Filmes Inc.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Caçadores de Obras Primas

ca_adores_de_obras_primas
By Rg Caçadores de obras Primas, novo filme "guerra" dirigido por George Clooney (que já dirigiu ótimos filmes), tem uma expectativa diferente de seus longas anteriores; Confissões de uma Mente Criminosa, Boa Noite Boa Sorte, O Amor Não Tem Regras e Tudo Pelo Poder, expectativa esta, por ser o primeiro dos filmes comandados pelo astro, a ter características similares à franquia estrelada por ele e dirigida pelo amigo; Steven Soderbergh, a trilogia Onze Homens e Um Segredo. Similaridade que se da pelo elenco estrelado, contando com nomes consagrados com o próprio George Clonney, Matt Damon, Bill Murray, John Goldman e Cate Blanchett, mas os filmes dirigidos por Clonney sempre tomaram caminhos diferentes do filme do amigo. Caçadores de Obras Primas, parte para outra premissa (mais seria), que pode decepcionar alguns (ou a maioria), ele se baseia em fatos reais, com uma certa liberdade ao nos contar um acontecimento, que teve sua grande importância na história mundial, durante o pós-guerra. 
Clonney consegue na segunda guerra (um tema já muito explorado no cinema), nos mostrar um outro lado do conflito, um lado que poucos conhecem que podemos dizer que aconteceu nos bastidores do acontecimento (guerra), onde alguns homens comuns lutaram pra preservar a história mundial.
Frank Strokes (George Clooney) consegue apoio do governo americano para formar uma equipe, que vai desembarcar na Europa numa missão de resgate, tal equipe é formada por senhores, entre eles, historiadores, restauradores e arquitetos, que vão à guerra, sem a menor experiência, mas com a importante missão de recuperar algumas das maiores obras de arte da historia, roubadas pela Europa durante a ocupação nazista, que estão em posse de Hitler, que pretende destruí-las, caso perca a guerra (algo que esta prestes a acontecer).
Frank lidera a equipe, que se divide por alguns pontos de conflito, que segundo informações, são lugares onde Hitler levou as obras e as distribuiu em bunkers.
Com essa boa premissa e elenco, chega a ser é uma pena, o filme não corresponder às expectativas (que eram altas á julgar pelos últimos trabalhos do diretor).
O filme também é um balde de água fria, para aqueles que esperavam pelo menos um pouco de Onze Homens e Um Segredo (ou ao menos sua química), devido ao ótimo elenco reunido, a única exceção é a dupla formada; Richard Campbell (Bill Murray) e Preston Savitz (Bob Baladan), mesclam ódio e admiração, um pelo outro.
O longa tem um tom mais serio, não partindo para o humor, como esperávamos (pelo divertido trailer) e se leva a sério (até demais), situações inusitadas, onde veteranos que nunca pegaram numa arma e são jogados em plena guerra, para recuperar obras de arte, funciona bem, mas vai se perdendo no decorrer do longa, que parte para um tom mais dramático.
O elenco todo este acima da média, principalmente John Goodman, Matt Damon, Cate Blanchett, Bill Murray, Jean Dujardin e Bob Baladan. 
Caçadores de Obras Primas é um bom filme, que poderia ser muito melhor, se não se levasse tão a sério, afinal, sempre que vamos ver um filme de Clonney e Cia, esperamos diversão e ótimas atuações, aqui ele ficou devendo a diversão.
@RG_FilmesInc                               @FilmesInc                    facebook
Avaliação:
Critica:7
Publico:7
Filme Inc.:7

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Trapaca (American Hustle)

American-Hustle-poster-all
By Rg.
Badalado é a palavra mais precisa para Trapaça, novo filme de David O Russel, tal badalação é por diversos motivos, um dos principais é por ter o próprio O.Russell como diretor, após ser indicado em 2011 por O Vencedor e ano passado por O Lado Bom da Vida, já traz uma certa expectativa (badalação) a qualquer produção.  Neste longa a expectativa é praticamente dobrada (ou triplicada), a julgarmos pelo elenco que estrelado que ele juntou, encabeçado por Christian Bale, Amy Adams, Jennifer Lawrence, Bradley Cooper, Jeremy Renner e Robert DeNiro, qualquer longa metragem com este elenco, já chama todos os holofotes para si, ainda mais pelo retrospecto do condutor do filme; O.Russel, conhecido por extrair o melhor de cada ator em seus filmes, exemplos anteriores como em  O Vencedor (2010), onde quase todo o elenco principal recebeu indicações ao Oscar, com exceção do protagonista Mark Wahlberg (injustiçado), culminando na com premiação de Christian Bale levou a estatueta de ator coadjuvante para casa. 
No ano passado David O.Russel, fez bonito novamente com; O Lado Bom da Vida, resultado, mais uma vez o elenco principal foi todo indicado, desta vez com quatro indicações de atores, um feito raro (que não acontecia há 32 anos), Jennifer Lawrence, Bradley Cooper, Robert De Niro e Jacki Weaver, destaque para a belíssima, Jennifer Lawrence que levou a estatueta de melhor atriz para casa. 
Agora um ano depois ele repetiu o feito; tendo o quarteto de protagonistas indicado pela segunda vez consecutiva. Trapaça já abre de forma inteligente, nos contando a história de uma forma bem inusitada, como se já estivéssemos vendo o filme bem adiante, após um incidente, ele retorna ao inicio nos situando de tudo aquilo, e como chegamos aquele evento posterior.
Neste "inicio" ele nos apresenta aos personagens principais, vividos por Bale e Adams, logos nos minutos iniciais é impossível não se apegar ao personagem de Bale (Irving Rosenfeld), caricato e carismático, o golpista dono de uma rede de lavanderias, quer ser apenas um Bon vivant, e para isso além de seu ramo de negócios habitual, ele vende e contrabandeia obras de arte, e também fornece falsos empréstimos a pessoas desesperadas, durante uma festa ele conhece Sidney Prosser (Amy Adams), que é apenas uma jovem em busca oportunidades, que depois de trabalhar em diversos empregos, que iam desde de boates a clubes de Striptease, ela decide ir atrás de seu sonho, que é escrever para uma revista feminina, seu entusiasmo da "certo", ela consegue um cargo de recepcionista na redação da revista e vai subindo devido sua esperteza e agilidade, em lidar e manipular as pessoas. 
O encontro entre os dois já nos mostra que ambos ganharão muito mais juntos, o romance entre eles é dono de boa parte do arco principal do filme, não demora para que Sidney seja sua sócia nos negócios, fazendo com que seu comercio ilegal de obras e empréstimos cresça de forma absurda, fato que desperta a atenção do FBI é ai voltamos à primeira cena do filme, onde já presenciamos os dois colaborando com os federais, para uma operação que vai desmascarar uma parte de máfia de New Jersey e o núcleo corrupto politico local. 
Depois das devidas apresentações do casal principal, somos apresentados ao agente federal Richie DiMaso vivido por Bradley Cooper, que faz parte da farsa que o FBI montou em Nova Jersey, envolvendo até um falso Sheik.
Também não podemos esquecer de Rosalyn interpretada por Jennifer Lawrence, que ao dar o ar da graça, nos deixa cada vez mais impressionados com suas atuações, chegando para a terceira indicação ao Oscar seguida (tendo já o faturado ano passado), sua personagem é uma jovem mãe irresponsável que vê seu filho ser melhor cuidado pelo padrasto (que o adotou), do que por ela própria, aqui ela esbanja, sensualidade e também muita irresponsabilidade, ao lado de Christian Bale é a dona do filme.
Christian Bale que por sinal mostra novamente e a versatilidade, após definhar e chegar aos 50 quilos para fazer o filme; O Operário, depois novamente para viver Dicky Eklund o irmão viciado em O Vencedor, aqui ele faz o inverso, após fazer Batman The Dark Night Rises, ele engorda compulsivamente e ainda adquiriu os trejeitos de uma pessoa obesa.
Já Amy Adams (Man of Steel) nunca esteve tão bela e sensual, numa atuação ousada que já figura entre as melhores de sua carreira.
Bradley Copper se destaca pela versatilidade no filme, por ser hora o agente federal calmo, sereno e centrado, ao histérico, que surta, grita e que fara de tudo por este operação, que vale muito ajuda na ascensão de sua carreira. 
As atuações novamente são o ponto alto do filme de David O.Russel, mas ao contrário dos anteriores, Trapaça infelizmente, se resume a isso, mesmo sendo bem dirigido e filmado o filme é dependente do elenco, que por sorte funciona extremamente bem, se não o filme teria poucos atrativos para ser visto, seu enredo que começa cativante se torna maçante, longo e demorado, tudo que acontece é num ritmo lento, que demora diversas cenas para ocorrer, nada é dinâmico, deixando o ritmo do filme devagar, e até exaustivo (para suas 2:18 minutos de projeção), se o filme fosse mais dinâmico e tivesse uns 40 minutos a menos, ele seria favorito nas premiações também como melhor filme, não seria apenas um longa de belas atuações.
O ultimo ato é lento, e seu desfecho seria o mesmo se ele fosse mais curto e dinâmico, é uma pena, pois com este elenco ninguém iria se importar de ver um filme longo, mas devido ao ritmo do filme, em algum momentos só queríamos que ele acabasse, naquele instante, a intenção do diretor é ótima usufruir de um ótimo elenco e das atuações por muitos minutos, uma pena que o roteiro não ajudou. 
A primeira impressão, Trapaça no cinema que ele faz jus a seu título nacional, ao me prometer duas coisas um ótimo filme e belas atuações, mas só cumprir uma, somente belas atuações e isso pra mim foi sim uma Trapaça.
Obs; American Hustle, traduzido seria algo como Americano Ladrão ou Larapio.
@RG_FilmesInc                                            @FilmesInc                                               facebook
Avaliação: 
Filmes Inc.:7 
Critica:7,5
 Público:7

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A Menina que Roubava Livros

book_thief_ver3
By Rg.

A Menina que Roubava Livros chega aos cinemas trilhando um caminho que muitos best-sellers do gênero já trilharam, como o mais recentes; O Menino de Pijama Listrado e O Caçador de Pipas, mas nenhum teve o devido sucesso e reconhecimento, de sua mídia original nas telas, geralmente estes filmes que caem no agrado do público no home vídeo e geram um boca a boca, mas onde era preciso, nos cinemas, tiveram apenas cifras medianas, sera que desta vez a história vai ser diferente.  Baseado no livro homônimo A Menina que Roubava Livros, nos conta a história de Liesel Meminger, que durante a segunda guerra mundial é enviada pela sua mãe junto com seu irmão mais novo, para a família Hubermann , que os adotá para ajudar na sobrevivência dos irmãos caso a guerra mudasse de rumo.
Assim como no livro, ofilmes é narrado pela Morte, que da um tom bem diferente a narrativa, mostrando um ponto de vista bem interessante, nos apresentando os principais personagens do filme, e os descrevendo de forma às vezes até engraçada, pena que a narradora se ausenta em durante boa parte do filme. 
A jovem Liesel tem que lidar com a recente morte do irmão, e também a difícil adaptação em um novo lar, e família, e o Bullying sofrido logo em seus primeiros dias de aula, devido o fato da garota não saber ler, algo que incentivou ainda mais, seu digamos novo !vicio", que mesmo sem ler. ela já havia roubado alguns livros, sempre que houve uma oportunidade. Conforme seu "pai" Hans (Geofrey Rush) decide ajuda-lá a aprender o oficio da leitura, o habito (roubar) se torna ainda mais frequente. 
A jovem garota encontra na leitura uma válvula de escape, enquanto a Alemanha esta em plena guerra (prestes a sucumbir), ela se desconecta do mundo real através da leitura além, do novo habito criar um vinculo maior com seu novo pai Hans.  A rotina da família até então pacata, muda com a chegada de um rapaz moribundo chamado, Max que bate a porta da família e Hans o acolhe, devido a uma divida de gratidão com a família  do garoto, que tem que ser escondido por ser Judeu.  Não demora para Liesel criar um vinculo de amizade com o rapaz, que vem a adoecer e a jovem garota passa a ler diversos livros para o rapaz. Livros estes que ela diz pegar emprestados na casa do prefeito diariamente, onde ela faz uma bela amizade com a esposa do prefeito, ao levar diariamente as roupas passadas pela sua mãe, Liesel e mulher do prefeito apreciavam muito a leitura e se reuniam em segredo na biblioteca da mansão diariamente. O longa também nos mostra o forte vinculo de  amizade entre ela e Rudy, seu jovem vizinho, que também procura alternativas de diversão, para ignorar a guerra que bate em suas portas, seu pai acabara de ser chamado pelo partido nazista e ele seria o próximo, a guerra sempre transformando meninos em homens e meninas em mulheres, antes da hora, os fazendo pular a melhor fase de suas vidas, no caso do jovem Rudy queria apenas ser um corredor, mas devido a ida do pai para a guerra, se torna o homem da casa mesmo sendo apenas uma criança, que jogava bola na rua até um dia antes. A Menina que Roubava Livros é um bom filme de guerra, nos mostrando o lado alemão da guerra, mas não o lado militar, o lado civil, do conflito, mostrando como os alemães encaravam aquilo tudo, quem nem todos eram a favor do que estava ocorrendo, como próprio Hans, que em nenhum momento se filiou ao partido, apenas seguia com sua vida e ajudava quem podia, na medida do possível, é um lado diferente, após vermos tantos filmes com os alemães como vilões, chega ser até estranho, ver que muitos deles eram vitimas, que perdiam suas casas e sua privacidade para o exercito, que invadia seus lares sem ao menos avisar, e também mostra a falta de oportunidade de emprego para aqueles que não eram militares, que passavam até dificuldades. Com uma boa direção do estreante nos cinemas Brian Percial que dirigia series de TV, uma ótima trilha sonora assinada pelo mestre John Williams, somado a um ótimo elenco, encabeçado, pela praticamente desconhecida Sophie Nelisse, que vive nossa jovem protagonista (Liesel), mas o ponto alto do filme, são seus novos pais; Geofrey Rush (Hans) faz o pai bonzinho, daqueles que todos lhe dão ordem e abusam de sua bondade e carisma, principalmente sua mulher Emyli Watson (Rosa Hubbermann) que faz o contra contra ponto do casal, sempre de mal humor e temendo o pior. A Menina que Roubava Livros é mais um filme baseado em Best-seller conceituado, que rendeu um muito bom filme, mas como já é praxe, os leitores da obra vão achar defeitos, mesmo ela sendo uma boa adaptação. e como toda adaptação, tem que tomar liberdades para o cinema, afinal são mídias distintas, estes descontentes, deveriam se sentir aliviados, pois em meios a tantas adaptações pífeas e ruins, este ao menos nos brindou com um belo filme, sobre uma bela historia, independente de tudo.
@RG_FilmesInc                                     @FilmesInc                                                   facebook
Avaliação:
Critica:7,5
Público:8,5
Filmes Inc.:8,5   

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

47 Ronis

47-Ronins-poster-28Out2013
By Rg.
47 Ronins, nova superprodução da Universal Studios, já chega carregando um fardo enorme (algo comum em produções deste porte), antes de estrear qualquer filme com orçamento milionário, já chega aos cinemas pressionado a arrecadar um valor superior ao seu custo.
O fardo de 47 Ronins é ainda mais pesado, pelo fato de carregar com ele um problema que amaldiçoa quase 100% das produções que passam por isso; atrasos nas filmagens e refilmagens, estes dois problemas afetam qualquer filme financeiramente (estourando o orçamento) e os deixam fadados ao fracasso. Poucas foram às exceções que se deram bem ao passar por isso, exemplo recente foi; Guerra Mundial Z, mesmo com atraso enormes, nas filmagens e refilmagens adicionais o filme estourou seu orçamento inicial, se tornando a produção mais caro do gênero (horror) de todos os tempos, mas conseguiu reverter à situação tendo bons números de bilheterias, e até fechando com lucro conseguindo faturar; $550 milhões de dólares no mundo todo, contra $190 milhões do seu custo.
47 Ronins foi gravado em 2011, tinha sua estreia marcada para novembro de 2012, depois foi adiado (devido a mais três semanas de refilmagens), para fevereiro de 2013, e apos estourar seu orçamento chegando a 200 milhões de dólares, pra o natal de 2013 nos EUA.
Problemas a parte, 47 Ronins é um filme quase distinto do que é mostrado em seu trailer, que focou apenas em mostra-lo como uma aventura mitológica, com dragões, criaturas e muita feitiçaria, o filme é bem distinto do que promete no trailer (mas isso é bom), mesmo para aqueles que vão esperando ver apenas um filme com um visual fantástico, mitológico com uma história bem rasa, o longa surpreendeu, de forma muito positiva (felizmente), mas foi vendido de forma errada, se apostassem no filme realmente do jeito que ele é, seu futuro poderia ser bem diferente.
O longa tem um inicio bem pé no chão, ambientado em cenários reais, o que quero dizer é que é um filme sobre a filosofia milenar oriental, com um visual épico, sobre samurais, e sua cultura, nada de terras magicas, florestas com arvores retorcidas e etc, tudo acontece no japão do século 18 mesmo, dando uma ótima verocidade ao filme, por exemplo, logo em sua primeira cena, a comitiva do Lord Asano (governante de Ako) e seus soldados, saem para caçar e enfrentam uma estranha criatura, mas é num universo tão real, que se fosse um Rinoceronte ou Buffalo, não mudaria o impacto da cena, que serviu para nos deixar ciente que mesmo se tratando da filosofia e cultura milenar dos samurais, o filme também tem mitologia, que é sutilmente, muito bem empregada, crescendo aos poucos no decorrer do longa, de forma bem sutil e na hora certa, para termos ideia com exceção da tal criatura e da apresentação da Feiticeira (Rinko Kikuchi de Circulo de Fogo), não temos mais nada do gênero, durante quase uma hora de filme, que se dedica a um arco muito mais plausível, para nos contar a história do famoso clã de samurais, que ao serem traídos e perderam seu líder, junto com seu "reino", e honra, são fadados a viver como Ronins (Samurais, sem mestre).
Com eles ao seu lado, esta o mestiço Kai (Keanu Reeves), que quando criança conseguiu fugir dos espíritos malignos da floresta ,e foi acolhido pelo Clã de samurais do vilarejo  de Ako, Kai não é um samurai (nem pode), mas devido à convivência, ele conhece tudo sobre eles, e sabe lutar tão bem quanto.
O elenco é todo de atores orientais, com exceção de Keanu Reeves (muito bom). O diretor, estreante; Carl Rinch foi ousado, em ter um nome como o de Reeves no filme e dividir seu tempo de tela por igual, entre ele e ótimo, Hiyuki Sanada (Ôishi).
Após o golpe Ôishi (Hiyuki Sanada) decide buscar vingança contra o novo ditador e devolver as terras ao povo Ako, para isso ele decide juntar seus ex-soldados (47), numa missão suicida, contra o inimigo e todo o mal que o protege, principalmente sua feiticeira.
A partir dai a mitologia entre em cena, sempre bem empregada, alternado com combates entre Ronins e samurais (sem feitiçaria em boa parte das cenas), e como já citei em cenários convencionais, dando muita verossimidade ao épico, somado a uma excelente fotografia.
47 Ronins é uma grata surpresa de qualidade, devido aos fatores que ele tinha contra si, e também por ter sido vendido de forma errada, sendo um filme muito mais sobre a bela cultura japonesa e seus guerreiros, com uma inclusão de mitologia que faz bem, o filme poderia ser levado mais a sério, como o excelente o Ultimo Samurai entre outros do gênero. 
Vale citar o longa é baseado na famosa história dos 47 Ronins que existiram, mas que aqui ganha, tons mais factícios para atrair outros públicos, estratégia que não funcionou, e o público não foi ver o filme, que não chegou nem perto de seu orçamento (um pena), pois no meu entender o filme funciona bem nos dois sentidos, como um longa sobre os Samurais e toda sua cultura, e também como um bom filme sobre mitologia e feitiçaria que nos diverte e entretêm.
@RG_FilmesInc                                  @FilmesInc                                      facebook

Avaliação:
Filmes Inc.:8
Critica:7 
Público :7,5