by Rg.Warcraft chega aos cinemas sobe muita pressão, primeiro; por se tratar de adaptação milionária de uma das franquias mais famosas e duradouras de games, jogos de tabuleiros e livros de RPG, a saga Word Warcraft, segundo; tem a enorme de pressão de dar certo, pois no universo das adaptações de games para o cinema, são raros os casos que dão certo financeiramente e agradam seus fãs a série (exemplo; Resident Evil que conseguiu só o êxito financeiro, os fãs da saga não gostam da falta total de fidelidade da saga). O mercado milionário como o de games, não emplacar no universo da sétima arte, e vergonhoso e vale lembrar, que os campeões de bilheteiras de hoje, as adaptações de quadrinhos, também penaram para emplacar nas telonas. Só para termos uma ideia da conta negativa, temos; Max Payne, Príncipe da Pérsia, Hitman (2x), Doom, Super Mario Bros, Street Figther (2x) e etc, isso só contando as grandes produções, no lado positivo, temos; Terror Em Sillent Hill que além de respeitar a ambientação e ingredientes do jogo é um filme de terror muito bom, e também Mortal Kombat de 1995e só. World Warcraft tem mais de 20 anos de história para reverter isso. Para essa árdua missão temos o diretor (nerd e entusiasta do jogo), Duncan Jones, que têm em seu currículo, os ótimos; Lunar e Conta O Tempo. Temos a seu favor a própria Blizzard (produtora do game) que entrou de cabeça no projeto e teve autonomia e produziu o filme. Podemos estar testemunhando algo similar ao que a Marvel fez quando fundou a Marvel Studios em 2007 e teve total autonomia sobre seus projetos, algo que alavancou as adaptações de quadrinhos para um novo patamar (em dezembro outra adaptação dos games Assassin's Creed também vai ser produzida pela própria Ubisoft). Fatores para dar certo e este filme tem, entre eles um orçamento gigantesco, para de realizar um épico de fantasia desta grandiosidade, desde O Senhor dos Anéis, não tínhamos algo em grande escala neste gênero aventura/fantasia. Preocupação; um problema para o filme vai ser tentar agregar um público mais amplo, pois se depender só dos fãs do jogo e dos cinéfilos (aqueles que vão ver todas as estreias, independentemente de conhecer a mídia original), é muito pouco, para ele ter o seu retorno financeiro, pagar seu custo e ter sinal verde para sua sequência (ou sequencias). Desde o começo o estúdio (Legendary) nunca negou que este filme foi planejado como uma trilogia, o jeito era investir no marketing e rezar para os fãs de O Senhor dos Anéis, abracem o filme, e o público convencional também. Que Ambos se empolguem e vão ver este espetáculo visual. Warcraft conta o conflito entre humanos e Orcs, estes estão invado o mundo dos humanos devido seu ter sido devastado e através de um portal aberto por seu líder o feiticeiro Khadgar. O tal portal os leva ao reino de Arezoth, onde eles chegam saqueando e destruindo tudo, abrindo caminho para o resto de sua horda. Os habitantes de Arezoth são pegos de surpresa, não conhecem o inimigo e nem ao menos sabiam de sua existência, em seu mundo existem anões e elfos, magos e etc, mas Orcs não fazem parte deste universo. Para combater um inimigo tão poderoso eles recorrem ao seu guardião o Mago Medivh (Ben Foster), que vai precisar usar toda a magia necessária para expulsar os intrusos, além de mais fortes os Orcs também tem forte magia do seu lado, seu feiticeiro Kadghar usa um feitiço que além de liquidar os inimigos, destruí tudo que toca inclusive o solo, e a cada avanço de seu e exercito, ele está destruindo este novo mundo sem perceber. Durotan é o único que percebe que de nada vai valer, ter um novo lar, se não restar nada dele, líder de seu clã ele percebe que o Kadghar só se importa com o poder, e não que os Orcs tenham um novo lar. Para proteger sua família e grupo, ele decide propor uma aliança com os humanos para derrotar o inimigo em comum. A trama é essa, simples e recheado de muitos efeitos visuais de primeira, que fazem valer cada centavo do orçamento ($160 milhões), um dos problemas do filme é tentar contar uma história longa, em apenas duas horas, a trama até flui, mas não há desenvolvimento de personagens, com exceção de Durotan todos os outros protagonistas são apresentados de forma muito rasa, e não a tempo de simpatizar com eles (e muito menos se importar durante as batalhas), outro erro é o elenco, este tipo de superprodução evita elencos caros (para balancear o custos), assim como em o Hobbit e O Senhor dos Anéis. Só que nas trilogias citadas, o elenco, mesmo desconhecido, era carismático, aqui os protagonistas humanos todos são insossos, e com atuações medianas há começar pelo protagonista, Travis Fimmel que vive Anduin Lothar (líder das tropas reais), até Dominic Cooper que vive o rei Llane Wrynn, está longe do carisma de seus outros papéis, um dos poucos que se esforçaram e Ben Foster (Medivh), mas está num papel ruim e que não condiz com sua idade. Warcraft além de um espetáculo visual tem ótimas sequências de lutas, extremamente bem orquestradas e coreografadas, o visual dos Orcs são fantásticos e sua caracterização e transposição são perfeitas. O filme peca pela falta de ritmo, e o desenvolvimento de alguns personagens, se relevarmos isso, o universo recriado por Duncan Jones é uma transposição visual perfeita do game, e seu acertos chegam a sobressair os erros e nos distraem durante as duas horas. Já os fãs do jogo, espero que façam sua parte e vão vê-lo no cinemas, pois o filme tem defeitos, mas está longe de ser ruim, e pode muito bem melhorar com suas sequências. @RG_FilmesInc @FilmesInc #facebook Insta/@rg_filmesinc
Avaliação:
Critica:7,5
Filmes Inc.:7,5
Público:8
Fãs:8,5
Nenhum comentário:
Postar um comentário