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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Planeta dos Macacos: O Confronto

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By Rg.
Planeta dos Macacos sempre faz parte do universo nerd, Cult e pop do cinema, há mais de 40 anos, adaptado do livro; La planète des singes (1963) do escritor Frances; Pierre Boulle. O filme de 1968 ganhou status de Cult e referencia de ficção cientifica, atravessando décadas, devido ao sucesso, ganhou sequências pífias anuais;  De Volta ao Planeta dos Macacos (1970), Fuga dos Planeta dos Macacos (1971), A Conquista do Planeta dos Macacos (1972) A Batalha do Planeta dos Macacos (1973) uma série de TV (1974), e uma animação (1975), à qualidade decaiu tanto, que sepultou a saga por quase 30 anos. Até que em 2001 Tim Burton resolve reviver a franquia nos cinemas. A prote inicial era quase a mesma; astronauta que cai com sua nave em um planeta hostil, habitado por símios e os humanos são tratados como animais, Tim Burton tentou homenagear o clássico com Charlton Heston, e acabou errando mais, do que acertando. Os acertos são a direção de arte e maquiagem, já os erros são o filme todo, numa tentativa de repetir o feito do longa de 1968, com final perturbador (surtado), ele toma liberdade de mudar o desfecho, nos deixando com cara de paisagem ao fim do longa.  O trauma foi tamanho, que levou dez longínquos anos, para a Fox tentar novamente apresentar para uma nova geração o clássico, o momento e a ideia, não poderiam ser mais acertados, fazer deste novo filme um preludio e não um reboot (afinal nunca foi explicado, por que o tal Planeta dos Macacos (que era a terra) chegou naquele estagio, como os primatas tomaram o poder, e o que houve com a raça humana no decorrer dos anos?). Tudo isso foi apresentando de forma brilhante em Planeta dos Macacos a Origem, que além de acompanharmos o como os símios se tornaram inteligentes e se rebelaram, mostra como os humanos foram quase que extintos. 

Agora em Planeta dos Macacos: O Confronto, nos mostra o que ocorreu após os eventos do longa anterior, dando um salto de dez anos, após o vírus símio, criado para combater o Alzheimer, testado em chipanzés, que deu habilidades e inteligência a eles, teve um efeito colateral mortal aos humanos, se espalhou dizimando quase toda população mundial (apenas um a cada 500 sobrevivia a epidemia símia).  Agora os primatas vivem na floresta ao redor de São Francisco, para onde fugiram no final do longa anterior (que culminou numa batalha épica na ponte de São Francisco), criaram um habitat perfeito, onde vivem em harmonia seus semelhantes, criam seus filhos, caçam, e não se importam com o mundo ao redor, os poucos humanos que restam, mal são vistos e não os incomodam. Do outro lado da ponte em São Francisco, os humanos resistem a este futuro pós-apocalíptico como podem, seus recursos são escassos, sua ultima esperança de ter contato com o resto do mundo, à procura de outros sobreviventes, é via radio que neste momento é zero, devido à falta de eletricidade, então eles decidem ir a até uma velha hidroelétrica, para reativá-la e terem novamente uma esperança de sobrevivência, tal geradora é dentro do território símio, algo que eles não sabem. Eis que temos o primeiro conflito do filme, César (líder primata e protagonista da franquia) até se mostra disposto a ajuda-los, se eles partirem assim que consertarem seus geradores, já seu braço direito Koba, quer uma guerra, pois vê os humanos como ameaça devido às experiências que fizeram com ele no passado (mostrado no primeiro filme), no lado humano Malcolm (Jason Clarke) também busca a paz, e uma convivência pacifica, com cada um em seu território, buscando sempre dialogar e não um embate, Dreyfus (Gary Oldman) seu líder, já não confia nos primatas, e acha que uma guerra é eminente.
 A tensão só aumenta à medida que os pró-guerra (Dreyfus e Koba), começam a tomar iniciativa pelas costas do lado pacifico. Pontos para o diretor Matt Reeves que ganhou o cargo com a saída de Rupert Wyatt que dirigiu O Planeta dos Macacos: A Origem, Reeves nos mostra os dois lados por igual, não privilegiando nenhum deles, para que sejamos neutros e optarmos por algum lado por vontade própria, sem uma campanha favorável, mostra o lado bom de ambos e o lado ruim também. O longa é ousado em mostrar praticamente 50% dele a visão dos primatas, atuando sem humanos, se comunicando entre si por sinais, com exceção de César, os outros macacos falam muito pouco, e usam os sinais para se expressar, resumindo o filme é boa parte legendado, independente da versão que você vai ver no cinema.
O mais interessante desta nova versão, é que ela pode ser também ser um reboot (além de preludio), mas assim como Star Trek (2009), ele não descarta por definitivo o filme de 1968, pois como se passa muitos anos antes, no início de tudo, ele pode em seu cânone encontrar com o enredo original, ou até devido à boa qualidade deste novo começo, ninguém vai se importar, se ele seguir outro rumo, uma das dicas é que respeite algumas ideias do original futuramente, exemplo disto é o arco dos astronautas, para quem não sabe (ou não reparou) existem dois astronautas perdidos a bordo da nave Ícaro, desde o filme anterior, e sua chegada a terra pode ser daqui muitos anos, ai ja sabemos o que ocorre. O mais importante de tudo, é qualidade deste novo filme, que consegue ser tão bom ,ou melhor, que o excelente filme de 2011. A tecnologia de captura chega à seu clímax depois de Smegal em O Hobbit, achei que não veria nada tão bom. Aqui chega a ser melhor, são primatas que beiram o real,  liderador por Andy Serkis, que ja  foi; Smeagol, Kong e Cesar) é um perito no gênero. O confronto do titulo faz jus ao filme, que beira a perfeição, e me desculpem fãs do clássico antigo, depois deste reinicio, a saga atual que é referencia para mim. @RG_FilmeInc                                   @FilmesInc                                  Facebook
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Publico:9

terça-feira, 22 de julho de 2014

Marvel anuncia que vai lançar 10 filmes até maio de 2019

downloadby Rg.
Faltando poucos dias para a San Diego Comic-Con 2014, a Marvel Studios  anunciou novas datas de filmes baseados em suas histórias em quadrinhos. Antecipar essas estreias serve para travar a concorrência (que evita confrontos diretos com outros filmes de grande marketinge orçamento) e sair na frente dos possíveis anúncios da DC/Warner (que recentemente anunciou sua lista de próximos lançamentos; clique aqui para ver) na convenção na semana que vem. Relembre abaixo todos os títulos que já foram divulgados e conheça as novas datas marcadas para os lançamentos (em negrito):

  • Os Vingadores - A Era de Ultron - 1o. de maio de 2015
  • Homem-Formiga - 17 de julho de 2015
  • Capitão América 3 - 6 de maio de 2016
  • Filme desconhecido - 8 de julho de 2016 (possivelmente Doutor Estranho)
  • Filme desconhecido - 5 de maio de 2017 (possivelmente Homem de Ferro 4)
  • Filme desconhecido - 28 de julho de 2017 (possivelmente Thor 3)
  • Filme desconhecido - 3 de novembro de 2017 (possivelmente Os Vingadores 3 ou Pantera Negra) 
  • Filme desconhecido - 6 de julho de 2018 (Pantera Negra ou Vinagadores 3)
  • Filme desconhecido - 2 de novembro de 2018 (possivelmente Guardiões das Galaxias 2)
  • Filme desconhecido - May 3, 2019 (possivelmente novo filme solo de Hulk ou Homem Formiga 2)
mais prováveis; Os Vingadores 3, Thor 3Guardiões da Galáxia 2 e um novo Homem de Ferro devem estar entre esses sete filmes previstos até 2019

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Transformers: A Era da Extinção (Transformers 4)

Transformers-A-Era-da-Extincao-posterbr-20mai2014By Rg.
Transformes é uma franquia bem curiosa, assim como seu diretor; Michael Bay. Após surpreender a todos com um ótimo (e elogiado) primeiro filme, em seguida uma péssima sequência (Transformers: A Vingança dos Derrotados), a saga se endireitou (entrou nos eixos) em seu terceiro filme (Transformers: O Lado Oculto da Lua), mas já era tarde, o estrago ja estava feito, e para a imprensa, já era moda criticar os filmes e seu diretor, que como a saga recebe duras criticas, mesmo sem as merecer. Por que não as merecem? Realmente o segundo filme é sofrível, mas seu terceiro é bem decente, e igualar o fator novidade do primeiro, seria impossível, Michael Bay teve a dignidade de voltar parte o terceiro, e ainda admitir o erro (e pedir desculpas) pelo segundo e fazer um bom terceiro filme, agora por que criticar o diretor, sendo que ele é um cineasta bem competente, e manda bem no que lhe pedem, afinal ele é um diretor de filmes de ação, e nos entrega bons filmes do gênero (até acima da média) agora questionar os enredos e roteiros já não são culpa sua, resumindo ele é um diretor de ação e ponto. Revendo sua filmografia achamos bons filmes (Bad Boys 1 e 2, Armageddon, A Rocha, A Ilha e Sem dor Sem Ganho) , uns regulares (Peral Harbor) e apenas um que podemos dizer que é ruim (Transformers 2) é uma ótima média.
Afinal no quesito ação no cinema atual ele é quase que impecável, e se não é o melhor, figura entre eles (veja bem, estou falando dos diretores exclusivos do gênero), não me venham citar os ótimos Christopher Nolan e etc, que sabem fazer ação, mas trabalham em vários gêneros, Bay é dedicado e exclusivo do cinema de ação, e faz ela nos moldes antigos, ele realmente explode as coisas, usa cenários, locações e etc, Bay é um cineasta mainstream, apaixonado pela arte, não é dessa safra nova, que filma tudo em estúdio, com muito GGI e fundo verde. Antes mesmo de estreia, muitos críticos já falavam mal de Transformers: A Era da Extinção, e após sua estreia, muitos críticos continuaram apedrejando o longa. Vou ser bem direto, Transformers 4 é um filme muito bom, e não deixa muito desejar como o elogiado primeiro filme da franquia, gostaria de entender o porquê certas pessoas acham este filme e seu antecessor ruim, afinal é um filme sobre um linha de bonecos robóticos famosos nos anos 80, com uma boa dose de ação, e seu diretor entrega isso de uma forma bem elaborada, com ótimas sequências de ação, (ele esta adaptando Transformers, não Shakespeare).
Michael Bay tem sim alguns vícios que podem incomodar alguns críticos, mas são mais homenagens aos anos 80, ele se apega muito aos clichês da época, nos remetendo saudosa época, que pode parecer brega hoje em dia, mas já foi bem cool um dia. Ele ama filmar contra o por do sol, dar closes de baixo para cima, em seus protagonistas girando a câmera, mas quem se importa, e os que se ofendem, me desculpem, estão vendo o filme (e o gênero) errado. As sequências de ação de seus filmes, são ótimas, ele sabe filmar perseguições e brigas como ninguém, o som de seus filmes é perfeito, você sente cada bala e estrondo, como se fosse real. Michael Bay é apenas um apaixonado, que se dedica ao gênero de forma integra. Transformes: A Era Da Extinção surge como novo recomeço da saga robótica iniciada em 2007, que mesmo indo bem financeiramente, precisava de um animo, portanto mesmo respeitando e aproveitando os eventos dos filmes anteriores, ele não é uma apenas uma sequência, é quase que um Reboot, trazendo novos nomes para o elenco, para dar uma cara nova a franquia. O longa se passa três anos após os eventos de Chicago, e o mundo culpa os Autobots pela destruição, e rompe a aliança entre humanos e robôs, os fazendo viver em reclusão tendo que se esconder, pois além de tudo, eles se tornaram personas não gratas em nosso planeta, e tem que viver escondidos, ainda mais depois que o governo Americano começa os caçar.
Alheio à tudo isso vive Cade Yeagar (Wahlberg) no Texas com filha (Tessa), numa fazenda a beira da falência, o mecânico/inventor falido, esta sempre a procura da grande invenção para sair do sufoco. Até que um dia ele adquiri um velho caminhão, que era o próprio Optimus Prime, Cabe decide ajudar o foragido encontrar seus ex-parceiros, e esta decisão, coloca em risco ele e sua filha, que agora juntos com o Autobots são fugitivos do governo, além de agentes americanos, eles enfrentam uma outra ameaça até maior que os seus antigos e extintos vilões os Decepticons, Lockdown que é uma espécie de caçador de recompensas espacial, ele viaja por galaxias colecionado troféus, além de extremamente forte e articulado ele se transforma em armas poderosas, que aniquilam robôs como se fossem latas. Também temos cientistas liderados por Joshua (Stanley Tucci), tentando criar Transformers em laboratório, com base nos destroços dos Autobots e Deceptiocons da batalha de Chicago. Além de Optimus Prime, temos Bumblebee de volta entre alguns Autobots, às novas caras fazem bem a franquia, Mark Wahlberg (Sem Dor Sem Ganho, Dose Dupla e O Grande Herói) é muito mais carismático que Shia Leboof (Sam, protagonista dos filmes anteriores),  sua escolha é bem acertada, já que seus últimos filmes todos foram bem nas bilheterias. O longa é muito bom no quesito ação, tem um enredo bem redondo, e nos diverte, ficando apenas atrás do primeiro filme, o que ele nos promete, nos entrega; um bom filme de ação, sobre robôs se de gladiando.
Transformers: A Era da Extinção, tem seus defeitos, Wahlberg não convence como Nerd, não é por que ele usa óculos em alguns momentos, que vai convencer (ainda mais com seu porte físico), o filme é um pouco longo, mas não chega a ser cansativo, mas meia hora a menos não faria mal ao filme, nada que deixe o filme ruim, e menos divertido. Resumindo largue seu pré-conceito de lado, confira esta franquia, que tem muita ação e um bom diretor, que nada mais é que um entusiasta pelo gênero.
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Público:9,5

quinta-feira, 10 de julho de 2014

sábado, 5 de julho de 2014

trailers by #FilmesInc

nesta pagina você vai encontrar os trailers das novas superproduções confiram; Sin City 2: Dracula ganhou seu primeiro trailer; novo trailer de Fury filme de guerra com Brad Pitt; novo trailer de Guardioes das Galexias: Os Mercenários 3 (mais novidades sobre o filme em nosso especial aqui); Debi & Loide 2 ganhou seu primeiro trailer; As Tartarugas Ninjas: Planeta do Macacos: O Confronto Hercules:

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Vizinhos


By Rg.
Vizinhos é o típico caso, que o clichê quando bem aplicado, pode ser muito bom, o longa tem todos os elementos das comedias dos anos 80/90 (algo que seria bem dispensável, ou desnecessário), mas como já citei bem empregado, que mal tem! Seu segredo é usar os clichês e argumentos do gênero e os atualizá-los, não apenas repeti-los, como as comedias nacionais fazem.  Vizinhos nos mostra o bom e velho conflito entre pessoas totalmente diferentes, que decidem resolver suas diferenças, numa batalha de estratégias, para que a outra parte ceda e ele saia vitorioso, aqui os opostos são Vizinhos, e o campo de batalha são seus lares, que pode parecer algo já visto em demasia, mas aqui resulta em situações hilárias, onde adultos se tornam crianças defendendo seu território sem limite e noção (vale citar que uma vingança envolvendo airbags e hilária).    

Outro acerto e não mostra-los como inimigos, deste de seu inicio, Mac (Seth Rogen) e sua esposa Kelly (Rosy Byne) vivem pacificamente num bairro classe media padrão americano, até que certo dia uma fraternidade da faculdade local, se muda para a casa ao lado, o que aparentemente seria uma preocupação, se torna até um encontro amigável, logo em sua primeira festa eles vão até seu "líder" Teddy, pedir para que abaixem o som, e num voto de confiança ele os convida para entrar, e para o casal que recentemente teve uma filha, foi uma das melhores noites dos últimos tempos, se divertiram como não faziam deste a faculdade, aquele encontro se tornou uma válvula de escape em sua rotina. A química inicial entre Mac e Teddy é hilária, eles discutem sobre assuntos banais como; quem foi o melhor Batman, consomem cogumelos e fumam maconha como amigos de colégio. Só que tudo muda nas noites seguintes, as festas continuam, e o casal precisa encarar a sua rotina novamente, necessitam de silencio, uma boa noite e sono descanso (Mac trabalha diariamente pela manhã e Kelly tem a jovem bebê para cuida e as tarefas de casa diariamente). E ai que o caos esta instaurado, após denunciaram o seu "amigo" a policia local por perturbação, tudo muda, Teddy se sente traído, e deixa seu seu jeito amistoso de lado e resolve provocar, e se vingar de seus vizinhos, de todas as formas possíveis, Kelly e Mac decidem dar o troco, começando uma ótima batalha. O filme também tem o lado da lição de moral (sempre mostrar que alguma algo foi aprendido), praxe nos anos 80, e nas comedias nacionais que copiam descaradamente o gênero, só que invés de ficar cansativo e sair do humor, ele faz isso discretamente, nos mostrando que o casal sente falta da sua fase de faculdade e diversão, já Teddy é aquele que não quer crescer e admitir, o medo que após seu ultimo ano de faculdade não tem definido seu futuro (nem ao menos uma profissão ele escolheu), que as noites de bebedeiras, mulheres e festas, tiveram seu preço, suas notas, são péssimas, e até seus amigos já tem algo panejado para o futuro. Tudo acontece sem deixar o ritmo do longa cair. As referencias também merecem ser citadas que vão desde series de TV há ícones de uma geração como Robert De Niro que virou tema de festa resultando numa cena hilaria. O elenco e o ponto alto do filme, o trio de protagonistas esta muito bem, o casal é acima da media bem divertido, com uma química impressionante, até Zach Efron esta muito bem, não estou dizendo que ele e um ótimo ator, mas com o papel certo (como este) ele não compromete, seu personagem é alguém que precisava ser mias rosto e um corpo bonito, do que uma performance séria, tudo que o roteiro pediu ele fez como; alternar carisma com uma veia psicótica, o elenco de apoio também faz jus ao trio, com nomes conhecidos, Dave Franco (Anjos da Lei), Christopher "Maclovin" Mintiz-Plasse, entre outros não fazem feio. O diretor Nicholas Stoller, roteirista de filmes como; Sim Senhor e A Loucuras de Dick & Jane entre outros já dirigiu alguns longas do gênero, também, manda muita bem.
Enfim, Vizinhos pode ser mais do mesmo, mas é mais do que foi bom, e bem feito e atualizado, para uma nova época e publico, tem que ser conferido. 
@RG_FilmesInc                                                  @FilmesInc                                  faceboook
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terça-feira, 1 de julho de 2014

Top 100 melhores filmes de todos os tempos

LISTA-materia-principalby Rg.
Listas de melhores filmes pipocam aos montes. Em tamanha quantidade que seria até mesmo impossível listá-las. Mas quem melhor para apontar os melhores longas da história que não os próprios agentes da indústria cinematográfica? A revista "The Hollywood Reporter" convocou nomes de Hollywood para escolher seus favoritos. Sem surpresas, o primeiro "Poderoso Chefão", de Francis Ford Coppola, encabeça o ranking, com a continuação do longa aparecendo em sétimo lugar. O restante do top dez mistura filmes de variadas épocas. "O mágico de Oz", de 1939, e "Cidadão Kane", de 1941 dividem espaço com "Um sonho de liberdade" (1994) e "Pulp fiction" (1994). "Casablanca", de 1942, vem em sexto, com "ET", de 1982, em oitavo, "2001: Uma odisseia no espaço", de 1968, em nono lugar, e "A lista de Schindler", de 1993, fechando a primeira parte da lista.
 Ao todo, mais de 2 mil atores, produtores, diretores, roteiristas e executivos, entre outros membros da indústria, entraram na brincadeira. Mas a revista conta que muitos não gostaram da ideia de primeira. Entre as surpresas, revelou-se um caráter mais comercial em detrimento das usuais escolhas dos críticos. O clássico oitentista "De volta para o futuro", de 1985, ficou em 12º lugar, à frente do épico "Lawrence da Arábia", de 1962, que apareceu na 23ª posição. Comédias como "Monty Python e o cálice sagrado" e "Apertem os cintos... O piloto sumiu", comumente ignoradas em listas do tipo, foram lembradas. Outros filmes queridinhos ficaram de fora: caso de "La dolce vita", de Federico Fellini. Os longas do agente 007 também não figuram na lista, mas a ausência pode ser explicada pela pulverização dos votos entre os 23 filmes sobre o James Bond. A votação ainda aponta tendências interessantes. Diretores, roteiristas e agentes escolheram "Poderoso Chefão", enquanto diretores de fotografia apontaram "2001: Uma odisseia no espaço". Já os advogados da indústria apostaram em "Um sonho de liberdade". Sabendo da polêmica que listas deste tipo pode causar, a própria revista lembra que a votação não tem a intenção de ser um guia definitivo. Como o cineasta Michael Bay, da franquia "Transformers", disse: "seu filme favorito pode mudar de um dia para o outro". Destaque para Steven Spilberg, diretor com mais filmes na lista, entre ele dois no Top 10, ET (1982) 8º e A Lista de Schindler (1993) 10º, seguidos de; Os Caçadores da Arca Perdia (1981) 13º, Tubarão (1975) 24º, O Resgate do Soldado Ryan (1998) 46º, Jurassic Park (1993) 50º e Contatos Imediatos de Terceiro Grau (197) 93º.

Veja a lista completa 1. "O Poderoso Chefão" (1972)
2. "O Mágico de Oz" (1939) 3. "Cidadão Kane" (1941)
4. "Um sonho de liberdade" (1994)5. "Pulp Fiction" (1994)6. "Casablanca" (1942)
7. "O Poderoso Chefão 2" (1974) 8. "E.T." (1982)
9. "2001: Uma odisseia no espaço" (1968) 10. "A lista de Schindler" (1993)
11. "Guerra nas estrelas" (1977)
12. "De volta para o futuro" (1985)
13. "Os caçadores da Arca Perdida" (1981)
14. "Forrest Gump" (1994)
15. "... E o vento levou" (1939)
16. "O sol é para todos" (1962)
17. "Apocalypse Now" (1979) 18. "Noivo neurótico, noiva nervosa" (1977)
19. "Os bons companheiros" (1990)
20. "A felicidade não se compra" (1946) 21. "Chinatown" (1974)
22. "O silêncio dos inocentes" (1991) 23. "Lawrence da Arábia" (1962)
24. "Tubarão" (1975)
25. "A noviça rebelde" (1965)
26. "Cantando na chuva" (1952)
27. "Clube dos cinco" (1985)
28. "A primeira noite de um homem" (1967)
29. "Blade Runner - O caçador de andróides" (1982)
30. "Um estranho no ninho" (1975)
31. "A princesa prometida" (1987)
32. "Star Wars V - O Império Contra-Ataca" (1980)
33. "Fargo" (1996)
34. "Beleza americana" (1999)
35. "Laranja mecânica" (1971)
36. "Curtindo a vida adoidado" (1986)
37. "Dr. Fantástico" (1964)
38. "Harry & Sally - Feitos um Para o Outro" (1989)
39. "O iluminado" (1980)
40. "O clube da luta" (1999)
41. "Psicose" (1960)
42. "Alien" (1979) 43. "Toy Story" (1995) 44. "Matrix" (1999)
45. "Titanic" (1997)
46. "O resgate do soldado Ryan" (1998)
47. "Quanto mais quente melhor" (1959)
48. "Os suspeitos" (1995)
49. "Janela indiscreta" (1954)
50. "Jurassic Park" (1993)
51. "O grande Lebowski" (1998)
52. "A malvada" (1950) 53. "Gênio indomável" (1997)
54. "Butch Cassidy" (1969)
55. "Taxi Driver" (1976)
56. "Brilho eterno de uma mente sem lembranças" (2004)  
57. "O cavaleiro das trevas" (2008)

58. "Crepúsculo dos deuses" (1950)
59. "Thelma & Louise" (1991)
60. "O fabuloso destino de Amelie Poulain" (2001)
61. "Amor, sublime amor" (1961)
62. "Intriga internacional" (1959)
63. "Feitiço do tempo" (1993)
64. "Mary Poppins" (1964)
65. "Touro indomável" (1980)
66. "O Rei Leão" (1994)
67. "Avatar" (2009)
68. "Monty Python e o cálice sagrado" (1975)
69. "Gladiador" (2000)
70. "Um corpo que cai" (1958)
71. "Quase famosos" (2000)
72. "O jovem Frankenstein" (1974)
73. "Todos os homens do presidente (1976)
74. "Banzé no Oeste" (1974)
75. "A ponte do Rio Kwai" (1957)
76. "Brokeback Mountain" (2005)
77. "Os caça-fantasmas" (1984)
78. "12 homens e uma sentença" (1957)
79. "Wall-E" (2008)
80. "Sindicato dos ladrões" (1954) 81. "Amadeus" (1984)
82. "O Senhor dos Anéis: A sociedade do anel" (2001)
83. "Duro de matar" (1988)
84. "Inception" (2010)
85. "Seven" (1995)
86. "A bela e a fera" (1991)
87. O Senhor dos Anéis: O Returnodo Rei (2003) 88. "Quem quer ser um milionário" (2008)
89. "Coração selvagem" (1995)
90. "Amnésia" (2000) 91. "Rocky: O lutador" (1976)
92. "Up" (2009)
93. "Contatos imediatos do terceiro grau" (1977)
94. "O franco atirador" (1978)
95. "Doutor Jivago" (1965)
96. "O labirinto do fauno" (2006)
97. "Apertem os cintos... O piloto sumiu" (1980)
98. "Cães de aluguel" (1992)
99. "Bonnie e Clyde (1967)
100. "Os sete samurais" (1954)Aguardem futuramente uma lista com nossas escolhas.