Filmes Inc.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O Cinema e a Música.

Rg.
Quando falamos de cinema às vezes nos esquecemos que a música anda lado a lado com a sétima arte e tem papel fundamental, muitos não percebem ou ela passa despercebida, mas sem elas os filmes não teriam seu valor devido ou algumas cenas de impacto não teria o mesmo.

Quando falo de musica eu digo a trilha completa compostas pelos maestros do gênero John Willians é um exemplo claro disso só para citar alguns, o que seria de alguns filmes que marcaram época sem a trilha do maestro como Indiana Jones, assim que a musica começa você já tem o personagem na cabeça empunhando seu chicote e soa como aventura já, Jurassic Park na hora que toca a introdução você se sente como os personagens adentrando num mundo mágico surreal, De Volta Para o Futuro, Guerra nas Estrelas e Tubarão vai falar que você nunca sentiu um frio na barriga ou sente até hoje na hora em que toca a musica do filme na cena da banhista com sua com suas pernas expostas para a criatura no mar.

Sem citar outros mestres de trilhas como Hans Zimmer de Gladiador, A Origem e Batman The Dark Kingth e Danny Elfman que sempre compõe as trilhas dos filmes de Tim Burton (Alice no Pais das Maravilhas) e a musica de abertura de Os Simpsons agora que todo mundo já entendeu a importância de seus compositores vou direto ao ponto falta algo?

Por que falta algo? O que falta é onde quero chegar, falta musica em Hollywood isso que estou tentando dizer, como assim musica, não estou falando destes gênios que compõem trilhas fantásticas o suspense entra a musica aumenta você sente o clima se arrepia você escuta já sabe de que filme é esta trilha, mas eu digo Musica, pois eu quero musica. Vou citar exemplos você assiste o Exterminador do Futuro 2 o que lhe vem na cabeça, o que ti faz lembrar a ação do filme?A musica You Cold Be Mine do Guns n’ Roses, você consegue imaginar aquela cena da perseguição com o Exterminador em sua moto sem esta musica e pura adrenalina você sai do cinema cantarolando querendo comprar o cd escutar a musica, que vai lhe fazer lembrar o filme.

Outros grandes filmes também têm musicas que marcaram sua trilha sem contar os musicais, imagine Rocky O Lutador , subindo as escadarias na Filadélfia em seu treino, sem sua Musica clássica Eye of the Tiger, e Shrek saindo do seu pântano sem a musica de Smash Mouth, All Star em sua abertura, até a banda de New Metal Limp Bizkit deu um novo ar a abertura de Missão Impossível 2 com Take a Look Around ficou fantástico, em Colateral o diretor Michael Mann adicionou a trilha sonora um canção do Audioslve (Shadow of the Sun) numa seqüência em que Tom Cruise cruza o submundo de Los Angeles de Táxi com Jamie Foxx é algo de arrepiar, Tommy Lee Jones armando seus explosivos ao som de U2 em contagem Regressiva, Homem de Ferro além de ser cool (bacana, legal e divertido) tem em sua abertura Iron Man do Black Sabba, e em sua trilha AC/DC quer algo mais cool e bacana que isso, Bombtrack do Rage Agaisnt The Machine encerra o excelente Matrix , num ritmo alucinado como o filme foi para você sair do cinema na mesma adrenalina.

Musica também é fundamental em certos filmes, não tão bons ou ate ruins, Angelina Jolie cantando Satisfaction do Rolling Stones na rua é o melhor e talvez único bom momento do filme Uma Vida em Sete Dias, Elevation do U2 em Tomb Raider salvou o filme de ser uma total desgraça, Did My Time do Korn (desculpa Angelina nada pessoal) fez o mesmo com Tom Raider 2.

Para não dizer que só falamos de músicas de filmes para homem é quase impossível não citar os clássicos dos anos 90 e suas musicas como, Meu Primeiro Amor (My Girl-Tempitations), Ghost (Unchained Melody -Righteous Brothers, Uma Linda Mulher (Roy Orbison –Pretty Woman) e por que não Titanic(Celine Dion-My Heart Will Go On), Top Gun então quem não se lembra do filme quando toca aqueles acordes de Take My Breth Away .Quer exemplo maior que essas musicas, são peças chave nos filmes, do que nestes romances. Eu não precisaria nem citar as canções quem assistiu,a eles sabe do que estou falando as musicas nos fazem lembrar dos filmes e vice versa já as trilhas nem sempre.

Compreendeu onde eu quero chegar nada contra as trilhas instrumentais, obrigatórias e excelentes nos filmes, mas por que não adicionar mais musica nos filmes como nos longas já citados para ajudar a trazer os jovens ou até fãs das bandas para o filme e etc. isso ia alavancar as vendas das trilhas de filmes que poucas pessoas consomem hoje em dia.

Imaginem excelentes filmes com a adição de uma música, por exemplo, imagine em

Batman o Cavalheiro das Trevas que já tem uma trilha fantástica composta pelo maestro Hanns Zimmer indicado ao Oscar, nas cenas em que o Coringa esta orquestrando o caos ou colocando Gothan de ponta cabeça ao som de Rage Agaisnt (Killign in the Name), Ledd Zepllin (Black Dog) ou Sistem of a Down (Toxicity) , ou ate mesmo o Coringa cantarolar uma destas canções ou assoviá-las com sua total indiferença ao caos, ou em A Origem nas horas seqüências de ação do filme tocar Outerside do Red Hot Chili Peppers seria perfeito.

Quando digo que falta musica e isso que me refiro por que todo fã de filme, também e fã de musica, e todo fã sonha em ver sua banda ter uma musica num filme.

E assim a sétima arte seria mais perfeita ainda, pois você iria ligaria radio e seu filme estaria la, representado por alguma banda ou musica que você goste. 

Curiosidade a música do Green Day, God Riddance (time of your life) que toca no ultimo episodio da série Seinfeld caiu como uma louva e de cortar o coração de quem acompanhou a série por anos e tem cara de adeus.

 Cite seus exemplos também.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011

127 Horas (127 Hours)

Rg.
127 Horas tinha tudo, mas tudo mesmo mesmo, para ser um filme, chato, cansativo e parado, afinal ele tem todos os ingredientes para isso, ao nos contar a historia de Aron Ralston (James Franco indicado ao Oscar, ótimo) um aventureiro de fim de semana que ao fazer uma trilha de rotina no Cânion (Bluejohn em Utha) região onde conhece muito bem e por deslize acaba sofrendo um acidente e ficando com seu braço preso entre as rochas num lugar totalmente isolado no deserto.
Como o título do filme já diz você já deve imaginar e foi mostrado também no trailer não é segredo por quanto tempo o rapaz fica exposto, sozinho no deserto.
Por que tinha tudo para dar errado e ser um filme chato? ele conta uma historia que desde o inicio você sabe o ‘’desfecho’’.É um filme com apenas um personagem e até o tempo que dura seu sofrimento você já sabe, baseado em uma historia real, toda adaptação de um livro sobre algum acontecimento do gênero sempre há comparações sobre as obras no decorrer das filmagens resumindo até o desfecho, a maioria das pessoas já sabem nada que seja ruim, mas não é nenhum atrativo para atrair o público.
Mas já vou adiantar por que não deu errado motivo um: o diretor Danny Boyle diretor de grandes filmes como Trasnpotting, Cova Rasa e Quem Quer Ser Um Milionário este seu ultimo ganhou o Oscar de melhor filme em 2008 vive sua melhor fase e James Franco, o ator esta ascensão nos últimos anos consegue sozinho no melhor estilo Tom Hanks em Naufrago (ótimo) segurar o filme sozinho. A competência do diretor nos levar a fazer parte do cenário junto com o personagem, logo nos créditos iniciais e mostrado apenas lugares com multidões, aglomerados de pessoas como estádios e etc.
Para você entender melhor apenas quando você se vê sozinho num a situação ruim sente falta de tudo que você repudia como Aron que gosta da aventura sozinhos lugares inabitáveis ao se ver numa situação adversa implora por alguém uma misera alma, o inicio do filme nos mostra que são pequenos detalhes que podem dificultar num momento de perigo Aron esta saindo de casa enchendo seu Squeeze com água e
pegando mantimentos para o fim semana no Cânion ao abrir o armário sem olhar pega algumas coisas e deixa seu canivete suíço para trás era óbvio que no decorrer do filme ele seria peça fundamental para ele.
Após algumas horas com seu braço direito esmagado por uma rocha, apenas nesta cena com quase 20 minutos de filme aparece o título do longa, genial, pois a partir daí, às 127 Horas contarão o início era apenas uma introdução, Aron tenta tudo para se ver livre nas primeiras horas, tudo em vão, ele raspa a rocha, a força também e nada funciona, mas sua astuta experiência em cordas, rapel, trilhas e acampar o fazem não perder a cabeça, ele improvisa bem corda para poder dormir e também uma barraca sobre a sua cabeça para se proteger, mas à medida que sua água vai acabando Aron para não perder o juízo começa a gravar a conversar com sua câmera (como Tom Hanks fez com a bola Wilson em Naufrago) para não enlouquecer, seus diálogos são fantásticos quem falou que monólogos não podem ser até engraçados, à hora em que ele imita um Talk Show e simplesmente fantástico, mas após tantas horas confinado se assim que podemos chamar Aron reflete sobre todas as pequenas coisas que seriam fundamentais para lhe ajudar como a garrafa de Gatorade que ele esquece no carro (excelente cena em que ele imagina atravessando o deserto chegando até ela e sua boca esta seca de vontade) e também como ao não atender sua mãe enquanto faz sua mala para sua aventura, fica aquela sensação que se algo lhe acontecer perdeu a oportunidade de ter falado com ela pela ultima vez, ou quando foi copiar os mapas e seu amigo perguntou para onde iria ele não disse só disse que estava em duvida entra vários lugares, resumindo sozinho sem ninguém saber onde você esta e com a consciência pesada de ter ignorado sua mãe se tivesse ao menos atendido o telefone ela saberia onde encontrá-lo.
Com passar das horas Aron começa alucinar e ver seus entes queridos, se imaginar fora dali e também decorar tudo, como que horas, por exemplo, o sol bate nas rochas para que ele usufrua dele por 15 minutos diários, o local Cânion Bluejohn é fantástico e a fotografia do filme também é impecável. Impressionante um filme com apenas estes detalhes deu certo sim, por que às vezes um ótimo diretor e também um bom ator já bastam para fazer uma historia que tinha tudo para fracassar dar certo, mesmo que você já saiba o ‘’desfecho ou acha que sabe ‘’tenso, James Franco pode não ser Tom Hanks que segurou um filme sozinho por 3 horas, mas não faz feio e segura um ótimo filme por uma hora e meia com louvor.
127 Horas pode durar apena 93 minutos, mas se durasse as mesmas 127 Horas de verdade neste ritmo do filme eu assistiria até o fim com certeza, ao lado de Incontrolável (também baseado numa historia real) é o filme verídico do ano mais tenso até o momento.
Obs. o acontecimento citado ocorreu dia 26/04/2003.
@RG_FilmesInc         @FilmesInc
Avaliação:
Filmes Inc.:8
Critica: 7,5
Público: 8

sábado, 18 de junho de 2011

Deixe-me Entrar (Let-me In)

Rg.
Deixe-me Entrar para quem não sabe é remake de um filme Sueco chamado Deixe Ela Entrar (2008), como já é praxe no cinema americano, recentemente tivemos também o excelente Os Homens Que Não Amavam as Mulheres também Suéco (2009) que este ano também ganhou um remake que vai estrear no fim do ano dirigido por David Fincher (Seven e Clube da Luta).
Remake (refazer, nova versão recriar) só tem dois sentidos cinema, pegar algum filme clássico e dar uma nova versão para nova geração na maioria das vezes estragar o que era bom são raras as exceções que superam o original ou se igualam. Ou segundo refilmar filmes, Europeus, Japoneses, Coreanos e etc. e fazer sua versão Hollywoodiana.Remake Hollywoodiano que ganhou uma pequena mudança no nome começa nos mostrando o ano de 1983 de forma enigmática mostrando um paciente sendo atendido com seu corpo supostamente com 50% queimado após um acidente ao chegar ao hospital, um detetive lhe pergunta se é um satânista ou algo do tipo, sem mostrar o rosto do suposto acusado o filme volta há duas semanas antes.
Com o solitário garoto Owen em seu condomínio em mais uma tarde sozinho no playground com apenas seu cubo mágico, com a chegada de Abby (Chloë Moretz a Hit Girl de Kick Ass), que acabara de se mudar com seu ‘’pai/guardião’’ para o apartamento vizinho. O primeiro encontro entre os dois no playground é estranho e frio por parte de Abby que diz que eles não podem jamais serem amigos, a menina que caminha descalça em pleno inverno, desperta sua curiosidade que através de seu telescópio observa seu vizinhos para não se sentir tão só, o filme logo nos mostra
que Owen além de não ter amigo não tem uma mãe presente, separada do seu pai a figura materna do garoto, em nenhum dos poucos momentos que aparece no filme tem seu rosto exposto, só para termos a mesma sensação de ausência que Owen tem.
Um dos motivos de seu interesse por Abby que além de ter a mesma “idade” dele o garoto vê nela a chance de uma amizade, pois na escola ele também é muito distante dos outros alunos além de sofrer bullying nas mãos dos valentões de sua turma.
Logo no início sem enrolação já sabemos que Abby guarda um segredo e o senhor que se mudou junto com ela seu suposto “pai/guardião” sai toda noite para trabalhar,
a solidão acaba os aproximando numa amizade, intensa mesmo Abby sempre dizendo que não é apenas uma garota, e não demora para Owen descobrir o que ela realmente é, diga-se de passagem, a cena é fantástica, Abby é uma Vampira (não é spoiler isso a nos já sabemos desde o início do filme) e garota meiga e doce se transforma a procura de sangue quando seu protetor (que sai quase toda noite e comete assassinatos para alimentar a garota) falha numa missão de trazer para ela sangue numa noite” à cena é fantástica no túnel do parque e terrivelmente assustadora”.
Owen mesmo sabendo, não se afasta e procura ajudar à amiga sem medo, mas os crimes começam a ser investigados conforme os corpos começam a aparecer com mais freqüência, e também com a internação de seu guardião, citada no começo do texto.
Com isso o vínculo de entre eles se torna maior Owen praticamente se torna o novo guardião da garota e passam a cuidar um do outro Abby da conselhos para ele conseguir encarar os machões do colégio.
Deixe-me Entrar além de ser um ótimo suspense/terror, é também uma historia de amizade, o filme se desenvolve de uma forma brilhante, desde o começo, você sabe o
que Abby é, e quando ela se transforma é assustador, mas mesmo assim você esquece por alguns momentos devido à aparência (atuação excelente de Chlöe Moretz) que por traz daquela face angelical e meiga existe uma criatura assustadora, em nenhum momento o filme tenta esconder isso ao contrario de outros filmes, mesmo assim volto a dizer você vai desacreditar. A palavra vampiro é mencionada apenas uma vez em quase duas horas de filme.
E o melhor de tudo no filme que em épocas de Saga Crepúsculo o filme segue todas as referências e respeita a mitologia dos Vampiresca, Abby não sai durante o dia, não entra em casa sem ser convidada (vide ao titulo), ao ver uma gota de sangue já revela sua verdadeira face às outras características não são mostradas por que não foram necessárias, mas nenhum momento desrespeitadas ao contrário da saga citada acima.
É um filme obrigatório para uma geração que aprendeu a ver estes seres como figuras bonitas, Deixe-me Entrar nos mostra que eles podem amar e ter amigos, mas não deixam de ser quem eles são e não entram sem ser convidados.
E este é um Remake decente que valeu a pena ter esta nova roupagem uma rara exceção ao lado de O Chamado também do gênero Terror/Suspense que deu e no caso deste filme Deixe entrar sim em sua casa por que ao lado de Sobrenatural até agora e um dos melhores do ano no gênero.
 
@RG_FilmesInc          @FilmesInc
Avaliação:
FilmesInc.:8        Poster Versão Sueca Deixe Ela Entrar>>
Critica:7,5
Público:8

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O Discurso do Rei (The King´s Speech)

Rg.
O filme ganhador do Oscar de melhor filme deste ano, nos conta a Historia do rei George VI, mas não apenas durante seu reinado ele começa no inicio da década de 30 quando Albert Frederick Arthur George (1985-1952)pai de Elizabeth II,Bertie (como era chamado pela sua família) era apenas um Duque e segundo na sucessão do trono monarca, pois seu irmão mais velho Eduardo assumiria com a morte de seu pai o George V(1865-1936).
Bertie (Colin Firt, brilhante) tem sérios problemas de locução (fazer qualquer tipo de pronunciamento, discussões e etc.) em público e após inúmeras tentativas sua esposa procura o especialista em fala, Lionel (Geoffrey Rush ótimo de Piratas do Caribe) com um método bem peculiar de tratar seu paciente sua displicência sem em nenhum momento se importar com o paciente ser um Duque e fantástico, mas acima de tudo O Discurso do Rei e um filme de atuação os diálogos entre os dois protagonistas são fantásticos as cenas em que  Bertie vai se pronunciar são constrangedoras, sua gagueira incomoda, de forma realista que ele não consegue discursar para poucas pessoas (como Duque, Bertie representa a realeza em eventos pequenos) além da pressão de seu Pai para que aprenda a se expressar, sem gaguejar em publico.
Bertie começa em o pé esquerdo o treinamento com Lionel devido sua abordagem nada ortodoxia, mas ao perceber um pequeno resultado coisa que não adquiriu em anos com os mais renomado fonoaudiólogos, decide volta atrás, às cenas em que Bertie é confrontado a falar com Lionel são impressionantes, o Duque aparece sempre com seu pescoço curvado tentando falar poucas palavras e no canto da tela sempre em plano sozinho frontal para nos dar impressão que somos Lionel, que estamos olhando para ele o pressionando a fazer o certo, as atuações são um show a parte, o problemas de Bertie só agravam, com a morte de seu pai George V, e seu irmão Eduardo assume o trono, mas Eduardo mais preocupado com sua vida pessoal larga o trono prestes
a Inglaterra entrar na segunda Guerra Mundial.
 À medida que os treinos são mais constantes Lionel acaba se tornando amigo e confidente.
E seu País precisa de uma Voz a Monarquia e seu império, são conhecidos pelos discursos em épocas de crise via radio para acalmar a população, e como um rei gago vai passar tranqüilidade para a população, o filme e extremamente bem filmado e fotografado a câmera acompanha o Rei George VI assim que Bertie passa a ser chamado depois que assume o trono de maneira frontal andando com o personagem nos deixa na mesma sensação de insegurança que ele.
O Discurso do Rei é um ótimo filme, mas seu grande problema e ser certinho, careta de mais, tem cara de Oscar tem sim, mas estamos numa época de coisas novas e este filme um clichê de Oscar.
Até aqui eu justifiquei por que ele mereceu o Oscar tradicional, mas agora por que ele não merecia.Por que ele simplesmente não é melhor que os outros indicados nem terá um poder mais representativo para uma nova geração como seus concorrentes: Toy Story 3,  AOrigem, Rede Social, Cisne Negro, 127 Horas, O Vencedor.
Por que premiar algum destes, O vencedor tinha o melhor elenco do Oscar, mas não tinha ator principal segundo eles não indicaram o Mark Wahlberg protagonista do filme, só os coadjuvantes do filme três indicações e venceu uma com Christian Bale incoerência.
Toy Story 3 dentre todos os filme o único com as melhores avaliações em media da critica só notas 9 e 10 um clássico moderno por que não revolucionar e premiar algo novo, um filme que tem o início de sua jornada em 1994 que praticamente e a idade da geraçãoY, da internet, que vai ao cinema em peso.
127 horas, o novo filme de Danny Boyle vencedor de 2009, pode não ser do nível dos citados aqui, mas prova que uma boa historia bem contada só precisa de um homem só, e este homem segura o filme sozinho fazendo jus à Tom Hanks em Naufrago este homem e James Franco (Apresentador do Oscar vivendo seu auge) excelente atuando sozinho para uma Handycam ninguém iria achar ruim se 127 Horas levasse o premio.
A Origem quer um filme mais apropriado para trazer o publico jovem ao Oscar foi o filme do ano na internet recorde de TTs no Twitter, o trailer mais postado em redes sociais, líder de fóruns de discussões sobre o longa, moderno, inteligente, filme para unificar as gerações que gostam de filmes e por que não reparar as maiores injustiças do Oscar premiar Christopher Nolan ao menos, o cara perdeu o Oscar de Roteiro por Amnésia em 2000 para o cansativo Assassinato em Gosford Park e sem falar em 2009 por Batman, não foi indicado de diretor nem filme, nem ao menos de diretor o filme levou 4 prêmios técnicos, tudo isso foi feito sem diretor?Este ano outra vez se injustiça tem nome ela se chama Chris Nolan perdeu de roteiro novamente para O Discurso do Rei.
Cisne Negro por que não premiar este belo filme e Homenagear todos os Cults injustiçados nos últimos anos como Clube da Luta, Amnésia, Magnólia e Pulp Fiction.
Cisne Negro este ano estava representando estes filmes todos era o filme mais Cult da noite, só não era mais inovador, pois bebeu da mesma fonte de Clube da Luta, mas o fez com louvor, o não saiu de mãos vazias, pois Natalie Portman levou de Atriz.
Rede Social poxa quer mais que este filme para consagrar uma geração de nerd s, geek´s, cinéfilos e etc. Todos que usam a internet hoje em dia para saber de filmes e cultura pop este filme nos representa tudo. Por que não premiar esta obra prima moderna atual ,nada mais justo e também corrigir outra injustiça dar o Oscar para o diretor David Fincher de Seven,Clube da Luta e Benjamim Button ,vamos olhar para frente admirar o novo e este filme é isso, o filme da geração Y ,chega de saudosismo academia estes filme são tão bons quanto seu vencedor ou ate melhores mas não ganharam por que não seguem seu padrão suas regras ,como a nova geração que curte estes filme uma geração sem padrão.
Avaliação:
Filmes Inc.: 8
Critica: 9,5
Publico: 8

sábado, 11 de junho de 2011

Kung Fu Panda 2

Rg.
A nova animação da DreamWorks chega para ser a mais bem sucedida continuação da principal concorrente da Disney no mercado de animação, depois de Shrek que como já sabemos perdeu fôlego e se desgastou o urso Panda Po volta agora como já mestre dragão com seus amigos os Cinco Furiosos guerreiros para uma nova aventura agora em 3D, já vou avisando é o melhor 3D do ano fácil.
Na briga por quem manda no mercado da animação atual com a Disney da sempre três passos enquanto o estúdio do camundongo da apenas um, mas sempre certeiro como ano passado o estúdio fez o ótimo Como Treinar Seu Dragão, mas derrapou na curva com Shrek ForEver, fez o bom Megamente já Disney fez apenas Toy Story 3 excepcional filme.
Mas fazer a seqüência de Kung Fu Panda não era uma ma idéia um personagem,
 fofo (Pandas) conciliando ao estereótipo atrapalhado gordinho,mal visto que quer ser herói e conseguiu, rendeu bons frutos e criticas e aqui estamos três anos depois vendo a nova aventura de Po (Jack Black na versão original) e novamente os Cinco Furiosos, Louva-a-deus (Seth Rogen), Macaco (Jackie Chan), Garça (David Cross), Víbora (Lucy Liu) e Tigresa (Angelina Jolie de Salt) liderados pelo mestre Shifu (Dustin Hoffman) como já citei em outras criticas o estúdio investe pesado não elenco de dubladores e tenta fazer todos terem as aparências de seus atores algo nítido em todos seus filmes, e aqui eles tem também o estilo deles na hora de lutar se você reparar.
Kung Fu Panda 2, agora mostra Po agora perante uma ameaça muito maior que em seu primeiro filme o Lorde Shen (Gary Oldman) um príncipe Pavão que foi banido de seu reino após mandar exterminar todos os pandas, devido há uma profecia que ele descobriu que um guerreiro preto e branco o derrotaria, após ser banido o Shen ‘’um dos melhores vilões do ano ao lado
de Sebastian Shaw de X-Men passei a ter medo de Pavão desde já’’forma um exercito de lobos e gorilas e desenvolve algo com pólvora (que só era usada em fogos de artifício na china antiga) e com esta arma retoma seu reino e pretende dominar toda a China, o Mestre Shifu envia os Po junto com os Cinco Furiosos para conter a ameaça que pode ser o fim do Kung Fu. Alem de um inimigo extremamente poderoso ,devido as suas ligações com o passado de Po , que começa a ter flashbacks toda vez que se encontra com o vilão sobre seu passado pasmem existiu uma família panda Pó não é filho do Ganso Ping ops contei , vai falar que você acreditava também .
Os flashbacks se tornam mais freqüentes no filme, e excelentes vistos sempre em uma animação 2D com toques orientais, pó alem do inimigo precisa descobrir sobre seu passado e descobrir sua forca interior algo que só o mestre Shifu consegue devido ao seu tempo de vida e concentração e treino como Po que mal aprendeu o Kung Fu vai conseguir sua forca interior e salvar a china só assistindo ao longa.
Kung Fu Panda não decepciona para os fãs do primeiro, eu confesso que não simpatizo muito com o primeiro filme, e melhorou neste ao meu ver, mas nada que chega peto dos clássicos da Dream Works como os já citados e da Disney, o 3D esta muito bem empregado nas cenas de ação, e que envolvem os belos campos Chineses, o principal pecado do filme é ser um filme muito ágil tem muita ação para um desenho são lutas e clímax a todo momento (Michel Bay diretor de Transformers esta dirigindo animação agora?) a historia e boa, mas ao longo de 01h30min de filme chaga se tornar cansativo devido ao exagero de cenas de lutas, se o filme optasse por uma linha mais humorística característica do estúdio seria melhor, mas esta apenas minha opinião de como você que esta lendo um mero fã de animação que se esqueceu de crescer e como criança posso reclamar sim, se todos os desenhos tivessem a qualidade de Rango disparado à melhor animação do ano não ficaria decepcionado como fiquei com Rio e também com Po.
Há destaque para melhor seqüência do filme mostrando a infância de Po e fantástica, e como errar e humano ou animação neste caso rs, daqui três anos lhe digo se eles acertaram ou não em Kung Fu Panda 3.
Avaliação:
Filmes Inc. 7
Critica: 8
Publico: 8,5

terça-feira, 7 de junho de 2011

Cisne Negro (Black Swan)

Rg.
Cisne Negro é um filme psicológico, mas acima de tudo sobre flerte, ele vai flertando com diversos gêneros e subgêneros do cinema, em seu decorrer até chegar a seu ato final, estes flertes vão desde seu começo de uma forma linear, com seu início o sonho de Nina (Natalie Portman) que flerta com o suspense psicológico no melhor estilo alucinógeno, até sombrio o filme todo é composto de poucas cores se assim podemos chamar, pois estas cores são compostas de branco, preto, cinza, verde escuro (musgo) e um leve tom de rosa que além de leve outras horas chega a ser mórbido. Em nenhum momento o diretor Darren Aronofsky (Réquiem para um Sonho, O Lutador) nos leva a uma tomada que foge do padrão acinzentado meio noir e sombrio nas devidas proporções a câmera que segue a personagem pelos ombros nos da uma ampla dimensão disso nosso ponto de vista e praticamente o mesmo de Nina.
O longa nos conta a historia da bailarina Nina que além do sonho de ser a principal bailarina de sua companhia, tem a pressão de si própria cobrando sua auto-afirmação, e de sua mãe ex-bailarina frustrada que vê, em Nina o oportunidade que nunca e teve e a culpa por isso, pois interrompeu sua carreira devido o nascimento da filha, sua principal inspiração é Beth (Winona Ryder) dançarina veterana de sua companhia em decadência e com sua aposentaria forçada é inevitável, também motivo de preocupação, pois Nina vê em Beth e sua mãe seu futuro, ou ser a bailarina frustrada superprotetora, ou se tornar uma estrela decadente no futuro.
Thomas (Vincent Cassel excelente canastrão) dono da companhia esta selecionando uma nova estrela para sua ousada readaptação do Lago dos Cisnes, ele que em versão a sua protagonista interprete Odette (Cisne Branco) e Oddie (Cisne Negro) além de toda a tensão, Nina se sente ameaçada pela nova bailarina Lily (Mila Kunis) que não segue regras e age por impulso, Nina é talentosa, tem todas as características, fineza e leveza do Cisne Branco, mas o que Thomas procura nela para ser selecionada é ousadia, malicia e sensualidade em seus movimentos.
A obsessão de Nina pelo papel a faz se transformar ao pouco em outra pessoa, obcecada, ousada, sensual e perturbada, mas cada vez mais parecida com o Oddie (Cisne Negro) isso a faz conseguir o papel, e mudar radicalmente, ao ponto de confrontar sua mãe superprotetora, e se envolver com Lily literalmente.
Aronofsky (diretor) ousa e até exagera das tomadas filmadas através de espelhos ótimas por sinal e peça fundamental no final, dependendo do seu ponto de vista sobre o filme. Nina vai da menina frágil e doce, à garota atormentada disposta a tudo, sua transformação e nítida, conforme a personagem desenvolve seu lado obscuro que lhe rendeu o papel, principal na peca, sua roupa rosa de treino juvenil (repare Nina e única que usava roupa rosa, enquanto os outros usavam branco e preto) do lugar ao cinza (meio termo entre a branco e preto que raramente alterna entre o branco, antes de o negro começar a surgir em suas roupas. A mudança é fantástica Natalie Portman (fazendo valer o Oscar que ganhou pelo papel) vai se transformando em algo surreal, sonhos são mais densos, alucinações são mais freqüentes e reais, se auto flagela e também se toca, após instruções de Thomas, na melhor entrevista de emprego de anos do cinema.
O filme consegue ser hora perturbador, hora triste, o sofrimento é nítido nos olhos da atriz e tenso também, e vai se interligando com a peça (fantástica idéia) além de suas interpretes esta prestes a se tornarem uma só você, vai se perguntando o que e real o que esta acontecendo com Nina final? Com um ótimo desfecho final o filme chega ao seu ato final e teatral também, de forma magistral, e de todos os gêneros que flertou com se certeza ele optou e teve seu flerte mais denso com o Cult, pois Cisne Negro já nasce como um clássico Cult, que como David Fincher fez com Clube da Luta em 1999 nos deu um soco na boca do estomago com o estilo New Cult, Cisne Negro faz o mesmo sem a agressividade de lutar para se auto afirmar (e encontrar também), mas com a leveza do Balé de Tchaikovsky e seu Lago dos Cisnes.
E fica a pergunta, afinal existe um Cisne Negro dentro de todos nós?
Entre todos seus principais adversários no Oscar, A Origem, O Vencedor, 127 horas, Toy Story 3, Rede Social e O Discurso do Rei é difícil saber o melhor, mas o mais belo é Cisne Negro é fácil.
Avaliação:
FilmesInc.:8,5
Critica: 8
Publico: 9
                              


sábado, 4 de junho de 2011

X-Men First Class

Rg. 
A franquia mutante X-Men tem dois lados, após ser a primeira e bem sucedida adaptação de quadrinhos (HQs) para as telas (foi X-Men que abriu caminho para Homem Aranha em 2002 é a mais bem sucedida adaptação em $), pois tudo, mas tudo que foi feito antes era descartável, às vezes nem tão ruim , mas nada fiéis aos quadrinhos, X-Men abriu as portas em 2000 para esta empreitada mostrou que uniforme de lycra amarelo ou azul não colam mais (os mutantes do filme usam uniformes negros diferente dos quadrinhos) nas telas e nos trouxe um filme decente e três anos depois veio à confirmação X-Men 2 se consolidou e nos deu um ótimo filme, superando seu primeiro longa.
A Franquia ia bem na mão de Bryan Singer (diretor de Os Suspeitos e dos primeiros filmes) até que ele decide ir para outra adaptação em 2005, e fazer Superman Returns e com isso tivemos uma desastrosa terceira parte da historia dos mutantes e de quebra um fraco filme de Superman.
Em 2008 já que a franquia estava morta era hora do filme solo do principal mutante e um dos personagens mais conhecidos da Marvel.
Wolverine Origens ganha as telas novamente com Hugh Jackman no papel cada vez mais confortável por sinal, mas o filme seguiu a mesma ladeira abaixo do terceiro filme alguns anos depois e muita especulação sobre como seria o futuro mutante, não sabíamos se teríamos seqüências ou apenas mais um filme solo de Wolverine, nada era certo ate a confirmação de volta de Bryan Singer ao novo filme que seria chamado First Class, (Primeira Classe) no Brasil sobre o início da escola de Charles Xavier (Professor X) um recomeço e prequel (antes) ao mesmo tempo.
Para sermos mais claros usando como exemplo outra adaptação de HQ (Historia em Quadrinhos) é o Batman Begins da Marvel (pois vale lembrar que o morcego é da DC concorrente), pois Batman também vinha de uma franquia desgastada e teve em 2005 seu excelente recomeço como no filme do homem morcego, X-Men primeira classe é um reinicio para criar uma nova franquia (não se sabe se quando X-Men chegar à linha temporal dos filmes anteriores será utilizado ou esquecido), Wolverine Origens ignorou toda a lógica de tempo.
X-Men Primeira Classe tinha tudo para dar errado a começar pelos últimos filmes e sua maior esperança de sucesso também tinha ido por água a baixo Bryan Singer não pode dirigir o filme por conflitos de agenda foi chamado então Matthew Vaughn, que vale lembrar largou o projeto de X-Men 3 faltando algumas semanas, para o início e também largou outra adaptação de HQ Thor recentemente, o cara tem um gênio difícil, mas após fazer no ano passado o excelente Kick-Asss também baseado numa HQ ganhou moral e foi convidado a dirigir Fisrt Class.
Os rumores não eram bons as primeiras imagens não empolgavam quando saiu o primeiro pôster era sofrível, tinha tudo para ser o abacaxi do ano.
Mas como já citei X-Men bebeu da fonte de Batman Begins ousou em seu recomeço, e como era um reinicio ou início já que se passa antes de todos os anteriores, os mutantes mais conhecidos, para nos leigos como Wolverine, Tempestade, Ciclope, Fera e Jean não estavam no filme, ousadia, mas acertada aqui, cada personagem e apresentado e explorado na sua essência nada e apressado, e filme chega a ter tons de filmes de espionagem da época 60, no melhor estilo James Bond, as seqüência iniciais indo de um continente a outro é ótima.
Ousadia não faltou um filme de Heróis para todos os públicos que tem sua cena inicial na Polônia em 1944 em plena segunda guerra é para poucos e diga se de passagem e praticamente a mesma cena do primeiro filme em que Magneto (Michael Fassbender) ainda garoto mostra seu poder pela primeira vez, mas aqui ele se estende. Todos os personagens do arco principais são destrinchados, Erick (Magneto dono do filme) após a seqüência de abertura o conhecemos melhor como, uma pessoa normal que quer vingança pelo que foi feito a ele durante os campos de concentração por Sebastian Shaw (Kevin Bacon Ótimo) e Erik age sozinho e por conta própria, destaque para a cena do bar na Argentina no melhor estilo Bastardos Inglórios (também com Fassbender) muito boa, logo após culmina no primeiro encontro dele com Charles Xavier aqui nos apresentado como um aluno prestes a se tornar professor Bon Vivant (nem parece o telepata mais poderoso do mundo) e mulherengo interpretado por James McAvoy (muito bom), que tem como seu braço direito a bela Mística (Jennifer Lawrence) que Xavier acolheu e cuidou desde sua infância.
É um inicio lento, mas nada cansativo o publico tem tempo de se identificar com os personagens.
Com um que de realidade o filme lembra outra adaptação, Watchmen ,só que o tema em questão aqui é a guerra fria que teve seu ápice quando os Soviéticos colocaram seus mísseis em Cuba e deixaram os USA de prontidão e medo prestes a iniciar a 3ºguerra mundial o conflito de Cuba na vida real duraram 13 dias aqui foi alterado em alguns aspectos, mas deu um clima fidedigno no filme.
Compondo a então primeira classe temos Destruído, Fera, Banshe, Angel e Darwin (as cenas do treinamento são excelentes) do lado de Shaw temos Azazel (As cenas de ação que envolve esta criatura com cara de Demônio são fantásticas), Maré Selvagem (figurante de luxo) e bela Emma Frost (January Jones) peça fundamental no tabuleiro.
Tudo que você gostaria num filme de X–Men por que não de herói esta aqui e respostas também a origem do elmo (capacete que não permite ler sua mente) de Erik também e explicada, as seqüências de ação são de cair o queixo, mas tudo na medida certa.
Que venha a segunda parte, pois se seguir o exemplo de Batman Begins que deu origem a o Cavalheiro das trevas, estou ansioso desde já.
X-Men Primeira Classe já entra na seleta lista de melhores adaptações de HQs da historia isso é que eles são só primeira classe, imagine quando se formarem.
Avaliação:
FilmesInc.:9
Critica: 10
Público: 9

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O Vencedor (The Figther)

Rg.
Um dos principais indicados ao Oscar deste ano O Vencedor conta a historia do Pugilista Micky Ward (Mark Wahlberg) que divide seu tempo entre lutas e treinos em serviços braçais como asfaltar ruas. Inspirado no seu meio irmão mais velho o ex-pugilista Dicky (Christian Bale, que faturou o Oscar deste ano de ator coadjuvante por esta atuação) que seu maior feito foi em 1978 ‘’derrubar ‘’por alguns segundos o campeão Sugar Ray Leonard, mesmo perdendo a luta Dicky colocou a pequena Lowell (reduto de Irlandeses) no mapa. Hoje em dia 14anos depois Micky se inspira no irmão e seu treinador para tentar se tonar um boxeador vencedor.
Christian Bale (Inimigos Públicos) aqui faz seu melhor papel depois do polemico o Operário onde definhou e quase chegou aos 30 quilos para o papel em 2004 e alguns meses depois já estava com quase 100 para vestir a armadura do Homem Morcego em Batman Begins, aqui Bale pode se assim que podemos dizer se vingar e mesmo não sendo protagonista tomar o filme para si roubar literalmente à cena coisa que já aconteceu com ele em Batman o Cavalheiro das Trevas com o Coringa (Heath Ledger) em 2008, Bale da um show de interpretação como Dicky magrelo fazendo caras e bocas, após sua fama repentina hoje e um viciado que mais atrapalha o irmão chegando atrasado ao s treinos e às vezes não aparece.
O filme inicia com a equipe da HBO fazendo um documentário sobre Dicky que acredita ser sobre sua carreira e sua provável volta, Dicky vive como uma estrela pelas ruas falando com todos sobre sua volta, por isso esta sendo seguido por câmeras, já seu irmão Micky treina para mais um luta que devido à interferência de sua família como sua mãe e empresaria (Melissa Leo ganhadora do Oscar por este papel) o forçam a lutar com lutador 10 quilos mais pesado que ele. Além de sua mãe todos querem cuidar, da carreira de Micky (última esperança da família de ter sucesso) até suas seis irmãs dão palpites na carreira do pugilista.
Tudo muda quando Micky conhece Charlene (Amy Adams também indicada ao Oscar por este papel) que abre os olhos do boxeador e ajuda ele a colocar sua carreira nos eixos, sem a família Micky começa a ganhar lutas e ter algum sucesso, e ate chance de brigar pelo titulo.
O Vencedor com 7 indicações ao Oscar (Diretor, ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante 2 vezes, roteiro original e montagem) tem o com certeza o melhor elenco do ano até o injustiçado Mark Walberg que já foi indicado anteriormente por Os Infiltrados esta muito bem no papel, cabisbaixo tentando superar todos os desafios, mas o show é mesmo de Bale que chaga a ser hilário nas vezes em que foge do apartamento dos seus amigos Cambojanos também viciados, para não ser pego pela sua mãe salta pela janela, ou nos comove quando esta em abstinência na cadeia e quando descobre sobre o que realmente é o documentário que a HBO esta fazendo sobre ele é de cortar o coração.
As cenas das lutas são extremamente reais, pesadas cruas e tensas de roer as unhas o filme tem tudo que você quer num drama sobre superação real, ate para aqueles que viram o verdadeiro documentário na HBO consegue ser tenso surpreendente, David O. Russel dirigiu com maestria o longa, pena que não teve mais reconhecimento no Oscar.
O Vencedor pode não ter vencido o Oscar, mas fez jus ao seu titulo (no título original nos USA é The Figther, mas como ano passado já teve um filme com este nome no Oscar ia confundir o público brasileiro). segue abaixo a foto de Christian Bale em 2004 e depois  já no set de Batman me 2005.
@RG_FilmesInc   @FilmesInc  segue a foto>>  clique
Avaliação:                                                                                 
Filmes Inc. 8,5
Critica: 8,5
Publico: 9