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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Exorcistas do Vaticano

240048by Rg.
Exorcistas do Vaticano faz parte de um subgênero que tomou conta do cinema e principalmente dos filmes de terror nos últimos anos, os filmes feitos em Handycam (câmera na mão, uma formula barata de custear filmes), que encontrou seu lugar no gênero, que geralmente nos tenta nos vender a idéia que são baseados em um acontecimento real, e ali estão registros verdadeiros, na intenção de nos levar a crer que tudo ali realmente foi registrado (mesmo durante um momento de pânico), também podem ser considerados falsos documentários. Mas nem tudo é insucesso ou de baixa qualidade neste estilo de filme, alguns exemplares deram muito certo (poucos a julgarmos pela demanda), o que nos faz se perguntar por que iríamos gastar nosso dinheiro para ver mais do mesmo no cinema? Esta pergunta é respondida na critica a seguir abaixo.
Um ponto a favor deste filme é o fato de ele ter um diretor; Mark Neveldine, que tem um bom (e surtado) currículo, tudo bem que são filmes de outro gênero, e mesmo até criticados para alguns, é inegável que seus filmes tem assinatura, são originais, frenéticos e surtados, ele já dirigiu junto com seu irmão (Brian Taylor); Adrenalina 1 e 2, Gamer e O Motoqueiro Fantasma 2, a julgar por este fator somado a um filme de possessão, ficamos mais esperançosos, segundo fator, que pode nos animar é que ao contrario dos outros filmes deste gênero, este conta com uma produção que podemos dizer; mais rica, temos um elenco desta vez composto por alguns rostos conhecidos no cinema, como o eterno coadjuvante Djimon Houson, Dougray Scott (que depois de quase ser o Wolverine, apenas amargou papeis secundários em Hollywood), e Michael Peña, que pode não ser protagonista de blockbusters, mas atua em diversos deles, como; As Torres Gêmeas, Marcados Para Morrer, Leões e Cordeiros e o recente Homem Formiga, onde ele roubou a cena como alivio cômico do filme. Infelizmente nem contando com estes argumentos a favor Exorcistas do Vaticano nos trás algo novo ou de qualidade. O filme tem ritmo lento (pasmem, mesmo tendo menos de 90, minutos ele não deslancha até seus 50 minutos), e quando chegamos ao tão esperado clímax, ele acaba  da mesma forma que começa, sem nos agradar, nem nos assustar, para não dizermos que o filme é um desperdício de tempo total, podemos dizer que temos dois bons momentos, como a hora em os internos do hospital psiquiátrico começam a se agredir a mando da possuída, e durante seu ultimo ato, na hora do exorcismo, onde a protagonista quebra seus próprios braços para fugir das amarras.
Infelizmente Exorcistas do Vaticano não agrada nada ao gênero que já nos trouxe clássicos nos assustou, e hoje em dia a cada dez filmes como este, temos um A Invocação do Mal, Sobrenatural ou A Morte do Demônio.
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Avaliação:
Critica: 5,5
Filmes Inc.: 3,5
Público:6

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