Depois de Tron de 1982 (segundo poster ao lado abaixo) o filme deixou um legado para a ficção científica, pela sua inovação gráfica e design para os filmes futuros, o longa de 1982 tinha um visual único e revolucionário (para você ter idéia antes do filme de 1982, só Star Wars de 1977 tinha causado impacto e Star Trek de 1982 tinham visuais que impressionam na época, mas nada como Tron, pois o filme falava de computadores, as novas ferramentas do futuro na época e seu criador, no caso Fliynn (Jeff Bridges) em sua obsessão por criar jogos do futuro e construir uma rede onde humanos pudessem atravessar e entrar no mundo das maquinas.
O sonho do Flynn aconteceu ao entrar na rede se tornou prisioneiro dela, pois se voltasse não sabia o que poderia vir com ele e nosso mundo não estava preparado para eles, assim como nos não estávamos para os das maquinas.
Passados 18 anos, a Disney decide fazer uma seqüência da ficção que revolucionou a década mágica os anos 80, mas o principal fator estava voltaria Jeff Bridges topou interpretar Flynn novamente para alegria dos fãs de Sci-Fi (ficção cientifica), os nerds suspiraram, se em 80 com poucos recursos (para a época) Tron revolucionou, imaginem com a tecnologia de hoje, ainda mais depois que a Disney optou pelo 3D.
Tron o Legado nos mostra a historia de Sam filho de Flynn passados os anos após o desaparecimento de seu pai, invés de tomar o controle da empresa leva uma vida rebelde, hackeando e tentando prejudicar a ate’’ então sua empresa’’ que esta nas mãos de acionistas inescrupulosos que só visam lucro.
Ao visitar o velho fliperama de seu pai chamado de Tron, Sam descobre onde seu pai passava as noites e também a causa de seu desaparecimento, ao entrar na rede que seu pai criou há anos atrás.
Logo de cara ele encontra Clu versão celulóide digital de seu pai criado por ele para ajudá-lo a criar a rede em conjunto com Tron outra criação de seu pai que, também o ajudou na criação da rede.
Mas o grande diferencial de Tron 1982 para o Tron o Legado alem dos 18 anos que superaram são os impactos culturais que ambos apresentam Tron de 1982 foi como já disse um marco na computação gráfica, homem VS Maquina e Tron o Legado, tentou dar mesmo o salto, mas quase 2 décadas depois e algo difícil, pois os efeitos do primeiro filme, qualquer técnico em computação gráfica faz em seu PC ou Ipad com uma facilidade tremenda ou faz melhor fácil há anos.
E novo filme vem com esta responsabilidade de superar e ter o mesmo impacto seu antecessor, mas isso hoje em dia em tempos de Avatar, O Senhor dos Anéis e Matrix e quase impossível, pois a meu ver nem o filme de James Cameron (Avatar) Teve o impacto de Matrix em 1999 que a meu ver é o verdadeiro divisor de águas dos efeitos especiais da década passada e atual. O que estou dizendo que nada nos últimos anos teve tal impacto como os efeitos especiais de Matrix que depois de 1999 a cada 10 filmes, 11 tinham efeitos derivados do filme de Neo como Bullet Time e câmeras girando 360º graus enquanto explosões e tiroteios são realizados.
Tron só nos trouxe algo que já vimos em seu antecessor com uma repaginada com toques de século 21 são ótimos efeitos são, mas nada que num estalo de dedo no próximo ano ou ate no mesmo Hollywood faca melhor ou já fez entenderam, seu principal erro é esse, o visual é deslumbrante? É sim as batalhas de motos (LightCycles) são impressionantes, mas só no momento, nada que vamos falar no dia seguinte.
Os efeitos mais impressionantes do filme na verdade é Clu, líder da rede que tem a cara de Flynn (Jeff Bridges), mas jovem como no filme de 80 um efeito muito parecido com o usado em O Curioso Caso de Benjamin Button, mas nada tão perfeito como o aplicado em Brad Pitt.
Jeff Bridges pós Oscar por Coração Louco também da com as caras como Flynn já velho atuando no piloto automático e Sam (Garrett Hedlund) é tão sem carisma (e péssimo ator também) como um modelo de alguma campanha de jeans só faz cara de mal anda de braços abertos.
Uma coisa e certa se Tron de 80 deixou um Legado de inovação e tecnologia, pra a sua geração Tron o Legado a meu ver não deixou nada em seu legado nem em enredo muito menos em vislumbre.
Há uma coisa que vale a pena ser lembrado à trilha sonora do filme de Daft Punk com direito a participação da dupla tocando na boate na cena do filme e fantástica.
E uma boa noticia Olivia Wilde de House esta Linda como sempre, e como o longa não atingiu números para nem pagar seu custo algo em torno de 200 milhões não teremos uma seqüência, assim espero, pois com legados ruins Mitos e bons filmes também, são estragados.
Filmes Inc. :6,5
Publico:7,5
Publico:7,5
Critica:7



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