
By Rg.
Impossível falar de terror no cinema atual e não citar um nome; James Wan o jovem cineasta Malaio já revolucionou o gênero, duas vezes, a primeira vez foi em 2001 com; Jogos Mortais (ele dirigiu e escreveu apenas o primeiro, o único que vale a pena), depois de alguns anos fez o ótimo Sobrenatural e logo depois o excelente; A Invocação do Mal, com o sucesso sua agenda lotou e ele foi se provar fazendo outros gêneros (dirigiu o surpreendente Velozes e Furiosos 7, e já esta contratado pra dirigir a adaptação de quadrinhos; Aquaman), antes de abandonar o gênero ele dirigiu Sobrenatural: Parte 2. Mas se o terror fosse uma orquestra Wan, era seu principal regente, e sem sua regência ele escalou seus pupilos para trabalhar em seu lugar na direção, enquanto ele é agora ele é apenas produtor, foi assim com Annabelle, onde ele escalou para dirigir o filme seu diretor de fotografia dos filmes que ele fez, aqui ele aposta as fichas no amigo Leigh Whannell, que além de produtor de todos os filmes da saga Jogos Mortais, ele também os roteirizou, Leigh já esta bem familiarizado com a série, além de produzir os dois primeiros, ele atuou e também os escreveu. Assim como em Annabelle, ainda podemos enxergar muito do estilo de dirigir de James Wan nesta terceira parte, mas assim como no filme citado, falta alguma coisa, o ritmo deste novo longa é um pouco lento em seu inicio, mas quando os sustos e o terror vêm à tona, ele corrige tudo e acerta o tom, e o filme melhora muito, graças as ótimas sequências de tensão.
Desta vez é outra família que se vê assombrada por uma entidade, que habita o mundo dos mortos, e quer usar alguém como portal para nosso lado, tal alguém seria a jovem Quinn Brenner, que após perder sua mãe, tenta fazer contato fazer com sua falecida mãe de todas as formas, só que o espírito que houve seu chamado, não é o do seu ente querido, e sim um espírito maligno, que começa a assombrá-la de todas as formas, Brenner então procura ajuda de Elise, que já foi apresentada nos filmes anteriores. A trama é simples e eficiente, vale destacar algumas cenas; como a da janela, ou a que você vê os pés da entidade se locomovendo sutilmente pelo quarto, e seu ato final que tem um clímax bem equilibrado.
Sobrenatural: O Origem pode não ter a qualidade do quase que impecável do primeiro filme, mas faz jus á franquia. E para uma trilogia de terror, que geralmente quando chega à terceira parte chega sem fôlego, Sobrenatural se mantém dignamente, só não é melhor por que o primeiro é muito acima da média, e algo que não podemos negar é que num gênero tão desgastado nos últimos anos, com Atividades Paranormais e etc, James Wan o revolucionou e deixou um bom legado, e para aqueles que não reconhecem a sua importância e só procurar os melhores exemplares do terror moderno nos últimos cinco anos, vai ser difícil achar outras coisas que valham a pena, que não envolvam o nome do jovem Malaio.
@RG_FilmesInc @FilmesInc #facebook
Critica:7
Público:8
Filmes Inc.:8
@RG_FilmesInc @FilmesInc #facebook
Critica:7
Público:8
Filmes Inc.:8
Nenhum comentário:
Postar um comentário