A trilogia Bourne se consagrou ao reinventar o gênero de espionagem, baseada nos livros de Robert Ludlum, chegou aos cinemas em 2002 com A Identididade Bourne, estrelado pelo até então ator de filmes sérios Matt Damon, nos mostrando o agente Jason Bourne, em busca de descobrir seu passado e quem ele realmente é, após ser baleado numa missão mal sucedida e despertar em alto mar sem memória, ao ser resgatado por pescadores.
O longa dirigido por Doug Liman (Sr. & Sra. Smith) é pura tensão, e foge do clichês do gênero; ação/espionagem/agente secreto, que estava na rotina (com exceção de James Bond, que seus filmes ainda faziam certo sucesso ao lado da franquia Missão Impossível, mas ambos eram do mesmo estilo de filmes), Jason Bourne veio e reinventou o gênero invés de parafernálias e mentiras, entrou o conteúdo, thriller e espionagem de primeira, que não deixa nada à desejar para nenhum filme policial, um personagem com conteúdo, hábil em vários estilos marciais (principalmente Krav Maga), Bourne sempre esta um passo a frente, sempre sabe as rotas de fuga, ao adentrar em qualquer local, memoriza com facilidade fotográfica.
Após dois anos chega aos cinemas sua sequência A Supremacia Bourne (dirigido por Paul Greengras), onde Jason Bourne decide seguir sua vida, mas devido a uma conspiração da Cia, ele acaba sendo bode espiatório e tem que voltar para provar sua inocência, o filme consegue superar o muito bom primeiro longa (Identidade Bourne), com mais aventura e suspense, eletrizantes perseguições de carro e sequências de lutas incríveis (envolvendo revistas e canetas como armas).
O Ultimato Bourne (novamente dirigido por Paul Greengras) chega em 2007, sem nos deixar respirar, ao dar continuidade aos acontecimentos do longa anterior, exatamente do ponto onde o outro filme (A Supremacia Bourne) terminou, a série que já vinha de dois ótimos filmes, aqui além de concluir a trilogia com chave de ouro, com direito a mais cenas de perseguições fantásticas tanto a pé como automobilistas no melhor estilo da franquia. Nem tudo são flores no mundo do cinema, logo a sequência o diretor Paul Greengrass chamou o amigo Matt Damon para contracenar no mediano filme Zona Verde, que foi um fiasco de bilheteria e a universal (estúdio produtora da franquia e deste filme), questionou o diretor que não gostou e abandou o quarto filme da série, e o astro da franquia em apoio ao diretor se retirou também, assim a saga e Jason Bourne eram dados como mortos para o cinema. Após dois anos chega aos cinemas sua sequência A Supremacia Bourne (dirigido por Paul Greengras), onde Jason Bourne decide seguir sua vida, mas devido a uma conspiração da Cia, ele acaba sendo bode espiatório e tem que voltar para provar sua inocência, o filme consegue superar o muito bom primeiro longa (Identidade Bourne), com mais aventura e suspense, eletrizantes perseguições de carro e sequências de lutas incríveis (envolvendo revistas e canetas como armas).
Mas como em Hollywood tem um jeito para tudo, em 2012 era anunciado O Legado Bourne, mantendo o título que teria se fosse feito antes do atrito do diretor com o estúdio, mas como eles fariam um filme de Jason Bourne sem Jason Bourne? Mesmo com esta pergunta pairando no ar o longa recebeu sinal verde e foi em busca de seu protagonista, diversos nomes foram cotados entre eles; Joel Edgerton, Josh Hartnett, Jake Gyllenhaal, Tobey Maguire, Paul Dano, Michael Pitt, Oscar Isaac, Garrett Hedlund, Michael Fassbender, Luke Evans, Alex Pettyfer, Taylor Kitsch, Benjamin Walkerate e James Franco, e Jeremy Renner (Guerra ao Terror, Missão Impossível 4 e Os Vingadores), foi o escolhido para viver o protagonista, mas ninguém sabia se ele viveria Jason Bourne, num Reboot (recomeço) ou encarnaria o agente num quarto filme como se nada tivesse acontecido. Ambas as possibilidades seriam estranhas, por ser uma saga recente e todos estarmos tão identificados com Matt Damon, mas logo após veio à tona que ele não seria Jason Bourne, mesmo com o título do filme sendo O Legado Bourne, a trama se passaria paralelamente aos filmes anteriores, de início soou meio estranho, mas assim que a trama foi especificada, começou a ficar mais interessante e lógica.
Dirigido por Tony Gilroy (que foi roteirista dos três filmes anteriores), O Legado Bourne, nos mostra que Jason Bourne era apenas a ponta do iceberg, que além da Treadstone, a Cia tinha outros programas para criar super agentes na surdina, como Outcome onde Cross e outros seis agentes faziam parte, neste programa que servia de preparação para os agentes antes de serem encaminhados para entrar em atividade pela Treadstone ( ou não), eles são medicados e analizados semanalmente entre os treinamentos por médicos, que acompanham sua evolução através de drogas que alteram sua capacidade física e mental, os transformando literalmente em armas.
Mas como o longa se passa paralelamente com os eventos do terceiro filme (O Ultimato Bourne), onde Jason Bourne volta para da um basta em toda a conspiração que esta envolvido, a Cia perde o controle da situação e esta prestes a ter que dar explicações sobre o projeto, para que nada venha à tona, eles decidem interromper o projeto e todos seus antecessores, numa queima de arquivo, comandada pelo Coronel Eric Byer (Edward Norton), mas como se faz uma queima de arquivo num projeto onde as cobaias são soldados humanos; para o governo é simples; os elimina (mata), em meio a este caos esta Aron Cross (Jeremy Renner), detentor dos melhores números entre os participantes do projeto, Cross suspeita que algo errado vai ocorrer e consegue escapar, mas para isso ele precisa de seus medicamentos, por que cada soldado é dependente de um ciclo para se continuarem o que são, sem eles passam a ser dislexos, Aron vai atrás da Dr.Martha Shearing (Rachel Wess), que o acompanhou durante o projeto, mas ela também seria vitima da mesma queima de arquivo da Cia, onde todos os envolvidos no projeto seriam eliminados desde, cobais (soldados), médicos e agentes envolvidos, qualquer um que poderia prejudica-los judicialmente.
Cross parte com a Martha em busca de sobrevivência, respostas e medicação para que Cross se mantenha focado e atento em sua busca.
A trama convence e chega até a ser interessante (mas funciona apenas no trailer, no filme ele se estende muito e é extremamente detalhada sem necessidade), novamente eles batem na mesma tecla explicando eventos e conspirações dos filmes anteriores novamente, ao meu ver de forma desnecessária, pois provavelmente quem procura este já acompanhou os anteriores.
Jeremy Renner (Aron Cross), convence apenas como agente, principalmente nas sequências de ação, já no drama deixa a desejar, por ter a mesma expressão o tempo todo, ainda mais sob a sombra de Jason Bourne (tanto do personagem e também Matt Damon), as comparações acabam sendo inevitáveis (ai ele perde de goleada) e como o próprio título do filme já diz; Bourne é um legado, e todo legado se torna um fardo para seus posteriores, ainda mais quando o próprio filme bate na mesma tecla, o citando e mostrando a todo o momento a fotografia de Bourne ai fica uma missão difícil até para Jason Bourne.
Quer saber mais sobre a franquia Bourne ? Escute o nosso podcast para o site @conhece_mario sobre a saga aqui ou baixe aqui.
@RG_FilmesInc @FilmesInc
Avaliação: O Legado Bourne
Critica:6,5
Público:7
FilmesInc.:7
A Indentidade Bourne:8,5
A Supremacia Bourne:9
O Ultimato Bourne:9,5
Mas como o longa se passa paralelamente com os eventos do terceiro filme (O Ultimato Bourne), onde Jason Bourne volta para da um basta em toda a conspiração que esta envolvido, a Cia perde o controle da situação e esta prestes a ter que dar explicações sobre o projeto, para que nada venha à tona, eles decidem interromper o projeto e todos seus antecessores, numa queima de arquivo, comandada pelo Coronel Eric Byer (Edward Norton), mas como se faz uma queima de arquivo num projeto onde as cobaias são soldados humanos; para o governo é simples; os elimina (mata), em meio a este caos esta Aron Cross (Jeremy Renner), detentor dos melhores números entre os participantes do projeto, Cross suspeita que algo errado vai ocorrer e consegue escapar, mas para isso ele precisa de seus medicamentos, por que cada soldado é dependente de um ciclo para se continuarem o que são, sem eles passam a ser dislexos, Aron vai atrás da Dr.Martha Shearing (Rachel Wess), que o acompanhou durante o projeto, mas ela também seria vitima da mesma queima de arquivo da Cia, onde todos os envolvidos no projeto seriam eliminados desde, cobais (soldados), médicos e agentes envolvidos, qualquer um que poderia prejudica-los judicialmente.
Cross parte com a Martha em busca de sobrevivência, respostas e medicação para que Cross se mantenha focado e atento em sua busca.
A trama convence e chega até a ser interessante (mas funciona apenas no trailer, no filme ele se estende muito e é extremamente detalhada sem necessidade), novamente eles batem na mesma tecla explicando eventos e conspirações dos filmes anteriores novamente, ao meu ver de forma desnecessária, pois provavelmente quem procura este já acompanhou os anteriores.
Jeremy Renner (Aron Cross), convence apenas como agente, principalmente nas sequências de ação, já no drama deixa a desejar, por ter a mesma expressão o tempo todo, ainda mais sob a sombra de Jason Bourne (tanto do personagem e também Matt Damon), as comparações acabam sendo inevitáveis (ai ele perde de goleada) e como o próprio título do filme já diz; Bourne é um legado, e todo legado se torna um fardo para seus posteriores, ainda mais quando o próprio filme bate na mesma tecla, o citando e mostrando a todo o momento a fotografia de Bourne ai fica uma missão difícil até para Jason Bourne.
Quer saber mais sobre a franquia Bourne ? Escute o nosso podcast para o site @conhece_mario sobre a saga aqui ou baixe aqui.
@RG_FilmesInc @FilmesInc
Avaliação: O Legado Bourne
Critica:6,5
Público:7
FilmesInc.:7
A Indentidade Bourne:8,5
A Supremacia Bourne:9
O Ultimato Bourne:9,5

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