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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O Poder e a Lei (The Lincoln Lawyer)

Rg.
Diante todos deste juri (vocês) me declaro culpado, de ser um  fã confesso de dramas/suspenses de tribunais,  já estava sentindo falta de um filme do gênero "o ultimo foi o ótimo, Um Crime de Mestre (2008) com Anthony Hopkins e O Júri Com John Cusack", este último do mestre do gênero John Glisham autor dos Best Sellers do gênero, A Firma, O Dossiê Pelicano, O Cliente, Tempo de Matar.
Vale mencionar outras ótimas obras do gênero também como, Questão de Honra com Tom Cruise e Jack Nicholson e As duas Faces de um Crime com Richard Gere e Ed Norton, que mesmo não tendo saído das paginas de Glisham  (o livro batizado no brasil Advogado de Porta de Cadeia de Machael Connelly ) não deixam a desejar, difícil até acreditar que não são dele.
Mencionei estes filmes do gênero por que, O Poder e a Lei nos mostra o que já vimos nestes filmes todos citados só que um ponto de vista diferente e surpreendente, pois nele nós somos representados por Mick Heller (Matthew MacConaghey) um advogado que se tornou um do melhores sempre se sair bem com seus casos, mas por que é diferente? Defesa: ao contrario do que estamos acostumados a ver nos filmes do genêro nosso ponto de vista sempre é a do advogado da vitima nunca do acusado, ele livra da cadeia bandidos de todos os escalões, desde plantadores de maconha e integrantes de gangues dentre outros.
Mick os defende como cidadães normais com instruções desde admitir culpa para escapar de pegar prisão perpetua ou pena de morte, mas sempre se sai bem, consegue provar inocência nos mais explícitos crimes, mas à julgar por tudo isso você não consegue vê-lo como um inescrupuloso, afinal ele só faz sua função, e alega impedir o estado de forjar junto a policia provas contra os réus de crimes que eles não cometeram.
Têm métodos nada ortodoxos de conseguir o que pretende, mas em momento algum você o vê como um vilão, pois mesmo estando do outro lado Mick e mostrado como pai de família dedicado que se importa com seus entes acima de tudo.
Atípico de outros filmes o advogado de defesa é apenas mostrado como coadjuvante ou seja se ele não defende o mocinho, é apenas visto como mais um vilão do filme, e mostrado nas cenas de tribunais não como protagonista, que tem a ardua tarefa as vezes sabendo que alguns de seus clientes são culpados, encara como um  trabalho que tem que ser executado, afinal todos merecem o direito de uma defesa.
Mick aceita um caso de um jovem playboy bon vivant Louis Roulet (Ryan Phillipe ótimo por sinal) que esta prestes a ser julgado pelo espancamento de uma prostituta,o que no começo se mostra só mais um caso comum em que ele vai faturar uma boa grana e livrar o rapaz, mas os fatos contradizem a versão de Roulet do acontecimento e Mick começa a questionar a inocência do rapaz até ai algo normal para ele, mas o grande problema é que ao ir á fundo descobre que o crime em questão e uma réplica de um caso antigo que já colocou um cliente seu na cadeia que alegava inocência, e mesmo assim teve de assumir culpa para não ser executado, ao ver a ligação dos fatos e do acontecimento, Mick questiona a sua integridade não pode perder a causa nem quebrar o código cliente e réu de sigilo e perder sua licença a verdadeira face e Louis vêm à tona e ameaças também o rapaz tenta lhe intimidar com toda sua arrogância e influência de sua família.
O advogado então se vê na berlinda e com a consciência pesada, pois não acreditou em seu cliente anos atrás quando se disse inocente só pensou que era uma causa perdida e livrá-lo da execução já era uma vitoria devido às circunstâncias.
Argumento: Neste momento o longa nos mostra algo não mostrado em nenhum outro filme do gênero como defender alguém que você sabe que realmente é culpado, e admite culpa e ameaça sua família? Como se sentar ao lado e defender esta pessoa, continuar a ser ético, não perder à causa e livrá-lo para fazer novamente, começa ai um jogo de poder corpo a corpo  e viradas de jogo alucinantes.
Isso é só o começo da trama, o filme é envolvente, as atuações estão impecáveis Matthew MacConaghey interpreta seu melhor papel desde Tempo de Matar passa se encontrar num dilema, sobre que rumo tomar do caso seu olhar alegre e às vezes prepotente se torna um olhar perdido em meio às olheiras e angustia em seu semblante é uma atuação excelente digna de Oscar, Ryan Phillipe é disparado um dos melhores vilões do ano, impossível você chegar na metade do filme sem odiá-lo.
Vale citar o título original do filme The Lincoln Lawyer (também título original do livro) que seria Advogado Lincoln não pelo sobre nome do personagem sim pelo seu carro que ele também usa como seu escritório ambulante sempre com seu motorista com placa contendo os dizeres; Inocente.
Mesmo não sendo baseado num romance do mestre John Glisham, mas não faz feio e foi muito bem adaptado, e se torcer para alguém que defende pessoas que em muitas vezes são culpadas e um crime neste caso nos somos todos culpados, pois O Poder e a Lei conseguiu isso, apenas com todos seus argumentos, e o principal deles é ser um  filme envolvente.
Diante este Júri só tenho a dizer em defesa do filme (Réu) que o único crime é de ser acusado de um excelente filme, e perante todos os argumentos aqui mostrados ele é culpado disto e réu confesso.
Condenado a pena de agradar e envolver as pessoas privilegiadas de assisti-lo.
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Veredido/Avaliação:
Critica: 9
Filmes Inc.:9,5
Público: 9,5

sábado, 27 de agosto de 2011

Planeta dos Macacos: A Origem (Rise of the Planet of The Apes)

Rg.
Planeta dos Macacos já foi uma Franquia,Reboot ou Remake (depende do ponto de vista) e chega agora em 2011 como um Prequel (ou prelúdio se prefereir), vamos familiarizar você com estes termos muito usado em Hollywood hoje em dia Reboot, quando e decidido repaginar dar uma nova versão, mudar algumas coisas ou até quase tudo, Remake refazer a obra homenagear o original, não alterar as coisas apenas a ambientação, época e pequenos detalhes no máximo preservar a estrutura de do original, Franquia o termo mais comum e usado todos conhecem, dar continuidade efetuar seqüência criar uma saga.
No meu entender que este novo longa se enquadra no termo, Prequel quando você não segue adiante numa franquia e decide mostrar suas origens como tudo começou ao publico.
Planeta dos Macacos, inclusive ganhou o título de A Origem por isso mesmo, seus anteriores como o original de 1968 teve suas continuações e se tornou uma Franquia (Planeta dos Macacos 1968, De Volta ao Planeta dos Macacos 1970, Fuga do Planeta dos Macacos 1971, A Conquista do Planeta dos macacos 1972 e Batalha Pelo Planeta dos Macacos 1973), em 2001 ganhou um Remake ou Rebot nas mãos de Tim Burton (Alice No Pais Das Maravilhas), pois o cineasta ao mesmo tempo respeitou a essência do original e deu uma nova roupagem a seu longa alternou entre os dois ao meu entender não ficou apenas com uma opção, respeitou homenageou e incluiu coisas novas.
Depois de todas estas versões no cinema a escolha do Prequel era a mais acertada já se passava 10 anos da versão de Tim Burton, e as críticas não foram só positivas, a meu entender é um bom filme, apenas incompreendido, mas longe de ruim.
Planeta dos Macacos: A Origem vai na raiz para nos contar como tudo começou como o mundo chegou a tal estagio (apresentado nos longas anteriores) para ser conhecido como Planeta dos Macacos, como os primatas chegaram a este ponto, o que aconteceu? Como foi este início. Algo que hoje em dia e comum e Hollywood é não responder perguntas como em filmes de Zumbis nem sempre sabemos o motivo da devastação, mas isso não interfere na qualidade dos filmes e da certo, mas às vezes pinta aquela curiosidade aqui ela é mostrada e explicada com maestria pelo desconhecido Rupert Wyatt (diretor).
O longa começa nos mostrando a captura de um Chipanzé, numa floresta levado para o laboratório Gen Sys que desenvolve medicamentos par a cura do Alzheimer, e pratica os testes iniciais nos primatas, após uma apresentação teste mal sucedida uma chipanzé fica furiosa ataca a equipe e o cientista Will Rodman (James Franco de 127 Horas) encontra em sua cela seu bebê e entende a razão da fúria da primata, ela só queira preservar e proteger seu primogênito, ao ver que o projeto ser suspenso ele decide proteger e esconder o jovem chipanzé em sua própria casa o entusiasmo de Will é motivado, devido ao seu pai sofrer de Alzheimer e vê na pesquisa esperança para ele.
O tempo passa e Cesar assim apelidado pelo seu pai Charles (homenagem a Julio Cesar imperador de Roma) desenvolve uma inteligência tão grande e até superior de sua     mãe e com o passar do tempo os testes feitos em casa comprovam que o estudo pode dar certo e Will decide testar o medicamento em seu próprio pai, Cesar cresce e cada dia fica mais esperto a cena em que o chipanzé corrige seu pai á mesa com o garfo é simplesmente excelente.
Mas tudo muda quando Cesar ao defender Charles de uma briga com seu vizinho (de longe personagem mais azarado do ano) é levado a um abrigo de macacos e la o Macaco super inteligente terá de conviver com seus semelhantes pouco capacitados ai que filme se destaca nos mostra Cesar no melhor estilho intelectual na cadeia que não se adapta a comida e ambiente hostil, e passa por bons bocados, mas sua inteligência ao passar dos dias age a seu favor e Cesar como nos filmes presídio e até na vida real, nos mostra que colocar pessoas de QI elevados em acomodações com os de QI inferiores uma facção pode surgir, e futuramente uma rebelião, e isso todos nós já esperávamos desde o início do filme, ai que ação começa de verdade, Cesar que tinha um olhar dócil perdido agora tem uma expressão de líder, calculista e frio sua postura já não mais curvada ao contrario dos filmes anteriores onde os primatas tinham feições e postura humana, aqui não eles tem a fisionomia de primata e movimentos reais têm algo plausível, apenas desenvolvem uma inteligência sobre-humana devidos ao experimento.
Cesar os lidera com maestria e também os reforça seu exército antes de ir às ruas com o soro usado para desenvolver sua inteligência, o chipanzé tem táticas de guerra que poucos homens tiverem esta eficácia, de não fazer feio a Napoleão, Hitler e Mussolini.
Os chipanzés e os outros primatas do filme têm movimentos perfeitos fantásticos vale citar desenvolvidos pela WETA empresa de Peter Jackson (Senhor dos Anéis) que desenvolveu Gollum (Sméagol) também aqui interpretado por Andy Serkins o ator faz todos os movimentos do primata no filme e só para situar os mais desenformados todos os primatas são digitais. É simplesmente real e impressionante os movimentos deles e suas expressões.
Curiosidade o filme iria se chamar Cesar: Rise of The Apes (Cesar A Origem dos Macacos) seria justo, pois o filme é dele e também do Chipanzé com a cicatriz no rosto que faz qualquer um temer perante sua presença.
Planeta dos Macacos encontrou uma solução perfeita para chegar à perfeição não seguir a diante como os filmes da década de 70 e ter seqüências ridículas e optou pelo básico nos mostrar uma origem e esta origem e perturbadora eu tenho medo de Macacos depois deste filme algo que não senti em nenhum dos outros citados e recomeçar e bom e X-Men Fisrt Class já provou isso este ano também.
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FilmesInc.:9
Critica: 9
Publico: 9

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lanterna Verde (Green Lantern)

Rg.
Desconfiança sempre foi meu maior temor desde que a produção Lanterna Verde entrou em estúdio, você deve estar me achando premeditado, mas vou apontar os motivos e você vai me dizer se também sentiria isso ou não, pela adaptação de um dos heróis depois de Superman e Batman mais conhecidos da Dc Comics.
A maior razão pela minha desconfiança era pela sucessão de erros e poucos acertos de adaptações por parte da DC e seu estúdio, que representa ela nos cinemas Warner (dona) vamos recapitular somente os últimos anos, tivemos o excelente Batman Begins, mas para chegarmos nele ele tivemos Batman e Robin e Batman Forever, tivemos o muito bom Constantine, mas em contra ponto Mulher Gato, John Hex entre outros personagens pouco conhecido e suas sofríveis adaptações a seu favor temos um excepcional Batman The Dark Knight, mas contra os fracassos como Superman o Retorno é difícil manter e contar no positivo.
Enquanto o estúdio rival e maior concorrente a Marvel, que desde 1998 ate hoje adaptou muito coisa ruim, mas muitas coisas boas também e conseguiu consolidar seu universo criando o próprio estúdio de cinema a Marvel Studios, que ainda ganhou mais força ano passado sendo comprada pela Disney.
Algo precisa ser feito urgente a idéia de adaptar Lanterna Verde e logo na seqüência The Flash, entre outros super heróis pra rivalizar com a rival, sempre esteve nos planos e não é de hoje, pois um filme da Liga
da Justiça é um dos principais objetivos do estúdio, algo que quase ocorreu em 2008 chegou a contratar uma parte do elenco o diretor de Geroge Miller (Mad Max), mas por incrível que pareça o enorme sucesso de Batman TDK atrapalhou, pois o universo criado por Crihs Nolan (diretor) para o morcego nunca irá coexistir com o da Liga, teria que ser franquia distinta ao contrario do que seu rival fez com os Vingadores.
Mas mesmo assim Lanterna Verde ganhou sinal verde para ser adaptado isso era algo promissor, pois era o primeiro filme da DC desde Batman, e nestes anos tivemos adaptações pífias de ambas às partes, mas era só aprender com seus próprio erros e também com os alheios e não cometê-los novamente, esquecer filmes como Quarteto Fantástico, Hulk (2003), Superman o Retorno, Mulher Gato, Elektra e se basear nos inúmeros bem sucedidos.
Lanterna Verde fez a lição de casa, mas não aprendeu tropeçou nos mesmos erros de O Quarteto Fantástico, um filme leve com censura livre feito sob medida, para crianças de 12 anos (ou até menos tática usada para tentar faturar mais nas bilheterias baixa censura), pecou nos efeitos e no enredo como Hulk (2003) , teve o carisma de Elektra (nenhum) e Mulher Gato juntos .
O filme é uma sucessão e clichês, mas somente dos filmes que deram errado, desde o herói levar a garota para um passeio pelos céus, com direito a cenas constrangedoras do nível de filmes da Disney, feitos direto pra TV para a criançada, a primeira aparição do herói, por exemplo, ele para salvar um helicóptero de uma queda cria um carro no melhor estilo Hot Wheels para ele deslizar por uma pista de corrida, também criada pelo Lanterna, algo tão infantil que até as crianças iriam achar isso . 
Difícil achar pontos positivos na adaptação, algo muito raro um ou outro, alivio cômico (dois para ser mais exato) como a hora do juramento dos Lanternas Verdes que Hai Jordan (Ryan Reynalds) chega a citar para o anel funcionar até as falas de Buzz Ligthier é hilário, o visual é sempre aquele de entardecer light, não a violência, mas também não é vilão no filme pelo menos no meu ponto de vista, o filme a grande jornada sobre um sujeito que recebe uma grande oportunidade, após quase desistir e envolver seu lado emocional encara de frente o problema.
Hal Jordan é um piloto egocêntrico, mas no pior estilo (não no melhor como Tony Stark o Iron Man) que depois da morte Abin-Sur ao confrontar-se com Paralax (entidade aprisionada em um setor da galaxia que se alimenta do medo representado pelo amarelo) cai na terra e o escolhe para portar o anel, ser seu sucessor e fazer parte a Tropa dos Lanternas, ao ser levado ao  lar dos lanternas, Hal percebe que existem mais 3600 como ele (no sentido de poder), pois Jordan é o primeiro humano a portar o anel que só escolhe as pessoas de bom caráter, o próprio Hal se questiona e diz que anel deve ter se enganado, me desculpe aos fãs a algumas coisas que não precisam ser fiéis, como exemplo, a Tropa dos Lanternas em Oa, há criaturas bisonhas que parecem  ter saído de um desenho animado ou do filme O Quinto Elemento que não iriam por medo em vilão nenhum, (desde caras de peixe e abelhas com uniforme) o uniforme do Lanterna feito por captura de movimento festa mais fake impossível, e uma pequena mascara sobre os olhos não revelar a identidade secreta de um herói, é tão inocente quanto você não reconhecer Clark Kent como Superman por causa de uma franja.
O bom diretor Martin Campbell (Cassino Royale) dirigiu no automático só curtiu seu cheque, Peter Sarsgaard que interpreta o suposto "Vilão" do filme ao lado de Paralax é o cientista Hector Hammond que, após um contato com o corpo do Abin-Sur, começa ter poderes e começa a preparar a terra para o ataque de Paralax, mas em momento nenhum os dois vilões chagam a ter um impacto ou causar o panico.
Não querendo ser rude se Lanterna Verde, tem mais acertos do que os poucos que citei me desculpe os Fãs, mas os erros são tão evidentes e grotescos que sobressaem os poucos acertos, e me cegaram.
Fazer uma adaptação, é difícil sim, mas se hoje em dia tem tantos exemplos bons para se basear por que se inspirar nos que deram errado.
Mas como errar é humano como é até citado no no filme e não tem problema, mas persistir nele sim, e como  Lanterna Verde 2 já tem data de estréia marcada para entre 2013/14 (a julgar pela cena pós créditos, terá mesmo) e como todos dizem errar é humano persistir no erro é ....
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Sucker Punch Mundo Surreal

Rg.
Difícil encontrar adjetivos para definir Sucker Punch para os que acompanham cinema ou consomem e vivem por dentro de cultura pop é fácil é algo “inovador”, pois muita coisa já foi vista no cinema pop neste estilo, pelo próprio diretor Zack Snyder em 300 e até em Watchmen, estou me referindo ao visual, aquele visual sombrio de 300 todo feito por efeitos, o filme todo é rodado em estúdio com fundos verdes os cenário é implantado após o término das filmagens, até ai nenhuma novidade.
Mas a grande dificuldade que me refiro é como indicar ou explicar o que é Sucker Punch, para alguém que não bebe da fonte de cinema diariamente ? ( nem ao menos se interessou pelo trailer ou chegou a ver ?) Como uma pessoa leiga vai ter interesse de ver este filme?Ao meu ver poderíamos compará-lo a algumas coisas do universo cultura pop, pois até com 300 é difícil, tirando o visual não à outra semelhança alguma, Sucker Punch Mundo Surreal (titúlo propicio que o filme ganhou no brasil)pode ser comparado ao um vídeo clipe no melhor estilo (Smash Punpkins, Green Day e Pearl Jam) o filme tem cara de MTV, mas ainda é difícil você convencer pessoas que estão completamente aversas procurar por este longa, até as pessoas que curtem filmes devoram todos os gêneros, ver este filme é algo mais comum, mas também dificil, ( mas não impossível) pois este público esta mais aberto a novidades, e até anseia por isso.
Os Homens devem ver o filme, primeiro pelas belas mulheres em vestimentas curtas, usando armas com cenas de ação primeira no melhor estilo vídeo game, mas protagonizados por garotas angelicais que sabem manusear desde metralhadoras a espadas samurais e etc.
As mulheres devem ver o filme devido a estarem muito bem representadas nas telas e devem deixar de ser machistas e achar que sómente homens sabem fazer, ou ser protagonista de filmes de ação, aqui a protagonista Babydool (Emily Browing) e suas amigas Rocket (Jena Malone), Blondie (Vanessa Hudgens),  Amber( (Jamie Chung) e Sweet Peã (AbbieCornish) mostram que rostos bonitos sabem atirar sim.
Podemos nos referir a Sucker Punch como um vídeo clipe estendido (com uma trilha sonora densa excelente só a abertura ao som de Sweet Dreams já paga o ingresso) como já citado ou ao vídeo game, mas ele é inovador por criar este universo surreal, não me refiro aos efeitos e vislumbre, mas como já o próprio título já diz ao criar um mundo surreal que vai desde guerreiros samurais de mais de 3 metros de altura como, robôs, dragões e um campo de batalha no melhor estilo segunda guerra mundial, tudo isso deve ser difícil você dizer que já viu em um filme só, somado a mesma técnica de 300 quase impossível, mas se somar isto tudo as protagonistas mulheres, com roupas que vão desde saias colegiais a roupas de couro e ligas .
Realmente é algo Surreal e nunca visto ao meu ver e também difícil de explicar como já mencionei para os “’leigos”.
Mas dificuldades de atrair o grande público a parte por que temos tudo isso em um só longa, Sucker Punch Mundo Surreal por que a doce e meiga Babydool logo nos créditos iniciais ao perder a mãe e passa a conviver com sua Irmã mais nova e seu padrasto, que tenta abusar de sua Irmã, ao reagir Babydool é internada a pedido de seu padrasto e nesta hospício conhece suas novas amigas e decidem travar um plano de fuga com varias missões, que vão levá-las ao seu destino final alem das fronteiras do hospício onde se encontram presas prestes a serem lobotomizadas.
A cada missão um universo nosso místico e pé no chão ao mesmo tempo, uma mistura impressionante que visualmente é perfeita, e mesmo sendo protagonizado por mulheres não a moleza, elas batem e apanham como homens.A maior semelhança com Watchmen e 300 são as lutas todas tem muito peso e impacto excelentes.
Sucker Punch é um filme para poucos, mesmo sendo “comercial” dependendo do ponto de vista (mulheres, pouca roupa, muita ação há um Q de comercial ai ) convence na ação, mas não deve convencer nem agradar a todos, pois infelizmente ainda vivemos em sociedades que optam pelo básico, o simples aquele velho feijão com arroz e Sucker Punch é completamente o oposto, a ultima coisa que este filme é convencional e ser diferente é bom, pois nem sempre queremos ver o clichê, os filmes que tem tudo certinho e bonitinho com começo meio e fim, às vezes queremos o diferente e sempre que optarmos pelo novo e tivermos um Sucker Punch estaremos felizes ao lado de nossa pipoca,e sempre que o diferente e o inovador vier de saia e decote, estaremos felizes.
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sábado, 13 de agosto de 2011

Super 8


Rg.
Há inúmeras razões para você conferir ou estar ansioso para ver Super 8, razão número 1: é o novo projeto do talentoso e gênio J.J Abrams (co-criador de Lost, diretor de Missão impossível 3 e Star Trek), motivo 2: produtor e padrinho do filme é nada menos que Steven Spielberg (ET, Jurrassic Park e Indiana Jones) dispensa apresentações, motivo 3:se você tem entre 20 e poucos anos a 30 este filme é imperdível, motivo 4: se você viu aquele teaser que passou nos cinemas e vazou na net há quase um ano atrás, aquilo não é nada comparado com cena completa.
Enumerei alguns motivos para conferir este longa (achou que ia ser 8 né) como já citados acima os motivos1  e 2 não precisam apresentações, vamos ao numero 3 por que se você tem a faixa etária (entre 20 e poucos a 30 e poucos anos)citada acima, você vai se identificar muito com este longa, por que nele tem tudo que acompanhamos nas décadas de 80 início de 90 famosa era mágica, filmes contracenados por crianças curiosas, em vivendo venturas sobre o fim de suas inocências devidos a grandes acontecimentos em meio ao caos, como grandes filme da época alguns dirigidos por Spielberg e produzidos por ele, como Os Gooneis, ET, e Conta Comigo (o único sem o envolvimento de Steven) e Super 8 , nos remete a tudo isso.
Super 8 é uma homenagem nostálgica a filmes dos anos 80 sempre ambientados no final da década de 70, um clichê da época, o filme nos mostra em seus primeiros instantes no melhor clima sessão da tarde, uma construção dos personagens neste caso são cinco garotos e uma garota em questão. O foco esta mais voltado para Joe garoto que perdeu a mãe e vive com seu pai, um policial da pequena cidade de 12 mil habitantes que encontra em seus amigos e nos pequenos filmes que produzem uma válvula de escape da realidade, o resto da trupe é formada por estereótipos de todos os tipo, como o gordinho (diretor do longa em produção), o garoto magro alto e sensível, e Carey o menor do grupo (piromaníaco desde jovem) com direitos as melhores piadas sobre os amigos, e o quinto elemento que faz a figuração nas cenas rodadas por eles, praticamente no filme também e para completar, não poderia faltar uma garota além de ser a mais talentosa deles atuando se torna, interesse romântico de Joe.
A homenagem as décadas anteriores são tão explicitas, a ambientação é perfeita, trilha cenários, e personagens como a própria historia.
A trupe se reúne para filme algumas cenas de seu filme rodado em Super 8 (formato de câmeras da época) numa estação de trem numa noite e acabam presenciando um mega acidente, envolvendo o descarrilamento do trem e o bater em uma picape, vale citar é algo de cair o queixo a seqüência do acidente, algo que você pode voltar à bilheteria e pagar o ingresso novamente é simplesmente fantástica, após isso como qualquer criança bate a preocupação vamos embora antes que alguém conte para nossos pais que estivemos aqui, logo em seguida temos a chegada do exercito no local para ocultar e procurar por alguma coisa que desapareceu no acidente.
O mistério toma conta de todos e principalmente do grupo que ao ver que os militares chegam a sua cidade, o medo e sensação de curiosidade toma conta deles, com as pessoas começando a desaparecerem sem explicação, junto com outros acontecimentos estranhos ocorrendo paralelamente na cidade como panes elétricas, com direito a desconfiarem que são os Russos causadores do caos que tomou conta da cidade (clichê da época da guerra fria qualquer acontecimento duvidoso a culpa era dos soviéticos) todos os cachorros desaparecem, motores e outros aparelhos eletrônicos sem menor explicação.
O suspense toma conta de todos inclusive nós espectadores, a criatura no melhor estilo Tubarão, não aparece apenas arvores tremendo e vultos levando as pessoas é algo assustador e inteligente, ocultar o mistério funciona.
Com exceção dos militares os únicos que sabem “o que esta se passando” são os jovens devido a sua câmera continuar registrando o acidente em meio ao a catástrofe inicial, e decidem investigar o que é aquilo e por que os militares querem se apossar da criatura misteriosa.
No melhor estilo dos filmes que já citei (Conta Comigo, Os Gooneis e ET) crianças tem que aprender a ser adultas e dar fim a sua inocência e provar que mesmo ninguém acreditando neles, são a ultima esperança de todos.
Super 8 tem tudo que nós, seu público alvo queremos ver nostalgia, suspense, efeitos fantásticos (para os mais observadores o filme em boa parte tem feixe de luz azul, marca registrada do diretor), mas em seu terceiro ato se perde um pouco e fica desconfortável ou se você preferir cansativo, mas não chega a tirar o brilho do longa que veio com um intuito homenagear e conseguiu, mas se esqueceu mesmo em uma homenagem os garotos (nós) crescemos é uma pena que um filme que começou numa crescente tão grande parou de crescer do seu meio para o fim, felizmente sua crescente foi tão grande que não prejudicou, mas o que seria ótimo apenas ficou no muito bom.
Há fique e acompanhe a cena durante os créditos e alem de tudo uma homenagem a George Romero criador do gênero Zumbi tem do filme que os garotos esta filmando.
Super 8 cumpriu suas expectativas e só não conseguiu superá-las e ser Super 10 pena.
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FilmesInc.:8
Critica: 8,5
Público:8

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Quero Matar Meu Chefe (Horrible Bosses)

Rg. 
A julgar pelo titúlo Quero Matar Meu Chefe ( Horrible Bosses : Chefes Horrivéis o nacional ficou melhor) você já imagina do que deve se tratar o filme isso é fato, mas deve estar se perguntando quais fatores vai levar você a ver este longa por que ele seria interessante, pois é apenas uma historia já mostrada em outros filmes (citados no filme inclusive), mas nem sempre o chefe era o alvo em questão, às vezes o alvo era a mãe, sogra, cunhado, vizinhos amantes de sua esposa e por ai vai.
Quero Matar Meu Chefe é diferenciado por realmente ir a fundo ao problema, destes três caras nos mostrar o verdadeiro motivo para eles tomarem a seguinte decisão, calma não estou lhe contando filme (se você não viu o trailer do filme ao menos leu o título) logo na introdução somos mostrados aos personagens e seus devidos empregos. 
Somos apresentados a Nick (Jason Baterman) que vive um executivo que esta “prestes” e ser tornar diretor de vendas (e ter sua própria e sonhada sala) em sua agencia chegando ao seu emprego,e narrando em off por que seus ancestrais não deram certo e diz que é preciso engolir alguns sapos para isso, logo ele é chamado à sala de seu patrão, Nick nos mostra na pratica por que odeia seu empregador (uma sequência engraçadissima), Harken (Kevin Spacey excelente) lhe chama atenção devido ao seu atraso de 2 minutos, a gota d’água e quando o chefe se auto elege para o cargo sonhado por ele.
E na seqüência somos apresentados a Kurt (Jason Sudeiks de Passe Livre) que ao contrario dos amigos abre sua introdução narrando que tem o melhor emprego do mundo, seu patrão e um senhor gentil e solidário e amigo pessoal, mas ao falecer nos primeiros minutos seu filho Bobby (Collin Farrel quase irreconhecível) nos mostra que a nova administração será diferente para você ter uma idéia, a primeira conversa dele com Kurt, é para chamar sua atenção sobre seu atraso de três horas no primeiro dia sua administração, mas detalhe o atraso foi devido ao funeral de seu pai que o próprio filho viciado em cocaína não compareceu, vale citar quando ele pede para Kurt começar a cortar funcionários sem menor critério, para demitir um paralitico e o apelida de professor Xavier (devido à cadeira de rodas) e pelo interesse pelo seu cartão para deficientes, para estacionamento.
Dale (Charlie Day) tem de todos o menor “problema” é auxiliar de dentista de Julia (Jennifer Aniston, linda para variar) e pasmem dia-a-dia é assediado pela Femme Fatale, os assédios vão de recebê-lo em sua sala semi nua o intimidando a transar com ela, isso diariamente uma situação “constrangedora” ao menos para Dale por incrível que parece ele também quer se livrar de sua patroa, até os próprios amigos questionam quando Dale diz que também tem problemas no trabalho.
Após viverem mais um dia de inferno numa bebedeira e num papo informal numa mesa de bar o grupo cogita a possibilidade de matar seus chefes.
Ai que o filme se torna ainda mais divertido, pois esta conversa se torna uma oportunidade, os modos de procura por um profissional no dia seguinte já são hilários, vale citar o primeiro encontro num motel com o que seria o suposto executor é impagável que tipo de profissional que cobra apenas 200 dólares para eliminar três pessoas é encontrado numa espécie de paginas amarelas da internet, especificando que era rápido discreto e molhado e só não fazia com crianças e velhos, para outro Dale chega a perguntar se matando dois o terceiro sai de graça.
Mas a historia emplaca mesmo quando eles conhecem o cara que vai mudar suas vidas num bar barra pesada, Mother Fucker-Jones (Jamie Fox) isso mesmo o nome dele, que garante que dar um jeito no problema deles por uma quantia em dinheiro vivo, após pensarem muito decidem pagar o sujeito e descobrem que ele não seria o executor do plano sim apenas um orientador com idéias para eles se livrarem de seus algozes e não serem pegos nem ter suspeitas sobre eles, isso deixa o longa muito mais interessante, pois se outro fizesse não teria tanta graça, como caras normais tentando cometer o crime perfeito.
Logo no primeiro reconhecimento a dica era apenas vigiar e saber a rotina de suas vitimas, a cena é fantástica, eles adentram nas residências de seus alvos para coletar informações e daí saem às situações mais cômicas e constrangedoras do filme com direito a piadas envolvendo escovas de dente, gatos, cocaína ente outras.
O trio de protagonistas não faz feio Jason Baterman (Nick) faz o lado sensato frustrado da trupe, Jason Sudeiks (Kurt) lado galanteador, um dos poucos defeitos do filme, pois depois de ver Sudeiks em Passe Livre e difícil imaginá-lo como conquistador, e a julgá-lo pelo perfil também, já Dale além de ter o melhor ou pior problema a depende do ponto de vista está muito bem o comediante saído de uma serie de TV ( It´s Always Sunny Philadelphia), nos traz as melhores situações no melhor estilo Allan (Zach Galuifianakis) de Se Beber Não Case, personagem menos favorecido intelequitualmente que quase todos seus poucos argumentos vem de uma serie de TV policial (Law & Ordem), a cena em que ele esta de campana na porta da casa de Harken é impressionante ou na qual ele e Nick inalam cocaína por acidente e ficam frenéticos é impagável.
O elenco coadjuvante estão fora de série os vilões, Kevin Spacey (Harken) é disparado um dos melhores do ano, Collin Farrel (Bobby) está surpreendente, como patrão viciado com direito a orgias Durante o expediente e Jennifer Aniston (Julia) é a Femme Fatale/Ninfomaníaca do filme sensual e ousada com diálogos censura 18 anos.
Quero Matar Meu Chefe é uma comedia de primeira que o público vai se identificar, e se divertir muito, mas deveria vir com o comunicado como aqueles “crianças não tentem fazer isso em casa”, mas no caso aqui “Subordinados não tentem matar o seu chefe”, pois isso é pura ficção e nenhum animal, ops chefe foi ferido durante as filmagens.
Há se você pretende matar o seu chefe tudo bem desde que ele não Seth Gordon diretor deste ótimo filme.
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Avaliação:
FilmesInc.:9,5
Critica:8,5
Público:9,5