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Vale mencionar outras ótimas obras do gênero também como, Questão de Honra com Tom Cruise e Jack Nicholson e As duas Faces de um Crime com Richard Gere e Ed Norton, que mesmo não tendo saído das paginas de Glisham (o livro batizado no brasil Advogado de Porta de Cadeia de Machael Connelly ) não deixam a desejar, difícil até acreditar que não são dele.
Mencionei estes filmes do gênero por que, O Poder e a Lei nos mostra o que já vimos nestes filmes todos citados só que um ponto de vista diferente e surpreendente, pois nele nós somos representados por Mick Heller (Matthew MacConaghey) um advogado que se tornou um do melhores sempre se sair bem com seus casos, mas por que é diferente? Defesa: ao contrario do que estamos acostumados a ver nos filmes do genêro nosso ponto de vista sempre é a do advogado da vitima nunca do acusado, ele livra da cadeia bandidos de todos os escalões, desde plantadores de maconha e integrantes de gangues dentre outros.
Mick os defende como cidadães normais com instruções desde admitir culpa para escapar de pegar prisão perpetua ou pena de morte, mas sempre se sai bem, consegue provar inocência nos mais explícitos crimes, mas à julgar por tudo isso você não consegue vê-lo como um inescrupuloso, afinal ele só faz sua função, e alega impedir o estado de forjar junto a policia provas contra os réus de crimes que eles não cometeram.
Têm métodos nada ortodoxos de conseguir o que pretende, mas em momento algum você o vê como um vilão, pois mesmo estando do outro lado Mick e mostrado como pai de família dedicado que se importa com seus entes acima de tudo.
Atípico de outros filmes o advogado de defesa é apenas mostrado como coadjuvante ou seja se ele não defende o mocinho, é apenas visto como mais um vilão do filme, e mostrado nas cenas de tribunais não como protagonista, que tem a ardua tarefa as vezes sabendo que alguns de seus clientes são culpados, encara como um trabalho que tem que ser executado, afinal todos merecem o direito de uma defesa.
Atípico de outros filmes o advogado de defesa é apenas mostrado como coadjuvante ou seja se ele não defende o mocinho, é apenas visto como mais um vilão do filme, e mostrado nas cenas de tribunais não como protagonista, que tem a ardua tarefa as vezes sabendo que alguns de seus clientes são culpados, encara como um trabalho que tem que ser executado, afinal todos merecem o direito de uma defesa.
Mick aceita um caso de um jovem playboy bon vivant Louis Roulet (Ryan Phillipe ótimo por sinal) que esta prestes a ser julgado pelo espancamento de uma prostituta,o que no começo se mostra só mais um caso comum em que ele vai faturar uma boa grana e livrar o rapaz, mas os fatos contradizem a versão de Roulet do acontecimento e Mick começa a questionar a inocência do rapaz até ai algo normal para ele, mas o grande problema é que ao ir á fundo descobre que o crime em questão e uma réplica de um caso antigo que já colocou um cliente seu na cadeia que alegava inocência, e mesmo assim teve de assumir culpa para não ser executado, ao ver a ligação dos fatos e do acontecimento, Mick questiona a sua integridade não pode perder a causa nem quebrar o código cliente e réu de sigilo e perder sua licença a verdadeira face e Louis vêm à tona e ameaças também o rapaz tenta lhe intimidar com toda sua arrogância e influência de sua família.
O advogado então se vê na berlinda e com a consciência pesada, pois não acreditou em seu cliente anos atrás quando se disse inocente só pensou que era uma causa perdida e livrá-lo da execução já era uma vitoria devido às circunstâncias.
O advogado então se vê na berlinda e com a consciência pesada, pois não acreditou em seu cliente anos atrás quando se disse inocente só pensou que era uma causa perdida e livrá-lo da execução já era uma vitoria devido às circunstâncias.
Argumento: Neste momento o longa nos mostra algo não mostrado em nenhum outro filme do gênero como defender alguém que você sabe que realmente é culpado, e admite culpa e ameaça sua família? Como se sentar ao lado e defender esta pessoa, continuar a ser ético, não perder à causa e livrá-lo para fazer novamente, começa ai um jogo de poder corpo a corpo e viradas de jogo alucinantes.
Isso é só o começo da trama, o filme é envolvente, as atuações estão impecáveis Matthew MacConaghey interpreta seu melhor papel desde Tempo de Matar passa se encontrar num dilema, sobre que rumo tomar do caso seu olhar alegre e às vezes prepotente se torna um olhar perdido em meio às olheiras e angustia em seu semblante é uma atuação excelente digna de Oscar, Ryan Phillipe é disparado um dos melhores vilões do ano, impossível você chegar na metade do filme sem odiá-lo.
Vale citar o título original do filme The Lincoln Lawyer (também título original do livro) que seria Advogado Lincoln não pelo sobre nome do personagem sim pelo seu carro que ele também usa como seu escritório ambulante sempre com seu motorista com placa contendo os dizeres; Inocente.
Mesmo não sendo baseado num romance do mestre John Glisham, mas não faz feio e foi muito bem adaptado, e se torcer para alguém que defende pessoas que em muitas vezes são culpadas e um crime neste caso nos somos todos culpados, pois O Poder e a Lei conseguiu isso, apenas com todos seus argumentos, e o principal deles é ser um filme envolvente.
Mesmo não sendo baseado num romance do mestre John Glisham, mas não faz feio e foi muito bem adaptado, e se torcer para alguém que defende pessoas que em muitas vezes são culpadas e um crime neste caso nos somos todos culpados, pois O Poder e a Lei conseguiu isso, apenas com todos seus argumentos, e o principal deles é ser um filme envolvente.
Diante este Júri só tenho a dizer em defesa do filme (Réu) que o único crime é de ser acusado de um excelente filme, e perante todos os argumentos aqui mostrados ele é culpado disto e réu confesso.
Condenado a pena de agradar e envolver as pessoas privilegiadas de assisti-lo.
Veredido/Avaliação:
Critica: 9
Filmes Inc.:9,5
Público: 9,5











