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sábado, 22 de outubro de 2011

Gigantes de Aço (Real Steel)

by Rg.
Sangue, Suor e Lagrimas, seria um ótimo resumo para este longa, pois ele tem tudo que o dizer inicial especificou bem é um filme sobre esforço superação e emoção, mas se ele trata-se de humanos, e lutas envolvendo os próprios, mas no caso de Gigantes de Aço não o mais apropriado seria.
Sangue, Fluidos e Lagrimas se torna mais apropriado, pois ele nos mostra o mundo das lutas entre robôs que substituíram o boxe humano que perdeu popularidade para o MMA ente outros e antes da total extinção do esporte trouxeram a tecnologia a favor do esporte dando o impacto e violência que o Boxe nunca teve tinha com lutas, entre Golias e Titãs se degladiando até o fim de um deles.
Quem viu o trailer e vê este enredo até se entusiasmou pelo filme, mas ai vem à pergunta por que as lagrimas? citadas acima, pois o filme e pura emoção ao contrario do vendido no trailer a emoção se torna maior que a ação e os próprios efeitos. O clichê no melhor estilo Falcão (com Silvéster Stallone) encontrando Rocky (também com Stallone).
Charlie Kenton (Hugh Jackman) um ex-boxeador que hoje vive das rinhas de Robôs no submundo, sonhando com uma oportunidade na liga profissional, os negócios não vão bem  afundado em dividas, se vê numa situação difícil ao perder seu ultimo robô numa briga contra um touro num rodeio (sua ganância é tanta que ele procura qualquer evento para faturar algum troco) numa cena impagável.
Seus problemas ainda aumentam ao saber que sua ex-namorada sofreu um acidente e veio a falecer e ele tem que comparecer ao tribunal para entregar ou não à guarda de seu filho para a tia rica do garoto, após uma rápida conversa envolvendo dinheiro Charlie, fica com o garoto durante o verão enquanto a tia do garoto vai passar férias com o seu marido na Itália.
Charlie não tem o menor jeito com crianças mal acerta a idade do filho, fato até ai normal para um cara que já acorda tomando cervejas no café e cobra cinco dólares de crianças que pedem para bater uma foto com seu robô.
Aquele típico clichê do gênero vem à tona, quando Max entra na sua vida, mas com um diferencial, pois nem Charlie nem Max tentam agradar um ao outro ou se reconciliarem ambos só querem que verão acabe rápido para se livrarem, Max para curtir sua fortuna com nova família, e Charlie para pegar o resto da grana que negociou ao liberar a custodia do garoto para o tio milionário.
Mas quando eu citei lagrimas acima não estava brincando tudo muda quando após na primeira noite com o garoto Charlie perde seu novo robô (pelo fato de não escutar Max que entende muito sobre lutas) decide ir ate um ferro velho pegar peças para e tentar reconstruir seu robô e em meio aos destroços e sucatas, Max encontra um robô inteiro, mas um robô de treino um Sparring chamado Atom, mesmo sem aprovação de seu pai decide levar Atom com eles e insiste a que ele seja consertado e colocado para lutar.
Com a ajuda Tallet (Evangelini Lily a Kate de Lost) que ajuda Charlie cedendo sua academia e conhecimento sobre a mecânica de robôs consegue religar Atom, agora só falta o pai fazer sua parte ensinar a luta ao robô que tem um recurso sombra imita os movimentos dos humanos.
O filme tem um tom de nostalgia como já citei acima (Rocky e Falcão) um que de anos 80 as cenas de treino chagam a lembrar outro clássico do gênero e da época Karate Kid com trilha e por do sol ao fundo do treino.
O envolvimento de pai e filho vai crescendo sem que eles percebam e Atom é o elo entre ele as discussões entre pai e filho (hora Max sendo mais adulto que o pai) e semelhanças são evidentes.
E a emoção vai crescendo no decorrer do filme o gênero que começa como ação e com tons de humor vai nos levando para a mais pura emoção, e o drama toma conta do filme, mas se encaixa devidamente e no contexto.
Max que acabara de perder a mãe encontra no robô o que não encontrou ate o momento no pai e Atom se difere, pois tem uma aparência de derrotado solitário com sorriso tímido no canto da boca, chega a lembrar muito o Homem de Lata de o mágico de Oz, e nos cativa a cada cena.
As seqüências de lutas são fantásticas quando disse acima que a emoção supera os efeitos é fato, mas é uma briga boa, pois não estou dizendo que o filme tem efeitos ruins, pelo contrario são fantásticos desde Transformers não via algo tão bem feito, mas ao mesmo tempo são lineares os robôs são pesados, reais parecem saído de brinquedos de verdade não surreal fantástico como em Transformers, é como se eles estivem ali passando por nós (muito plausíveis), e vale destacar que pelo fato do filme não ser num futuro muito distante 2020 e a tecnologia e mostrada de forma sutil (apenas celulares e computadores são muito evoluídos, tirando isso e tudo real) nada muito futurístico a não ser pelos robôs, mas os próprios têm jeito e aparência de algo que esta prestes se tornar possível. Com a ajuda da ótima trilha sonora que cresce com o filme vai de Eminem ao rock, o diretor Shawn Levy (Uma Noite No Museu) faz um ótimo trabalho e agora vai lotar sua agenda.
Em seu ato final o filme cresce e Atom também que começa a se destacar com suas vitorias em lutas pequenas que vão desde zoológicos desativados a bares, e chega ser convidado para abrir uma luta da liga a partir daí o filme pura emoção cenas de luta que você torce  e vibra junto e por que não chora.
Gigantes de Aço tem nome de filme de ação trailer de filme de ação e o jeitão também, mas que muito machão vai sair com olho lagrimejado do cinema.
Se Atom vai ganhar ou perder a luta não importa, mas que o filme já ganhou todos os rounds no quesito diversão e emoção.
Avaliação:

@RG_FilmesInc                      @FilmesInc
Público:9
Critica:8
Filmes Inc.:8,5

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