Filmes Inc.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Contagio (Contagion)

Rg.
Contágio poderia ser apenas mais um filme sobre infestações, seja ela uma gripe (Vírús) ou Raiva (Extermínio) ou Zumbis (Madrugada dos Mortos ou uma série The Walking Dead), mas seu diferencial é por que nos mostra que independente do caos ou o que estamos lidando, aqui é mostrado o início como tudo começou, geralmente estamos acostumados a ver o caos já instalado.
Geralmente nos filmes do gênero e também nos citados acima, somos representados nas telas tão desnorteados e perdidos como seus protagonistas, despertam de um coma, perdido em meio um Pandemônio.
Como se da inicio ao caos ou uma infestação? no caso de Contagio, ele vai tão a fundo, que logo de cara começa com uma simples tosse, e assim que a imagem abre somos apresentados a personagem de Gwyneth Paltrow (Beth Emhoff), e na legenda aparece 2º dia o suficiente pára sabermos que estamos apenas no dia dois da doença, que já em seus primeiros dias já esta matando muitas pessoas em diversas partes do mundo.
Então somos apresentados aos outros personagens, cada um com sua importância, a trama, Laurence Fishburne (Dr. Ellis Cheever) faz o figurão do governo que além de procurar os melhores profissionais para ajudar na cura, da às caras para bater na TV e responde pelo congresso, Kate Winslet (Dra. Erin Mears) faz a doutora que perita em viroses que chega à cidade para orientar sobre como lidar com a praga, Matt Damon (John Hawkes) é o viúvo que perde a mulher e o enteado nos primeiros minutos do filme e fica desesperado para proteger a filha mesmo sabendo após ter sido mantido em quarentena, (devido ao fato de ter tido contato com dois infectados) que é imune ao vírus, Marion Cotillard (Dra. Leonora Orantes), faz uma espécie de medica investigativa enviada a Hong Kong, para saber se as suspeitas de que o vírus teve início la são reais. Jude Law (Alan Krumwiede) faz o repórter blogueiro que em meio a todo este cataclisma procura mostrar que o governo esta por trás de tudo, envolvido com os farmacêuticos leiloando a patente da vacina, que ele alega já esta desenvolvida e ainda que não será necessária, pois produtos naturais podem curar o vírus, mas seria ruim para o governo financeiramente e fechando este alicerce esta a doutora Jennifer Ehle (Ally Hextall)
Com este elenco de qualidade e com o arco formado temos a trama do filme que pelo ângulo de cada um deles temos uma visão diferente do caos, John Hawkes (Matt Damon) é o pai desesperado para proteger a filha de tudo e todos e ainda alimentá-la e evitar ser morto ou saqueado. Todos tem sua devida importância no arco da trama.
A direção de Steven Sodenbergh de 11 Homens e Um Segredo e Tráffic é ágil e excelente (chegando a lembrar muito Tráffic em seu modo de contar a história) cada ponto de contagio é mostrado mesmo discretamente, ou em closes de câmera como o amendoim que Beth (Gwyneth) come no aeroporto já gripada, ou no copo que o bartender limpa após um infectado usá-lo.
O interessante de ver o começo de uma epidemia é que o longa soube nos contar detalhadamente a historia, os dias vão sendo mostrados desde os primeiros dias à diante e vamos vendo pela cidade e pessoas quando o caos estoura como no 18º dia. Pois sempre imaginamos e nos perguntamos como seria saber os dias em que cada fato ocorreu, e qual dia foi derradeiro ou quando deixamos de ter esperança.
Imagine há um tempo atrás a h1n1 se espalhando rapidamente e matando centenas, já em menos de 10 dias perturbador? Já o vírus em questão, chega à áfrica e ao infectar aidéticos sofre uma mutação que mata em horas, é mais forte do que a gripe espanhola que em 1918 matou 1% da população do mundo.
Contágio nos mostra perfeitamente esta sensação de que todos independente do cargo ou dinheiro estamos impotentes, como num evento assim até os bandidos esquecem-se do dinheiro e passam a invadir casas dos que detém cargos influentes como Lawrence Fishburne atrás do antídoto, cidadãos que se tornam saqueadores num simples aviso numa fila de suplemento que acabou os mantimentos.
Como o governo cogita nas primeiras horas que tudo é fruto de um ato terrorismo, vestígios de uma era Bush onde os americanos pós 11/09 vivem com medo e temem á tudo, até ameaças terroristas biológicas.
Como uma medica determinada pode contrair a doença e ter o mesmo tratamento de todos os outros (ou melhor, não ter), como uma pessoa influente na internet pode espalhar ainda mais um caos com uma notícia negativa, ou uma mulher adúltera leva o vírus para sua casa, e para outra cidade numa pequena escala para ver o amante, como até do outro lado do mundo descobrimos que o terceiro mundo se existir uma cura não esta entre os primeiros da fila.
Some tudo isso a maneira ágil de contar o início de uma catástrofe por pontos de vistas diferentes e todos nos sairemos da sessão infectados, por um bom filme que se o boca a boca se espalhar como a doença mostrada no filme não passara batido, por que coisas boas também pegam.
E um simples aperto de mão pode causar sérios danos no mundo.
@RG_FilmesInc           @FilmesInc
Avaliação:
Critica:8,5
Público:7
FilmesInc.:8

sábado, 22 de outubro de 2011

Gigantes de Aço (Real Steel)

by Rg.
Sangue, Suor e Lagrimas, seria um ótimo resumo para este longa, pois ele tem tudo que o dizer inicial especificou bem é um filme sobre esforço superação e emoção, mas se ele trata-se de humanos, e lutas envolvendo os próprios, mas no caso de Gigantes de Aço não o mais apropriado seria.
Sangue, Fluidos e Lagrimas se torna mais apropriado, pois ele nos mostra o mundo das lutas entre robôs que substituíram o boxe humano que perdeu popularidade para o MMA ente outros e antes da total extinção do esporte trouxeram a tecnologia a favor do esporte dando o impacto e violência que o Boxe nunca teve tinha com lutas, entre Golias e Titãs se degladiando até o fim de um deles.
Quem viu o trailer e vê este enredo até se entusiasmou pelo filme, mas ai vem à pergunta por que as lagrimas? citadas acima, pois o filme e pura emoção ao contrario do vendido no trailer a emoção se torna maior que a ação e os próprios efeitos. O clichê no melhor estilo Falcão (com Silvéster Stallone) encontrando Rocky (também com Stallone).
Charlie Kenton (Hugh Jackman) um ex-boxeador que hoje vive das rinhas de Robôs no submundo, sonhando com uma oportunidade na liga profissional, os negócios não vão bem  afundado em dividas, se vê numa situação difícil ao perder seu ultimo robô numa briga contra um touro num rodeio (sua ganância é tanta que ele procura qualquer evento para faturar algum troco) numa cena impagável.
Seus problemas ainda aumentam ao saber que sua ex-namorada sofreu um acidente e veio a falecer e ele tem que comparecer ao tribunal para entregar ou não à guarda de seu filho para a tia rica do garoto, após uma rápida conversa envolvendo dinheiro Charlie, fica com o garoto durante o verão enquanto a tia do garoto vai passar férias com o seu marido na Itália.
Charlie não tem o menor jeito com crianças mal acerta a idade do filho, fato até ai normal para um cara que já acorda tomando cervejas no café e cobra cinco dólares de crianças que pedem para bater uma foto com seu robô.
Aquele típico clichê do gênero vem à tona, quando Max entra na sua vida, mas com um diferencial, pois nem Charlie nem Max tentam agradar um ao outro ou se reconciliarem ambos só querem que verão acabe rápido para se livrarem, Max para curtir sua fortuna com nova família, e Charlie para pegar o resto da grana que negociou ao liberar a custodia do garoto para o tio milionário.
Mas quando eu citei lagrimas acima não estava brincando tudo muda quando após na primeira noite com o garoto Charlie perde seu novo robô (pelo fato de não escutar Max que entende muito sobre lutas) decide ir ate um ferro velho pegar peças para e tentar reconstruir seu robô e em meio aos destroços e sucatas, Max encontra um robô inteiro, mas um robô de treino um Sparring chamado Atom, mesmo sem aprovação de seu pai decide levar Atom com eles e insiste a que ele seja consertado e colocado para lutar.
Com a ajuda Tallet (Evangelini Lily a Kate de Lost) que ajuda Charlie cedendo sua academia e conhecimento sobre a mecânica de robôs consegue religar Atom, agora só falta o pai fazer sua parte ensinar a luta ao robô que tem um recurso sombra imita os movimentos dos humanos.
O filme tem um tom de nostalgia como já citei acima (Rocky e Falcão) um que de anos 80 as cenas de treino chagam a lembrar outro clássico do gênero e da época Karate Kid com trilha e por do sol ao fundo do treino.
O envolvimento de pai e filho vai crescendo sem que eles percebam e Atom é o elo entre ele as discussões entre pai e filho (hora Max sendo mais adulto que o pai) e semelhanças são evidentes.
E a emoção vai crescendo no decorrer do filme o gênero que começa como ação e com tons de humor vai nos levando para a mais pura emoção, e o drama toma conta do filme, mas se encaixa devidamente e no contexto.
Max que acabara de perder a mãe encontra no robô o que não encontrou ate o momento no pai e Atom se difere, pois tem uma aparência de derrotado solitário com sorriso tímido no canto da boca, chega a lembrar muito o Homem de Lata de o mágico de Oz, e nos cativa a cada cena.
As seqüências de lutas são fantásticas quando disse acima que a emoção supera os efeitos é fato, mas é uma briga boa, pois não estou dizendo que o filme tem efeitos ruins, pelo contrario são fantásticos desde Transformers não via algo tão bem feito, mas ao mesmo tempo são lineares os robôs são pesados, reais parecem saído de brinquedos de verdade não surreal fantástico como em Transformers, é como se eles estivem ali passando por nós (muito plausíveis), e vale destacar que pelo fato do filme não ser num futuro muito distante 2020 e a tecnologia e mostrada de forma sutil (apenas celulares e computadores são muito evoluídos, tirando isso e tudo real) nada muito futurístico a não ser pelos robôs, mas os próprios têm jeito e aparência de algo que esta prestes se tornar possível. Com a ajuda da ótima trilha sonora que cresce com o filme vai de Eminem ao rock, o diretor Shawn Levy (Uma Noite No Museu) faz um ótimo trabalho e agora vai lotar sua agenda.
Em seu ato final o filme cresce e Atom também que começa a se destacar com suas vitorias em lutas pequenas que vão desde zoológicos desativados a bares, e chega ser convidado para abrir uma luta da liga a partir daí o filme pura emoção cenas de luta que você torce  e vibra junto e por que não chora.
Gigantes de Aço tem nome de filme de ação trailer de filme de ação e o jeitão também, mas que muito machão vai sair com olho lagrimejado do cinema.
Se Atom vai ganhar ou perder a luta não importa, mas que o filme já ganhou todos os rounds no quesito diversão e emoção.
Avaliação:

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Público:9
Critica:8
Filmes Inc.:8,5

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Eu Queria Ter Sua Vida (Change-Up)

Rg.
Eu Queria Ter Sua Vida, quem nunca desejou ter a vida de alguém um dia ou ter o seu emprego e ate sua namorada ou carro isso é normal invejar a vida de alguém, mas poucos admitem, esta nova comedia do diretor (David Dobkin) do ótimo Penetras Bons de Bico e dos roteiristas de Se Beber Não Case nos mostra exatamente isso nada que a gente já não tenha visto milhões de vezes no cinema a famosa e clichê troca de vidas (ou corpos) algo que logo de início me deixou sem muita esperança neste filme, afinal por que fazer mais do mesmo?
Mas por incrível que pareça o enredo bem trabalhado e situações bem elaboradas filme ter um diferencial (mérito do diretor) o longa já inicia com Dave (Jason
Bateman de Quero Matar Meu Chefe) acordando no meio da noite tendo que cuidar do seu casal de gêmeos, uma cena impagável por sinal, logo depois indo par ao trabalho em um escritório de advocacia onde esta prestes e se tornar sócio, mas precisa terminar de intermediar uma mega fusão para que isso aconteça.
Ao tocar seu telefone conhecemos Micth (Ryan Reynolds de Lanterna Verde) que esta o confirmando o encontro de hoje onde vão assistir a uma partida de baseball.
Micth é completamente o oposto de Dave (clichê algo normal ou regra nestes filmes) ele é solteiro, mora sozinho, não tem responsabilidades, pega todas e nem um emprego de verdade ele tem (ele e aspirante a ator), e fuma maconha a partir das 9 da manhã.
Ao se encontrarem para ver o jogo e coloca o papo em dia, a noite de bebedeira acaba em lamentações dos amigos que se conhecem desde a o primário e Dave elogiando o estilo de vida de Micth e por incrível que pareça o amigo também o invejava, pois, ele tem tudo que não teve família filhos, uma bela esposa e um emprego decente.
Após confidências trocadas durante a embriaguês ao se aliviarem numa fonte no dia seguinte acordam com suas mentes nos corpos opostos, mesmo sendo clichê e ai que o filme mostra seu diferencial.
Imagine só Micth um solteirão sem menor educação sendo um pai de família da noite para o dia, só para você ter idéia ao ir visitar Dave antes da reversão Micth pergunta se os gêmeos, com menos de um ano de idade, “por que eles não falam são retardados? este aqui tem uma cara de dawn” só por ai da para você ter uma idéia de como a situação vai ficar, ou quando a filha mais velha de Dave uma linda garotinha de 5 ou 6 anos de idade que convida o amigo do pai para ver sua apresentação de balé e ele responde dizendo que só vê mulheres dançando em mastros.
Imagine agora ele acordando as cinco da manha e alimentando seus filhos e trocando fraudas, sendo um advogado sênior de um grande escritório de direito.
Dai já podemos imaginar que a situação de Dave será mais fácil, e por que não sem graça afinal ser o amigo será moleza mulheres que chegam as 2 da manha para transar, ficar alto a hora que quiser não se preocupar com trabalho apenas com testes para filmes e comerciais.
Ai que a gente se engana logo a primeira situação em que Dave (ou Micth) e hilária e paga o ingresso. Você descobrira qual e  real tipo de emprego dele.
As situações reversas são hilárias, hora Dave Sendo Micth, e vice versa os atores se esforçaram muito as expressões ajudam a mostrar o desespero de estarem em uma situação desesperadora e mudam suas expressões, é perceptível que ambos se estudaram por algum tempo para o papel.
Eu Queria Ter Sua Vida também tem um bom elenco coadjuvante como a Linda Sabrina (Olivia Wilde de Cowboys & Aliens) que faz a advogada auxiliar, e fantasia sexual de Dave e ponto de distração do filme e difícil manter o foco com a morena em cena, Leslie Man faz a esposa que tem uma das cenas mais hilária do filme na primeira noite após a troca.
O filme funciona sim mesmo sendo clichê batido ou que você preferir chamar, mas peca no ato final, pois como todo filme do gênero e comedias em si (pelo menos nas politicamente corretas) vem à lição de moral ambos vão aprender a valorizar mais suas próprias vidas ao vê-las por outro ângulo, ou seja, fora delas e corrigir seu Eros ao escutar as criticas sobre eles.
Mas nada disso tira o brilho do filme que alem de tudo tem um humor adulto, com direito e seios e diálogos sobre sexo devasso e etc, e junto com Passe Livre e Como Matar seu Chefe e uma das melhores comédias do ano fácil.
E quem falou que o mais do mesmo é sempre ruim, se  for bem feito pode ser bom, se tudo que for mais do mesmo tiver um resultado como este que venha mais.
E se sua vida for tão divertida quanto este filme, Eu Queria Ter Sua Vida
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Avaliação:
Critica:7
Publico:9
Filmes Inc.:8


sábado, 8 de outubro de 2011

A Hora do Espanto (Frigth Night)

Rg.
Não e de hoje que Hollywood é conhecida por inventar vários subgêneros, aqueles gêneros não oficiais como, ação, terror, drama, romance comedia.
Como já expliquei na critica anterior o que era um destes subgêneros as comedias românticas, aqui temos um gênero muito como nos anos 80 o Terrir, a julgar pelo nome você já imagina o que se trata e nada mais que fusão do terror e comedia num tom sarcástico. 
 A Hora do Espanto bébe desta fonte por dois motivos alem de ser um típico filme deste excêntrico gênero ele e um remake do filme homônimo dos anos 80 auge do gênero, terrir, nada mais é do aquele filme de terror que tem o humor
como pano de fundo, mas com mortes reais acontecendo mesmo, com direito a muito sangue, vamos simplificar imagine um filme de colégio com nerds. loosers , geeks e   lideres de torcidas com mortes e sangue, e nada disso amenizado,    com pitadas de humor e sarcasmo, resumindo isso e praticamente A Hora do Espanto é um dos mais influentes de sua época no gênero.
Não gosto de entregar o que achei do filme nos primeiros parágrafos, mas se for resumir em uma palavra A Hora do Espanto seria ela Cool (divertido, bacana) como seu antecessor, é o típico clássico de sessão da tarde que ganhou uma bela nova versão.(poster do filme original acima na montagem com o novo>>)
A trilha de abertura já nos remete aos anos 80, se não fosse pela parafernália tecnológica (como usar um dispositivo do Iphone para abrir fechadura) obrigatório hoje em dia você nem perceberia que e um filme atual, o longa nos conta a historia de Charley um “quase” Looser como os mostrados em filmes Kick–Ass e Scoot Pilgrin, é “quase’’ mesmo se enquadrando no perfil ele tem ate uma namorada Amy que faz o gênero top do colégio e não sofre para se adaptar apenas não se liga muito no que se passa ou finge não dar atenção.
Apesar de morar em Las Vegas  (Sin City a famosa cidade do pecado) as coisas são mornas, mas começam mudar com chegada de seu novo vizinho Jerry (Collin Farrel ótimo por sinal) que tem costumes estranhos, como não dar com as caras durante o dia e sua casa estar sempre em reforma e coincidentemente alguns amigos de Charley começam a desaparecer.
Sua falta de percepção e tanta que só percebe quando alertado pelo amigo Ed (o Maclovin de Superbad meu ídolo) sobre os desaparecimentos e mesmo assim acha tudo normal, mas Ed suspeita que os desaparecimentos estejam ligados a Jerry que ele acredita ser um suposto Vampiro que ele já investiga desde sua chegada no bairro, Charley começa a se importar, pois o vizinho com pinta de Bad Boy galanteador já despertou o interesse de sua Mãe (Tony Collette).
Com este roteiro simples e básico o filme de 80 funcionou e este também e tem algo que hoje em dia não se vê muito no cinema segue as regras básicas do primeiro filme fielmente. as regras das mitologia dos vampiros em uma época de saga Crepúsculo (destruidora de todas as regras sobre eles e dona de uma das melhores piadas do filme) A Hora do Espanto da uma aula sobre como se respeitar tudo que aprendi sobre os dentuços e muita coisa foi com sua versão original nos anos 80.
Vamos enumerá-las: 1. Vampiros não adentram em sua residência sem ser convidados.
2. Vampiros odeiam alho.3.água benta os queima.4.Crucifixos os afastam e em contato com eles os queima,5.os únicos modos de os matar são Luz do Sol (viu Edward ), decapitação e fogo.6. são imortais 7 são sedutores (artifício usado para atrair suas prezas na maioria mulheres.). 8. eles não possuem reflexo no espelho.
Só para constar isso tudo faz parte do universo que conhecemos em filmes e livros do gênero desde Bram Stoker escreveu Drácula e uma Stephenie Meyer (autora de Twilight) destruiu há alguns com Vampiros que ate brilham no sol, mas isso e assunto para outra critica ainda este mês.
Voltando ao longa em questão ele nos diverte prende nossa atenção por que ele e um remake de um filme que não era para ser levado a serio sem este compromisso ele funciona muito bem não a aquele porem de explicar tudo origem de personagens e um filme inocente de sessão da tarde, Collin Farrel rouba a cena com seu sotaque britânico sedutor, já Charley (Anton Yelchin de Star Trek) lhe faltou carisma, mas nada que prejudique já o elenco coadjuvante Ed (Maclovin) e Peter Vicent (David Tennant qualquer semelhança com Chris Angel ilusionista da TV) que aqui interpreta um especialista em vampiros com programa na TV com o título do filme em inglês Frigth Night) e pura coincidência estão impecável e Amy faz a bela disputada a dentes (com perdão do trocadilho) pelos protagonistas.
Mas o melhor de tudo em A Hora do Espanto que ele manteve seu aspecto original não mudou apenas trouxe o velho para os dias de hoje o apresentou para uma nova geração que, precisava ver vampiros de verdade e para isso e necessário estar escuro
Há vale citar que o 3D esta por incrível que parece bom mesmo o filme sendo um pouco escuro e o estereótipos escurece mais a película não prejudica e funciona bem fazendo o que o 3D tem de melhor ser simples e nos jogar as coisas no nosso rosto e isso o filme faz com louvor e funciona.
Avaliação:
Critica: 7
Publico: 8
Filmes Inc. 8

sábado, 1 de outubro de 2011

Amizade Colorida (Friends With Benefites)

Rg.
“O problema não é você, sou eu” é uma frase típica de fim de relacionamento é logo disparada no início de Amizade Colorida, mas o legal do filme é o contexto e da forma que ela é concluída, Emma Stone (Zumbilandia) esta rompendo com seu namorado Dylan (Justin Timberlake de Rede Social) e diz isso, mas conclui que o problema é ela por que ela não o curte, a julgar por isso já da para ver um diferencial nesta nova comedia romântica, este tipo de situação inicial nos mostra que este filme não é apenas mais um do gênero feito para vender.
Afinal todos nós sabemos que comedias românticas é o gênero mais comercial e feito sob medida para vender em Hollywood, vou lhes explicar o porquê homens no geral a grande maioria, não são fãs do gênero romance, e mulheres sim, mas depois do gênero ação quase todos os homens tem preferência pelo gênero comedia, e as mulheres também gostam de uma boa comedia, mas ao ir aos cinemas é difícil convencer uma namorada ver um filme de ação, às vezes até uma comedia não são todas que lhes agradam e já as mulheres é impossível convencer um homem ver seu gênero favorito um romance nos cinemas, foi criada então a comedia romântica pra que? Para nos ludibriar, somos apresentados a um filme aparantemente de comedia com uma protagonista bonita e sensual, e com aquele ator do momento que também protagoniza filmes de ação formando aquele par ideal comercialmente, o filme é vendido no trailer como mais comedia com pitadas de romance e daí quando vemos estamos na fila do cinema e aprendemos a gostar do gênero, mas em nenhum momento nos é mostrado a real idéia do filme que seu desfecho final vai ser tornar um romance com direito a lições de moral (clichê do gênero) e aquele lance do verdadeiro amor estar diante de você, e você não vê, como melhor amigo ou amiga e blá blá blá isso meu amigo é uma comedia romântica e você já viu varias sem saber ou sabendo.
Agora voltando ao filme em questão Amizade Colorida, cujo vale citar o título original é Amigos Com Benefícios em Inglês nada que mude o contexto, este tipo de relação é chamado assim nos USA.
Ele é diferente por quê? Ao contrário de outros filmes do gênero até com o mesmo tema como Sexo Sem Compromisso (com Natalie Portman), esse filme nos mostra duas pessoas que não sentem atração um pelo outro desde o início e em primeiro lugar surgiu à amizade fugindo do clichê.
O Longa nos conta a historia de Dylan um blogueiro em evidencia que é descoberto por uma caça talentos Jamie (Mila Kunis) que o indica e intermédia sua contratação para uma multi nacional de propaganda e marketing, em Nova York a famosa big aple apesar de também morar em uma metrópole mais precisamente em Los Angeles nada se compara a NY, Dylan fica receoso a principio, mas após fazer um tour com sua orientadora decide se arriscar.
Nosso ponto de vista no filme é o Dylan, pois ele é o novato na big aple e esta se arriscando enquanto Jamie é a experiente tutora sobre metrópoles, somos uma espécie de turista enquanto ela nos guia por todos os pontos turístico de NY (do Impire State Bulding, prédio da Chrysler, ponte do Brooklin ate a Times Squere, por incrível que pareça só a Estatua da Liberdade ficou de fora) pelo fato de não ter amigos e não conhecer bem a metrópole se tornaram amigos com jantares e passeios freqüentes, até que em determinado momento ambos tocam no assunto sexo e suas complicações e decidem arriscar e por que não fazer com seu amigo?
Até ai é algo já visto em alguns filmes também, mas os diálogos rápidos e situações são muito hilárias e muito mais plausíveis do que em outros filmes, quando o casal começa a procurar qualidade um no outro para saber se vale a pena transar é fantástico, a primeira cena de sexo é uma das mais engraçadas do ano, Jamie narra o sexo, critica,guia, Dylan até os pontos certos, e cenas seguintes envolvendo o sexo também não deixam a desejar, como as que Dylan vai ao banheiro durante a transa.
Os diálogos são impagáveis como Jamie imitando os homens, são poucos os clichês que o filme usufruiu do gênero, os personagens coadjuvantes também estão formidáveis, a mãe de Jamie e o pai de Dylan são show a parte, mas Wood Harrelson como editor de sports Gay da agência que Dylan trabalha merece um filme só para ele.
O filme segue tem seus baixos e cai para o padrão do gênero em seu ultimo ato, mas tendo primeiros atos tão bons nada o prejudica já que somos obrigados e às vezes nos pegamos assistindo comedias românticas, que venham mais como essa gostosa como uma bela Amizade Colorida.
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FilmesInc.:8,5
Critica: 9
Público: 9