A julgar pelo titúlo Quero Matar Meu Chefe ( Horrible Bosses : Chefes Horrivéis o nacional ficou melhor) você já imagina do que deve se tratar o filme isso é fato, mas deve estar se perguntando quais fatores vai levar você a ver este longa por que ele seria interessante, pois é apenas uma historia já mostrada em outros filmes (citados no filme inclusive), mas nem sempre o chefe era o alvo em questão, às vezes o alvo era a mãe, sogra, cunhado, vizinhos amantes de sua esposa e por ai vai.
Quero Matar Meu Chefe é diferenciado por realmente ir a fundo ao problema, destes três caras nos mostrar o verdadeiro motivo para eles tomarem a seguinte decisão, calma não estou lhe contando filme (se você não viu o trailer do filme ao menos leu o título) logo na introdução somos mostrados aos personagens e seus devidos empregos.
Somos apresentados a Nick (Jason Baterman) que vive um executivo que esta “prestes” e ser tornar diretor de vendas (e ter sua própria e sonhada sala) em sua agencia chegando ao seu emprego,e narrando em off por que seus ancestrais não deram certo e diz que é preciso engolir alguns sapos para isso, logo ele é chamado à sala de seu patrão, Nick nos mostra na pratica por que odeia seu empregador (uma sequência engraçadissima), Harken (Kevin Spacey excelente) lhe chama atenção devido ao seu atraso de 2 minutos, a gota d’água e quando o chefe se auto elege para o cargo sonhado por ele.
E na seqüência somos apresentados a Kurt (Jason Sudeiks de Passe Livre) que ao contrario dos amigos abre sua introdução narrando que tem o melhor emprego do mundo, seu patrão e um senhor gentil e solidário e amigo pessoal, mas ao falecer nos primeiros minutos seu filho Bobby (Collin Farrel quase irreconhecível) nos mostra que a nova administração será diferente para você ter uma idéia, a primeira conversa dele com Kurt, é para chamar sua atenção sobre seu atraso de três horas no primeiro dia sua administração, mas detalhe o atraso foi devido ao funeral de seu pai que o próprio filho viciado em cocaína não compareceu, vale citar quando ele pede para Kurt começar a cortar funcionários sem menor critério, para demitir um paralitico e o apelida de professor Xavier (devido à cadeira de rodas) e pelo interesse pelo seu cartão para deficientes, para estacionamento.
Dale (Charlie Day) tem de todos o menor “problema” é auxiliar de dentista de Julia (Jennifer Aniston, linda para variar) e pasmem dia-a-dia é assediado pela Femme Fatale, os assédios vão de recebê-lo em sua sala semi nua o intimidando a transar com ela, isso diariamente uma situação “constrangedora” ao menos para Dale por incrível que parece ele também quer se livrar de sua patroa, até os próprios amigos questionam quando Dale diz que também tem problemas no trabalho.
Após viverem mais um dia de inferno numa bebedeira e num papo informal numa mesa de bar o grupo cogita a possibilidade de matar seus chefes.
Ai que o filme se torna ainda mais divertido, pois esta conversa se torna uma oportunidade, os modos de procura por um profissional no dia seguinte já são hilários, vale citar o primeiro encontro num motel com o que seria o suposto executor é impagável que tipo de profissional que cobra apenas 200 dólares para eliminar três pessoas é encontrado numa espécie de paginas amarelas da internet, especificando que era rápido discreto e molhado e só não fazia com crianças e velhos, para outro Dale chega a perguntar se matando dois o terceiro sai de graça.
Mas a historia emplaca mesmo quando eles conhecem o cara que vai mudar suas vidas num bar barra pesada, Mother Fucker-Jones (Jamie Fox) isso mesmo o nome dele, que garante que dar um jeito no problema deles por uma quantia em dinheiro vivo, após pensarem muito decidem pagar o sujeito e descobrem que ele não seria o executor do plano sim apenas um orientador com idéias para eles se livrarem de seus algozes e não serem pegos nem ter suspeitas sobre eles, isso deixa o longa muito mais interessante, pois se outro fizesse não teria tanta graça, como caras normais tentando cometer o crime perfeito.
Logo no primeiro reconhecimento a dica era apenas vigiar e saber a rotina de suas vitimas, a cena é fantástica, eles adentram nas residências de seus alvos para coletar informações e daí saem às situações mais cômicas e constrangedoras do filme com direito a piadas envolvendo escovas de dente, gatos, cocaína ente outras.
O trio de protagonistas não faz feio Jason Baterman (Nick) faz o lado sensato frustrado da trupe, Jason Sudeiks (Kurt) lado galanteador, um dos poucos defeitos do filme, pois depois de ver Sudeiks em Passe Livre e difícil imaginá-lo como conquistador, e a julgá-lo pelo perfil também, já Dale além de ter o melhor ou pior problema a depende do ponto de vista está muito bem o comediante saído de uma serie de TV ( It´s Always Sunny Philadelphia), nos traz as melhores situações no melhor estilo Allan (Zach Galuifianakis) de Se Beber Não Case, personagem menos favorecido intelequitualmente que quase todos seus poucos argumentos vem de uma serie de TV policial (Law & Ordem), a cena em que ele esta de campana na porta da casa de Harken é impressionante ou na qual ele e Nick inalam cocaína por acidente e ficam frenéticos é impagável.
O elenco coadjuvante estão fora de série os vilões, Kevin Spacey (Harken) é disparado um dos melhores do ano, Collin Farrel (Bobby) está surpreendente, como patrão viciado com direito a orgias Durante o expediente e Jennifer Aniston (Julia) é a Femme Fatale/Ninfomaníaca do filme sensual e ousada com diálogos censura 18 anos.
Quero Matar Meu Chefe é uma comedia de primeira que o público vai se identificar, e se divertir muito, mas deveria vir com o comunicado como aqueles “crianças não tentem fazer isso em casa”, mas no caso aqui “Subordinados não tentem matar o seu chefe”, pois isso é pura ficção e nenhum animal, ops chefe foi ferido durante as filmagens.
Há se você pretende matar o seu chefe tudo bem desde que ele não Seth Gordon diretor deste ótimo filme.

Estou curiosa para ver esse filme.
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