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quinta-feira, 29 de maio de 2014

FilmesIncastV #11 X-Men: Dias de Um Futuro (roteiro) Esquecido

by Rg.
Neste novo programa destrinchei brevemente a franquia X-Men nos cinemas culminando no novo filme Dias de Um Futuro Esquecido (não Passado como citei no vídeo, desculpem), e apontamos alguns erros da tentativa de ligar as trilogia original com X-Men: Primeira Classe, confiram, comentem, concordem e discordem e deixem seu like e comentários e para mais informações sobre os filmes citados confiram o #FilmesIncastV 5 sobre a franquia e Wolverine.

terça-feira, 27 de maio de 2014

X-Men: Dias de Futuro Esquecido

X-Men-Dias-de-Um-Futuro-Esquecido-poster-02
By Rg. 
Vou ser bem pratico e sucinto, com relação a este novo filme da franquia mutante; X-Men Dias de Um Futuro Esquecido, primeiramente por que ele tem tudo que há de melhor nos dois melhores filmes da saga, X Men 2 e X-Men; Primeira Classe, com relação a X-Men 2, ele tem o elenco original, com seus personagens já estabelecidos e o diretor Brian Singer (de X-Men 1 e 2), e Wolverine que é praticamente um fator de cura (que cura até filmes medianos), do filme mais recente Primeira Classe, ele tem o excelente elenco (James McAvoy, Michael Fassbender e Jennifer Lawrence), e a estrutura que o consagrou como melhor filme da franquia. Resumindo a julgar por estes fatores, X-Men: Dias De Um Futuro Esquecido é um ótimo filme, ele tem as duas gerações lado a lado, interpretando seus respectivos personagens, ótimas cenas de ação, dirigidas peplo competente Brian Singer. O novo longa é uma sequência direta do Primeira Classe, até ai tudo bem (não tinha como o filme dar errado), além destes argumentos ele tem um enredo muito bom, inspirado na HQ homônima; Dias de Um  Futuro Esquecido, num futuro não muito distante dos eventos de Wolverine Imortal, com medo da ameaça mutante, o governo americano criou as Sentinelas, que futuramente iriam dizimaram quase toda a raça mutante, e os poucos mutantes que restaram liderados por Charles, usam o poder de Kitty Pryde para voltar ao passado em 1973 (10 anos depois de Primeira Classe), e impedir que um evento envolvendo a Mística ocorra, tal acontecimento sera responsável direto para que o governo crie os robôs gigantes aniquiladores de mutantes (Sentinelas), que no futuro usariam o DNA de Raven (Mística) e se tornarem praticamente imbatíveis.  Logan (Wolverine) é o escolhido para voltar no tempo através de sua mente, ele faz uma viagem quase que telepática, onde seu corpo fica adormecido no futuro, enquanto ele desperta em seu eu, mais jovem, além desta missão, ele tem que fazer Xavier sair do limbo (onde ele praticamente abriu mão dos poderes, e se tornou um Rip recluso), e acreditar que ele veio do futuro, para dificultar mais ainda, ele terá que fazer o professor trabalhar novamente, ao lado do ex-amigo, agora desafeto; Erik (Magneto), e ainda tira-lo da prisão mais segura do mundo, localizada abaixo do pentágono. 
Agora por que X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido não é um ótimo filme? Pelo fato de ele só funcionar perfeitamente se você tiver poucos neurônios, ou por ele querer ser uma sequência de X-Men: Primeira Classe, ignorando tudo (mas tudo mesmo), que já vimos nos filmes anteriores, até ai ok da para resolver, afinal o filme da jovem equipe surgiu para isso (dar um reset na serie em 2011). Após Singer abandonar a franquia e não dirigir X-Men 3: O Confronto Final, e assumir Superman Returns, o escolhido Brett Ratner fez um filme do jeito que o estúdio (Fox) queria, e deu no que deu (um filme ruim), que fechou uma trilogia de forma desastrosa, protagonistas foram mortos, uma trama confusa, num tentativa de usar dois arcos; A Fênix e a Cura Mutante e não convencer em nenhuma, continuar dali e consertar tal erro, não seria fácil. Além também de o filme seguinte derivado da série; Wolverine Origens ter sido um fiasco de público e critica, a franquia se encontrava em declínio, após dois erros seguidos.
Erros que foram consertados justamente por um conflito de agenda de Bryan Singer. que iria voltar à aos X-Men em 2010, mas teve que largar o barco e pedir para o amigo Matthew Vaughn (Kick-Ass) assumir, que acertou perfeitamente (afinal se você não pode consertar algo, refaça), decidindo dar um reinicio na série. Aproveitando um arco dos quadrinhos onde mostrava o início de tudo. Uma ideia ousada, afinal, fazer um filme de super-heróis nos anos 60, pode prejudicar o longa financeiramente, mas pelo contrario o filme agradou e preza pela excelência, e beira a perfeição, mesmo sem o maior astro da franquia; Wolverine
Um dos fatores mais interessantes de  Dias de um Passado Esquecido, também é seu tiro no pé, o simples fato; querer juntar as gerações, e os filme (X-Men 1, 2 e 3 e X-Men: Primeira Classe). Quando Bryan Singer voltou a direção com a saída de Matthew Vaughn, o diretor demonstrou interesse em continuar de onde o ultimo longa parou, mas seu ego falou mais alto, e ele decidiu não ignorar seus filmes, nos fazendo supor que a trilogia iria existir num futuro, se a trama mostrada em Primeira Classe seguisse, algo até possível se não fosse pelo simples fato de X-Men: Primeira Classe, em nenhum momento surgiu para ligar seu arco com a trilogia original. Os arcos construídos ali perdem a lógica, se tentarmos liga-los, o filme surgiu não como preludio, mas sim como reboot, exemplo claro disso, são diversos; nos filmes anteriores, em nenhum momento Charles demonstra algum apreço por Mística, que foi criada como sua irmã, nem Erik (Magneto) que se tornou seu interesse romântico e mentor, demonstra algo por ela, apenas a trata como braço direito (um capanga de luxo), no fim do filme da jovem equipe (2011), Charles fica paralitico por culpa de Magneto, e a partir dali a amizade dos dois foi rompida e se tornam "inimigos", que poderiam até trabalhar juntos pela causa, mas nunca mais seriam amigos, já em X-Men 3: O confronto Final, começa alguns anos no passado (20 anos, ou anos 80 ) eles já são senhores, Charles ainda é amigo de Erik, ou seja, o que foi mostrado recentemente nunca se encaixaria, se fosse para unificar as historias, entre outros erros cronológicos que surgiram com a fusão. A sucessão de equívocos é tão absurda que até o recente (bom) filme solo de Wolverine, que em sua cena final interligava com o novo filme X-Men, chega questionado, devido às garras do mutante canadense, pois quem viu, sabe do que estou falando. o Adamantium simplesmente voltou, para suas garras?
Tirando estes fatores absurdos, o filme seria fora de série, mas como já disse, para quem só viu este e o seu anterior ,é fantástico, ambos os elencos estão muito bem, em seus devidos personagens, tantos os do futuro como os do passado, um croosrover para deixar qualquer Trekker (fãs de Star Trek) com inveja (que também já tiveram duas gerações, quee dividiram o mesmo filme também) tem um enredo, ou uma intenção muito boa, uma e Wolverine, que é o dono do filme (como sempre), mas desta vez divide o peso com Magneto, Mística e Xavier. O filme tem muitos acertos como a ação que é muito boa, com sequências fantásticas, como o ataque das sentinelas no futuro em sua abertura, ou quando Magneto eleva um estádio por Washington até a Casa Branca, mas a melhor entre todas é a sequencia envolvendo o jovem mutante Mercúrio, além de hilária a cena é fantástica, e já é ao lado da sequência de abertura do Noturno na casa branca do segundo filme, a melhor da serie. O único problema (grande) como já citei é apenas, mas é enorme, a ganancia de Singer não querer descartar suas obras, e não seguir coma historia que já estava engrenada, pois mesmo o longa tendo uma ótima qualidade, sempre veremos erros de continuidade, e usar a desculpa que viagem no tempo corrige tudo, é balela, afinal em diversos filmes como; Efeito Borboleta entre outros, que mostram viagens no tempo, já nos ensinaram que é difícil apagar ou corrigir o passado, pois se fosse fácil era só voltar e deletar X-Men 3 e X-Men: Origens Wolverine, que foram os grandes responsáveis pela quase extinção dos mutantes, ao menos no cinema. Dias de Futuro Esquecido, só não foi melhor por que se tornou X-Men: Dias de Roteiro Esquecido.
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Avaliação: 
Critica:8
Público:8,5
Filmes Inc.:7

domingo, 25 de maio de 2014

FilmesIncastV #10 Godzilla, Kaijus, Jaegers, Tokusatsu & Cia.

Neste 10 º programa destrinchei o universo do Tokusatsu, Kaijus, Jaegers e principalmente do Rei dos Mosntros; Godzilla ou Gojira.
Godzilla é melhor que Circulo de Fogo? O novo filme superou o de 1998?
Assista, comente e confiram nosso veredito e deixem seu like e assinem nosso canal.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Godzilla

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By Rg.

Não é de hoje que o universo cinematográfico tem certa obsessão, por monstros e criaturas (em todas as suas proporções), o universo da sétima arte já adaptou diversas historias que vão desde mitos ou lendas como; Pé Grande (Sasquatch), Abominável Homem das Neves (Yeti), o Monstro do Lago Ness, e também os mais populares como Lobisomem.
O cinema também admira as criaturas colossais de proporções épicas e gigantescas, que fazem parte da nossa infância (e de todos que apreciam cinema e gênero há décadas).
Já na década de 30, King Kong se tornou um marco do cinema, e alguns anos depois (1954) os Japoneses nos brindaram com um dos monstros mais conhecidos de todos os tempos (ao lado de Kong), o temido e gigantesco Godzilla, que destruiu (ou salvou) a cidade de Tóquio inúmeras vezes, os anos foram passando e Godzilla o rei dos monstros (ou Kaijus como são conhecidos por la), ser tornou um ícone da cultura pop e atravessou gerações criando um gênero que reinou até os anos 90 no Japão e no resto do mundo; o Tokusatsu, que para quem não sabe, é tudo que absorvemos do ocidente em nossa na infância, exemplos; Jaspion, Changeman e sua versão Yanke, Power Rangers. Gênero que teve uma excelente homenagem recentemente, com o fantástico; Circulo de Fogo de Guilhermo Del Toro. 
Depois de tudo isso fica a pergunta por que o percursor de tudo e divisor de águas Godzilla, não teve uma versão decente para os cinemas, as versões japonesas são até decentes, mas são dos anos 50/60/70 com baixo orçamento, há alguns anos (1998) Hollywood tentou trazer o lagartão as telas, num filme sem fidelidade e com um monstro articulado e ágil (que parecia mais um Tiranossauro tunado), descaracterizado, resultado; não deu muito certo. 
A missão foi da Legendary e da japonesa Toho, apresentar Godzilla para uma nova geração (que só ouviu falar dele), e agradar seus fãs que veneram seus filmes clássicos.
A direção desta árdua missão ficou com desconhecido Gareth Edwards do pouco visto Monstros (2010), o primeiro diferencial desde novo longa é a busca por fidelidade e respeito ao original, repleto de homenagens a sua origem cinematográfica, que vão desde o visual da criatura, e boa parte de seu inicio que se passa em Tóquio (sua terra natal). Gojira (como ele é chamado no Japão) é uma criatura desproporcional ao nosso mundo, que só pelo fato de se mover, já causa grande impacto e destruição por onde passa, fica difícil saber se toda a catástrofe que o acompanha é intencional (é como andar em um jardim e evitar pisar em formigas). 
Outra inovação é em sua trama além de ser um verdadeiro filme catástrofe (ou Tokusatsu), ele mescla drama com ação, é como ver um drama sobre uma catástrofe, mostrando o lado humano, exemplo o tenso O Impossível, só que invés de o vilão ser um fenômeno da natureza (Tsunami), temos um monstro colossal, seu arco dramático é bem inserido e funciona muito bem no longa, não nos deixando com aquele tédio até o nosso monstro entrar em cena.  Em meio ao caos, a boa direção de Edwards nos ajuda a se envolver com o protagonista Ford (Aaron Taylor Johnson) e seu drama, atravessando de um continente ao outro em meio a escombros, a procura de sua família. 
O desenvolvimento do nosso monstro é muito bom, inclusive sua origem, que é contada de forma bem inteligente e coesa, ligando sua origem com acontecimentos reais, os famosos testes nucleares realizados no ocidente entre as décadas de 50/60. 
Também a diversas surpresas no filme, algumas são homenagens diretas a suas aventuras nipônicas, que mostram que Godzilla pode não ser a única ameaça. Homenagens e acertos que também podem prejudicar o longa financeiramente, se Circulo de Fogo se apegou somente a diversão, acabou não indo bem nas bilheterias, Godzilla pode sofrer ainda mais por ter um arco dramático, que pode até ser considerado longo, ao esconder seu protagonista durante boa parte de seu início, fórmula que deu muito certo em alguns clássicos como; Tubarão, Guerra dos Mundos e até em Cloverfield.  Arco dramático que se torna fundamental no filme, mostrando o ponto de vista de pessoas correndo em meio a uma batalha de gigantes, além da agonia de fugir de uma catástrofe não bastasse, ela literalmente o persegue, como no momento onde ondas eletromagnéticas são emitidas cortando a comunicação e a energia, fazendo com que aviões caiam do céu, como se fossem arremessados por crianças (ou simplesmente desligados no ar), trazendo uma preocupação a mais, além de se preocupar com o ataque eminente de um criatura gigantesca, tudo ao seu redor esta caindo.
É difícil saber que rumo Godzilla (Gojira) ira tomar na aceitação do público (que pode não entender a fidelidade e homenagens feitas neste novo filme). O filme não é perfeito, e tem seus deslizes, como alguns personagens do ótimo elenco, que são mal desenvolvidos (ou aproveitados), e outros perdem sua importância no decorrer do longa e nada que seu clímax final não compense. O lado dramático poderia ser mais curto, dando um dinamismo maior ao filme, mas o que mais incomodou mesmo são as incríveis coincidências, que poderiam ser menos obvias, todas envolvendo a família do protagonista. Joe Brody (Bryan Cranston) trabalha numa usina nuclear, que após um acidente passar à ser o único a desconfiar que o suporto vazamento, não foi uma falha humana e sim foi causado por muito maior, seu filho Ford (Aron Taylor) quinze anos depois agora é um militar, que mora em Chicago com sua esposa e filho, parte para Tóquio para liberar seu pai da prisão, que ainda investiga e suposto acidente nuclear (que causou a morte de sua esposa), este reencontro culmina na primeira aparição da criatura no filme, após este acontecimento à criatura migra para onde exatamente? São Francisco, onde esta sua família e quem passa a ser útil para a trama, por ser um militar perito em bombas. É muita coincidência para um mundo só.
Mas o filme é decente e têm ótimas sequências de ação e confrontos, e uma destruição nunca antes vista no cinema, para deixar, Rolland Emerich (2012 e Indepedence Day) especialista do gênero e responsável pela versão americanizada de Godizilla em 98, morrendo de inveja.
Tudo faz referencia aos antigos, uma fotografia cinzenta turva, muito pó, parece que é só o monstro surgir o dia fecha (ou ele fecha o dia cobrindo os céus com nuvens de pó e destruição), algo que também pode prejudicar o filme, é o fato dele ser escuro em exagero em algumas cenas, em seu inicio tem uma certa logica para esconder o Monstro, mas depois que ele aparece não era preciso tal exagero (muito desta escuridão de deve ao 3D, fraco é desnecessário por sinal que só prejudica o filme o deixando mais escuro). Gojira tem muito mais acertos do que erros e nos faz sentir crianças de novo agora nos cinemas.
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Avaliação:
Critica:8
Filmes inc.:8
Público:7,5

segunda-feira, 5 de maio de 2014

OS MELHORES FILMES DE 2013


by Rg.
 Mais uma novidade, como fiquei devendo um VideoCast sobre os melhores de 2013 vai entrar em nosso especial top 10, começando pelo ultimo ano, confiram nossa lista com os 10 melhores filmes de 2013 e deixem a sua.





1) Django Livre; Quentim Tarantino dispensa apresentações, aqui ele se revisita o Western americano colidindo com outro tema histórico a escravidão, resultado o melhor filme do ano e uma dos melhores de cineasta por que não do gênero,atuações acima da média de; Leonado DiCaprio, Samuel l.Jackson, Jamie Foxx e Christoph Walltz.
2) Circulo de Fogo; Guilhermo Del Toro fez adultos se sentirem crianças com este filme, que é uma grande homenagem aos Tokusatsu, que todos crescemos assistindo, efeitos surreais e Robôs gigantes (Jeagers) se degladiando contra monstros em escala proporcional (Kaijus), pelas ruas.  








3) A Invocação do Mal; o diretor James Wan se consagra como um dos melhores do gênero, após realizar o muito bom Sobrenatural, ele adapta para as telas uma das inúmeras historias do casal Warren, resultado um filme assustador, que já tem um derivado e uma sequencia agendadas para 2014. Menção honrosa para Evil Dead (A Morte do Demônio) que também fez bonito em 2013 com um ótimo filme.
4) O Homem de Aço: Zack Snyder provou que Watchmen não foi um golpe de sorte e após adaptar duas grafic novel (Watchmen e 300) ele encarou o desafio de trazer aos cinemas um novo filme do herói mais conhecido de todos os tempos, resultado um ótimo filme, que pode muito bem ser chamado de Superman Begins, devido as inúmeras semelhanças com o longa do homem morcego de 2005. Menção Honrosa; 2013 foi um bom ano para as adaptações de HQs; Thor The Dark World e  Wolverine Imortal não fizeram feio nas telas.  




5) O Hobbit A Desolação de Smaug: Mesmo sendo o filme mais criticado de toda a saga do anel, O Hobbit 2, não fez feio e como aconteceu com As Duas Torres, o filme do meio é sempre o mais criticado, injustamente afinal não podemos julgar uma obra sem ver seu desfecho, e até onde ele foi mostrada Peter Jackson não esta fazendo feio e tem nossa total confiança para revisitar a Terra Media quando quiser.
6) Gravidade: Alfonso Quaron (diretor) nos mostrou que mesmo na imensidão do espaço e possível nos contar uma historia claustrofobica, outro mérito do diretor é extrair novamente uma atuação excepcional de Sandra Bullock que atuou sozinha durante quase o filme todo, resultado; um excelente filme.
7) Guerra Mundial Z; Esta super produção nasceu fadada ao fracasso. quase dois anos de filmagens problemáticas, orçamento estourado e diversas refilmagens, mas nada disso conseguiu estragar este longa, que se tornou a maior bilheteria de um filme do gênero, além de ser um excelente filme de ação/horror, protagonizado pelo sempre ótimo Brad Pitt, que aqui teve sua melhor bilheteria da carreira.  
8) Rush: Este excelente filme é uma das maiores surpresas desta lista (por que não do ano), envolvente, divertido e emocionante, o longa nos conta a historia rela da rivalidade entre James Hunt e Nick Lauda, que foi uma das maiores da história.  
9) Star Trek Além de Escuridão; Repetindo o feito de 2009 J.J.Abrams nos brindou com ótimo filme, que consegue ser tao bom ao seu antecessor e com um diferencial; Benedict Cumberbatch que vive ninguém menos que Khan, que rouba o filme para si, resultado a melhor ficção do ano.
10) Lincoln: O longa de Steven Spielberg, surgiu como forte candidato ao Oscar (líder de indicações), e também como um dos melhores filmes do ano, com o decorrer do ano ele foi caindo no esquecimento, mas mesmo assim merece estar nesta lista, com uma atuação sublime de Daniel Day Lewis, este é o retrato definitivo do presidente americano que mudou a historia dos E.U.A e do mundo.      







 Menções honrosas; O Lado Bom da Vida, Os Suspeitos, Jogos Vorazes Em Chamas, Capitão Phillps e O Grande Gatsby.

sábado, 3 de maio de 2014

O Espetacular Homem-Aranha 2

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by Rg.
O Espetacular Homem Aranha 2 chega aos cinemas dois anos depois de seu primeiro filme, que foi marcado por ser um reboot da trilogia dirigida por Sam Raimi, agora com menos peso e a pressão do filme anterior (muito criticado por ser uma reinvenção de uma franquia recente), geralmente a segunda parte de filmes de heróis são até superiores (chegam mais leves e soltas, podemos dizer), inclusive foi assim com O Homem Aranha 2 (2004), considerado o melhor da franquia, e uma das melhores adaptações de HQ de todos os tempos. Será que a Sony e Marc Webb iriam repetir o feito, ou ao menos superar o razoável primeiro longa? 
O Espetacular Homem Aranha 2 realmente chega mais solto que o anterior, logo em seu inicio Peter Parker (Andrew Garfield), esta super à vontade combatendo o crime em Nova York, fazendo piadas e sendo o amigão da vizinhança, há uma certa evolução inclusive na direção de Webb, que nunca tinha feita uma superprodução de ação, para os que se contentaram com o filme anterior, já vão estar se divertindo nos minutos iniciais, mas para aqueles (como eu), que cada vez que revê o reboot, o acha mais presunçoso e desnecessário, não vai estar muito animado. As noticias antes de sua estreia eram até animadoras (como já vinha de um filme ruim, nada pior poderia acontecer), mas os produtores pareciam querer cometer o mesmo erro do ultimo filme da trilogia original, Homem Aranha 3 (muitos vilões), que foram escondidos na primeira sinopse e trailer, o vilão Rino até foi confirmado que estaria no filme (de forma discreta), mas a inclusão do Duende Macabro já parecia um Déjà vu de um erro não muito distante. 
As primeiras impressões de boa parte de imprensa eram boas, mas após ver o filme conclui, respeito à muito opinião alheia, só que discordando bravamente, pois há meu ver, o filme não é bom, apenas é superior ao seu antecessor (algo não muito difícil), e não é por que você faz algo superior, que o ruim se torna muito bom? 
O Espetacular Homem-Aranha 2, evolui muito na ação e até no humor, mas continua a errar, ao frisar e bater nas mesmas teclas que o primeiro, e novamente insiste naquela historia envolvendo os pais de Peter e a Oscorp, que é insossa, algo que me incomoda muito é o universo de coincidências que ronda esta nova franquia, chega beirar o absurdo, Peter é picado por uma aranha radiativa, dentro de onde? Oscorp, que pertence há um de seus maiores vilões; Norman Osborn (O Duente) , pai de seu melhor amigo Harry, que trabalhava com seus pais, que desenvolveram juntos o projeto das aranhas, que mais tarde morderia seu filho, que iria combater o crime e super vilões, que sairiam de onde? Oscorp (mais coincidência que tudo isso, é só acreditar na famosa teoria de seis graus de separação). Só para concluir, o vilão do primeiro filme o Lagarto era professor de Peter e trabalhava na Oscorp, e sua namorada Gwen (Emma Stone) faz estagio onde?  Problemas a parte, o filme tem sequências de ação bem divertidas e frenéticas, mas muito irreais, o longa investiu muito no GGI, e pouco nos efeitos práticos, a falta de realismo é tanta que eles refizeram a Times Square toda digitalmente, ao invés de usar as locações, é tudo em Studio e fundo verde, há alguns méritos, hora parece que estamos na Times Squere de verdade, mas quando a cidade virtual se funde com os efeitos do Aranha e de seu vilão Electro durante ação, não há GGI que aguente. O próprio herói tem movimentos acrobáticos até que bacanas, mas durante a ação, sua agilidade é tão absurda, que fica irreal, parecendo um desenho animado ou o Maskara.  A "trama" é a seguinte Peter descobre que seus pais o abandoaram com medo de represarias da Oscorp, e não morreram em um "acidente", mas sim numa queima de arquivo, e Norman Osborn esconde muitos segredos na Oscorp, um dos grandes nomes do filme é Max (Jamie Foxx de Django) um funcionário da Oscorp, que passa quase que despercebido por todos, sendo quase que invisível, fator que faz com que a empresa use e roube seu projeto sobre energia elétrica, obcecado pelo Aranha, ele só quer atenção (que ao menos lembrem seu nome), após um acidente ele cai num tanque repleto de enguias, após ser atingindo por uma forte descarga elétrica, fazendo que ele se torne uma entidade que se alimenta de eletricidade.  Na tentativa de nos passar um carisma com Max, o diretor exagera no drama, usando uma trilha dramática (quase que natalina), em sua primeira aparição como Electro, para que possamos ter uma certa compaixão com ele que apenas quer ser notado.
Outro erro do filme é seu ritmo, mesmo tendo praticamente vários arcos, e três vilões ele poderia intercalar melhor seus momentos, por exemplo; no início temos a sequência envolvendo o acidente de seus pais de Peter, e logo em seguida uma perseguição ao ladrão Aleksei Sytsevich (Rino), pelas ruas da cidade, dai se passam quase uma hora, sem que nada aconteça, até termos a ameaça do título (Electro), que é contida inicialmente (como todo filme clichê do gênero), e voltaria numa "épica" batalha final, muito mais poderoso, e até que isso ocorra lá se vai mais uma hora de filme, eis que chegamos ao gran finale, junto com ele dois clímax seguidos (um deles desnecessário, ou na hora errada), até culminar neste desfecho, temos um drama e romance fraco, longe do que Peter passa no segundo filme na trilogia original, onde ele enfrenta todas as dificuldades de seu altruísmo, de ser herói, onde invés de ajudar em sua vida, só o prejudica em tudo, desde emprego, estudos e romance, aqui ele apenas se diverte, e às vezes lembra de seus Pais e do tio Ben. 
Ao final da projeção cheguei a uma conclusão sobre a nova franquia do Aranha, é um filme de estúdio visando somente lucros, voltado ao público infantil (que não vai fazer muitas perguntas sobre os furos no roteiro, e suas coincidências absurdas). A infantilidade é tamanha, que em dois momentos do filme, mega vilões estão atacando e destruindo a cidade, disparando armas de fogo e eletrochoques por todo lado, e ao invés da população correr, eles param para ver o embate entre o mocinho e o vilão, é um fetichismo, como o daqueles que assistem corridas e rachas ao lado da pista (é ilógico), ficam assistindo o perigo bem ao seu lado, esperando para aplaudir o herói e vaiar o vilão. 
Resumindo O Espetacular Homem Aranha esta longa de ser espetacular, e aqueles que o elogiaram me desculpe, é por que comparam com o primeiro, dai é fácil acha-lo bem superior.
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Avaliação:
Critica:6,5
Público:7,5
FilnesInc.:6