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sábado, 28 de abril de 2012

Os Vingadores (The Avengers)

(especial: mais critica sobre o filme)
By Rg.
Evento é o nome mais apropriado para; Os Vingadores injusto chama-lo de apenas filme. Por que Evento? Significa algo de proporções grandiosas, ousado, Os Vingadores merece este título desde que comecei minha epopeia cinematográfica, não me recordo de um filme (Evento) tão ousado e esperado, parem para pensar que filme já chegou aos cinemas com tamanha expectativa?
Pode-se dizer que Avatar teve tamanha expectativa, devido aos 12 anos que James Cameron demorou para lança-lo, chegou a causar um fervor passageiro, devido à inovação do 3D, mas nada que se compare com o filme da superequipe que começou a ser produzido, há um bom tempo atrás (nada que se compare aos 12 anos de Avatar), e foi uma das apostas mais ambiciosas do cinema, desde que Peter Jackson, decidiu gravar os três filmes da trilogia; Senhor dos Anéis de uma vez só na Nova Zelândia, antes mesmo de saber se o filme seria bem aceito, pegamos o Delorian (De Volta Para o Futuro) e voltamos no tempo para relembrar como chegamos ao seguinte dia.
2 de maio de 2008 foi à data que abalou as estruturas dos Nerds, cinéfilos, fãs de quadrinhos e outros admiradores da sétima arte, pois foi na data citada acima que, Homem de Ferro estreou nos cinemas e numa cena pós-créditos, que ninguém esperava (o segredo foi guardado a sete chaves) onde Nick Fury procura Tony Stark (Homem de Ferro) para lhe dizer que ele não é o único herói do mundo e lhe falar sobre e a iniciativa Os Vingadores, um marco para a historia do cinema, além do filme ser muito bom, a Marvel que estava estreando nos cinemas, entrava com o pé direito (devido à qualidade do filme) a partir dali só universo dos filmes de quadrinhos não foi mais o mesmo.
Alguns meses depois, O Incrível Hulk estreava e em sua cena final o próprio Tony Stark, aparecia para falar com o general Ross, sobre um problema em comum (Hulk) e sobre Os Vingadores, agora sim não era mais alguma brincadeira do estúdio. Sim Os Vingadores teriam vida nos cinemas, o presidente da Marvel Studios deu coletivas e passou o cronograma das datas dos próximos filmes; Homem de Ferro 2 (2010), Thor e Capitão América (2011) filmes com suas estreias e até maio de 2012 onde o cronograma inicial se encerava com o filme da superequipe.
Era a primeira vez que isso seria feito, todos os atores que interpretaram os heróis nos em seus filmes solos assinaram, contrato para mais três filmes e ainda para uma trilogia dos Vingadores e participações especiais em outros longas.
Mas para que tudo isso chegasse à proporção aguardada,cada filme solo tinha que fazer sua parte afinal se os filmes não fossem de qualidade nada seria possível, Homem de Ferro 1 e 2 são muito acima da media (nota 9,5 e 9) O Incrivél Hulk consertou tudo que Ang Lee tinha feito em 2003, com louvor (nota 8,5), o filme do Deus nórdico Thor era um dos mais complexos devido a ter que encaixa-lo no universo cientifico dos Vingadores, trazer magia para um universo que estava até o momento plausível, foi difícil e outra dificuldade do filme seria a ambientação, afinal se passaria em Argard ou Terra, mas a decisão foi acertada (nos dois mundos) e o filme do filho de Odin pode não ser um primor, mas foi OK (nota 7) não ousou para não por tudo por água abaixo, foi bem aceito, em seu último ato á Marvel, veio com O Primeiro Vingador que também passou por muitas dúvidas já que e o Capitão América surge na segunda guerra e entra para os Vingadores quando acorda nos dias de hoje (após seu congelamento), a decisão foi acertada (durante a segunda guerra) o filme tem um clima de aventura nostálgico é divertido e conseguir vender um personagem típico americano (estereótipo do patriotismo), ser sucesso também fora dos Estados unidos (nota 8,5).
Universo consolidado, agora resta o mega evento fazer sua parte, por que se não tudo foi em vão, a árdua tarefa de levar o mega filme para as telas foi parar nas mãos de Joss Whedon criador de Buff e Serenety (que me deixou com o pé atrás com o filme), era muita responsabilidade para um cara que criou series de TV, e sua única empreitada no cinema foi um fiasco (apesar de ser um bom filme Serenety não agradou).
Como ele iria lidar com os egos, afinal muitos dos atores ali já eram consagrados, Joss era apenas um mega nerd que entendia tudo de quadrinhos com um currículo de TV, como ele iria lidar em ter num filme só Robert Downey Jr, que seus dois filmes solos alavancaram o projeto sozinho, ter menos tempo de tela que o novato Chris Hemswort (Thor) ou Chris Evans (Capitão, ator até então desacreditado), dar ordens para os demais heróis com mais experiência e poderes que ele. Some esta desconfiança dos fãs com o diretor, mais uma grande expectativa de todos sobre a produção, pois se algo der errado, poderia arruinar tudo que estava dando certo, restava só cruzar os dedos e torcer.
A produção começou as fotos começaram a pipocar, nada era muito promissor a não ser quando o teaser lançado em Capitão América nos acalmou, mas logo após isso tudo voltou ao tom de desconfiança, afinal um teaser de pouco mais de um minuto não acalmam fãs fervorosos, há mais de 4 anos, só quando os trailers foram saindo, fomos nos acalmando, mas trailer é trailer (e fã é chato), pois trailers bons rendem filmes ruins (Tranformers 2 que o diga).
E até a sua estreia, a expectativa caminhou do lado da insegurança, poucos imaginavam que um filme assim daria certo?
Chegamos a 26/04/2012 quase 4 anos separando este filme ao do Homem de Ferro, a trama se passa logo após Capitão América ser encontrado, com Loki saindo de seu exílio e sendo ajudado por uma raça de outro universo (os Chatauri), que promete dar um exercito a Loki em troca do Tesseract (ou Cubo Cósmico) que esta em poder da Shield, o trato é o seguinte Loki lhe entrega o Cubo e eles dão a Terra para Loki governa-la, mas o semideus sempre tira vantagem de tudo, pois ele é conhecido como traiçoeiro e audacioso.
O interessante do filme e que ele abre num tom policial com a S.h.i.e.l.d preocupada com a força que Tesseract esta emergindo, o filme tem cara de continuação, é como se estivéssemos vendo aqui um aparte dois, ele já começa frenético sem precisar explicar nada, já temos os personagens introduzidos só estamos os aguardando em cena, após uma sequência inicial tensa envolvendo a chegada de Loki na terra ele pega o Cubo e deixa a Shield em polvorosa, fazendo Nick Fury (Diretor) reabrir o projeto Vingadores, pois ele sabe que algo maior esta por vir, a premissa é essa básica, mas envolvente.
A apresentação (ou representação) é feita com maestria, Steven Rogers (Capitão) é chamado primeiramente para uma nova guerra, além de se reintegrar no mundo atual, Tony Stark dispensa apresentações logo me seguida, interessante que os personagens "secundários” como Viúva Negra, Gavião Arqueiro e Agente Colson, apresentados logo em seguida tem um destaque como os principais protagonistas, Natasha Romanoff (Viúva Negra) vai até a Índia convencer Bruce Banner (Hulk) a participar do projeto como cientista, relutante, mas sem muitas alternativas ele decide ajudar. Após reunir a equipe ou parte dela, o primeiro conflito acontece, pois é muito talento para pouca banda e como se você juntar um grupo só de rock só vocalistas ninguém quer ser o guitarrista o coadjuvante, (vale citar que Stark é o alivio cômico do filme, com direito a apelidos hilários para todos).
Mas assim que Loki da com as caras para o mundo, Thor entra em cena para leva-lo para Asgard onde ele vai ser julgado, mas o semideus tem passar por todos primeiro que acham que Loki deve ser punido na terra e antes de ser exilado deve entregar o Cubo, dai temos o primeiro embate do filme (no melhor estilo Marvel Quadrinhos onde há quebra pau interno entre heróis) e Thor vê que seu irmão não vai se render tão fácil e tem muitos truques e planos na manga, como abrir o portal para seu exercito de Chitauri.
O filme não para, é puro clímax e êxtase, afinal ao mesmo tempo em que estamos vendo um filme de qualidade, os olhos embargam pela emoção de estarmos testemunhando um evento grandioso e por que não, um dos mais audaciosos da história do cinema.
Todos merecem aplausos Cris Evans (Capitão América) cumpre muito bem seu papel, hora perdido, inseguro e quando a situação aperta é o líder que todos precisamos, Tony Stark (Iron Man) mais irônico do que nunca mesmo rodeado de outros heróis (mais importantes ou mais fortes que ele) ele se destaca sempre e que esta em cena (fantástico), Thor esta mais a vontade como semideus Asgardiano (evoluiu muito de seu filme solo para cá), Bruce Banner (Hulk) era minha maior desconfiança pela troca do ótimo Edward Norton por Mark Ruffalo (mediano), mas o ator não compromete ele faz um Banner, mais confiante e menos perturbado (devido ao fato de controlar sua ira) e só que estar o mais longe possível de tudo, o único erro é os trejeitos de Mark são muito diferentes de seu antecessor dai parece que o seu Hulk é totalmente diferente daquele nos apresentado em 2008, tanto em personalidade quanto fisicamente (mas não deveria), pois o filme solo do gigante faz parte deste universo criado, mas nada que comprometa o filme. Que quando o gigante esmeralda esta em cena é algo surreal, é como se estivéssemos torcendo pelo cara que vem para salvar o dia, ele é (ou se torna) uma arma secreta que faz qualquer vilão temer e a prateia vibrar (com direito a aplausos com cada cena épica do monstro verde), e Loki (Tom Hidlleston ótimo por sinal)o centro epicentro esta acima da media, consegue superar sua ótima atuação em Thor, ele pragueja e intimida como ninguém, e faz jus a sua fama afinal tem que ser um vilão muito "Mother Fucker" para unir esta grupo e Loki faz isso com louvor.
Os Vingadores supera tudo que era expectativa sobre ele com folga, até os mais confiantes não esperava um filme tão bom, coeso, envolvente e bem resolvido, pois juntar quatro historia de heróis (ou cinco, pois os agentes da S.h.i.e.l.d também tem seu arco bem resolvido) num filme, e ter esse resultado é espetacular, conciliar um bom enredo com sequências de ação que faz seu queixo cair a cada tomada, merece premio.
Os Vingadores é o troco da Marvel na DC (concorrente) que nunca conseguiu tira seu filme da Liga da Justiça do papel, e após esta aula com a concorrência deve apressar as coisas.
E como já citei acima este filme, é sim um evento e grandiosos por sinal e histórico para o cinema e me sinto privilegiado de ter participado dele durante estes quatro mesmo que tenha sido como expectador, mas só pelo fato de você viver a historia você já faz parte dela.
Uma coisa é fato, Capitão manda, Tony ironiza, Thor martela e Hulk Esmaga, Avante Vingadores.

(quer saber mais sobre o universo Marvel escute nosso podcast (FilmesIncast) especial Marvel Filmes o MarvelIncast e só clicar aqui)

@RG_FilmesInc                         @FilmesInc
Avaliação:
Público: 9
Critica: 10
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terça-feira, 24 de abril de 2012

American Pie (Reunion)

By Rg
Déjà vu, era esta sensação que estava pronto para ter quando decidi ir ao cinema ver American Pie: Reunion (A Reunião que no Brasil ficou O Reencontro) esta sensação de que o filme seria mais do mesmo, numa tentativa de recuperar esta franquia nos cinemas e trazer de volta alguns atores, que almejaram serem astros há mais de 10 anos atrás.

Fui ao cinema com o pé atrás, confesso que eu gostei da trilogia de cinema (por que em DVD o filme chegou até a sétima parte sem o elenco original) que acabou há mais de uma década, afinal ele representou para minha geração o que PorksAlmôndegas e outros filmes com muita comédia e pornografia (gênero que era quase clichê em 80).
Por que esperei por um Déjà vu (para aqueles que não sabem Déjà vu é aquela sensação que você já viu, aquilo que você esta vendo naquele momento), esta sensação aconteceu recentemente em outra franquia de comédia, Se Beber Não Case 2, onde tudo que nos foi apresentado era um réplica do primeiro, apenas com uma roupagem nova; resumindo você já riu das mesmas piadas.

American Pie O Reencontro, começa com esta premissa, que vamos ver tudo que já vimos nos filmes anteriores e com (por que não) a velha lição de moral, pois afinal agora eles são trintões e vão ter que justificar seus erros. O filme começa com premissa básica nos mostrando o quarteto da trilogia original (Jim, Oz, Finch e Kevin), agora já senhores responsáveis, combinando de se reencontrar para reunião da turma de 99.Após cada personagem ser reapresentado numa sequência inicial (muito boa, pena que já tinha sido revelada no trailer envolvendo Jim) mostrando o que cada um deles esta fazendo hoje em dia; alguns se casaram (Jim e Kevin) outros, viraram astros de TV,  daqueles que fazem de tudo, inclusive dança dos famosos (Oz) e alguns viajaram o mundo (Finch), há  antes que me esqueça, além do quarteto temos Stifler (dono do filme fácil), que continua o mesmo moleque de sempre, trabalhando numa grande empresa, mas como um simples estagiário (que nem sala tem) mas pelo fato sua família ter dinheiro parece não se preocupar muito.
O Reencontro vai acontecer no fim de semana, em seu antigo bairro e o quarteto pretende chegar alguns dias antes para curtir e colocar o papo em dia (sem Stifler claro, que foi esquecido de ser convidado propositalmente), após a trupe se reencontrar num bar, a alegria durou pouco Stifler os encontra, ai que o filme se desenvolve melhor, até ali seguia uma linha muito parecida com os outros (Déjà vu), mas Stifler que da ritmo ao filme, seu personagem continua irresponsável (vale destacar a cena em que ele decide se vingar de alguns garotos, envolvendo um frigobar e hilária)e ainda não percebeu que o tempo passou para eles, menos para ele, que decide dar uma festa para relembrar os velhos tempos a partir dai as confusões começam.O filme cumpre bem seu papel (ser do nível dos outros filmes da franquia ou melhor), afinal ninguém vai ao cinema esperando um filme sério ou uma comédia de humor áspero e inteligente, ele é uma comedia de amigos que já se reuniram para transar e agora se reúnem para nos divertir novamente e nisso cumpre bem sua promessa.O Filme ainda presta uma bela homenagem a todos os personagens, que já participaram da franquia são mostrados, nem que sejam de forma rápida. Os diálogos constrangedores entre Jim e seu Pai também estão novamente presentes, algumas perolas disparadas por Stifler também como "Jim seu pai é mais legal que você".E por incrível que parece o filme não se repete, não teremos novamente as mesmas cenas agora em outro local ou situação. Ao contrario do que eu esperava não há gosto de Déjà vu, e sim de uma torta que continua gostosa (divertida).
Certo é que American Pie se tornou sua própria referência, não é mais necessário citar outros filmes, pois ele já é uma referência do gênero.Pegue seu pedaço da torta, desligue seu senso critico (que garante que há treze anos atrás era bem menor) e se delicie.
@RG_FilmesInc                     @FilmesInc

Avaliação:
Critica :6
Público:8,5
Filmes Inc.:7,5

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A Toda Prova (Haywire)

by Rg.

A Toda Prova, novo filme do diretor Steven Soderbergh, nos impressiona por alguns motivos, um deles é mais obvio, já não é mais novidade para ninguém, que além de talentoso, o diretor consegue reunir elencos grandiosos em cada um de seus filmes, como 11 Homens e um Segredo, Traffiic, Erin Brocovich e o recente Contagio, além disto marca sua estréia nos filmes de ação/espionagem (11 Homens e Um Segredo, não conta como ação e Traffic também) e também marca a afirmação do MMA em Hollywood e nos filmes de espionagem, já tivemos Guerreiro (ótimo filme deste ano,  trouxe o universo das artes marciais mistas para o cinema, mas era um filme menor), mas este utilizou das artes mistas apenas em seu habitat no Octógono.
Além de ser um ótimo diretor Soderbergh, acerta no quesito ação (por sinal muito boas cenas de ação não deixam a desejar), parece que o diretor  fazia filmes assim há anos.E sobre o MMA, a escolha de trazer o estilo para o universo da espionagem é interessante, pois neste tipo de filme como a Trilogia Bourne, Busca Implacável e até na nova reinvenção do James Bond 9cassino Royale e Quantum of Solace), o estilo marcial usado é o Krav Maga (arte marcial Israelense) pelo fato de ser silencioso, técnico, perito em desarmes e mortal. Já no caso do MMA, também se mostra muito eficiente nas cenas de lutas do filme, mas em algumas cenas fica muito teatral, alguns golpes parecem ser mais plásticos ou encenados, sem Necessidade, a não ser para ficar bem diante das câmeras, mas nada que chegue atrapalhar, pois muitos vão ver o filme justamente por isso (pelo MMA) e também pela protagonista do filme, Gina Carano (Mallory) uma lutadora profissional do UFC (maior competição esportiva envolvendo artes marciais mistas) que de quebra é bela e não atua mal (e compensa pelo realismo na pancadaria).
Soderbergh, que sempre alterna entre um filme pipocão e um alternativo (mas sempre de qualidade exemplo O Desinformante em sequência Contagio) manda bem na ação, as cenas são pesadas e impressionam a cada golpe você sente o peso dele, algo que para alguém que não faz ação, já filmar assim é raro as sequências de perseguições e tiros são bem orquestradas, mas a trilha sobrepondo o áudio original durante a ação, às vezes incomoda, e por mais que seja totalmente diferente de seus filmes anteriores, este longa chega a lembrar 11 Homens e Um Segredo, principalmente pela trilha (inclusive o compositor é o mesmo), pois la cada vez que o bando de Danny (George Clooney) iam atacar ou tramar algo, as músicas entravam e davam ritmo a cena e aqui também inclusive o mesmo tipo de trilha são usadas.
A premissa é básica, a mesma de quase todos os filmes do gênero, agente é traído procurado pela própria agencia é quase um regra ou clichê do gênero, mas aqui ele tem algum diferencial, pois o ponto de vista em questão é mostrado logo após a sequência inicial (uma cena de luta, muita boa por sinal) Mallory pega um rapaz como"refém"numa cafeteria, pois precisa de seu carro e ao ser perguntada o que aconteceu ou que ela é, ela o explica e ele serve para ser o telespectador na tela, ao recontar o ocorrido, por que esta sendo procurada, ela detalha o por que e onde foi traída, numa suposta mal "sucedida" missão em Barcelona, que culminou em uma incriminação pela sua própria agencia, num trabalho seguinte na Irlanda.
Uma trama simples, mas bem orquestrada com um elenco afiado, Michael Fassbender, Ewan Mcgregor, Michael Douglas, Channing Tatum, Antonio Banderas, Bill Paxton, mais um tema que nunca esta em baixa (espionagem), some isso á cenas bem orquestradas e ainda uma bela lutadora e um diretor excelente, resultado; A Toda Prova.                             
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Avaliação:
Critica:7
Filmes Inc.:7,5
Público:8
Gina Carano >>>>>>>>>>>...


terça-feira, 3 de abril de 2012

Furia de Titãs 2 (Wrath of Titãs)


by Rg.
Fúria de Titãs 2, tem a missão mais fácil deste ano em sequência, o filme só precisa superar em qualidade, roteiro e efeitos ninguém menos que seu antecessor o primeiro Fúria de Titãs de 2010, quer tarefa mais fácil que esta?Afinal superar Fúria de Titãs de 2010, é fácil, afinal aquele filme não foi feito, foi cometido (além de ter o pior 3D já feito, foi o primeiro a ter a conversão, invés de ser rodado com a técnica) apesar do que dizem as más línguas, ele conferido em casa, não é tão desastroso, eu não quis arriscar e vê-lo novamente, o filme foi um remake do clássico de 1981, mesmo com todas estas criticas fez uma boa grana nos cinemas (boa parte devido aos ingressos 3D) e ganhou sinal verde para sua sequência, num ano onde outros filmes mais divertidos (Encontro Explosivo, Esquadrão Classe A e Prince of Pérsia), não faturaram tanto quanto ele e não tiveram aval para uma sequência, não que estes filmes citados são um primor, mas são mais divertidos, melhores e mais promissores que Titãs fácil, mas não faturaram devido a não ter o apelo do 3D muito necessário naquele ano pós Avatar, pois tudo que estreava em 2010, o público queria ver em 3D, somente isso explica o sucesso do filme nos cinemas e o insucesso dos outros.
Fúria de Titãs 2, chega dois anos depois, com essa missão tranquila, para isso no lugar de Louis Leterrier (de O Incrivél Hulk) entra, Jonathan Liebesman (Invasão do Mundo Batalha de los Angeles), que logo pelas primeiras notícias sobre a sequência, tanto ele quanto a Warner (produtora), deixavam bem claro que o filme seria menos clean (limpo) e mais sujo que seu primeiro, só para termos idéia parte do elenco e a própria Warner, chegaram a se desculpar e admitir que o outro filme era ruim, ao justificar que este seria superior em tudo.
Realmente eles cumpriram esta fácil promessa, logo no início já da para ver que Fúria de Titãs 2 é mais sujo e sombrio que o anterior, pois temos um Perseu (Sam Worthington) mais velho, angustiado, agora pai devoto após 10 anos que enfrentou a Medusa, Kraken e Cia, decide levar sua vida como mortal, abrindo mão de ter uma vida como semi-deus ao lado do seu pai Zeus, e promete a ele mesmo e sua finada esposa Io, que ele nunca vai empunhar uma arma, avesso a qualquer tipo de batalha ele também promete nunca mais guerrear.
Isto tudo muda com a visita de seu pai Zeus (Liam Neeson o melhor ator do elenco ao lado de Ralph Fiennes, que faz Hades) que vem lhe avisar, que uma guerra esta por vir e sua ajuda será fundamental ao seu lado, Perseu reluta e nega a voltar a lutar independente da causa.

Seu pai é traído e capturado, e o temido Cronos (Deus maléfico e pais de Zeus) esta para ser libertado pelo seu pelo seu irmão Hades, cabe a Poseidon avisar Perseu e pedir sua ajuda, para isso ele precisa encontrar outro semideus Agenor (filho de Poseidon com uma mortal), Perseu muda de idéia e parte na jornada para encontrar o primo, que é peça fundamental para impedir que Cronos seja liberto do Tártaro (prisão no submundo, nos domínios de Hades), nessa jornada ele recebe a ajuda da rainha Andrômeda, que parte com eles á procura do deus caído local onde eles terão acesso ao tártaro e libertar Zeus, impedir que Cronos seja solto.
Isso tudo se desenrola com menos de quinze minutos de filme, por isso a ação é frenética e bem filmada o filme tem seus defeitos, mas não é de produção, pois têm cenários e efeitos grandiosos, algo muito raro, em filmes do gênero hoje em dia, pois desde que, Zack Snider (diretor de 300) usou a tecnologia de filmar épicos em estúdio (e deu certo) com seu Esparta, muitos épicos o copiaram sem a mesma qualidade, como Imortais, só para resumir a técnica que foi usada faz os filmes como 300 e Os Imortais ter sempre aquele entardecer, nunca é dia praticamente um céu sujo e reduz muito o orçamento de um filme.
Mas aqui, o que destaca o filme é isso mesmo ele tem ao menos cara de épico, seu antecessor também teve, mas a desqualidade era tamanha que fica difícil de elogiar, há não ser um ou outro efeito é as criaturas, que aqui se superam fácil, logo em seu início a Chimera que é enviada a terra já tem um visual, sujo e impressionante, os Ciclopes enfrentados por eles na floresta, também tem peso e tamanhos surreais, ponto negativo apenas para o Minotauro, que aparece no escuro e nem é citado o como guardião do labirinto e o grande Cronos poderia ser melhor trabalhado, mas impressiona.
O roteiro é simples, mas supera com folga o primeiro filme, que aqui os buracos e falta de roteiro são compensados pela aventura e dinamismo do filme, que assume o tom do descompromisso, assume que é  um filme para se divertir e só.
Não veio para ousar, mas evoluiu sim e muito, comparado ao primeiro, agora se tornou um bom filme, vai de você, ele é para ser visto com o botão do senso critico desligado, ele diverte sim, mas esperar que se tornasse um ótimo filme, é muito, para quem veio de Fúria de Titãs, só mesmo os Deuses vindo intervir.
Avaliação:
Critica:6
Filmes Inc.7
Público:7,5