Filmes Inc.

sábado, 8 de outubro de 2011

A Hora do Espanto (Frigth Night)

Rg.
Não e de hoje que Hollywood é conhecida por inventar vários subgêneros, aqueles gêneros não oficiais como, ação, terror, drama, romance comedia.
Como já expliquei na critica anterior o que era um destes subgêneros as comedias românticas, aqui temos um gênero muito como nos anos 80 o Terrir, a julgar pelo nome você já imagina o que se trata e nada mais que fusão do terror e comedia num tom sarcástico. 
 A Hora do Espanto bébe desta fonte por dois motivos alem de ser um típico filme deste excêntrico gênero ele e um remake do filme homônimo dos anos 80 auge do gênero, terrir, nada mais é do aquele filme de terror que tem o humor
como pano de fundo, mas com mortes reais acontecendo mesmo, com direito a muito sangue, vamos simplificar imagine um filme de colégio com nerds. loosers , geeks e   lideres de torcidas com mortes e sangue, e nada disso amenizado,    com pitadas de humor e sarcasmo, resumindo isso e praticamente A Hora do Espanto é um dos mais influentes de sua época no gênero.
Não gosto de entregar o que achei do filme nos primeiros parágrafos, mas se for resumir em uma palavra A Hora do Espanto seria ela Cool (divertido, bacana) como seu antecessor, é o típico clássico de sessão da tarde que ganhou uma bela nova versão.(poster do filme original acima na montagem com o novo>>)
A trilha de abertura já nos remete aos anos 80, se não fosse pela parafernália tecnológica (como usar um dispositivo do Iphone para abrir fechadura) obrigatório hoje em dia você nem perceberia que e um filme atual, o longa nos conta a historia de Charley um “quase” Looser como os mostrados em filmes Kick–Ass e Scoot Pilgrin, é “quase’’ mesmo se enquadrando no perfil ele tem ate uma namorada Amy que faz o gênero top do colégio e não sofre para se adaptar apenas não se liga muito no que se passa ou finge não dar atenção.
Apesar de morar em Las Vegas  (Sin City a famosa cidade do pecado) as coisas são mornas, mas começam mudar com chegada de seu novo vizinho Jerry (Collin Farrel ótimo por sinal) que tem costumes estranhos, como não dar com as caras durante o dia e sua casa estar sempre em reforma e coincidentemente alguns amigos de Charley começam a desaparecer.
Sua falta de percepção e tanta que só percebe quando alertado pelo amigo Ed (o Maclovin de Superbad meu ídolo) sobre os desaparecimentos e mesmo assim acha tudo normal, mas Ed suspeita que os desaparecimentos estejam ligados a Jerry que ele acredita ser um suposto Vampiro que ele já investiga desde sua chegada no bairro, Charley começa a se importar, pois o vizinho com pinta de Bad Boy galanteador já despertou o interesse de sua Mãe (Tony Collette).
Com este roteiro simples e básico o filme de 80 funcionou e este também e tem algo que hoje em dia não se vê muito no cinema segue as regras básicas do primeiro filme fielmente. as regras das mitologia dos vampiros em uma época de saga Crepúsculo (destruidora de todas as regras sobre eles e dona de uma das melhores piadas do filme) A Hora do Espanto da uma aula sobre como se respeitar tudo que aprendi sobre os dentuços e muita coisa foi com sua versão original nos anos 80.
Vamos enumerá-las: 1. Vampiros não adentram em sua residência sem ser convidados.
2. Vampiros odeiam alho.3.água benta os queima.4.Crucifixos os afastam e em contato com eles os queima,5.os únicos modos de os matar são Luz do Sol (viu Edward ), decapitação e fogo.6. são imortais 7 são sedutores (artifício usado para atrair suas prezas na maioria mulheres.). 8. eles não possuem reflexo no espelho.
Só para constar isso tudo faz parte do universo que conhecemos em filmes e livros do gênero desde Bram Stoker escreveu Drácula e uma Stephenie Meyer (autora de Twilight) destruiu há alguns com Vampiros que ate brilham no sol, mas isso e assunto para outra critica ainda este mês.
Voltando ao longa em questão ele nos diverte prende nossa atenção por que ele e um remake de um filme que não era para ser levado a serio sem este compromisso ele funciona muito bem não a aquele porem de explicar tudo origem de personagens e um filme inocente de sessão da tarde, Collin Farrel rouba a cena com seu sotaque britânico sedutor, já Charley (Anton Yelchin de Star Trek) lhe faltou carisma, mas nada que prejudique já o elenco coadjuvante Ed (Maclovin) e Peter Vicent (David Tennant qualquer semelhança com Chris Angel ilusionista da TV) que aqui interpreta um especialista em vampiros com programa na TV com o título do filme em inglês Frigth Night) e pura coincidência estão impecável e Amy faz a bela disputada a dentes (com perdão do trocadilho) pelos protagonistas.
Mas o melhor de tudo em A Hora do Espanto que ele manteve seu aspecto original não mudou apenas trouxe o velho para os dias de hoje o apresentou para uma nova geração que, precisava ver vampiros de verdade e para isso e necessário estar escuro
Há vale citar que o 3D esta por incrível que parece bom mesmo o filme sendo um pouco escuro e o estereótipos escurece mais a película não prejudica e funciona bem fazendo o que o 3D tem de melhor ser simples e nos jogar as coisas no nosso rosto e isso o filme faz com louvor e funciona.
Avaliação:
Critica: 7
Publico: 8
Filmes Inc. 8

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