Filmes Inc.

domingo, 25 de novembro de 2012

Amanhecer parte 2. (Breakin Dawn part 2)


by Rg.

Após 4 anos de sofrimento acompanhando desta epopeia cinematográfica, só tenho algo a dizer, Amanhecer Parte 2 é o melhor filme da série não pela qualidade, mas pelo simples fato de ter acabado com este infortuno cinematográfico, que fez com que cinéfilos e críticos sofressem por 5 filmes.
Amanhecer chega aos cinemas 4 anos e 4 filmes, depois para fechar o arco desta trama criada Stephenie Meyer (autora dos livros) que se tornou um fenômeno cinematográfico e literário, contra tudo e todos (critica e o bom senso), a saga se instabilizou financeiramente se tornando umas das mais lucrativas franquias do cinema, ao lado de 007, O Senhor dos Anéis, Star Wars, Harry Potter, Batman e Piratas do Caribe, a saga Crepúsculo ocupa o decimo lugar entre os grandes, é muita coisa para uma franquia tão criticada, mas eu particularmente comparo esta saga, com a música pop e seus fenômenos instantâneos, que surgem da noite para o dia e com apenas um CD lançado fazem turnês milionárias, e tem fãs enlouquecidos por onde passam, casos semelhante ao de Justin Bieber que mal havia lançado um sucesso já tinha uma histeria ensurdecedora ao seu redor, acompanhei as pré-estreias de Amanhecer parte 1 e parte 2, confesso que é muito próximo dos exemplo que citei (vale destacar em anos indo ao cinema e acompanhando filmes, nunca vi algo semelhante, era puro fanatismo, gritos, suspiros e lagrimas a cada aparição do trio principal ou sequência de romance ou emoção).
Bella (Kristen Stwart) já não é mais a jovem menina dos filmes anteriores, ela teve simultaneamente a perda de sua inocência, virou mãe e vampira (de garota a dona de casa em poucos meses), o filme foca muito nisso desde seu início, Bella despertando como imortal e lidando com isso, para ela tudo é novo e sedutor, ela descobre que é incansável e mais forte (inclusive para o sexo), ela chega a insinuar que e muito melhor ser vampira (eis que fica a pergunta no ar por que não transformar todos em vampiros? por que Edward tinha medo de transforma-la? se é algo tão bom? nenhuma desvantagem é demonstrada), mas como nem tudo são flores "com grandes poderes vem grandes responsabilidades", já dizia o tio Ben (Homem Aranha).
Após desfrutar dos prazeres carnais e vantagens de ser vampira, Bella já tem que lidar outros problemas, como seu pai que ainda acha que sua filha esta muito doente, um lobisomem que será seu futuro genro (ou pedófilo fiquem a vontade para decidir), e pior de todos os Volturi liderados por Aro e Jane (Michael Sheen e Dakota Finning), que são contra o nascimento de Reneesmee, pelo fato de acreditarem que ela é uma criança imortal, algo contra as "leis" dos Vampiros, ao suspeitarem do tal feito e temendo a suposta aberração, eles partem da Itália direto para Forks para acertar as contas com eles e punirem os Cullen, sabendo da breve chegada dos Volturi eles decidem pedir ajuda de outros vampiros para testemunhar, e provar que sua filha não é uma aberração, por que  Reneesmee foi concebida quando Bella era humana e Bella se tornou vampira apenas no fim de sua gestação, mas caso os Volturi não entendam a situação os amigos estão ciente que deverão ajudar os Cullen numa batalha, mesmo em minoria eles contam com o auxilio de seus inimigos, mortais; os Lobos (ou Lobisomens) liderados por Jacob (Taylor Lautner), neste momento que o filme cai na galhofa total, e se torna até engraçado (mas sem ter esta intenção). A procura dos Cullen por ajuda, é no melhor estilo X-Men, a cada vampiro recrutado descobrimos seus poderes (sim pasmem, cada ser um além de ser imortal tem um super poder), que vão desde manipular os elementos da terra, bloquear ataques, ler mentes, prever o futuro e criar realidades paralelas, o mais intrigante é que eles vem de diversos continentes e chegam caraterizados, como os brasileiros (com direito a nome de Senna), que andam de tanga o tempo todo. 
Seu exército esta formado, agora resta convencer os Volturi, ou partir para a batalha, Amanhecer é o ponto alto de série, mesmo com seus defeitos (que não são poucos), mas como a desqualidade da série é tamanha, mesmo sendo ruim ele tem momentos que superam todos os outros da saga, como o alivio cômico principalmente por parte de Edward (Robert Pattinsson), que se diverte com Bella quando ela confronta Jacob em um surto de raiva ao descobrir do Impriting por sua filha, ou na adaptação de Bella aos seus novos "poderes", ainda têm uma batalha, que é o clímax do filme, que arrancou aplausos de uma plateia histérica  que lotava a sala (para vibrar com esta sequência a pessoa nunca viu Senhor dos Anéis ou qualquer outro épico),
Pois bem, Amanhecer deixa uma duvida no ar, será mesmo o melhor da franquia (ainda sendo ruim), ou chegamos a esta conclusão, por que nos despertou um certo alivio? por termos chego no fim desta saga? que já vai tarde e sem deixar saudades?
Para aqueles que como eu sofreram este martírio, nunca percebemos que do Crepúsculo ao Amanhecer demorava tanto.

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Avaliação:
Critica:5
Público:6
Filmes Inc.:5
Fãs:9,5

sábado, 17 de novembro de 2012

Argo


By Rg.

Hollywood é especialista em contar mentiras, o maior mercado de entretenimento mundial vive praticamente de mentiras, Argo nos mostra como estas mentiras são concebidas, afinal nos só digerimos elas após estarem enlatadas e prontas, e o mais incrível desta produção sobre a maior mentira já contada por Hollywood, é que se trata de uma história real, onde a mentira é um elemento fundamental, que salvou vidas. Os acontecimentos mostrados no filme são sobre o conflito, entre os E.U.A e o Irã, dvido ao fato dos Estados Unidos terem dado exílio ao  Xá Mohammad Reza Pahlevi ex-comandante da Monarquia, que chefiava o Irã, que agora se tornou uma república islâmica sob o comando do Aiatolá Ruhollah Khomeini, devido à pressão do povo que exigia o retorno do Xá para ser interrogado e julgado pelos seus atos durante seu polêmico regime.
Isso tudo é mostrado na introdução do filme de forma brilhante, esta "revolução'' (apelidada de Crise dos reféns no Irã) tomou as ruas e gerou um conflito entre as nações, fazendo com que o povo fosse as ruas protestar, e tais protestos culminaram na invasão da embaixada americana, onde todos os funcionários foram tomados, com exceção de seis que conseguiram escapar a tempo e pedir exílio em outras embaixadas, mas somente a Canadense os acolheu e os escondeu das autoridades locais, pois se fossem descobertos também teriam problemas com a população e governo local, ao saberem da gravidade da situação os USA precisavam intervir, mas se enviassem uma missão de resgate militar, causariam um conflito ainda maior e sair de la seria impossível sem que houvesse uma guerra, o conflito teve início no fim de 79 e chegou a 1980, enquanto a CIA buscava alternativas e soluções pacificas, ou que não levantassem suspeitas para tirar seus foragidos de la, após esgotarem todas as alternativas, eles decidem chamar um especialista nesse tipo de missão, o agente Tony Mendez (Ben Affleck que também roteiriza e dirige o filme), que quase desiste da empreitada, mas eis que em um surto criativo surge a ideia de alegar que os exilados americanos são parte da equipe de produção de um filme, que procurava locações no Irã. Contestada como uma ideia maluca, se torna a maior esperança e ideia mais provável e única solução.
Mas não era apenas entrar no Irã, em meio há um conflito interno e sair de la com seis estrangeiros sem justificar sua chegada ao país, vale lembrar que com a procura do exército local pelos seis foragidos, a segurança nos aeroportos era intensa, mas o plano americano também era bem eficaz, por que ao surgir à ideia de um resgate para a retirada dos americanos como produtores, a CIA teve que mentir até para seu próprio País, eles teriam que ter um roteiro, produtor e etc. Uma mentira "verdadeira” teria que ser contada para que os seus inimigos comprassem a ideia, para termos noção de tamanha ousadia (loucura) da CIA, eles escalaram elenco, compraram um roteiro (chamado Argo, que era um a produção de ficção cientifica no melhor estilo Star Wars, sensação da época), alugaram um escritório em um estúdio em Los Angeles (Hollywood), Tony tinha poucos dias para tira-los de la com segurança, por que o impasse já durava quase cem dias, Tony teria que chegar e treina-los para se passarem por produtores do filme, assumirem novas identidades, e saírem de la como Canadenses que trabalham em uma produção cinematográfica, por que nem ser americanos eles poderiam, devido naquele momento eles eram os maiores inimigos daquela nação.

Argo funciona tão bem que chega a ser difícil acreditar que estamos vendo algo real, por que o filme tem tudo que esperamos numa produção do gênero, ação, tensão e emoção na medida certa, mesmo se tratando de um filme verídico.
Outro ponto forte de Argo é seu diretor/ator/roteirista, o menosprezado Ben Affleck, que aqui dirige seu terceiro filme (Medo da Verdade e Atração Perigosa), após ser execrado pela critica como ator, por suas escolhas equivocadas como; Armagedon, Contrado de Risco, Pearl Harbor e O Demolidor, encontrou na direção o respeito que nunca teve pela imprensa, em sua curta carreira como diretor, já conseguiu indicações e premiações em festivais com seus filmes, e Argo já surge como forte candidato ao próximo Oscar, devido a sua boa recepção em diversos festivais.
Outro fato importante é que provavelmente existem dois, Ben Affleck´s aquele que chegou rápido ao topo com filmes questionáveis que não atuava bem, e o que dirige e escreve como ninguém, que ganhou o Oscar em 98 ao lado do amigo Matt Damon pelo ótimo Gênio Indomável, que também sabe atuar como fez recentemente em Atração Perigosa e agora Argo, nos mostrando que tudo que ele precisava para isso era um bom diretor e um bom roteiro, e ninguém melhor para dirigi-lo senão ele mesmo. Argo é muito bom para ser uma mentira (ou como é citado no próprio filme "a melhor ideia ruim que temos")


Para aqueles que questionam Argo só tenho algo a dizer "Argo Fuck Youself !"
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Avaliação:
Critica:8
Público:7,5

Filmes Inc.:8,5
Há que saber mais sobre o filme gravamos um cast sobre Argo com nossos parceiros do @Conhece_Mario para ouvir clique aqui e para baixar aqui.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Magic Mike

By Rg.
Striptease; não é de hoje que Hollywood é apaixonada pelo estilo de vida  hobby ou ganha pão do submundo da noite, tão atrativo e convidativo, que atrai grandes cineastas, que sempre o retratam de forma fria e crua, o cultuado diretor Paul Verhoven (Robocop, Instinto Selvagenm e O Vingador do Futuro), mostrou a rivalidade deste submundo que envolve sexo, dinheiro, prazer e drogas, em Showgirls, com sua famosa dança do colo, em 98 a Inglaterra nos deu o simpático; Ou Tudo, Ou Nada, onde quarentões foras de forma, em plena época de crise em seu País, desempregados e desesperados, decidem criar um show onde eles tiravam a roupa para sobreviver, o filme acima de tudo era uma critica social e acabou indicado ao Oscar, já o péssimo; Striptease com Demi Moore não conta, só conta pelo fato dela ter conseguido o maior cachê feminino da história, para mostrar seus atributos (então conta). 
Agora chegou a vez de outro grande cineasta nos brindar com sua versão do gênero Steven Soderbergh, que além de talentoso se mostrou o diretor mais versátil dos últimos anos, após despontar com Erin Brockovich e Traffic (filmes que lhe renderam indicação ao Oscar, no mesmo ano por ambos e faturou por Traffic), nos últimos anos ele se aventurou por diversos gêneros fez, O Desenformante (Comédia 2009) Contagio (suspense 2011) e A Toda Prova (ação 2011), agora ele nos mostra a trajetória de Magic Mike vivido por Channing Tatum (Para Sempre), já que estamos falando do protagonista, vale ser citado, um dos fatores que levaram diretor escolher Tatum para o papel, é por que sempre que Soderbergh retrata algo em seus filmes, ele procura alguém com experiência real para vivencia-la nas telas, como em Confissões de uma Garota de Programa, que para protagonizar o filme sobre uma garota de programa ele contratou a atriz pornô (Sasha Grey) retratar fielmente a personagem em questão, recentemente em A Toda Prova, para viver a espiã perita em artes marciais, ele convidou a lutadora de MMA Gina Carano (campeã do strike-force), há você deve estar se perguntando por que citamos isso, pelo simples fato de Channing Tatum ter sido Stripper antes de se tornar ator, e nunca escondeu isso de ninguém, após trabalhar com Soderbergh recentemente, ambos resolveram juntar o útil ao agradável, Tatum sempre disse que gostaria de relatar usas experiências como dançarino no cinema e Soderbergh se sentiu atraído pelo gênero e também por outra oportunidade de mostrar sua variedade de gêneros.
Magic Mike nos mostra o mundo dos dançarinos noturnos mais especificamente Strippers, que tiram a roupa para ganhar o pão, em uma época de crise financeira americana onde os bancos estavam quebrados, cada um ganhava a vida como podia (contesto social?), Mike (Tatum) trabalha em obras durante o dia para complementar ainda mais sua renda, pois no futuro próximo pretende largar a vida boemia de lado e ter seu próprio empreendimento, sonhador e dedicado Mike se difere dos outros que trabalham ao seu lado, ele demonstra certa inteligência e um certo incomodo ao ser tratado como apenas um objeto, ou quando é ironizado ao falar de seus sonhos, ele guarda quase tudo que ganha para conseguir o tão sonhado financiamento bancário para sua futura empresa de moveis.
Mike conhece o jovem Adam ou Kid (Alex Pettyfer) em seu serviço diurno, mas seu suposto "segredo" é descoberto pelo novo amigo, que acaba se envolvendo também no mundo noturno de; sexo, drogas e mulheres (nem sempre nesta ordem), Mike é o dançarino principal da casa de shows, que tem como proprietário um veterano Stripper, Dallas (Matthew McConaughey de O Poder e a Lei), em sua boate que conhecemos praticamente todos os estereótipos de stripper, desde veteranos sem objetivo futuros, há alguns que trabalham sobre o efeito de drogas e outros para sustentar o vicio, e a excesção Mike, que vê aquilo como algo temporário para sua estabilidade financeira, resta saber onde Adam vai se enquadrar neste mundo.
Dallas vê Mike como seu braço direito (com participação nos lucros em seu clube), astro principal e avesso a tudo isso, ele não é viciado e matem sua vida no rumo, mas os problemas batem a sua porta com o novo amigo, Mike se vê responsável pelo jovem, além de ter um certo interesse pela irmã mais velha do novato, que não apóia o novo emprego do problemático irmão que já foi um promissor universitário.
Todos os personagens tem seu momento, vale destacar Dallas (Matthew) que esta acima da média surtado insano e cômico.
O filme tem seus arcos bem resolvidos e mostra bem a realidade noturna, seja ela em Tampa (Flórida) ou São Paulo à noite é sempre a mesma, Magic MIke é um filme para visto sem preconceitos sobre um estilo de vida de glamour no submundo noturno.
Há para aqueles que acham que vai ferir a masculinidade ver este filme, bom cinéfilo não é, afinal já vimos Brokebrack Mountain , A Saga Crepúsculo e Milk, e sobrevivemos e saímos ilesos, comparado a isto, atores descamisados é fichinha, se forem dirigidos por ótimo diretor tem que se visto.@RG_FilmesInc                         @FilmesInc                   Page www.facebook.com/FilmesInc
Avaliação:
Critica:7
Público:7,5
FilmesInc.:7


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Possessão (The Possession)

by Rg.
Possessão chega aos cinemas com um ótimo lobby a seu favor, estampado em seu cartaz (ótimo), tem o nome do diretor Sam Raimi, um dos percursores da inovação do gênero trash/terror nos anos 80, Raimi faz um clássico do gênero em 81, com míseros 20 mil (ou algo em torno), e uma câmera na mão, o cultuado Evil Dead, quase amador o filme mesclou terror e o trash, e de quebra até um humor praticamente nunca visto no gênero, mas de forma eficaz, Evil Dead se tornou uma divertida franquia e Sam Raimi foi dirigir outros longas de gêneros distintos, e para muitos se tonou famoso apenas como diretor da trilogia Homem-Aranha, em 2009 ele deu as caras no gênero novamente com o ótimo, Arraste-me Para o Inferno que tinha muito de Evil Dead.
Mas o grande problema de Possessão é justamente este marketing (ou lobby), por que Sam Raimi apenas produz o longa (o dinamarquês Ole Bornedal que assume o cargo) e outra boa sacada (ou Lobby que sempre funciona), que estampa seu poster, os dizeres "baseado em uma história real", por que poucos filmes do gênero que se dão o luxo de ter se inspirado em acontecimentos verídicos deram certo e agradaram, a grande exceção é O Exorcista, clássico inquestionável, mas o diferencial deste clássico de 1973, era que tinha uma ótima história, muito bem contada, mesmo não sendo um filme com; inúmeras mortes, impressionou até os mais céticos, por que se analisarmos bem com exceção de filmes sobre seriais killers, como veremos um filme do gênero (terror) com diversas mortes (vale citar que todo filme pode estampar em sua descrição que é inspirado em acontecimentos reais, pois não tem como ser comprovado e registrado tais casos, mesmo sendo uma mentira não é ilegal), mas o público que vai ver o filme espera por isso, ninguém vai até o cinema ver um filme de terror sem mortes, a não ser que tenha uma ótima história. Possessão até esboça ter um bom enredo, após uma ótima sequência inicial, envolvendo um suposto artefato amaldiçoado, em seguida o enredo nos mostra o devotado pai de família Clyde (Jeffrey Dean Morgan o comediante de Watchmen) divorciado passa parte de seu tempo com suas filhas Hanna e Emily, em um dos seus fins de semana com a guarda de suas filhas, Clyde passa por uma venda de garagem e Emily adquiri um artefato exótico, uma espécie de caixa lacrada com escrituras em polonês, paralelamente percebemos que parte da dedicação de Clyde vem pela sua ausência no tempo em que era casado com a mãe de suas filhas, após alguns dias em posse do artefato, Emily (a mais nova) começa a demonstrar algumas atitudes estranhas e não desgruda de sua nova aquisição em momento algum, Clyde percebe o comportamento estranho de sua filha após a decorrência de eventos estranhos e intrigantes, ele decide por fim aquilo, desaparecendo com a caixa maléfica, não demora para Emily dar falta e ter sua personalidade toda alterada por alguma entidade por traz da caixa, Clyde parte em busca de respostas e após muitas pesquisas, ele culmina em um bairro Judeu onde ele encontra respostas sobre o artefato, à caixa era uma espécie prisão feita para contenção de um Dibbuk (espécie de demônio pagão), que se libertado usa o corpo de quem o libertou como hospedeiro, este Dibbuk atende pelo nome de Abizul, Clyde recebe a ajuda de um judeu disposto a aprisionar novamente Abyzul no recipiente e libertar Emily.
A trama inicial é boa, o problema do filme é o seu dinamismo e ritmo, por que o enredo não é bem preenchido, como é supostamente baseado em uma história real, existem cenas tão absurdas, que é difícil imaginar aquilo tudo tenha realmente acontecido, Possessão é um filme que promete, mas não cumpre bem seu objetivo que seria nos impressionar e sentir medo, se não tivesse tanto lobby em torno dele seria melhor, afinal esperaríamos menos deste razoável filme, que se você esperar muito do filme vai realmente sair de sua sessão muito Possesso.
@RG_FilmesInc                            @FilmesInc
Avaliuação:
Critica:6
Público:7
FilmesInc.:6,5

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

007 Skyfall

By Rg. (especial 007 1ºparte aqui)

"Bond, James Bond...”com certeza você já ouviu muito esta frase, por sinal é a frase mais famosa do cinema, repetida enumeras vezes em 23 filmes nos últimos 50 anos, por seis atores diferentes que interpretaram o personagem, nunca uma franquia chegou a tal marca na história do cinema.

007 Skyfall estreia finalmente, após uma série de problemas o principal à falência da MGM (estúdio detentor a franquia) o 23º filme de James Bond era para ter estreado em 2010, mantendo a média de um filme da franquia a cada dois anos. Problemas de atrasos à parte, tudo continuou do jeito que foi deixado em 2008, quando Quantum Of Solace terminou, Daniel Craig (Bond) e Cia estão de volta, mas com um reforço de peso o diretor Sam Mandes (Beleza Americana e A Estrada Para Perdição), que chega para consolidar ainda mais este bem sucedido recomeço do agente mais famoso do mundo. E o diretor é um dos pontos fortes do novo filme de 007 é este mesmo (quem falou que um bom diretor não interfere em uma franquia de estúdio), sempre em grandes sagas como 007 e Harry Potter, o estúdio sempre procura diretores que vão seguir suas ordens e por ai vai, nunca vão ter autonomia sobre a produção, o próprio Fernando Meirelles confirmou isso quando recusou dirigir um filme de cada uma das séries citadas em 2005, mas sempre há rumores de grandes diretores cotados para estes longas, desta vez o rumor se concretizou Sam Mendes, ganhador do Oscar por Beleza Americana, aceitou a oferta para conduzir o agente secreto mais famoso do mundo, em sua nova roupagem. Em Cassino Royale vimos à ascensão de Bond no MI 6 (Military Intelligence, section 6), logo após ser o sétimo agente a conseguir ser 00 ter licença para matar no MI 6 (ai que vem a sigla 007), algo nunca mostrado na série, Bond sempre foi apresentado como um agente experiente e maduro com anos de roupagem, seu passado nunca veio a tona, mas em seu reinício sim, logo em seguida Quantum Of Solace optou ser uma sequência direta de ação interrupta, sem dar tempo para descobrirmos algo mais sobre o sofisticado agente britânico, apenas descobrimos mais sobre seu instinto de vingança.
Skyfall chega aos cinemas para nos mostrar mais sobre Bond, ops James Bond, por isso a direção de Mendes (muitos achavam que isso iria acontecer no filme anterior com Marc Foster, que foi prejudicado ou pelo estúdio ou pela greve dos roteiristas) veio a calhar, se Cassino Royale foi um primor, o diretor atual conseguiu o improvável,  melhorar o que já estava perfeito (algo semelhante que aconteceu com o ótimo Batman Begins que conseguiu ser superado pelo excelente Batman O Cavaleiro das Trevas).
007 Operação Skyfall tem início como todo bom filme de 007, com aquele começo clássico (antes dos créditos iniciais sempre à uma sequência de ação, geralmente é o termino de alguma missão em que o agente se encontra), com uma excelente cena de ação inicial, em que Bond e outros agentes estão no encalço de contraventor, que conseguiu um software contendo uma lista com os nomes de todos os agentes secretos 
do MI 6 ao resto do mundo, Bond auxiliado por M (Judi Dench) via satélite, sabe da importância de manter estes nomes sob sigilo e impedir que o disco rígido caia em mãos erradas, Bond o persegue de forma brutal e emocionante, numa sequência envolvendo uma perseguição; a pé, de carro e moto (inclusive por telhados pela Índia), culminando num trem, envolvendo uma retroescavadeira (fantástico), o desfecho da cena (mesmo já mostrado no trailer) é brutal e envolve socos em cima de vagões sob a mira de uma .50, após esta cena inicial de cair o queixo fica bem claro que M é obrigada a fazer escolhas difíceis pelo MI 6 e seu País acima de tudo, mesmo que estas escolhas envolvam abrir mão de algum agente, pelo bem de sua pátria e paz mundial. Assim que a cena culmina, somos apresentados aos tradicionais créditos iniciais com a música tema interpretada por Adele.
Algum tempo passou, após os eventos do início e descobrimos que a tal lista agora nas mãos de um ciber  terrorista esta prestes a vazar, paralelamente um atentado no próprio prédio Military Intelligence, deixa Londres e o mundo preocupado colocando em cheque todo o serviço secreto britânico, após estes dois acontecimentos seguidos M é colocada em cheque pelo congresso, Bond foi dado como morto após ser abatido e desaparecer na ultima missão, e o caos toma conta. Após descobrir que sua volta é necessária para o bem de M, ele decide largar seu exílio (regrado a sexo e muita bebida em praias paradisíacas).
A sua volta também não é das mais tranquilas, sua lealdade também é posta em cheque, junto com suas habilidades e forma física, mesmo com o apoio de M (Dench), Bond agora presta contas a alguém superior a ela (Ray Fiennes), que pretende aposenta-la e usá-la como Bode expiatório, por que devido à crise que o reino unido atravessa o governo precisa de um culpado, e Bond volta à ativa para evitar que isso ocorra.
Bond vai atrás de uma pista que o leva a um cassino a China, onde ele tem um affair com a suposta namorada de seu procurado vivida pela bela Berenice Marlohe, que pode lhe dar informações sobre ele, alguns drinques, beijos e etc depois, Bond se vê nas mãos da organização criminosa que ele procurava e finalmente conhece seu algoz, numa cena fantástica somos apesentados ao vilão do filme, Silva interpretado pelo ótimo Javier Bardem, que quando citamos no começo desde post que este filme supera seus antecessores, Silva (junto com Mendes) é um dos principais motivos disto, seu vilão que já em sua primeira cena rouba com ele todo o filme em apenas um dialogo impressionante, sobre pátria sexo e amor fraterno, seu personagem é um vilão diferenciado, ele esbanja calma, frieza, uma certa obsessão cega por vingança contra alguém que o prejudicou no passado, Silva esta sempre um passo a frente de Bond e mesmo tendo controle de toda a situação ele só quer se vingar do MI 6, aos poucos vamos descobrindo mais sobre o passado de Silva e cada vez mais o temendo, ele é um vilão imponente e "afetado" ao mesmo tempo, algo que ainda não havia sido nos filmes com Daniel Craig, ele é o ponto forte do filme que já estava impecável.
Skyfall supera não só o ótimo Royale, mas muitos dos filmes desta longinquá franquia, por que se em Royale nos mostra a origem de Bond (algo nunca mostrado), aqui ele nos mostra muito mais do espião da MI 6, seu passado vem ainda mais a tona, o filme é praticamente um Reboot, sobre toda a saga de Bond por que somente agora nestes três últimos filmes aprendemos mais sobre 007, do que em todos os 20 filmes anteriores, a cada filme Craig se torna o verdadeiro Bond por que podemos nos identificar com o personagem sobre a pessoa por trás dele de forma sutil, mas eficiente a cada filme.
Nesta reinvenção da franquia de 2006 para cá, não é apenas Bond que foi reapresentado para os fãs, M neste novo filme ganha uma importância ainda maior, e outros personagens também tem suas origens mostradas pela primeira vez como; Q (que nos filmes sempre foi o responsável pelo armamento e gadgets de Bond até o de Pierce Brosnan) tem sua origem retratada de forma jovem, e o mais antigo Affair de Bond a secretaria de M, a bela Monneypeny  também é introduzida neste novo universo de 007.
O longa ainda aproveita os 50 anos do agente no cinema para homenagear a série, além de personagens clássicos que retornam como já citado, até referência como a caneta bomba de Goldeneye (1995).
Mas acima de tudo o filme supera todas as expectativas, devido a certos fatores fundamentais; um bom diretor e um elenco acima da media, além dos já citados não podemos esquecer o alicerce de tudo, Daniel Craig faz aqui sua melhor interpretação de Bond (se não da sua Carreira), após nos mostrar que seu 007, usa smoking, mas também se suja e sai no braço com qualquer um, seu Bond que antes era apenas frio, agora já traz outras características para seu personagem, até o sarcasmo muito visto em Sean Connery e Pierce Brosnan, aparece nos momentos certos de forma sutil e eficaz, sem falar em sua fisionomia ao mostrar um Bond amargurado, cansado, fora de forma, e até obsoleto numa área digital onde seu agente é old school (das antigas), daqueles que fazem a barba na navalha.

007 Operação Skyfall, é sim um dos melhores filmes de toda a franquia 007 (se não o melhor), mostra que após o novo excelente recomeço, a franquia amadureceu e se estabilizou, agora nos resta saber se daqui dois anos, um novo filme vai superar o até então insuperável, mas para Bond...James Bond, nada é impossível.
@RG_FilmesInc                           @FilmesInc
Avaliação:                               Cassino Royale: Nota:9   Quantum Of Solace: nota:7
Critica:8,5
Público:9
FilmesInc.:9,5

Há quer saber mais sobre 007,  confiram nossa primeira parte do nosso especial sobre a franquia Aqui e também batemos um papo sobre a franquia no #Comcast24 com o @conhece_mario para baixar clique Aqui e para ouvir aqui.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

007 especial Bond...James Bond!



















by Rg.
Skyfall chega aos cinemas para consolidar mais uma vez a maior franquia da história do cinema, justamente no 007 completa 50 anos (nos cinemas por que o primeiro romance com o espião Cassino Royale é de 53), criado por Iam Fleming nos anos 50 o agente secreto James Bond, estreou nos cinemas somente em 1962 com 0 Satânico Dr No, protagonizado por Sr.Sean Connery (mas vale citar que o preferido do autor para viver o espião era Gary Grant, que recusou depois Roger Moore foi procurado, mas por razoes contratuais com uma série teve que recusar também), que deu personalidade própria ao personagem, criando um estilo único sarcástico, canastrão, mulherengo e egocêntrico, seu James Bond era tudo isso e ainda assim esbanjava charme e elegância. Com o passar dos anos outros assumiram o manto de Connery (Escocês), mas cada um tinha uma personalidade própria, mas todos tinham um Q do agente de Connery, ainda nos anos 60 após atritos com os produtores Connery largou a franquia e George Lazenby (Austraiano ex-vendedor de carros e ex-modelo) até então um mero ator desconhecido assumiu seu legado com o filme A Serviço Secreto de Sua Majestade, o longa foi um sucesso de critica, mas um fiasco de público, o Bond de Lazenby era mais humano e sentimental, mas o público não reagiu bem e Lazenby foi dispensado e sua carreira foi para o limbo, os produtores abriram o bolso e trouxeram Connery para mais um filme "oficial" (ele voltaria em 83 com Nunca Mais Outra Vez, filme que não licenciado que não pertencia a MGM). Nunca  sucessor Roger Moore (Inglaterra) era mais canastra e desajeitado, e com ele Bond viveu sua fase mais galhofa onde as gadgets (bugigangas, acessórios e tralhas), tomaram conta da série que até se tornou cômica em diversos momentos, Moore foi o ator que mais interpretou Bond até hoje.
Após um hiato de alguns anos, Timothy Dalton (País de Gales) foi chamado para defender sua majestade, mas os anos 80 foram duros com o personagem que não podia fazer uso de sua maior artimanha, ser mulherengo devido à ascensão da Aids, pressão de censura pelos direitos das mulheres e o fim da guerra fria (falta de carisma de Dalton também não contribuiu para seu sucesso), seu Bond era frio, calculista e deve figurar entre os que mais mataram.
Anos 90 o cinema estava passando reinvenções, franquias estavam sendo revisitadas ou continuadas, foi à vez da maior de todas dar com as caras na década do centenário da sétima arte (cinema), após o maior período sem filmes (7 anos), e muitas especulações para viver o espião mais cultuado do cinema, nomes como Mel Gibson; Liam Neeson entre outros foram cogitados, mas o papel ficou mesmo com Pierce Brosnan (Irlanda) que já deveria ter interpretado Bond no lugar de Dalton nos anos 80, mas devido a um contrato com uma série de TV seguido da morte da esposa teve que recusar. Brosnan tinha tudo que Bond era nos anos de ouro, mais um estilo moderno e arrojado, ele tinha o estilo Connery (com até mais carisma), para os críticos ele é melhor Bond depois de Connery, (pra mim pelo fato de ter vivenciado seus filmes no cinema, o melhor OO7) foram 4 filmes em 7 anos, todos sucessos absolutos de bilheteria, James Bond chegou ao século 21 em grande forma, uma franquia de 20 filmes se refortalecer após alguns fracassos dar a volta por cima, e ser aceita para uma nova geração de fãs e público. Mas após a saída também conturbada de Brosnan, o agente voltou para sua aposentadoria momentânea (boatos dizem que Brosnan pediu muito, já o ator diz que os produtores não honraram com a palavra e optaram pelo novo). Nos 18 meses entre a saída de Brosnan e a escolha do novo agente, as especulações foram diversas algumas não foram meras especulações, alguns atores recusaram e outros saíram do páreo em cima da hora, entre eles nomes como; de Jude Law, Colin Firth, Russel Crowe, Christian Bale, Guy Pearce e Ewan McGregor, estes corriam por fora entre os favoritos do estúdio estavam, Collin Farrel, Hugh Jackman, Julian McMahon (Nip Tuck) entre os mais bizarros estavam, Dougray Scott (o ator mais azarado da história também perdeu o papel de Wolverine, após fraturar as costas em Missão Impossível 2), Orlando Bloom, Gerard Butler, Sean Bean (que já foi o 006 em Goldeneye).
Mas o posto do espião mais famosos do cinema ficou com o até então pouco conhecido Daniel Craig (Inglaterra), que só foi cotado na reta final e ganhou a vaga do ultimo favorito (Julian) na reta final devido a seu oponente recusar (ainda bem!) devido a seu contrato com a série de TV (Nip Tuck).
Daniel Craig não teve uma recepção das melhores, pelo fato de não ter o perfil do agente 007, pela primeira vez James Bond era loiro, e mais jovem (Craig era o primeiro a vestir o smoking com menos de 40 anos ele tinha 37 em 2005 quando foi escolhido), além destes fatores que o diferenciaram dos seus antecessores Craig era também o mais rustico e atlético (feio e musculoso), para desespero dos fãs, por que Bond sempre foi sedutor e galanteador, e nunca precisou de músculos sobressalentes para suas missões, pelo fato de seus gadgets (equipamentos) sempre lhe auxiliarem no trabalho, mas logo que foi oficializado o rumo que a franquia tomaria a logica prevaleceu. Os produtores queriam reinventar James Bond pela primeira vez nos cinemas, muitos dizem que isso aconteceu com Brosnan, que foi o primeiro a viver o agente pós-guerra fria e se saiu bem, mas agora era um novo recomeço, James Bond teria outra cara seria apresentado para uma nova geração, mas sem perder seus fiéis de longa data.
A produtora da série Barbara Brocoli, acharam que Craig tinha o perfil certo para este novo curso, a franquia seria pela primeira vez mais pé no chão, teria tudo a ver com a nova fase que Hollywood estava passando, filmes como Batman Begins estavam fazendo o público acreditar em seus heróis, mas principalmente um agente secreto chamado Jason Bourne (também JB), sacudiu o mundo da espionagem, que ao contrario de Bond era mais plausível, sem gadgets e perito em diversas artes marciais, Bourne sempre que necessário resolvia as coisas no braço, com estas informações passamos a olhar para Daniel com outros olhos e realmente percebemos que ele tinham um perfil mais apropriado para esta retomada.
Após especulações e polemicas Cassino Royale (coincidentemente o primeiro livro escrito por Fleming), nunca adaptado oficialmente par ao cinema, ganha a luz do dia (se é para dar um novo começo por que não com seu verdadeiro começo), o filme nos mostra o inicio de Bond como agente do MI 6 (Inteligência Britânica ou Military Intelligence, section 6), prestes a se tornar 00 (ter licença para matar e o 7 significa ser o sétimo agente a conseguir tal feito), Craig é um Bond, frio ágil e intimidador, logo na sequência de abertura do filme em sua primeira "execução" ele mostra que nem sempre é com tiros que se resolve. Cassino Royale surpreendeu e agradou a todos, manteve seus fãs e para aqueles que torciam o nariz para o agente a serviço da rainha, (após convencidos que o filme estava com outros moldes, que os agradavam), estavam satisfeitos o filme foi dirigido por Martin Campbell que já havia dirigido outra longa da série, bem importante na volta de Bond aos cinemas pós-guerra fria em seu maior hiato em 95 com Goldeneye.
Quantum Of Solace chegou aos cinemas 2 anos depois, novamente estrelado por Craig e pela primeira vez na história um filme de James Bond teria uma continuação exata, nunca em 21 filmes isso havia ocorrido os eventos de Quantum Of Solace, sucedem a busca de Bond por vingança para saber quem é a organização que matou sua paixão (Eva Green). O filme é eletrizante, e não é para menos, como o filme continua após os eventos finais de Cassino Royale, ele já parte para ação interrupta o filme deixa a desejar em comparação a seu antecessor (pelo fato de falta de um roteiro coeso), mas cumpre bem seu papel e consolida Craig como o Bond do século 21 e nos deixou ansioso pelo que estava por vir.
Por que enquanto alguém (seja ele quem for) disser "my name is, Bond...James Bond”, partir corações por onde passa, pedir Martines "batidos, não mexidos" pilotarem Auston Martins (carro clássico da serie) como ninguém eu sempre estarei la pra conferir e prestar meu serviço a sua majestade.
Quer saber mais sobre o novo filme de 007 Skyfall, não perca nossa segunda parte sobre a franquia em breve, com a critica e curiosidades sobre o 23º filme da série, que marca os 50 anos de Bond nos cinemas. (clique nas imagens da postagem par ver os gráficos com os números de cada Bond)
Segue a baixo a lista dos atores, filmes e anos de produção de cada.

1-007 contra o satânico dr no 1962 (Connery)
2-moscou contra 007 1963 (Connery)
3-007 contra goldfinger 1964 (Connery)
4-007 contra a chantagem atômica 1965 (Connery)
5-com 007 só se vive duas vezes 1967 (Connery)
6-007 a serviço secreto de sua majestade 1969 (Lazenby)
7-os diamantes são eternos 1971 (Connery)
8-com 007 viva e deixe morrer 1973 (Moore)
9-007 contra o homem com a pistola de ouro 1974 (Moore)
10-o espião que me amava 1977 (Moore)
11- 007 contra o foguete da morte 1979 (Moore)
12-somente para seus olhos 1981 (Moore)
13-octopussy 1983 (Moore)
14-na mira dos assassinos 1985 (Moore)
15-marcado para a morte 1987 (Dalton)
16-permissão parar matar 1989 (Dalton)
17-golden eye 1995 (Brosnan)
18-o amanhã nunca morre 1997 (Brosnan)
19-o mundo não é o bastante 1999 (Brosnan)
20-um novo dia para morrer 2002 (Brosnan)
21-cassino royale 2006 (Craig)
22-quantum of solace 2008 (Craig)
23-Skyfall 2012 (Craig)
Filme não oficial : 007 - Nunca Mais Outra Vez 1983 (Connery)  >>>
Há quer saber mais sobre 007, batemos um papo sobre a franquia no #Comcast24 com o @conhece_mario para baixar clique Aqui e para ouvir aqui.