
By Rg.
Como já falei na critica do primeiro filme (aqui) as semelhanças desta obra com Crepúsculo são inúmeras e a própria autora; E. L. James admitiu ser fã e ter se inspirado na saga vampiresca. E se até em Crepúsculo temos um salto de evolução entre o primeiro e segundo filme, digo em direção e orçamento e alguns detalhes, em qualidade nada mudou (era difícil salvar a saga).Em Cinquenta Tons Mais Escuros ocorre o mesmo fenômeno temos uma evolução drástica em direção, e até em atuação, o casal de protagonistas estão muito mais carismáticos, parece que pararam de se levar a sério e entenderam que estavam em uma obra que era um mais soft-porn com orçamento gigantesco e desistiram de tentar atuar como se estivessem em uma obra Shakespeariana que só piorava a suas canastrices. Tanto Jamie Dornian (Christian Grey) como Dakota Johnson (Anastasia Steele) estão mais confortáveis com seus personagens.
E mudança da direção com a entrada de James Foley também evoluiu, o fato de ser o segundo filme de um segundo livro é muito mais solto e aqui não temos a toda "tensão" criada em cima de Anastasia descobrir sobre os segredos nada ortodoxos de seu namorado. Agora ela já o conhece bem e ainda quer saber mais sobre seus hábitos (wtf), mas sem regas. Grey esta cada vez mais apaixonado e sentindo sua falta após seu termino, aceita abrir mão de seus estranhos hábitos para ter Anastasia em seus bracos novamente.
A trama continua rasa, só que mais solta, além do arco dos dois protagonistas se readaptando, temos a introdução da mulher que introduziu Christian nesse mundo e um suposto "rival" o novo patrão de Ana que começa a se insinuar para a jovem, ambos são apresentados mas perdem a importância rapidamente e não acrescentam muito a trama que gira mais em torno do casal novamente.
Até alivio ganhou mais espaço e se encaixa melhor no longa, agora mais leve. Algo que não mudou é sua galhofa e algumas coisas continuam, como sequencias de sexo cafona, caminhadas na chuva ao som de alguma musica pop.
Cinquenta Tons Mais Escuro mostra que em boas mãos é possível melhorar o imelhorável, mas não se faz milagres, e não foi desta vez que transformaram uma franquia ruim em uma obra de arte. Mas bem que tentaram e isso já é um começo.
@RG_FilmesInc @FilmesInc #Facebook #insta/@rg-filmesinc
Avaliação:
Filmes Inc.:6,5
Critica:6
Público:7,5
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