeiro, só que após os primeiros minutos ele se perde e consegue desconstruir o personagem que tinha todos os elementos dos filmes citados do gênero, desapegado, frio e calculista. Aqui Reacher mesmo sem conhecer a Major pessoalmente, parece estar apaixonado por ela, a ponto de demonstrar fraquezas, além de também ele um amor paterno por outra personagem do filme algo que poderia ter no gênero de forma muito breve.
No quesito ação o longa também deixa a desejar em comparação ao primeiro seu ritmo é mais lento e cadenciado e suas sequencias de ação são menos plausíveis e não empolgam. Algo difícil de acreditar devido a competência do diretor o veterano, Edward Zwick que já fez os ótimos Diariamente de Sangue, Tempo de Gloria e O Ultimo Samurai com o próprio Tom, fica difícil entender o por que não funcionou ainda mais a julgar pela boa fase do astro que vem de dois ótimos filme da Franquia Missão impossível e o muito bom No Limite do Amanha.
Emfim Jack Reacher: Sem Retorno peca, mas não chega a ser ruim, ou intragável, mas deixa muito a deseja a seu primeiro filme e ate outros ótimos desde gênero recente como De volta ao Jogo e O Contador quem sabe num terceiro filme eles corrijam o escorregão.
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Critica:6,5
Filmes Inc.:7
Público:8

A Chegada

By Rg. 
Confira-o-trailer-e-pôster-de-A-Chegada-evideoclipeExistem dois tipos de ficção cientifica, as que são puro entretenimento, Independence Day e Guerra dos Mundos e as que são para nos fazer refletir sobre o futuro e o caminho que a humanidade vai nos levar, ou se estamos realmente sozinhos como; 2001 Uma Odisseia no Espaço, Contatos Imediatos de Terceiro Grau, Interestellar e Contato. A Chegada se encaixa perfeitamente no segundo exemplo citado, seu roteiro simples no primeiro ato, vai se desenvolvendo e se tornando complexo no decorrer do longa e levanta diversos questionamentos. O primeiro deles é que se formos visitados, como nos comunicaríamos com essa espécie de outro planeta (ou galáxia), algo que sempre é corriqueiro nos filmes do gênero, é que sempre somos entendidos ou interpretados facilmente (quando querem dialogar), nossos problemas com os Aliens nunca foi este e sim; sondas, abduções, invasões, extraírem nossos recursos e destruir toda a raça humana, mas aqui a comunicação é peça fundamental do filme e da trama. Doze naves (ou conchas como são chamadas no filme) pousam sobre a terra e ficam pacificamente tentando fazer contato com os humanos, mas sem sucesso, os dias se passam e o exercito americano contratam a linguística Louise Banks (Amy Adams), que consegue fazer um pequeno progresso com nossos visitantes, mas cada descoberta é lenta e demora dias, e o impasse preocupa, por mais que os visitantes pareçam pacíficos e dispostos a dialogar, outros países como China e Rússia (que não tiveram progresso) estão ansiosos e acham que é perda de tempo, e que um ataque deles pode ser eminente, e pretendem tomar medidas drásticas prejudicando qualquer progresso de outro País. Enquanto os países anseiam por uma simples troca de informação, que pode ajudar em nossa evolução tecnologia. Estas questões e dilemas pairam durante todo o longa.
Além desta plot (trama) os personagens principais são peças fundamentais deste alicerce de reflexão,  Amy Adams mantem a competência habitual, sua preocupação em entende-los e saber o por quê estão aqui é nítida, Jeremy Renner faz o cientista contratado pelos militares Ian. Jeremy faz um ótimo coadjuvante, seu personagem pode até ser principal, mas Amy toma conta da situação e todos ao redor ficam ofuscados, entre eles Forest Withaker (sempre bem). Mas o maior mérito e do diretor; Denins Villeneuve que surgiu nos últimos anos e só tem acertos, emplacando um ótimo filme atrás do outro; Incêndios, O Homem Duplicado, Sicário e Os Suspeitos, sua direção coesa, consegue nos passar a sensação de querer saber mais sobre os nossos visitantes, ficamos numa ansiedade tão grande, como se aquilo estivesse realmente acontecendo, em busca de respostas, na pressa para saber mais sobre eles e o que eles querem, se realmente são pacíficos (ou não?), por não nos atacaram, por que querem dialogar? Ele retrata tudo isso de forma linear e envolvente, sem ser cansativo e lento, Villeneuve consegue transpor o roteiro de Eric Heisserer baseado no livro de Ted Chiang. O filme levanta questionamentos interessantes e nos faz refletir sobre, que independente de acreditar ou não, se realmente estamos sozinhos, como procederíamos o que faríamos, como seria o procedimento se eles chegarem de uma forma pacifica, como seria o nosso contato? Enfim A Chegada é um ótimo filme, uma ficção com questionamentos validos, com uma ótima direção e atuações e vale muito a pena ser conferido. Daqueles que nos faz sair do cinema querendo conversar sobre o filme. @RG_FilmesInc                         @FilmesInc                #Facebook          insta/rg_filmesinc
Avaliação:
Filmes Inc.:9,5
Critica:9
 Público:8

Horizonte Profundo: Desastre no Golfo

placa_poster_horizonte_profundoBy Rg. 
Horizonte Profundo: Desastre do Golfo pode soar, ou ser vendido como um filme catástrofe, mas ele é muito mais que isso, é um drama baseado em um acontecimento real. Não deixa de ser uma catástrofe, mas com requintes dramáticos é um acontecimento triste e recente que todos nós lembramos. O drama sempre faz parte deste gênero de filme, só que sempre de forma leve e sem muita importância, é mais um clichê do gênero, onde em meio ao caos, um pai (Guerra dos Mundos, 2012 e Terremoto; A Falha de San Andreas) ou mãe (O Impossível) tem que se preocupar em salvar seus entes queridos. Aqui mesmo não tendo entes queridos, em meio ao caos (por se tratar de um acontecimento real), você se importa com cada um deles e vê que não é necessário ter um parentesco para que você arrisque sua vida para salvar um amigo ou conhecido em um desastre. O filme nos mostra os bastidores do desastre no Golfo, pelo ponto de vista da tripulação da plataforma mais precisamente pelo olhar do engenheiro Mike Williams (Mark Wahlberg) que vive um pai dedicado que trabalha na Deepwater Horizont e está prestes a retornar para mais 21 dias de trabalho longe de sua família. A rotina na plataforma seria a mesma de sempre, se no fosse pela ganância de seus sócios que fingiam não ver os defeitos apresentados por toda a plataforma e principalmente por não realizarem testes necessários para a segurança de perfuração, tudo para economizar tempo e dinheiro, pois a perfuração já está atrasada em mais de 43 dias. Assim que retornam Mike e Jimmy (Kurt Russsel) sabem que algo está errado e os acionistas os pressionam e encobrem os defeitos para que não haja atrasos.
O filme tem um bom ritmo e mesmo se tratando de uma história real e recente (2010) que todos nós sabemos o desfecho. O diretor Peter Berg (O Grande Herói) consegue criar uma tensão, a cada válvula aberta (ou fechada) esperamos pelo pior, e achamos que tudo vai pelos ares a qualquer momento.
O elenco também é uma boa escolha os protagonistas Mark Wahlberg e Kurt Russel fazem bem seus papéis mesmo sendo heroicos em alguns momentos, mas sempre plausíveis, pessoas reais que se importam com os companheiros, John Malkovich (sempre muito bom) faz o vilão engravatado da vez.
O grande ápice do filme é o desastre que todos nós acompanhamos pela TV em 2010, é pura tensão, assim que temos a primeira explosão o clima de cinema catástrofe toma conta do longa, com ótimos efeitos e heroísmo (nada que não vemos em outros filmes do gênero), mas o que mais impressiona é saber que tudo aquilo ocorreu e recentemente, o filme funciona como suspense ação e também como drama de sabermos que são trabalhadores comuns, que estão em meio a explosões contínuas e querem apenas voltar pra seus lares e suas famílias.
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo funciona muito bem e a dobradinha Peter Berg e Mark Wahlberg depois de O Grande Herói continua rendendo frutos e ambos vivem boa fase e em 2017 retornam com Dia de Herois sobre o atentado na maratona Boston. Berg se encontrou nas histórias verídicas largou as ficções Hancock e Battleship e Wahlberg vive o melhor momento de sua carreira. Que venha mais filmes com ele e também como esse.
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 Avaliação:
Filmes Inc.:8,5
Critica:7,5
Público:9

O Contador

contadorBy Rg.
O Contador condiz fielmente com o momento vivido por Ben Affleck que nos anos 2000 passou de jovem em ascensão e queridinho de Hollywood, há ator caricato de blockbusters, era mais lembrado pelos tabloides por seu namoro com Jennifer Lopes do que por sua carreira, que coincidentemente emplacava fracassos de critica e sucesso de publico como: Pearl Harbor, Armagendon e Contato de Risco com que protagonizou ao lado de J Lo que foi fiasco financeiro e de publico e critica que sepultou seu relacionamento e quase fez o mesmo com sua carreira. Seu recomeço veio no final da mesma década onde dirigiu o ótimo Medo da Verdade e atuou em Intrigas do Estado, Aflleck voltou a ser seletivo com papéis e dirigiu mais dois ótimos longas; Atração Perigosa e Argo este ultimo lhe rendeu o Óscar de melhor filme, ainda atuou num filme do prestigiado David Fincher (Seven e Clube da Luta) o excelente Garota Exemplar. Para consolidar sua volta por cima em Hollywood ele foi escolhido como novo Batman e aceitou o desafio, mesmo sendo execrado por todos, ele aguentou as porradas e quando Batman V Superman chegou aos cinemas mesmo o filme não sendo o sucesso esperado, Ben foi quase uma unanimidade como Homem Morcego e ainda topou dirigir e escrever os filmes da nova franquia do morcego no cinema. Seu momento é tão positivo que se alguém fosse ler a sinopse deste novo filme há alguns anos atrás ia soar tão absurda, que seria um fracasso imediato, mas como o mundo (principalmente Hollywood) da voltas, este filme é a prova disso. O Contador nos mostra a história de Christina Wolff (Ben Affleck) um contador, que possuiu tamanha habilidades com números, tanto em desvendar fraudes, ou encobri-las. Seus clientes vão desde magnatas do petróleo há grandes empresas e etc, qualquer um que precise encobrir algo, enganar e receita, lavar dinheiro e sair impune o procura, e todos pagam muito bem por seus serviços contáveis, ele faz e desaparece do mesmo modo que surgiu. Até aí um roteiro normal, ele é tipo um John Nash da contabilidade, exceto fato de ter em seu currículo uma enorme lista de assassinatos cometidos contra mafiosos e etc, com exímia habilidade desde técnicas luta e tiros, já soa meio absurdo, mas nada que não possa ocorrer em um filme de ação, só que a julgar por tudo isso, temos um pequeno e principal detalhe, este exímio matador (e contador), em sua infância era um altista, e ainda é, ele apenas aprendeu a lidar com seu altíssimo, devido à persistência de seu pai militar, que usou técnicas de treinamento militar para que ele levasse uma vida normal. Mesmo com esta plot (trama) absurda, o filme funciona e extremamente bem, logo nos primeiros minutos você já comprou a ideia, que é tão bem conduzida pelo diretor; Gavin O'Connor, que você acredita que aquele nerd problemático e capaz de matar como se fosse um Jason Bourne. Ben Affleck é peça fundamental nessa engrenagem, sua serenidade e tranquilidade nos convence que ele é uma pessoa que não sabe socializar com os outros ao seu redor, os mais críticos vão dizer que é falta de expressão e má atuação, mas assim como outro criticado que fez outro ótimo filme do gênero; Keanu Reeves com seu John Wick (De Volta ao Jogo) também caiu como uma luva e se seu amigo; Matt Damon já indicado ao Óscar com uma carreira tão elogiada (com um rumo totalmente deferente), tem a sua franquia de sucesso Bourne e em seu ultimo filme só falou 25 frases e não usou muita expressão, pois este tipo de papel é mais performance do que atuação, e isso todos os citados conduzem muito bem, é impossível não ter carisma por Affleck com sua falta de senso e tranquilidade, desde ao salvar alguns um casal de idosos ou a moça indefesa. Gavin O'Connor merece os méritos também sua direção prova que ele já é uma realidade em Hollywood que depois dos ótimos Guerreiro e Força Policial aqui dirige as cenas de ação como ninguém, às técnicas de luta e tiros não deixam nada a desejar para nenhum outro filme do gênero e os minutos iniciais do filme soam como um drama policial, muito bem conduzido e não cansativo, ele transforma o longa em seu segundo ato, mas se perder o timing do filme que muda totalmente para um filme de ação, mas continua com um trama que ti prende. Outro acerto além do protonista e a direção, o restante do elenco, que tem desde a competente Anna Kendrick, J.K Simmons (ótimo) e Cynthia Addai-Robinson, mas o nome que merece muito destaque e de Jon Bernthal (o Shane de The Walking Dead e o novo Justiceiro da Marvel), que faz um mercenário contratado para aniquilar Wolf e faz do filme um verdadeiro jogo de xadrez entre os dois. O Contador é um ótimo filme que é para não se levado a sério, mas assim que tem seu início, você o leva e funciona e tem alguns pequenos defeitos, mas nada que o prejudique, pois ele é tão divertido e descompromissado que vale o ingresso seu elenco de apoio também se sai bem. O filme apenas poderia ter uns alguns minutos há menos, mas nada que tire seu primor.
@RG_FilmesInc                  @FilmesInc                  #Facebook                Insta/rg_filmesinc Avaliação:
 Público:8
 Filmes Inc.:8,5
 Critica:7,5

Sete Homens e um Destino

034067.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxxBy Rg.
Sete Homens e Um Destino é um remake do remake, do clássico faroeste dos anos 60, que já era uma refilmagem de um clássico oriental de Akira Kurosawa chamado Os Sete Samurais(1954). A versão Yanke por motivos óbvios e culturais trocaram os Samurais por Cowboys. Esta nova versão se atem apenas a versão western. O responsável pela árdua tarefa de manter o nível dos anterior (ou anteriores) é do competente diretor Antoine Fuqua. que tem uma carreira de altos e baixos, mas algo que até em seus filmes abaixo da media não pode ser questionado é sua forma de conduzir a ação. Fuqua chamou o parceiro Denzel Washington, com quem já trabalhou em duas oportunidades para protagonizar o longa ao lado de outros nomes consagrados como Ethan Hawke e em ascensão como Chris Patt. O gênero Western/Faroeste que chegou a morrer nos anos 80 e voltou com força na década seguinte com Clint Eastwood (que era astro do gênero nos anos 70) e seu clássico Os Imperdoáveis (1992), se manteve vivo, mas nos últimos anos ganhou força novamente com ótimos filmes como Os Indomáveis, Bravura Indômita, O Assassinato de Jesse James, Django Livre, Os 8 Odiados, Rango e em Busca de Justiça (pouco visto procure). Sete Homens e Um Destino faz jus à todos os filmes citados e trás alguns elementos que se perderam no gênero com o passar dos anos, um glamour e até uma certa galhofa que os filmes de western tinham, todos citados são ótimos, mas pé no chão (com exceção de Django) era um velho oeste mais sujo e nada elegante, aqui eles remete aos clássicos e toda elegância dos Cowboys Americanos desde as vestimentas, estilo sequencias de ação e tiroteio, os heróis cavalgam atirando com uma mão e ainda a mantém sua mira impecável, sobem em seus cavalos em movimento, tem a velha cidade de uma rua típica dos duelos de faroeste e até o velho Saloom onde o protagonista chega o som para e todos o olham. Resumindo ele tem todos os elementos clássicos e os repete sem vergonha.
Este nova versão de Sete Homens e um Destino é acima de tudo uma ótima homenagem ao filme e ao gênero e funciona extremamente bem, todos os personagens tem seu espaço e seu destaque, cada tem seu carisma e você torce por todos e principalmente Chisolm (Denzel), outro que divide o protagonismo com  Denzel é Chris Patt (Faraday) que mesmo seu personagem tendo resquícios de o Senhor das Estrelas de  Os Guardiões da Galáxia e até de Jurassic World, a culpa não é dele de fazer mais um personagem semelhante e sim por que os Cowboys do cinema são isso (sempre misturando humor, sarcasmo e charme) a semelhança era algo inevitável e ele não se encaixaria em nenhum outro dos Sete e se repetir não ruim quando funciona.
O filme é em si é puro entretenimento, ao contrário dos filmes do gênero que citei é até mais fácil de ser vendido, pela cara de blockbuster que tem e não vai agradar só amantes do gênero, mas os fãs de um bom filme pipoca de aventura.
A trama é seguinte, um velho vilarejo esta sendo devastado por um garimpeiro que está tomando suas terras, e após ele ameaçar seus moradores oferecendo mixaria para que eles lhe entregarem sua terras ele mata os que se opuseram e Ema Colen (Haley Bennet linda) que teve seu marido morto por este vilão Bertholomew Bogue (Peter Sarsgard). A viúva decide pegar as suas economias e de dos outros moradores e parte em busca de ajuda e neste caminho ela encontra Chilson (Denzel) um caçador de recompensas temido por onde passa (pelos bandidos), ele reluta mas aceita o serviço é precisa de ajuda e junta outros 6 foras da lei (Chrs Patt, Ethan Hawke, Vicente Donofrio, Byung-hum Lee, Manoel Garcia-Rulfo e Martin Sensmeier) para executar o serviço de proteger a cidade. A partir daí o fim e é pura ação e aventura e consegue manter o bom ritmo ação e até humor em todos os seus atos no começo e meio e fim, muito bem divido.
 Sete Homens e um Destino é uma ótima pedida para os fãs de Western e para aqueles que querem apenas ver um bom blockbuster, esse apenas esta enrustido em faroeste. E para os que o criticaram, o lavarem muito a sério e desde seu começo ele já mostra que seu intuito é agradar e divertir, e isso ele cumpre muito bem.
Avaliação:
Filmes Inc.:8,5
Publico:9
Critica:7,5

FilmesIncastV #25 Animais Fantásticos e Onde Habitam e Harry Potter (voltei)

FilmesIncastV #25 Animais Fantásticos e Onde Habitam e Harry Potter (voltei) Neste 25 programa analisei o novo filme do universo Harry Potter ; Animais Fantásticos e Onde Habitam confiram deixem seu like e assinem o canal obrigado.

Doutor Estranho

fn3ajronuasc2vsqwrjd4kjl1maBy Rg.                                                                                                
Depois de 8 anos e 13 filmes a maior franquia do cinema (em bilheterias) a Marvel chega com mais um filme e novamente d
e um personagem que não é conhecido grande e público daí fica a pergunta? Será agora que Marvel vai nos decepcionar (já derrapou com Thor eHomem de Ferro 3) ou fracassar financeiramente? Esta dúvida já pairou quando Guardiões da Galáxia estreou em vão e o filme foi sucesso de público e crítica. Com O Homem Formiga aconteceu novamente alguns ficaram receosos e novamente em vão. Se tem uma coisa que é fato, é que media de acerto deles é ótima, será que tal média poderia causar uma prepotência e leva-los ao erro? Doutor Estranho tem todas as ferramentas para isso; personagem desconhecido, um universo místico que sai totalmente de que já foi apresentado e estabelecido, além de ser uma produção cara e ousada, seu protagonista é um ator desconhecido do grande público, sim meu amigo sei que você vai falar poxa é o Benedict Cumberbect, que para os cinéfilos ou nerds de carteirinha já uma realidade, agora tente usar ele de referência para o público convencional, há ele o cara do Star Trek o vilão (Khan), nada que tenha marcado a vida deles, há ele dubla o Dragão Smaug (O Hobbit) nada ainda, ele é o Alan Tunning  em O Jogo da Imitação, tá você acha que boa parte do grande público que só vê filmes de heróis, viram um drama autobiográfico indicado ao Óscar?  Ele é o Sherlock da série da BBC ainda não terá efeito sobre a pessoa que apenas sabe que o viu em algum filme, nada que o faça falar, vou ver este filme por este cara. Para nós familiarizados com universo cinematográfico ele já um astro dos últimos três anos pra cá. Enfim problemas a parte, confiamos no Studio e até agora ele fez jus, a esta confiança e para os críticos de plantão não é agora que eles vão errar no quesito qualidade, agora se vai ser sucesso de púbico, somente o tempo irá dizer.  Primeiramente vou logo falando, Doutor Estranho é diferente de tudo que você já viu, não só universo de heróis, como no cinema em geral, é fácil dizer que seu visual lembra A Origem com Matrix, só que ele é muito mais que isso, os ultrapassa em grande escala, daqui alguns anos será referência, iremos citar algum filme e dizer que seu visual lembra o deste.
O longa nos conta a história do prepotente (ou arrogante) cirurgião Doutor Stephen Strange que após um acidente, perde os movimento de suas mãos e sem elas não pode mais exercer sua profissão e nem ser o melhor no que faz e sua vida perde o propósito para ele. Stephen tenta de tudo e gasta toda sua fortuna em vão, até que ele procura ajuda em Karm-Taj no Nepal, e lá ele vai descobrir que para encontrar uma cura, terá que receber os ensinamentos do Ancião (a). Stephen Strange vai ter que deixar de lado sua arrogância e se tornar um aprendiz e passar acreditar em no lado místico, ele é relutante, mas após o primeiro encontro com a Anciã, ele já enxerga todo um novo mundo e dimensões paralelas, e vê que a possível cura para suas mãos, esta no misticismo. Diga-se de passagem, para aqueles que não viram o trailer, vão se impressionar ainda mais, as duas sequencias de ação vistas nos trailer, são exibidas logo no inicio do filme, e isso é bom, por que além de tudo que vir adiante ser inédito, as próprias sequencias mostradas no trailer, ainda continham muito mais e são elevadas em grande escala. A sequencia em que os prédios são dobrados e a cidade é virada literalmente é surreal, algo que faz saltar os olhos. Assim como a viagem de Strange a outras dimensões e algo indescritível, efeito deve ser similar ao de ver The Wall (Pink & Floyd) ou 2001 Uma Odisseia no Espaço, chapado de alguma substancia alucinogênica.
Efeitos à parte, o filme tem um bom ritmo, ainda mais por ser uma historia de origem, não e cansativo e dinâmico, algo que Marvel até agora fez bem, o tom do humor (alivio cômico) é ate maior do que o esperado e funciona muito bem. As semelhanças com Homem de Ferro são evidentes, mas necessárias, ambos tinham caracteres parecidos e sabiam que eram os melhores em sua área e após um acidente perderam algo e precisavam de ajuda para voltaram a ser como eram antes, um recorreu à ciência e o outro a magia.Outro fator que pesa a favor do filme é o protagonista; Cumberbatch é perfeito para o papel e chega a lembrar Robert Downey Jr, pois já nasce carismático e sarcástico, o ator pega um personagem forte e acrescenta muito a ele mesmo sendo sua primeira aparição, já e impossível imaginar o papel sem ele.O restante do elenco e um dos melhores já reunidos em um filme solo de herói, quatro dos principais todos já tiverem indicações recentes ao Oscar, Rachel McAdams, Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton e Madds Mikkelsen Benedct Wong fecham o time. Todos tem seu tempo de tela e desempenham bem seu papel, mas vale destacar Tilda que faz o Ancião e conjura sua magia com uma beleza e leveza sublime.
Sua trama além da busca de nosso herói pela sua cura, e seu aprendizado ele se vê obrigado a enfrentar um ex-discípulo da Anciã; Kaecillius (Madd Miikkelsen) que roubou as paginas de um livro proibido para conjurar um ser que vem da dimensão negra e esta tomando vários mundos e os aprisionando, e para isso ele precisa destruir a Anciã e seus discípulos que tomam conta de três portais que existem na Terra, assim que os portais estiverem vulneráveis nosso mundo vai deixar de existir, tais portais ficam em Londres, Hong Kong e Nova York.
As sequencias de ação são fantásticas mesmo quando são apenas lutas muito bem coreografadas e sem cidades virando e etc. Mérito do competente diretor Scott Derrickson, que vem do terror (O Exorcismo de Emily Rose, A Entidade, O Dia Em Que a Terra Parou e Livrai-nos do Mal) e manda muito bem, por mais que esteja acontecendo muita coisa, portais se abrindo magias sendo executadas e tudo virando, você entende tudo e absorve perfeitamente.
Doutor Estranho não é perfeito, tem alguns pequenos defeitos, como o avanço no treinamento de Strange, hora ele tem dificuldades simples, maior que os outros aprendizes e depois em meio ao caos, já tem que se virar na marra, tudo bem que os seus mestres já sabiam de seu poder, mas deveria ter tido alguma missão antes mostrando sua força, não logo em um confronto com o vilão do filme, cinematograficamente falando entendemos o lado do longa ter uma certa pressa, pois o seu ritmo seria lento e teria que ter umas três horas de duração, outro incomodo foi o fato de Strange usar uma relíquia sem permissão, e todos o verem em pose dela e não o questionaram, como se fosse algo para ser usado por qualquer um em uma urgência, assim como o alarme de incêndio. Pequenos problemas a parte, Doutor Estranho é uma ótima diversão, e mesmo com todas as dificuldades e apresentando um novo personagem e universo e já se saiu muito bem.
Doutor Estranho segue o padrão e formula repetida da Marvel, mas quem falou que esta fórmula é ruim, e em time que esta ganhando não se mexe.
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Avaliação:
Filmes Inc.:8,5
Critica:8
Público:9