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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Passageiros

passageirosBy Rg. Passageiros é um filme peculiar por mais que não pareça, ele contem todos os ingredientes de uma ficção espacial como as mais recentes Gravidade, Perdido em Marte e Interestellar, todos foram sucessos de publico e critica, ele tem uma grande produção, protagonistas em alta e um trailer repleto de tensão. Só com isso já era um filme a ser esperado. Teve uma certa polemica durante antes mesmo da sua produção se iniciar pelo fato do estúdio pagar o cache de Jennifer Lawrence (o maior cache feminino de Hollywood) antes mesmo do filme ter um roteiro acabado (algo muito arriscado). Agora a seu favor tem os elementos citados e um casal carismático em seu pôster, já é um filme a ser visto. Passageiros tinha tudo para dar muito certo (ou errado este gênero vive na berlinda) e ele conseguiu ficar no meio termo. O longa tem pompa e rotulo de suspense espacial, como vimos nas previas, mas é um filme de gênero totalmente inesperado num ambiente inesperado, já tivemos desde ação a terror espaciais em naves (e até comedias), mas até onde me lembre, nunca vi um romance espacial ainda mais com este orçamento milionário, algo muito raro para um filme do gênero, pois quando você tem um orçamento de mais de 100 milhões de dólares e filmes de romance mesmo sendo sucesso poucos atingem esta marca, e vender um filme deste gênero e convencer o grande publico ir vê-lo e ter êxito financeiro é uma árdua tarefa. O longa nos conta a historia dos tripulantes da nave Avalon que esta levando 5 mil passageiros até um novo planeta (Homested Colony) numa viagem de 120 anos algo da errado quando um dos passageiros desperta de sua hibernação antes, quando ainda faltam 90 anos pela frente e ele percebe vai passar o resto de sua vida sozinho e vai morrer antes de chegar ao seu destino, após quase um ano sozinho outra passageira também desperta e depois do choque inicial, ele tenta conforta-la e esta é a prote do filme, um romance que é até forçado, por surgir entre duas pessoas opostas, num ambiente inusitado, que tem que aprender a conviver juntas e superar a eminente noticia que vão passar a vida abandonados numa nave. É um filme de naufrágio com romance uma espécie de Lagoa Azul especial, sim o filme tem também uma subtrama (muito rasa).
No meu entender nada disso prejudica o filme, que como fã de cinema, vejo qualquer gênero, mas justifica algumas criticas que ele recebeu, por ter sido vendido como outro gênero e pelo dilema que envolve seus protagonistas, o filme funciona bem como romance, tem um bom ritmo em seu primeiro ato e o personagem de Chris Pratt (Jim Preston) segura bem os primeiros 30 minutos sozinho, e sua química com Jennifer Lawrence (Aurora Dun) é boa e segura o filme. O segundo ato onde o romance toma conta também tem um bom ritmo e diverte. Já seu terceiro ato tem seu problemas (mas não chega a prejudicar o filme) ele tem uma reviravolta até interessante, mas peca ao tentar justificar uma atitude com algo futuro, não era necessário, você querer validar um ato errado com um heroico no fim. A direção ficou a cargo do competente John Spaihts de O jogo da Imitação
Agora os que esperavam um filme cientifico, entendo sua decepção, mas mesmo sendo um gênero totalmente diferente não é ruim apenas foi vendido errado e isso é um erro (vender gato por lebre) ainda mais no cinema, onde o publico não perdoa ainda mais com o alto custo dos ingressos. Portanto fica a dica quando for ousar e fazer algum filme diferente seja honesto.
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Avaliação:
Critica:7
Público:7,5
Filmes Inc.:7,5

Globo de Ouro 2017

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A cerimônia de entrega, que será apresentada por Jimmy Fallon, será realizada em 8 de janeiro. Confira abaixo a lista completa de indicados e os Vencedores em Vermelho. CINEMA Melhor Filme de Drama 
  • Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)
  • A Qualquer Custo (Hell or High Water)
  • Lion
  • Manchester à Beira-Mar
  • Moonlight
Melhor Diretor 
  • Damiel Chazelle - La La Land: Cantando Estações
  • Tom Ford - Animais Noturnos
  • Mel Gibson - Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)
  • Barry Jenkins - Moonlight
  • Kenneth Lonergan - Manchester à Beira-Mar
Melhor Atriz Coadjuvante 
  • Viola Davis - Fences
  • Naomie Harris - Moonlight
  • Nicole Kidman - Lion
  • Octavia Spencer - Estrelas Além do Tempo
  • Michelle Williams - Manchester à Beira-Mar
Melhor Ator Coadjuvante
  • Mahershala Ali - Moonlight
  • Dev Patel - Lion
  • Jeff Bridges - A Qualquer Custo (Hell or High Water)
  • Simon Helberg - Florence, Quem é Essa Mulher?
  • Aaron Taylor-Johnson - Animais Noturnos
Melhor Atriz em Filme Dramático
  • Amy Adams - A Chegada
  • Jessica Chastain - Miss Sloane
  • Isabelle Huppert - Elle
  • Ruth Negga - Loving
  • Natalie Portman - Jackie
Melhor Ator em Filme Dramático
  • Casey Affleck - Manchester à Beira-Mar
  • Joel Edgerton - Loving
  • Andrew Garfield - Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)
  • Viggo Mortensen - Capitão Fantástico
  • Denzel Washington - Fences
Melhor Filme de Comédia ou Musical
  • 20th Century Women
  • Deadpool
  • Florence, Quem é Essa Mulher?
  • La La Land: Cantando Estações
  • Sing Street
Melhor Atriz em Comédia ou Musical
  • Annette Bening - 20th Century Women
  • Lily Collins - Rules Don’t Apply
  • Hailee Steinfeld - The Edge of Seventeen
  • Emma Stone - La La Land: Cantando Estações
  • Meryl Streep - Florence, Quem é Essa Mulher?
Melhor Ator em Comédia ou Musical
  • Colin Farrell - The Lobster
  • Ryan Gosling - La La Land: Cantando Estações
  • Hugh Grant - Florence, Quem é Essa Mulher?
  • Jonah Hill - Cães de Guerra
  • Ryan Reynolds - Deadpool
Melhor Trilha Sonora Original
  • A Chegada
  • Lion
  • La La Land: Cantando Estações
  • Moonlight
  • Estrelas Além do Tempo
Melhor Canção Original
  • Can’t Stop the Feeling - Trolls
  • City of Stars - La La Land: Cantando Estações
  • Faith - Sing: Quem Canta Seus Males Espanta
  • Gold - Ouro e Cobiça
  • How Far I’ll Go - Moana: Um Mar de Aventuras
Melhor Filme em Língua Estrangeira
  • Divines (França)
  • Elle (França)
  • Neruda (Chile)
  • The Salesman (Irã, França)
  • Tony Erdmann (Alemanha)
Melhor Longa Animado 
  • Kubo e as Cordas Mágicas
  • Moana: Um Mar de Aventuras
  • My Life as a Zucchini
  • Sing: Quem Canta Seus Males Espanta
  • Zootopia - Essa Cidade é o Bicho
Melhor Roteiro
  • La La Land: Cantando Estações - Damien Chazelle
  • Animais Noturnos - Tom Ford
  • Moonlight - Barry Jenkins
  • Manchester à Beira-Mar - Kenneth Lonergan
  • A Qualquer Custo (Hell or High Water) - Taylor Sheridan
TV Melhor Série Dramática
  • The Crown
  • Game of Thrones
  • Stranger Things
  • This Is Us
  • Westworld
Melhor Ator em Série Dramática
  • Rami Malek - Mr. Robot
  • Bob Odenkirk - Better Call Saul
  • Matthew Rhys - The Americans
  • Liev Schreiber - Ray Donovan
  • Billy Bob Thornton - Goliath
Melhor Atriz em Série Dramática
  • Catriona Balfe - Outlander
  • Claire Foy - The Crown
  • Keri Russell - The Americans
  • Winona Rider - Stranger Things
  • Evan Rachel Wood - Westworld
Melhor Minissérie ou Filme para TV
  • American Crime
  • The Dresser
  • The Night Manager
  • The Night Of
  • The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV
  • Felicity Huffman - American Crime
  • Riley Keough - The Girlfriend Experience
  • Sarah Paulson - The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
  • Charlotte Rampling - London Spy
  • Kerry Washington - Confirmation
Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV
  • Courtney B. Vance - The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
  • Riz Ahmed - The Night Of
  • Tom Hiddleston - The Night Manager
  • Bryan Cranston - All The Way
  • John Turturro - The Night Of
Melhor Série de Comédia ou Musical 
  • Atlanta
  • Black-ish
  • Mozart in the Jungle
  • Transparent
  • Veep
Melhor Ator em Série de Comédia ou Musical
  • Anthony Anderson - Black-ish
  • Gael Garcia Bernal - Mozart in the Jungle
  • Donald Glover - Atlanta
  • Nick Nolte - Graves
  • Jeffrey Tambor - Transparent
Melhor Atriz em Série de Comédia ou Musical 
  • Rachel Bloom - Crazy Ex-Girlfriend
  • Julia Louis Dreyfuss - Veep
  • Sarah Jessica Parker - Divorce
  • Issa Era - Insecure
  • Gina Rodriguez - Jane The Virgin
  • Tracee Ellis Ross - Black-ish
Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV
  • Olivia Colman - Broadchurch
  • Lena Headey - Game of Thrones
  • Chrissy Metz - This Is Us
  • Mandy Moore - This Is Us
  • Thandie Newton - Westworld
Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV
  • Sterling K. Brown - The People vs O.J. Simpson: American Crime Story
  • Hugh Laurie - The Night Manager
  • John Lithgow - The Crown
  • Christian Slater - Mr. Robot
  • John Travolta - The People vs O.J. Simpson: American Crime Story

Rogue One :Uma Historia Star Wars

poltrona-rogue-one-poster-07nov16-3By Rg.
Rogue One é o primeiro de vários Spin Off´s (derivados que se passam no mesmo ambiente ou com alguns personagens do universo) da franquia Star Wars, que após ser comprada pela Disney, terá um filme do universo por ano, um da saga clássica (Ep. 1 ao 7 até o momento) e um do universo expandido. Rogue One carrega um fardo enorme por ser o primeiro a abrir para os cinemas este vasto universo expandido de Star Wars, a pressão ainda é maior por vir após o Episodio VII: O Despertar da Foça que após anos de expectativa fez mais de 2 bilhões de dólares e quase metade disso somente em solo Yanke (Americano). Isso é algo que pode prejudicar muito o filme, independente de sua qualidade, pois mesmo se fosse o Episodio 8, seria difícil obter o mesmo êxito do Episodio 7, por diversos fatores, o principal deles é o filme vir depois de um grande hiato sem um  filme da serie Star Wars nos cinemas  (desde 2005 ) após a decepção com a trilogia feita por George Lucas nos anos 2000 (Episodio 1,2 e 3).  Agora a historia andou adiante, como uma sequencia (não prelúdios como os anteriores), fator de apelo fundamental, já que mesmo após 30 anos o elenco principal estava vivo e aceitaram retornar (Luke, Leia e Han Solo), principalmente a confirmação Harrison Ford no elenco, pois de todo os protagonistas ele foi o único que teve uma carreira e e ascendeu e se tornou um dos maiores astros de Hollywood nas próximas décadas  (80 e 90), emplacando outra franquia que marcou uma geração Indiana Jones, já Carie Fisher e Mark Hammil (Léia e Luke) sumiram dos holofotes. Vai ser difícil qualquer filme da saga independente de sua qualidade superar este Hype, e ainda mais se tratado de Spin Off que para o publico mais leigo, que vai ficar se perguntando onde esta Luke, Han, Léia e até Fin ou Ray (Ep 7). Ficando mais difícil trazer os que não são fãs para os cinemas. É bem provável que o filme vá bem financeiramente, mas será muito difícil chegar perto do retorno financeiro do filme anterior (que os executivos da Disney tenham ciência). Se este derivado vai fazer grana não sei (mas que ele é muito bom é). Rogue One tem uma historia bem contada, com uma trama bem encaixada, com um visual muito bom, cenas de ação bem orquestradas Ao mesmo tempo em que ele tem uma cara de um filme de Star Wars, ele não tem cara de Star Wars, ele é uma verdadeira Guerra Civil, aqui nós vemos o que os rebeldes sofriam por um pouco de esperança, não temos a convencional jornada do herói, que temos na saga toda (ou até em outra saga do universo nerd; O Senhor dos Anéis na trilogia de Tolkien acompanhamos a jornada do herói (Frodo), enquanto o mundo vive outras batalhas também mostrada na trilogia). Em Star Wars isso só era mostrada nos desenhos (Rebels e Clone Wars) e também HQ´s aqui temos isso pela primeira vez no cinema, com novos rostos, numa missão que foi peça chave para o inicio do primeiro filme da saga Star Wars Uma Nova Esperança Episodio 4. O longa foca na personagem Jyn Erso (Felicity Jones) filha de Galen Erson (Mads Mikkelsen) responsável pelo projeto da Estrela da Morte. Galen ao perceber que seria responsável por uma arma de destruição em massa foge, mas acaba encontrado pelo império e forçado terminar seu projeto, sua filha é obrigada e viver no exílio, e acaba sendo recrutada por um dos lideres da resistência Saw Gerrera (Forrest Whitaker). E como todos nos já sabemos nos créditos iniciais de Uma Nova Esperança um grupo rebelde rouba os planos da Estrela da Morte, e este filme vai contar detalhadamente como isso ocorreu, pela sua sinopse ou trailer, apenas sabemos que os tais rebeldes formam o esquadrão Rogue One, formado por Cassian (Diego Luna), Donnie Yen (Chirrut Imwe, ótimo) Wen Jing (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bodhi Rook) e Dróide (k-250 uma mistura de Sheldon com o Robô do Guia do Mochileiro das Galxias). Outro diferencial do filme é seu clima e o universo de Star Wars. Só que aqui outros tipos de personagens são mostrados os acabem formando o esquadrão Rogue One, uma Espécie de Mercenários, que toparam fazer o que nenhum rebelde se habilitou, trazendo ingredientes ótimos para o filme, suas tomadas de ação são ótimas. Rogue One é uma ótima pedida e após o Animais Fantásticos e Onde Habitam também fazer algo semelhante com muita competência, esperamos que isso vire praxe, mas com qualidade, como estes dois exemplos, pois às vezes invés de exploras historia que não tem mais para onde ir (não que seja o caso de Star Wars), a solução é expandir o universo, ainda mais se ele for magico e divertido. Há antes que esqueça a participação do Darth Vader é puro fã service, um fã service do caraeloooo.
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Avaliação:
Critica:8,5
Público:8 Fã:9,5
Filmes Inc.:9

Jack Reacher Sem Retorno

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by Rg.
Jack Reacher: Sem Retorno, além de sequencia do muito bom filme de 2013, ele é mais um filme que vem para firmar este subgênero que tomou conta de Hollywood nos últimos anos, mais precisamente desde 2002 quando A Identidade Bourne, estreou e mudou o cinema, este estilo de filme de ex-agente ou ex-soldado que enfrenta todos sozinho com técnicas de lutas apuradas, perito em fugas e etc. Só para você ter ideia alguns exemplos de franquias e alguns outros que já tem sequencias engatilhadas do gênero, Busca Implacável (já deu), De Volta ao Jogo (ótimo), O Protetor (razoável), e até mesmo a reinvenção de James Bond com Daniel Craig bebeu muito desta fonte. Não que o gênero já não existia (mas sem muito sucesso), e como Hollywood vive de ciclos, já passamos por algo similar nos anos 80 e 90, com o famoso estilo ex-militar que enfrenta um exercito sozinho, que se tornou coqueluche após o sucesso de Rambo dai vieram, seus derivados que nos divergiram na sessão da tarde como; Comando Para Matar, Comando Delta e Bradock.

Curiosidades à parte Jack Reacher Sem Retorno da sequencia ao longa anterior é novamente baseado no livro de Lee Child. Reacher ainda vive como nômade e da algumas dicas de infratores para o governo americano, e quando volta para Washington ele descobre que seu contato no governo, a Major Turner foi recentemente presa, acusada de crime militar, ele logo desconfia por conhecer sua integridade que ela foi vitima de uma conspiração militar, para encobrir algo muito maior, Turner foi feita de bode expiatório.
Jack Reacher volta a ativa para ajudar a major, o flime tem um ótimo inicio, no mesmo ritmo do primeiro, só que após os primeiros minutos ele se perde e consegue desconstruir o personagem que tinha todos os elementos dos filmes citados do gênero, desapegado, frio e calculista. Aqui Reacher mesmo sem conhecer a Major pessoalmente, parece estar apaixonado por ela, a ponto de demonstrar fraquezas, além de também ele um amor paterno por outra personagem do filme algo que poderia ter no gênero de forma muito breve.
No quesito ação o longa também deixa a desejar em comparação ao primeiro seu ritmo é mais lento e cadenciado e suas sequencias de ação são menos plausíveis e não empolgam. Algo difícil de acreditar devido a competência do diretor o veterano, Edward Zwick que já fez os ótimos Diariamente de Sangue, Tempo de Gloria e O Ultimo Samurai com o próprio Tom, fica difícil entender o por que não funcionou ainda mais a julgar pela boa fase do astro que vem de dois ótimos filme da Franquia Missão impossível e o muito bom No Limite do Amanha.
Emfim Jack Reacher: Sem Retorno peca, mas não chega a ser ruim, ou intragável, mas deixa muito a deseja a seu primeiro filme e ate outros ótimos desde gênero recente como De volta ao Jogo e O Contador quem sabe num terceiro filme eles corrijam o escorregão.
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Critica:6,5
Filmes Inc.:7
Público:8

A Chegada

By Rg. 
Confira-o-trailer-e-pôster-de-A-Chegada-evideoclipeExistem dois tipos de ficção cientifica, as que são puro entretenimento, Independence Day e Guerra dos Mundos e as que são para nos fazer refletir sobre o futuro e o caminho que a humanidade vai nos levar, ou se estamos realmente sozinhos como; 2001 Uma Odisseia no Espaço, Contatos Imediatos de Terceiro Grau, Interestellar e Contato. A Chegada se encaixa perfeitamente no segundo exemplo citado, seu roteiro simples no primeiro ato, vai se desenvolvendo e se tornando complexo no decorrer do longa e levanta diversos questionamentos. O primeiro deles é que se formos visitados, como nos comunicaríamos com essa espécie de outro planeta (ou galáxia), algo que sempre é corriqueiro nos filmes do gênero, é que sempre somos entendidos ou interpretados facilmente (quando querem dialogar), nossos problemas com os Aliens nunca foi este e sim; sondas, abduções, invasões, extraírem nossos recursos e destruir toda a raça humana, mas aqui a comunicação é peça fundamental do filme e da trama. Doze naves (ou conchas como são chamadas no filme) pousam sobre a terra e ficam pacificamente tentando fazer contato com os humanos, mas sem sucesso, os dias se passam e o exercito americano contratam a linguística Louise Banks (Amy Adams), que consegue fazer um pequeno progresso com nossos visitantes, mas cada descoberta é lenta e demora dias, e o impasse preocupa, por mais que os visitantes pareçam pacíficos e dispostos a dialogar, outros países como China e Rússia (que não tiveram progresso) estão ansiosos e acham que é perda de tempo, e que um ataque deles pode ser eminente, e pretendem tomar medidas drásticas prejudicando qualquer progresso de outro País. Enquanto os países anseiam por uma simples troca de informação, que pode ajudar em nossa evolução tecnologia. Estas questões e dilemas pairam durante todo o longa.
Além desta plot (trama) os personagens principais são peças fundamentais deste alicerce de reflexão,  Amy Adams mantem a competência habitual, sua preocupação em entende-los e saber o por quê estão aqui é nítida, Jeremy Renner faz o cientista contratado pelos militares Ian. Jeremy faz um ótimo coadjuvante, seu personagem pode até ser principal, mas Amy toma conta da situação e todos ao redor ficam ofuscados, entre eles Forest Withaker (sempre bem). Mas o maior mérito e do diretor; Denins Villeneuve que surgiu nos últimos anos e só tem acertos, emplacando um ótimo filme atrás do outro; Incêndios, O Homem Duplicado, Sicário e Os Suspeitos, sua direção coesa, consegue nos passar a sensação de querer saber mais sobre os nossos visitantes, ficamos numa ansiedade tão grande, como se aquilo estivesse realmente acontecendo, em busca de respostas, na pressa para saber mais sobre eles e o que eles querem, se realmente são pacíficos (ou não?), por não nos atacaram, por que querem dialogar? Ele retrata tudo isso de forma linear e envolvente, sem ser cansativo e lento, Villeneuve consegue transpor o roteiro de Eric Heisserer baseado no livro de Ted Chiang. O filme levanta questionamentos interessantes e nos faz refletir sobre, que independente de acreditar ou não, se realmente estamos sozinhos, como procederíamos o que faríamos, como seria o procedimento se eles chegarem de uma forma pacifica, como seria o nosso contato? Enfim A Chegada é um ótimo filme, uma ficção com questionamentos validos, com uma ótima direção e atuações e vale muito a pena ser conferido. Daqueles que nos faz sair do cinema querendo conversar sobre o filme. @RG_FilmesInc                         @FilmesInc                #Facebook          insta/rg_filmesinc
Avaliação:
Filmes Inc.:9,5
Critica:9
 Público:8

Horizonte Profundo: Desastre no Golfo

placa_poster_horizonte_profundoBy Rg. 
Horizonte Profundo: Desastre do Golfo pode soar, ou ser vendido como um filme catástrofe, mas ele é muito mais que isso, é um drama baseado em um acontecimento real. Não deixa de ser uma catástrofe, mas com requintes dramáticos é um acontecimento triste e recente que todos nós lembramos. O drama sempre faz parte deste gênero de filme, só que sempre de forma leve e sem muita importância, é mais um clichê do gênero, onde em meio ao caos, um pai (Guerra dos Mundos, 2012 e Terremoto; A Falha de San Andreas) ou mãe (O Impossível) tem que se preocupar em salvar seus entes queridos. Aqui mesmo não tendo entes queridos, em meio ao caos (por se tratar de um acontecimento real), você se importa com cada um deles e vê que não é necessário ter um parentesco para que você arrisque sua vida para salvar um amigo ou conhecido em um desastre. O filme nos mostra os bastidores do desastre no Golfo, pelo ponto de vista da tripulação da plataforma mais precisamente pelo olhar do engenheiro Mike Williams (Mark Wahlberg) que vive um pai dedicado que trabalha na Deepwater Horizont e está prestes a retornar para mais 21 dias de trabalho longe de sua família. A rotina na plataforma seria a mesma de sempre, se no fosse pela ganância de seus sócios que fingiam não ver os defeitos apresentados por toda a plataforma e principalmente por não realizarem testes necessários para a segurança de perfuração, tudo para economizar tempo e dinheiro, pois a perfuração já está atrasada em mais de 43 dias. Assim que retornam Mike e Jimmy (Kurt Russsel) sabem que algo está errado e os acionistas os pressionam e encobrem os defeitos para que não haja atrasos.
O filme tem um bom ritmo e mesmo se tratando de uma história real e recente (2010) que todos nós sabemos o desfecho. O diretor Peter Berg (O Grande Herói) consegue criar uma tensão, a cada válvula aberta (ou fechada) esperamos pelo pior, e achamos que tudo vai pelos ares a qualquer momento.
O elenco também é uma boa escolha os protagonistas Mark Wahlberg e Kurt Russel fazem bem seus papéis mesmo sendo heroicos em alguns momentos, mas sempre plausíveis, pessoas reais que se importam com os companheiros, John Malkovich (sempre muito bom) faz o vilão engravatado da vez.
O grande ápice do filme é o desastre que todos nós acompanhamos pela TV em 2010, é pura tensão, assim que temos a primeira explosão o clima de cinema catástrofe toma conta do longa, com ótimos efeitos e heroísmo (nada que não vemos em outros filmes do gênero), mas o que mais impressiona é saber que tudo aquilo ocorreu e recentemente, o filme funciona como suspense ação e também como drama de sabermos que são trabalhadores comuns, que estão em meio a explosões contínuas e querem apenas voltar pra seus lares e suas famílias.
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo funciona muito bem e a dobradinha Peter Berg e Mark Wahlberg depois de O Grande Herói continua rendendo frutos e ambos vivem boa fase e em 2017 retornam com Dia de Herois sobre o atentado na maratona Boston. Berg se encontrou nas histórias verídicas largou as ficções Hancock e Battleship e Wahlberg vive o melhor momento de sua carreira. Que venha mais filmes com ele e também como esse.
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 Avaliação:
Filmes Inc.:8,5
Critica:7,5
Público:9

O Contador

contadorBy Rg.
O Contador condiz fielmente com o momento vivido por Ben Affleck que nos anos 2000 passou de jovem em ascensão e queridinho de Hollywood, há ator caricato de blockbusters, era mais lembrado pelos tabloides por seu namoro com Jennifer Lopes do que por sua carreira, que coincidentemente emplacava fracassos de critica e sucesso de publico como: Pearl Harbor, Armagendon e Contato de Risco com que protagonizou ao lado de J Lo que foi fiasco financeiro e de publico e critica que sepultou seu relacionamento e quase fez o mesmo com sua carreira. Seu recomeço veio no final da mesma década onde dirigiu o ótimo Medo da Verdade e atuou em Intrigas do Estado, Aflleck voltou a ser seletivo com papéis e dirigiu mais dois ótimos longas; Atração Perigosa e Argo este ultimo lhe rendeu o Óscar de melhor filme, ainda atuou num filme do prestigiado David Fincher (Seven e Clube da Luta) o excelente Garota Exemplar. Para consolidar sua volta por cima em Hollywood ele foi escolhido como novo Batman e aceitou o desafio, mesmo sendo execrado por todos, ele aguentou as porradas e quando Batman V Superman chegou aos cinemas mesmo o filme não sendo o sucesso esperado, Ben foi quase uma unanimidade como Homem Morcego e ainda topou dirigir e escrever os filmes da nova franquia do morcego no cinema. Seu momento é tão positivo que se alguém fosse ler a sinopse deste novo filme há alguns anos atrás ia soar tão absurda, que seria um fracasso imediato, mas como o mundo (principalmente Hollywood) da voltas, este filme é a prova disso. O Contador nos mostra a história de Christina Wolff (Ben Affleck) um contador, que possuiu tamanha habilidades com números, tanto em desvendar fraudes, ou encobri-las. Seus clientes vão desde magnatas do petróleo há grandes empresas e etc, qualquer um que precise encobrir algo, enganar e receita, lavar dinheiro e sair impune o procura, e todos pagam muito bem por seus serviços contáveis, ele faz e desaparece do mesmo modo que surgiu. Até aí um roteiro normal, ele é tipo um John Nash da contabilidade, exceto fato de ter em seu currículo uma enorme lista de assassinatos cometidos contra mafiosos e etc, com exímia habilidade desde técnicas luta e tiros, já soa meio absurdo, mas nada que não possa ocorrer em um filme de ação, só que a julgar por tudo isso, temos um pequeno e principal detalhe, este exímio matador (e contador), em sua infância era um altista, e ainda é, ele apenas aprendeu a lidar com seu altíssimo, devido à persistência de seu pai militar, que usou técnicas de treinamento militar para que ele levasse uma vida normal. Mesmo com esta plot (trama) absurda, o filme funciona e extremamente bem, logo nos primeiros minutos você já comprou a ideia, que é tão bem conduzida pelo diretor; Gavin O'Connor, que você acredita que aquele nerd problemático e capaz de matar como se fosse um Jason Bourne. Ben Affleck é peça fundamental nessa engrenagem, sua serenidade e tranquilidade nos convence que ele é uma pessoa que não sabe socializar com os outros ao seu redor, os mais críticos vão dizer que é falta de expressão e má atuação, mas assim como outro criticado que fez outro ótimo filme do gênero; Keanu Reeves com seu John Wick (De Volta ao Jogo) também caiu como uma luva e se seu amigo; Matt Damon já indicado ao Óscar com uma carreira tão elogiada (com um rumo totalmente deferente), tem a sua franquia de sucesso Bourne e em seu ultimo filme só falou 25 frases e não usou muita expressão, pois este tipo de papel é mais performance do que atuação, e isso todos os citados conduzem muito bem, é impossível não ter carisma por Affleck com sua falta de senso e tranquilidade, desde ao salvar alguns um casal de idosos ou a moça indefesa. Gavin O'Connor merece os méritos também sua direção prova que ele já é uma realidade em Hollywood que depois dos ótimos Guerreiro e Força Policial aqui dirige as cenas de ação como ninguém, às técnicas de luta e tiros não deixam nada a desejar para nenhum outro filme do gênero e os minutos iniciais do filme soam como um drama policial, muito bem conduzido e não cansativo, ele transforma o longa em seu segundo ato, mas se perder o timing do filme que muda totalmente para um filme de ação, mas continua com um trama que ti prende. Outro acerto além do protonista e a direção, o restante do elenco, que tem desde a competente Anna Kendrick, J.K Simmons (ótimo) e Cynthia Addai-Robinson, mas o nome que merece muito destaque e de Jon Bernthal (o Shane de The Walking Dead e o novo Justiceiro da Marvel), que faz um mercenário contratado para aniquilar Wolf e faz do filme um verdadeiro jogo de xadrez entre os dois. O Contador é um ótimo filme que é para não se levado a sério, mas assim que tem seu início, você o leva e funciona e tem alguns pequenos defeitos, mas nada que o prejudique, pois ele é tão divertido e descompromissado que vale o ingresso seu elenco de apoio também se sai bem. O filme apenas poderia ter uns alguns minutos há menos, mas nada que tire seu primor.
@RG_FilmesInc                  @FilmesInc                  #Facebook                Insta/rg_filmesinc Avaliação:
 Público:8
 Filmes Inc.:8,5
 Critica:7,5

Sete Homens e um Destino

034067.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxxBy Rg.
Sete Homens e Um Destino é um remake do remake, do clássico faroeste dos anos 60, que já era uma refilmagem de um clássico oriental de Akira Kurosawa chamado Os Sete Samurais(1954). A versão Yanke por motivos óbvios e culturais trocaram os Samurais por Cowboys. Esta nova versão se atem apenas a versão western. O responsável pela árdua tarefa de manter o nível dos anterior (ou anteriores) é do competente diretor Antoine Fuqua. que tem uma carreira de altos e baixos, mas algo que até em seus filmes abaixo da media não pode ser questionado é sua forma de conduzir a ação. Fuqua chamou o parceiro Denzel Washington, com quem já trabalhou em duas oportunidades para protagonizar o longa ao lado de outros nomes consagrados como Ethan Hawke e em ascensão como Chris Patt. O gênero Western/Faroeste que chegou a morrer nos anos 80 e voltou com força na década seguinte com Clint Eastwood (que era astro do gênero nos anos 70) e seu clássico Os Imperdoáveis (1992), se manteve vivo, mas nos últimos anos ganhou força novamente com ótimos filmes como Os Indomáveis, Bravura Indômita, O Assassinato de Jesse James, Django Livre, Os 8 Odiados, Rango e em Busca de Justiça (pouco visto procure). Sete Homens e Um Destino faz jus à todos os filmes citados e trás alguns elementos que se perderam no gênero com o passar dos anos, um glamour e até uma certa galhofa que os filmes de western tinham, todos citados são ótimos, mas pé no chão (com exceção de Django) era um velho oeste mais sujo e nada elegante, aqui eles remete aos clássicos e toda elegância dos Cowboys Americanos desde as vestimentas, estilo sequencias de ação e tiroteio, os heróis cavalgam atirando com uma mão e ainda a mantém sua mira impecável, sobem em seus cavalos em movimento, tem a velha cidade de uma rua típica dos duelos de faroeste e até o velho Saloom onde o protagonista chega o som para e todos o olham. Resumindo ele tem todos os elementos clássicos e os repete sem vergonha.
Este nova versão de Sete Homens e um Destino é acima de tudo uma ótima homenagem ao filme e ao gênero e funciona extremamente bem, todos os personagens tem seu espaço e seu destaque, cada tem seu carisma e você torce por todos e principalmente Chisolm (Denzel), outro que divide o protagonismo com  Denzel é Chris Patt (Faraday) que mesmo seu personagem tendo resquícios de o Senhor das Estrelas de  Os Guardiões da Galáxia e até de Jurassic World, a culpa não é dele de fazer mais um personagem semelhante e sim por que os Cowboys do cinema são isso (sempre misturando humor, sarcasmo e charme) a semelhança era algo inevitável e ele não se encaixaria em nenhum outro dos Sete e se repetir não ruim quando funciona.
O filme é em si é puro entretenimento, ao contrário dos filmes do gênero que citei é até mais fácil de ser vendido, pela cara de blockbuster que tem e não vai agradar só amantes do gênero, mas os fãs de um bom filme pipoca de aventura.
A trama é seguinte, um velho vilarejo esta sendo devastado por um garimpeiro que está tomando suas terras, e após ele ameaçar seus moradores oferecendo mixaria para que eles lhe entregarem sua terras ele mata os que se opuseram e Ema Colen (Haley Bennet linda) que teve seu marido morto por este vilão Bertholomew Bogue (Peter Sarsgard). A viúva decide pegar as suas economias e de dos outros moradores e parte em busca de ajuda e neste caminho ela encontra Chilson (Denzel) um caçador de recompensas temido por onde passa (pelos bandidos), ele reluta mas aceita o serviço é precisa de ajuda e junta outros 6 foras da lei (Chrs Patt, Ethan Hawke, Vicente Donofrio, Byung-hum Lee, Manoel Garcia-Rulfo e Martin Sensmeier) para executar o serviço de proteger a cidade. A partir daí o fim e é pura ação e aventura e consegue manter o bom ritmo ação e até humor em todos os seus atos no começo e meio e fim, muito bem divido.
 Sete Homens e um Destino é uma ótima pedida para os fãs de Western e para aqueles que querem apenas ver um bom blockbuster, esse apenas esta enrustido em faroeste. E para os que o criticaram, o lavarem muito a sério e desde seu começo ele já mostra que seu intuito é agradar e divertir, e isso ele cumpre muito bem.
Avaliação:
Filmes Inc.:8,5
Publico:9
Critica:7,5

FilmesIncastV #25 Animais Fantásticos e Onde Habitam e Harry Potter (voltei)

FilmesIncastV #25 Animais Fantásticos e Onde Habitam e Harry Potter (voltei) Neste 25 programa analisei o novo filme do universo Harry Potter ; Animais Fantásticos e Onde Habitam confiram deixem seu like e assinem o canal obrigado.

Doutor Estranho

fn3ajronuasc2vsqwrjd4kjl1maBy Rg.                                                                                                
Depois de 8 anos e 13 filmes a maior franquia do cinema (em bilheterias) a Marvel chega com mais um filme e novamente d
e um personagem que não é conhecido grande e público daí fica a pergunta? Será agora que Marvel vai nos decepcionar (já derrapou com Thor eHomem de Ferro 3) ou fracassar financeiramente? Esta dúvida já pairou quando Guardiões da Galáxia estreou em vão e o filme foi sucesso de público e crítica. Com O Homem Formiga aconteceu novamente alguns ficaram receosos e novamente em vão. Se tem uma coisa que é fato, é que media de acerto deles é ótima, será que tal média poderia causar uma prepotência e leva-los ao erro? Doutor Estranho tem todas as ferramentas para isso; personagem desconhecido, um universo místico que sai totalmente de que já foi apresentado e estabelecido, além de ser uma produção cara e ousada, seu protagonista é um ator desconhecido do grande público, sim meu amigo sei que você vai falar poxa é o Benedict Cumberbect, que para os cinéfilos ou nerds de carteirinha já uma realidade, agora tente usar ele de referência para o público convencional, há ele o cara do Star Trek o vilão (Khan), nada que tenha marcado a vida deles, há ele dubla o Dragão Smaug (O Hobbit) nada ainda, ele é o Alan Tunning  em O Jogo da Imitação, tá você acha que boa parte do grande público que só vê filmes de heróis, viram um drama autobiográfico indicado ao Óscar?  Ele é o Sherlock da série da BBC ainda não terá efeito sobre a pessoa que apenas sabe que o viu em algum filme, nada que o faça falar, vou ver este filme por este cara. Para nós familiarizados com universo cinematográfico ele já um astro dos últimos três anos pra cá. Enfim problemas a parte, confiamos no Studio e até agora ele fez jus, a esta confiança e para os críticos de plantão não é agora que eles vão errar no quesito qualidade, agora se vai ser sucesso de púbico, somente o tempo irá dizer.  Primeiramente vou logo falando, Doutor Estranho é diferente de tudo que você já viu, não só universo de heróis, como no cinema em geral, é fácil dizer que seu visual lembra A Origem com Matrix, só que ele é muito mais que isso, os ultrapassa em grande escala, daqui alguns anos será referência, iremos citar algum filme e dizer que seu visual lembra o deste.
O longa nos conta a história do prepotente (ou arrogante) cirurgião Doutor Stephen Strange que após um acidente, perde os movimento de suas mãos e sem elas não pode mais exercer sua profissão e nem ser o melhor no que faz e sua vida perde o propósito para ele. Stephen tenta de tudo e gasta toda sua fortuna em vão, até que ele procura ajuda em Karm-Taj no Nepal, e lá ele vai descobrir que para encontrar uma cura, terá que receber os ensinamentos do Ancião (a). Stephen Strange vai ter que deixar de lado sua arrogância e se tornar um aprendiz e passar acreditar em no lado místico, ele é relutante, mas após o primeiro encontro com a Anciã, ele já enxerga todo um novo mundo e dimensões paralelas, e vê que a possível cura para suas mãos, esta no misticismo. Diga-se de passagem, para aqueles que não viram o trailer, vão se impressionar ainda mais, as duas sequencias de ação vistas nos trailer, são exibidas logo no inicio do filme, e isso é bom, por que além de tudo que vir adiante ser inédito, as próprias sequencias mostradas no trailer, ainda continham muito mais e são elevadas em grande escala. A sequencia em que os prédios são dobrados e a cidade é virada literalmente é surreal, algo que faz saltar os olhos. Assim como a viagem de Strange a outras dimensões e algo indescritível, efeito deve ser similar ao de ver The Wall (Pink & Floyd) ou 2001 Uma Odisseia no Espaço, chapado de alguma substancia alucinogênica.
Efeitos à parte, o filme tem um bom ritmo, ainda mais por ser uma historia de origem, não e cansativo e dinâmico, algo que Marvel até agora fez bem, o tom do humor (alivio cômico) é ate maior do que o esperado e funciona muito bem. As semelhanças com Homem de Ferro são evidentes, mas necessárias, ambos tinham caracteres parecidos e sabiam que eram os melhores em sua área e após um acidente perderam algo e precisavam de ajuda para voltaram a ser como eram antes, um recorreu à ciência e o outro a magia.Outro fator que pesa a favor do filme é o protagonista; Cumberbatch é perfeito para o papel e chega a lembrar Robert Downey Jr, pois já nasce carismático e sarcástico, o ator pega um personagem forte e acrescenta muito a ele mesmo sendo sua primeira aparição, já e impossível imaginar o papel sem ele.O restante do elenco e um dos melhores já reunidos em um filme solo de herói, quatro dos principais todos já tiverem indicações recentes ao Oscar, Rachel McAdams, Chiwetel Ejiofor e Tilda Swinton e Madds Mikkelsen Benedct Wong fecham o time. Todos tem seu tempo de tela e desempenham bem seu papel, mas vale destacar Tilda que faz o Ancião e conjura sua magia com uma beleza e leveza sublime.
Sua trama além da busca de nosso herói pela sua cura, e seu aprendizado ele se vê obrigado a enfrentar um ex-discípulo da Anciã; Kaecillius (Madd Miikkelsen) que roubou as paginas de um livro proibido para conjurar um ser que vem da dimensão negra e esta tomando vários mundos e os aprisionando, e para isso ele precisa destruir a Anciã e seus discípulos que tomam conta de três portais que existem na Terra, assim que os portais estiverem vulneráveis nosso mundo vai deixar de existir, tais portais ficam em Londres, Hong Kong e Nova York.
As sequencias de ação são fantásticas mesmo quando são apenas lutas muito bem coreografadas e sem cidades virando e etc. Mérito do competente diretor Scott Derrickson, que vem do terror (O Exorcismo de Emily Rose, A Entidade, O Dia Em Que a Terra Parou e Livrai-nos do Mal) e manda muito bem, por mais que esteja acontecendo muita coisa, portais se abrindo magias sendo executadas e tudo virando, você entende tudo e absorve perfeitamente.
Doutor Estranho não é perfeito, tem alguns pequenos defeitos, como o avanço no treinamento de Strange, hora ele tem dificuldades simples, maior que os outros aprendizes e depois em meio ao caos, já tem que se virar na marra, tudo bem que os seus mestres já sabiam de seu poder, mas deveria ter tido alguma missão antes mostrando sua força, não logo em um confronto com o vilão do filme, cinematograficamente falando entendemos o lado do longa ter uma certa pressa, pois o seu ritmo seria lento e teria que ter umas três horas de duração, outro incomodo foi o fato de Strange usar uma relíquia sem permissão, e todos o verem em pose dela e não o questionaram, como se fosse algo para ser usado por qualquer um em uma urgência, assim como o alarme de incêndio. Pequenos problemas a parte, Doutor Estranho é uma ótima diversão, e mesmo com todas as dificuldades e apresentando um novo personagem e universo e já se saiu muito bem.
Doutor Estranho segue o padrão e formula repetida da Marvel, mas quem falou que esta fórmula é ruim, e em time que esta ganhando não se mexe.
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Avaliação:
Filmes Inc.:8,5
Critica:8
Público:9

O Contador

contadorBy Rg. O Contador condiz fielmente com o momento vivido por Ben Affleck que nos anos 2000 passou de jovem em ascensão e queridinho de Hollywood, há ator caricato de blockbusters, era mais lembrado pelos tabloides por seu namoro com Jennifer Lopes do que por sua carreira, que coincidentemente emplacava fracassos de critica e sucesso de publico como: Pearl Harbor, Armagendon e Contato de Risco com que protagonizou ao lado de J Lo que foi fiasco financeiro e de publico e critica que sepultou seu relacionamento e quase fez o mesmo com sua carreira. Seu recomeço veio no final da mesma década onde dirigiu o ótimo Medo da Verdade e atuou em Intrigas do Estado, Aflleck voltou a ser seletivo com papéis e dirigiu mais dois ótimos longas; Atração Perigosa e Argo este ultimo lhe rendeu o Óscar de melhor filme, ainda atuou num filme do prestigiado David Fincher (Seven e Clube da Luta) o excelente Garota Exemplar. Para consolidar sua volta por cima em Hollywood ele foi escolhido como novo Batman e aceitou o desafio, mesmo sendo execrado por todos, ele aguentou as porradas e quando Batman V Superman chegou aos cinemas mesmo o filme não sendo o sucesso esperado, Ben foi quase uma unanimidade como Homem Morcego e ainda topou dirigir e escrever os filmes da nova franquia do morcego no cinema. Seu momento é tão positivo que se alguém fosse ler a sinopse deste novo filme há alguns anos atrás ia soar tão absurda, que seria um fracasso imediato, mas como o mundo (principalmente Hollywood) da voltas, este filme é a prova disso. O Contador nos mostra a história de Christina Wolff (Ben Affleck) um contador, que possuiu tamanha habilidades com números, tanto em desvendar fraudes, ou encobri-las. Seus clientes vão desde magnatas do petróleo há grandes empresas e etc, qualquer um que precise encobrir algo, enganar e receita, lavar dinheiro e sair impune o procura, e todos pagam muito bem por seus serviços contáveis, ele faz e desaparece do mesmo modo que surgiu. Até aí um roteiro normal, ele é tipo um John Nash da contabilidade, exceto fato de ter em seu currículo uma enorme lista de assassinatos cometidos contra mafiosos e etc, com exímia habilidade desde técnicas luta e tiros, já soa meio absurdo, mas nada que não possa ocorrer em um filme de ação, só que a julgar por tudo isso, temos um pequeno e principal detalhe, este exímio matador (e contador), em sua infância era um altista, e ainda é, ele apenas aprendeu a lidar com seu altíssimo, devido à persistência de seu pai militar, que usou técnicas de treinamento militar para que ele levasse uma vida normal. Mesmo com esta plot (trama) absurda, o filme funciona e extremamente bem, logo nos primeiros minutos você já comprou a ideia, que é tão bem conduzida pelo diretor; Gavin O'Connor, que você acredita que aquele nerd problemático e capaz de matar como se fosse um Jason Bourne. Ben Affleck é peça fundamental nessa engrenagem, sua serenidade e tranquilidade nos convence que ele é uma pessoa que não sabe socializar com os outros ao seu redor, os mais críticos vão dizer que é falta de expressão e má atuação, mas assim como outro criticado que fez outro ótimo filme do gênero; Keanu Reeves com seu John Wick (De Volta ao Jogo) também caiu como uma luva e se seu amigo; Matt Damon já indicado ao Óscar com uma carreira tão elogiada (com um rumo totalmente deferente), tem a sua franquia de sucesso Bourne e em seu ultimo filme só falou 25 frases e não usou muita expressão, pois este tipo de papel é mais performance do que atuação, e isso todos os citados conduzem muito bem, é impossível não ter carisma por Affleck com sua falta de senso e tranquilidade, desde ao salvar alguns um casal de idosos ou a moça indefesa. Gavin O'Connor merece os méritos também sua direção prova que ele já é uma realidade em Hollywood que depois dos ótimos Guerreiro e Força Policial aqui dirige as cenas de ação como ninguém, às técnicas de luta e tiros não deixam nada a desejar para nenhum outro filme do gênero e os minutos iniciais do filme soam como um drama policial, muito bem conduzido e não cansativo, ele transforma o longa em seu segundo ato, mas se perder o timing do filme que muda totalmente para um filme de ação, mas continua com um trama que ti prende. Outro acerto além do protonista e a direção, o restante do elenco, que tem desde a competente Anna Kendrick, J.K Simmons (ótimo) e Cynthia Addai-Robinson, mas o nome que merece muito destaque e de Jon Bernthal (o Shane de The Walking Dead e o novo Justiceiro da Marvel), que faz um mercenário contratado para aniquilar Wolf e faz do filme um verdadeiro jogo de xadrez entre os dois. O Contador é um ótimo filme que é para não se levado a sério, mas assim que tem seu início, você o leva e funciona e tem alguns pequenos defeitos, mas nada que o prejudique, pois ele é tão divertido e descompromissado que vale o ingresso seu elenco de apoio também se sai bem. O filme apenas poderia ter uns alguns minutos há menos, mas nada que tire seu primor.
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 Avaliação:
Público:8
Filmes Inc.:8,5
Critica:7,5

Groselha #13 Mentiras

Programa numero 13 de um canal 13. Só podia ser mentira, ou sobre mentiras, confiram neste programa destrinchamos as maiores mentiras e teorias da conspiração já contadas na Internet, TV, Redes Sociais e etc. Garanto que você já acreditou em alguma delas e até espalhou por ai. De Michael Jackson, Elvis, Tupac e Bin Laden vivos ao AKon e Faustão mortos.

Pets

557955By Rg. O mercado de animações e dominado por duas grandes empresas a Pixar/Disney e DreamWorks as duas detêm mais Oscars de melhor animações e possuem as maiores bilheterias nos últimos 15 anos. Correm por fora; Blue Sky (da Fox e da franquia A Era do Gelo e Rio ) e Sony Pictures Animation (Ta Chovendo Hambúrguer e A Casa Monstro), que sempre conseguem encaixar um sucesso ou outro entre as grandes animações destes estúdios. A novata Illiumination, vem pegando uma boa fatia do mercado com com a franquia Meu Malvado Favorito e seus Minions, agora ela com seu primeiro filme sem se situar no universo de Gru e seus Minions. Pets nos conta a história de um grupo de animais de estimação que residem em um conjunto de apartamentos e quando seus donos saem levam outras vidas, se reúnem entre eles e até vivem aventuras. O protagonista do filme é Max, um simpático cãozinho que fica de prontidão todos dias esperando sua dona, seus amigos vizinhos vão até seu apartamento diariamente, assim que seus donos saem. Seu início é hilário mostrando suas rotinas diárias assim que a porta se fecha e seu dono sai para trabalho, alguns ligam a assistem TV, ligam o Som e dançam e ate devoram tudo que esta em sua geladeira (pena que foi todo mostrado no trailer). Neste inicio o filme funciona muito bem, mesmo bebendo descaradamente da fonte de Toy Story (até aí não há problema), ele se complica ao continuar plagiando o clássico da Disney durante toda a trama, ele apenas trocaram bonecos por animais e inclusive seu principal arco. Max vê sua rotina mudar totalmente quando sua dono traz um novo Pet para casa (como em Toy Story), eles não se dão bem de inicio e acabam se perdendo pelas ruas e precisam unir forças (novamente) para voltar ao lar. A trama simples e repetida não ajuda a animação, que ainda peça em falta de realidade, sim por mais que estamos falando de um desenho e o senso de descrença tem que ser desligado (mas não totalmente ignorado e exagerado). Sou fã confesso de animações, e por mais estamos vendo bonecos andando falando (ou animais falando), em nenhum momento acharemos normal uma quadrilha de animais roubar veículos, resgatar seus amigos com a maior tranquilidade, por diversas vezes no filme nos vemos animais pilotando veículos de grande porte, arremessando outros pelas ruas como se fosse um desenho do Papa Léguas, tudo bem que é um desenho, mas as grande animações da atualidade que fizeram sucesso não tem um senso de descrença tão grande, seria como ver o próprio Toy Story Woody e Buzz roubando veículos e dirigindo por aí, eles vivem grandes aventura mas tudo de forma escondida como se fosse um universo a parte, sem causar alarde. Tudo bem se você analisar que Pets é voltando as crianças, que nem se importam com isso, mas vivemos um novo momento onde estes filmes levam também muitos adultos ao cinema, não somente os pais que levando seus filhos, levam adultos, que vão por que gostam e querem dar risadas.
Pets da um tremendo passo para trás neste quesito se apegando somente em agradar as crianças, pode ser uma ideia acertada sim, pois o filme está fazendo enorme sucesso, pode ser um acerto momentâneo, pois os adultos que o assistiram e não se divirtam tanto, podem não voltar para uma futura sequência, pois os seus concorrentes da Disney e DreamWorks já mostraram que conseguem agradam ambos e funciona. @RG_FilmesInc           @FilmesInc                   Facebook               insta/rg_filmesinc Avaliação: Filmes Inc.:6,5 Critica:7 Público:7,5

Groselha #12: Brincadeira de Criança Parte 2 (do verdade ou desafio ao policia e ladrão)

Neste programa, relembramos as brincadeiras que fizeram parte da infância das crianças. Do Verdade ou Desafio, Pião, Pipa, Passa Anel, Bambolê, Policia e Ladrão, Queimada, Tazo e etc, quem nunca brincou. Relembre aqui uma parte da sua infância e não perca a parte 1. Deixe seu like, comentário, compartilhe e não se esqueça de assina o canal.

Groselha #11 Brincadeira de Criança (do Uva, Pera, Maçã e Salada Mista ao Esconde Esconde)

Neste programa, relembramos as brincadeiras que fizeram parte da infância das crianças. Do Esconde, Esconde, Pega Pega ao Uva, Pera, Maçã e Salada Mista e etc, quem nunca brincou. Relembre aqui uma parte da sua infância e não perca a parte 2. Deixe seu like, comentário, compartilhe e não se esqueça de assina o canal.